segunda-feira, maio 17, 2021

Verbas secretas que Bolsonaro distribui aos parlamentares indicam descontrole político

Publicado em 17 de maio de 2021 por Tribuna da Internet

Charge do Duke (domtotal.com)

William Waack
Estadão

Qualquer o nome que se dê ao monte de dinheiro que Bolsonaro entrega a parlamentares amigos, do ponto de vista político equivale à esperteza de amarrar uma corda ao redor do próprio pescoço. Desde a redemocratização não há registro de chefe do Executivo brasileiro que tivesse se rendido dessa forma às amorfas forças políticas conhecidas como Centrão, especializadas em manter-se próximas dos cofres públicos.

Desde sempre (tomando 1988 como data-base) o sistema de governo brasileiro opõe uma figura forte (o presidente da República, vencedor de uma eleição plebiscitária) a um Legislativo com extraordinárias prerrogativas (e cada vez mais fracionado e sem coesão ideológica).

TOMA LÁ, DÁ CÁ – O instrumento “tradicional” nesse regime, desde sempre, foi a troca de cargos políticos (especialmente os que “furam poços”) e verbas orçamentárias por apoio no Congresso.

É o famoso “toma lá, dá cá”. A “genialidade” política de Bolsonaro consistiu em eliminar o “toma lá”. É o primeiro chefe do Executivo que literalmente entregou aos parlamentares a alocação de recursos via Orçamento, uma ferramenta essencial de exercício do poder, já que a outra, a capacidade do Executivo de ditar a agenda política, Bolsonaro não foi capaz de exercer por inaptidão, incompetência, falta de ideias ou tudo isso junto.

Diante do único horizonte que interessa ao presidente, o de 2022, o “dá cá” ficou bem definido: é permanecer onde está para disputar a reeleição. O que se perdeu (assumindo que tivesse existido como plano elaborado) é o “para quê?”.

NÃO TEM RUMO – Quem teve a oportunidade de conversar a sós com Bolsonaro sabe que ele nunca foi capaz de responder de forma coerente a uma pergunta muito simples: para onde pretende levar o País?

Não foi difícil às eminências pardas de plantão na política ocupar o espaço que Bolsonaro deixou aberto. Talvez a figura mais influente de seu governo hoje seja a de seu filho, o senador Flavio Bolsonaro, aliado a um conjunto de figuras que exercem a função de “consigliere”, saídos do que se chamaria das sombras do mundo jurídico, nelas incluídos advogados e magistrados.

Seu poder emana das traficâncias nos bastidores de tribunais superiores, dando aos ares já pesados dos bastidores da política em Brasília um forte componente de sordidez.

PERDA DE CONTROLE – Cria-se muita ebulição e efervescência no ciclo de 24 horas de manchetes, mas o quadro geral é de perda de controle. Sua expressão mais acabada está na sigla “RP9”, a que identifica no Orçamento as agora famosas “emendas do relator”.

Elas não são outra coisa senão a consagração dos acordos informais entre a cúpula do Congresso e o Executivo para distribuir a grana do Centrão, que acaba sendo fatiada numa série de sub-acordos regionais, setoriais e pessoais (com ou sem superfaturamento) sem centralização ou coordenação – traços evidentes de um governo desarticulado.

A descrição eloquente e detalhada desse quadro – o de um governo sem rumo e projeto digno desse nome, em parte à mercê de palpiteiros – foi até aqui o principal resultado trazido pelos trabalhos da CPI da pandemia.

COMANDO PARALELO – Os depoimentos sobre a maneira como o Planalto enfrentou a crise de saúde pública confirmam a existência de uma “estrutura” (embora não seja formalizada nem organizada) paralela da qual o presidente faz uso para elaborar decisões que ele gostaria que fossem tomadas pelas estruturas oficiais de governo e Estado (como o Ministério da Saúde, por exemplo) – ao mesmo tempo em que presidia a criminosa omissão coletiva no caso da oferta da Pfizer para compra de vacinas.

Isso tudo tem um nome antigo: vazio de poder. É o que mantém a política brasileira neste momento tão perigosamente imprevisível.

A covid-19 avança e cresce o número de vitimas fatais em Paulo Afonso

17/05/2021 às 15:13 

A morte chegou na nossa vizinhança, você já percebeu? Você já perdeu algum parente? Algum amigo?

Ou você muda a sua forma de encarar a Pandemia, ou a morte vai chegar mais perto ainda.
Desde o início, e eu talvez tenha sido, e com certeza fui chamado de alarmista, exagerado, agourento e coisa e tal.
Disse inúmeras vezes que a doença chegaria caso não tomássemos os devidos cuidados, e nós, a maioria, não tomou cuidado nenhum, não nos preocupamos com os riscos, cada um com seu motivo, cada um com o seu egoísmo, cada um desprezando as inúmeras formas de atrair o mal para dentro de casa.

Temos um presidente negacionista, e que trabalha a favor do vírus, a favor da morte, a favor do caos. O presidente optou por não testar para a COVID-19, não lhe interessava saber quem estava contaminado, decidiu vacinar o mínimo, preferiu não isolar ninguém e brigou na justiça para impedir que os prefeitos e governadores o fizessem.

O presidente decidiu que a vida não era importante. Aderiu a ideia de que era preciso infectar a todos e os que morressem que morressem, azar, morreriam os fracos, os inúteis, os velhos e os doentes, era um peso a menos para o Estado, que precisa ser mínimo, pequeno, pois para ele quem tem que ser forte é a iniciativa privada.

A preocupação do presidente era com a economia, essa que tinha que ser salva. vidas não lhe diziam respeito, comprou a ideia de seu líder Trump, de que a Cloroquina, boa no combate a malária, serviria para enganar as pessoas, posto que estaria cuidando delas, mesmo, e essa é a pior parte, após saber que o tal remédio é inútil neste caso, e, funciona tanto quanto o chá de Casca de Pinha.

Mas os nossos problemas não estão somente no presidente, não só.
A pressão, para que a roda da economia, volte a rodar, força a prefeitura e inclusive o governo do estado a abrir o comércio, a flexibilizar, e é essa flexibilização que permite que academia abra, bar abra, restaurante abra, lojas abram, que supermercados, bancos e lotéricas abram todos os dias, o que aumenta o risco, essa somatória é que permite o avanço da doença.

Além disso a irresponsabilidade é grande, de pessoas e de empresas. A doença avançou e nós relaxamos, tem gente infectada que não sabe que está, tem gente infectada que sabe que tem o vírus, mas como não tem sintomas graves, não se preocupa, não se protege e espalha a doença.

As pessoas não usam máscaras, as empresas não cumprem as exigências, o número mínimo de pessoas nos ambientes não é respeitado. Tem empresas obrigando funcionários infectados a permanecer trabalhando, permanecem abertas para não tomar prejuízo, e algumas sequer fazem o processo de desinfecção dos ambientes, talvez para não alertar os clientes do risco.

Isso é grave! É necessário que o prefeito e o governador repensem a questão.
Não temos vacina suficiente, o isolamento social é mínimo, não existe testagem que permita planejamento, não temos como ampliar a capacidade de atendimento da UPA e dos hospitais para atender toda a região, e o número de variantes em circulação do vírus aumenta a cada dia, assim, isso só vai piorar.

Todo mundo quer trabalhar, todo mundo quer a volta da vida normal, mas ao invés de lutarem por auxílio emergencial, por medidas de apoio as pequenas e médias empresas, por testagem em massa, por vacina e por lockdown que é o que pode resolver, lutam e reclamam contra o que ainda tem dado resultado.

A morte está avançando, o vírus está vencendo.
Não permita que o caixão de um parente ou um amigo seja o próximo a sair.

*José Ivandro, é aprendiz de jornalismo e colunista de politica do Portal Tribuna Mulungu


Nota da redação deste Blog - Essa é a realidade nua e crua, só que Paulo Afonso está arcando com a irresponsabilidade de cidades circunvizinhas a exemplo de Jeremoabo, onde o prefeito,  conhecedor de seus parcos recursos concernentes a saúde ineficiente para combater o vírus, abandonou  ESQUECEU A SAÚDE E SE PREOCUPOU COM A CAMPANHA 2020,  patrocinando obras eleitoreiras, carreatas, e aglomerações, sequer usavam máscaras de proteção ou distanciamento.

O município de Jeremoabo com um  hospital "regional" que no tempo do ex-prefeito João Ferreira já foi referência, e recebia pacientes de toda região,  hoje os vereadores da oposição  denunciam a falta de estrutura e equipamentos para trabalhar, o pessoal da linha de frente tem seus direitos trabalhistas desrespeitados, além de enfrentar a falta de material simples  para trabalhos internos,  Kits covid-19, não tem!
São guerreiros que estão travando uma batalha contra o covid-19, é contra a falta de condições de trabalho e baixos salários.

Enquanto isso o hospital conta com um profissional para atender ao mesmo tempo pronto socorro e paciente supostamente com COVID-19.

Chegaram ao cúmulo da irresponsabilidade ao colocarem 10(dez)paciente com coronavírus num cubículo juntamente com seus familiares.

Postos de saúdes das zonas rurais praticamente fechados sem um médico sequer para atender.

E para completar na sessão passada vereadores denunciaram até a falta de dipirona.



Operação Immobilis: Justiça aceita denúncia contra casal Maturino e bloqueia R$ 2,2 milhões

 

Operação Immobilis: Justiça aceita denúncia contra casal Maturino e bloqueia R$ 2,2 milhões
Foto: Divulgação

O casal Maturino, investigado na Operação Faroeste, se tornou réu em mais uma ação penal por estelionato e formação de organização criminosa. O juiz Álvaro Marques de Freitas Filho, da Vara Especializada em Organização Criminosa de Salvador, aceitou a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) decorrente da Operação Immobilis (veja aqui). Além de Geciane e Adailton Maturino, figuram como réus Cícero Rodrigues Ferreira Silva, Frede Brito de Andrade, Emanuela Moraes Lopes e Neivson Fernandes Barreto.

 

A denúncia aponta que os denunciados são supostamente responsáveis pela captação de magistrados para compra e venda de sentenças para prejudicar instituições financeiras e terceiros de boa-fé. No curso da operação, realizada em 2016, Adailton Maturino teve conhecimento prévio de que era alvo da investigação para evitar a prisão preventiva que seria decretada contra ele na época . Ele chegou a ficar escondido em um rancho da desembargadora Maria do Socorro (saiba mais).

 

Para o juiz, a decretação da prisão preventiva dos Maturinos - apesar de já estarem presos em decorrência da investigação da Faroeste - é necessária diante da “existência de fortes indícios da prática, em tese, dos crimes de estelionato e organização criminosa, os quais se exige que sejam repelidos, devendo o Judiciário, amparado pelo intenso trabalho desenvolvido pela Polícia, juntamente com as ações do Ministério Público, coibir as práticas criminosas e suas mazelas de nossa sociedade”.

 

Além da prisão preventiva, foi decretado o bloqueio de R$ 2,2 milhões dos investigados, determinação para que os cartórios de imóveis indiquem se há bens dos réus para serem bloqueados, que o Detran impeça a transferência de veículos e comunicação à Bolsa de Valores para indisponibilidade dos bens.

Covid-19: morre o vice-presidente da Abrasel, João Ricardo Almeida

 em 17 maio, 2021 11:41

Ele estava internado em um hospital particular de Aracaju (Foto: rede social/ arquivo pessoal)

O empresário João Ricardo Almeida, de 35 anos, morreu na madrugada nesta segunda-feira, 17, em decorrências de complicações causadas pelo novo coronavírus (Covid-19). Ele estava internado em um hospital particular de Aracaju. João Ricardo também era vice-presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Sergipe (Abrasel).

Em nota, Abrasel destaca que perdeu um dos seus mais aguerridos conselheiros. “Batalhador, leal e com uma característica de bondade extraordinária, que ainda jovem deixa um legado especial para aqueles que o conheceram”, escreveu. “Nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos”, acrescentou a Abrasel.

De acordo com a família, o corpo do empresário será cremado e as cinzas serão lançadas no mar no município de Pirambu, local em que ele gostava muito.

por João Paulo Schneider 

INFONET

Daqui em diante, apoio de Aras será fundamental para manter Bolsonaro ainda com chances


O Procurador-Geral da República Augusto Aras, para quem a Lava Jato é uma "caixa de segredos"

Aras virou o novo engavetador-geral da República

Vera Magalhães
O Globo

O governo Bolsonaro parece ter se animado com o entrevero entre Omar Aziz e Renan Calheiros em razão do pedido de prisão do ex-assessor Fabio Wajngarten, negado pelo presidente da CPI da Covid. Não parece um caminho próspero apostar em rachar o grupo de senadores independentes que vem sendo chamado de G7. Ao menos, não agora. Mais promissora é uma aposta no fator Aras de empastelamento da CPI. Mas ele depende de outra equação, bastante complexa.

Na configuração atual, a CPI tem sete votos seguros pela aprovação do relatório do senador alagoano, agora mais “revigorado”, para usar o adjetivo da moda, para responsabilizar Bolsonaro depois que o presidente resolveu declarar guerra pública a ele, em sua base eleitoral.

AZIZ E ALENCAR – O PSD de Gilberto Kassab, que poderia ser o partido “pêndulo” no placar da CPI, tem atuado bem fechado. Além de Aziz, que tem sido bastante duro com as tentativas de manobra dos governistas, e eloquente ao apontar graves erros por parte do governo, o outro senador do partido, Otto Alencar (BA), que é médico, tem sido responsável por algumas das inquisições mais duras no colegiado.

Quebrar esse alinhamento do PSD com a oposição poderia até funcionar, mas fica difícil num cenário de desgaste de Bolsonaro nas pesquisas e de negociações avançadas de Kassab para dar outro destino ao partido nas urnas em 2022, que não o palanque reeleitoral do presidente.

Mantido esse quadro, portanto, o relatório de Renan deverá ser aprovado pela maioria da CPI. Os governistas, em menor número e muito titubeantes em termos de estratégia, terão dificuldade para produzir um relatório paralelo e para aprová-lo.

NAS MÃOS DE ARAS – Uma vez aprovado, o relatório tem como destino o Ministério Público Federal. E aqui chegamos a Aras. Dificilmente a CPI concluirá seus trabalhos até julho, quando Bolsonaro tem de indicar o substituto de Marco Aurélio Mello para o Supremo Tribunal Federal.

Se Aras tiver sido o escolhido, um novo procurador-geral da União terá de ser nomeado por Bolsonaro. E será ele a analisar o relatório da CPI quando este chegar à sua mesa.

Se, no entanto, o atual procurador-geral tiver sido preterido pela segunda vez para o STF, como existe grande possibilidade de que seja, procuradores avaliam que sua lealdade a Bolsonaro terá vida mais curta: ele engolirá a derrota em seco enquanto ainda depender do presidente para ser reconduzido para a função, de novo à revelia da lista tríplice e tendo contra si forte oposição da carreira dos procuradores.

GRITO DO IPIRANGA – Mas, a partir de outubro, procuradores apostam que Aras pode dar um “grito de independência”, até para ter uma segunda metade de mandato menos questionada internamente e não deixar o posto carimbado como engavetador, a exemplo do que ocorreu com Geraldo Brindeiro nos anos FHC.

Também contaria para esse desembarque o paulatino agravamento da situação do presidente, com obstáculos para além da própria CPI: a pororoca de escândalos que deverá surgir com o veio do Orçamento secreto em várias pastas, a tragédia no enfrentamento da pandemia e o reflexo que esses fatores, combinados à grave crise econômica, produzirão na avaliação de Bolsonaro.

Tudo depende do timing que Aras levará para analisar o relatório da CPI e oferecer ou não denúncia a partir dele. Em 2006, Antonio Fernando Souza agiu pari passu à CPI dos Correios e denunciou 40 pessoas pelo mensalão antes mesmo de o relatório final da comissão mista ter sido aprovado.

ATÉ A RECONDUÇÃO – Mas não precisa ser assim, e Aras poderá segurar o caso para ter Bolsonaro em mãos quando chegar a hora de o presidente reconduzi-lo, em setembro.

Por tudo isso, não basta analisar com lupa a dinâmica da CPI. A responsabilização efetiva de Bolsonaro, Pazuello e companhia depende de outros fatores bastante intrincados, que só ficarão mais claros à medida que decantar o desgaste do governo.

Depois de Pazuello, ‘Capitã Cloroquina’ vai ao Supremo para não se incriminar na CPI


“Capitã Clooroquina” já perdeu seus superpoderes

Pepita Ortega
Estadão

Após o ex-ministro Eduardo Pazuello garantir no Supremo Tribunal Federal salvo-conduto para ficar calado durante depoimento à CPI da Covid no caso de perguntas que possam incriminá-lo, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”, também decidiu acionar a corte pelo direito de não se autoincriminar perante o colegiado.

A médica alega ‘temor’ em razão de suposta ‘agressividade’ dos senadores ao inquirir os depoentes da comissão. Sua oitiva na CPI está marcada para as 9h de quinta-feira, 20.

QUATRO PEDIDOS – Em habeas corpus impetrado na corte na noite deste domingo, 16, os advogados Djalma Pinto e Rafaela Ribeiro Pinto fazem quatro pedidos a corte: para que Mayra seja assistida por sua defesa durante o depoimento; que seja garantida a palavra aos advogados da médica, pelo presidente da CPI Omar Aziz, para o exercício da defesa da servidora; o direito de Mayra não se auto-incriminar; e que as partes sejam tratadas com ‘urbanidade’ durante o depoimento.

Além disso, representantes de Mayra pedem, caso suas prerrogativas profissionais ou as garantias da médica sejam desrespeitadas, que eles possam encerrar o depoimento da servidora sem que haja qualquer ‘medida restritiva de direitos ou privativa de liberdade’, como a prisão.

Os principais argumentos da defesa partem do depoimento de outro aliado do presidente Jair Bolsonaro, o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fábio Wajngarten.

EXEMPLO DE WAJNGARTEN – Os advogados citam o pedido de prisão de Wajngarten, feito pelo relator da comissão Renan Calheiros, como suposto exemplo de que a CPI estaria ‘constrangendo’ testemunhas.

O pedido se deu em razão de contradições entre o que o ex-secretário disse em entrevista à revista Veja, no final de abril e o depoimento aos senadores.

Os advogados de Mayra ainda fazem referência aos representantes de Wajngarten, alegando que o presidente da CPI, Omar Aziz, negou a palavra aos defensores do ex-secretário de Comunicação de Bolsonaro após o pedido de prisão feito por Renan. Na ocisão, Aziz reagiu à solicitação afirmando: “Eu não sou carcereiro de ninguém”.

ATOS “RESPALDADOS” – No habeas corpus preventivo enviado ao STF, os advogados de Mayra sustentaram ainda que os atos da médica na Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde estão ‘respaldados por documentos produzidos pelo Ministério da Saúde e por documentos e publicações científicas’.

A defesa alega que Mayra pode ser ‘submetida a constrangimento inclusive, com ameaça à sua liberdade de ir e vir’ durante o depoimento à CPI porque somente parte dos integrantes do colegiado são da área médica – “o que torna previsível a dificuldade na avaliação e análise dos estudos científicos comprovados que embasaram as suas ações”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Antes de dormir, a Capitã Cloroquina pensou que fosse a Mulher Maravilha. Quando acordou, descobriu que não tinha superpoderes e podia ser considerada igual a um simples general logístico. Foi uma decepção(C.N.)

Passagem do general pelo Ministério da Saúde implodiu o mito da eficiência dos militares


O ministro Eduardo Pazuello ajeita a máscara em audiência no Senado

Pazuello, o general que se humilhou diante do capitão

Bernardo Mello Franco
O Globo

Há dez anos, o estamento militar se uniu para combater a Comissão Nacional da Verdade. Os generais temiam que a revelação de crimes da ditadura causasse dano à imagem das Forças Armadas. Faltou visão estratégica: o pior estava por vir com Eduardo Pazuello.

A passagem do general pelo Ministério da Saúde implodiu o mito da eficiência dos militares. O oficial afastou técnicos e aparelhou a pasta com coronéis, majores e capitães. O resultado foi uma gestão caótica, que abraçou o negacionismo, atrasou a compra de vacinas e deixou faltar oxigênio em hospitais.

MANDA E OBEDECE – Pazuello também desmontou o marketing da bravura dos homens de farda. Para não perder o cargo, o general se humilhou publicamente diante do capitão. “É simples assim: um manda, e o outro obedece”, explicou, ao ser desautorizado na negociação com o Instituto Butantan.

A CPI da Covid já causou novos desgastes a Pazuello e ao Exército. Depois de usar uma desculpa esfarrapada para adiar seu depoimento, o ex-ministro apelou ao Supremo pelo direito de permanecer calado.

O habeas corpus concedido pelo ministro Ricardo Lewandowski segue a jurisprudência do tribunal. A Constituição também é clara: ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. No entanto, a blindagem jurídica terá efeitos adversos. O silêncio do general deve agravar sua desmoralização diante dos senadores e da opinião pública.

GENERAL DA ATIVA – Ainda que compareça em trajes civis, Pazuello representará o Exército na CPI. Ele é general da ativa, loteou o ministério entre colegas da caserna e agora é defendido pela Advocacia-Geral da União. É impossível separar o personagem da instituição que o abriga e acoberta.

Há outros riscos à vista para o general fujão. Apesar de ter garantido seu direito ao silêncio, Lewandowski ressaltou que ele precisará responder a perguntas que envolvam “fatos e condutas relativas a terceiros”. Nesses casos, valerá o compromisso de dizer a verdade. Se mentir aos senadores, o ex-ministro poderá ser responsabilizado por falso testemunho.

O relator Renan Calheiros deixou claro que o habeas corpus não resolve todos os problemas de Pazuello. “Interrogatório bom não busca confissões, quer acusações sobre terceiros. Com relação a ele, outros falarão”, avisou.

O DRAMA DOS COVAS – Duas décadas depois, Bruno Covas repete o drama do avô. Mario Covas descobriu um câncer no auge da carreira política. Havia acabado de se reeleger governador de São Paulo. Ele rompeu uma tradição da política brasileira e manteve os cidadãos informados sobre a doença. Morreu em 2001, aos 70 anos.

O prefeito Bruno também escolheu enfrentar a tragédia pessoal com transparência. Além de explicar cada etapa do tratamento, usou as redes sociais para divulgar mensagens de fé e otimismo. Na quinta-feira, ele publicou a última foto no hospital. Na sexta, os médicos informaram que seu estado de saúde era irreversível.

Essa vai para os vereadores da situação, que enxergam gasto com gasolina da Câmara, porém ficam cegos quando é do prefeito


Por diversas sessões da Câmara de Vereadores em Jeremoabo, alguns vereadores da situação para desviar atenção do povo concernente a fatos graves, a exemplo da saúde, da falta de ação e humanidade para combater o COVID-19, por desvio de dinheiro que chega para o COVID-19, e muitas outras ilicitudes praticadas contra o erário público; esses edis batem no peito e em voz alta bradam que estão ali para defender o interesse da coletividade,  zelar pela moralidade da coisa pública, inclusive por diversas vezes "ameaça", a presidência daquela casa legislativa por suposto uso abusivo de combustível pelos próprios vereadores, no entanto, ficam mudos, cegos e surdos quando uma  FIAT/TORO do prefeito extrapola no uso de Óleo Diesel, onde no mínimo deveriam averiguar e fiscalizar mais esse suposto superfaturamento com combustivo para um veículo de uso exclusivo do prefeito, quando deveria ser do gabinete, já que fora alugado para tal mister.

Aproveito  para dizer que não é favor fiscalizar esse absurdo, já que foram eleitos, são bem pagos para esse serviço,  a não fiscalização não passa de omissão, prevaricação e traição ao eleitor que forneceu uma procuração assinada em branco através do voto

Além do aluguel imoral só de óleo Diesel em 04(quatro) meses o veículo de uso exclusivo do prefeito, abocanhou R$ 17.854,80.

‘Fazer festa e aglomeração nesse momento é desrespeitar a vida humana’, diz Rui sobre São João em 2021

 O governador Rui Costa (PT) reafirmou, em coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (17), que está proibida a realização do São João na Bahia em 2021.

“Fazer festa e aglomeração nesse momento é desrespeitar a vida humana”, disse o petista.

“Temos que ter consciência. Não consigo ver uma pessoa que se diz cristã e não tenha essa sensibilidade”, opinou.

Nota da redação deste Blog - A pergunta que não cala:  o gestor que nunca deixou de fazer aglomeração, a exemplo de prefeito de Jeremoabo e seus assessores, será que tem consciência cristã  e tem respeito a vida humana?

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