quarta-feira, novembro 25, 2020

Assessores do Planalto temem que Bolsonaro imobilize o governo no combate à Covid-19


Charge Gilmar Fraga (Arquivo Google)

Valdo Cruz
G1 Política

O negacionismo do presidente Jair Bolsonaro não pode imobilizar de vez o governo no combate à pandemia de Covid-19. O alerta é de assessores presidenciais, preocupados com a demora do Ministério da Saúde em anunciar um Plano Nacional de Imunização e uma estratégia definitiva em relação às vacinas.

Sem falar nos esclarecimentos do ministro Eduardo Pazuello, ainda pendentes, sobre os testes de Covid-19 que correm o risco de perder a validade.

MINISTÉRIO INIBIDO – Segundo auxiliares do próprio presidente da República, a posição do chefe estaria “inibindo” a atuação do Ministério da Saúde, comandado pelo general da ativa Eduardo Pazuello, que tem preferido ficar em silêncio diante das últimas polêmicas criadas por Bolsonaro em relação ao combate ao coronavírus.

Assessores de Pazuello garantem que o Plano Nacional de Imunização está em fase final de elaboração e deve ser divulgado nas próximas semanas. Só que, alertam assessores presidenciais, o ministro da Saúde não tem vindoi a público fazer esses esclarecimentos, gerando dúvidas e suspeitas sobre como o governo está se preparando para fazer uma vacinação em massa da população.

SEGUNDA ONDA – Interlocutores de Pazuello destacam, por exemplo, a nova polêmica sobre o coronavírus, se o país está ou não enfrentando uma segunda onda. O presidente e o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm rebatido as avaliações de especialistas de que a segunda onda já é uma realidade. O Ministério da Saúde, responsável pelo tema, porém, não se pronunciou até agora.

Esses interlocutores lembram que, mesmo que ainda não seja possível dizer que o Brasil enfrenta uma segunda onda, o ideal seria o ministro da Saúde estar promovendo reuniões com os secretários estaduais e municipais da área para traçar uma estratégia a fim de enfrentar esse cenário, se ele se concretizar.

HAVERÁ COBRANÇAS – Enquanto isso, o governo deve ser alvo de cobranças do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União (TCU) sobre suas ações no combate ao coronavírus.

Só que o governo, lembram aliados de Bolsonaro, continua perdendo tempo por causa da insistência do presidente em negar a realidade.

Chamado de “traíra” por bolsonaristas, Major Olímpio rebate: “Ladrões de rachadinha”

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Olímpio diz que radicais tentam se impor pela intimidação

Deu na Folha

O senador Major Olímpio (PSL-SP) envolveu-se em uma discussão com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em Taubaté (140 km de São Paulo) nesta segunda-feira, dia 23. Ele esteve na cidade para manifestar seu apoio a uma candidata à prefeita e diz ter sido surpreendido pela presença de pequeno grupo de bolsonaristas que o xingavam de “traidor”.

Em vídeo, o senador grita “ladrão” e “ladrão de rachadinha” enquanto é chamado de “traíra” por um rapaz com uma camiseta que diz “direita taubaté”, que aparece ao lado de uma mulher com roupa com os dizeres “Bolsonaro presidente” e de um homem com uma faixa “não vote em comunista”, em referência à candidata Loreny, do Cidadania, apoiada por Olímpio. O senador e o rapaz chegam a ficar frente a frente, um gritando “ladrão” e “traíra” para o outro.

FLÁVIO BOLSONARO – Olímpio faz referência ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) ao falar em rachadinha. O filho do presidente foi denunciado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) sob acusação de ter arrecadado parte do salário dos servidores de seu gabinete quando era deputado estadual.

Ao Painel Olímpio diz que “o que restou de bolsonaristas hoje são radicais que tentam se impor pela intimidação. Comigo, não. Ladrão é ladrão. Ladrão de direita é igual ladrão de esquerda. Simplesmente ladrão”. “Em Taubaté, como em qualquer cidade, a claque contratada bolsonarista hoje cabe num Mini Cooper”, diz o senador, afirmando que o grupo tinha apenas quatro pessoas.

Após ter coordenado a campanha de Jair Bolsonaro em São Paulo em 2018, Olímpio rompeu com Bolsonaro após ter dito que sofreu pressão do presidente para não assinar a CPI da Lava Toga. Ele disse à época que Bolsonaro tentava proteger seu filho, Flávio Bolsonaro, que trabalhava para desarticular a criação da comissão.


Morre o ex-governador João Alves Filho

Ele estava internado desde a quarta-feira (18), na UTI do Hospital Sírio Libanês, após sofrer uma parada cardíaca em seu apartamento em Brasília

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O ex-governador João Alves Filho (DEM) faleceu na madrugada desta quarta-feira (25) aos 79 anos. Ele estava internado desde a quarta-feira (18), na UTI do Hospital Sírio Libanês, após sofrer uma parada cardíaca em seu apartamento em Brasília, onde morava com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM).

                                                   

Já no hospital, o ex-governador apresentou quadro de infecção pulmonar, que levou a realização de exame para covid-19 após e a confirmação na sexta-feira (20). Depois o problema de saúde se agravou com a paralisação das funções renais e respiração somente com ajuda de aparelhos. No domingo (22), a equipe médica que o acompanha considerou irreversível o quadro clínico apresentado por ele.

João Alves Filho deixa esposa e três filhos: João Alves Neto, Maria Cristina Alves e Ana Maria Alves; além de netos.

Ainda não há informações sobre local e horário do velório e sepultado do corpo do ex-governador. A informação é de que a senadora pensa em cremação em Brasília, pelo fato dele ter contraído o vírus e trazer as cinzas para Sergipe.

Biográfico de João do Povo

João Alves Filho nasceu em Aracaju no dia 3 de julho de 1941, filho do empresário da construção civil João Alves e de Maria de Lourdes Gomes. Em 1960 assumiu o cargo de diretor técnico da construtora de propriedade de sua família. Um ano depois, ingressou na Escola Politécnica da Universidade da Bahia, pela qual se graduou em engenharia civil em 1965. No mesmo ano fundou e assumiu a presidência da “Habitacional Construções S.A.”, que viria a ser uma das maiores empresas de construção civil do Nordeste. Do seu casamento com Maria do Carmo Alves, teve três filhos.

Iniciou-se na política em 1975, por intermédio do então governador de Sergipe, José Rolemberg Leite, que o nomeou prefeito de Aracaju. Filiado à Arena, tornou-se muito popular durante sua gestão, adquirindo a fama de tocador de obras e administrador competente. Ao longo de sua gestão, encerrada em 1979, não teve nenhum de seus projetos derrubados pela Câmara Municipal, embora a maioria dos vereadores fosse filiada ao MDB, partido de oposição.

Após o fim do bipartidarismo em novembro de 1979, entrou para o PP. Pouco tempo depois, afastou-se da vida partidária e voltou às atividades empresariais, sob o argumento de que o PP se tornara inviável no estado. Em fevereiro de 1982, o partido acabou sendo incorporado ao PMDB, como forma de enfrentar a situação política decorrente da aprovação pelo Congresso, em dezembro de 1981, do pacote de reformas da legislação eleitoral proposto pelo presidente João Figueiredo.

Entre suas obras estão a Orla de Atalaia, a maior obra já feita no setor turístico; e a Ponte Construtor João Alves, que liga Aracaju a Barra dos Coqueiros. Também foi responsável pelo programa Chapéu de Couro, voltado a construção de açudes para amenizar os impactos da seca no sertão.

http://www.jornaldacidade.net/

João Alves: PMA e Governo de SE decretam luto oficial de três dias

em 25 nov, 2020 9:18

O Governo de Sergipe informou ainda, através de nota emitida nesta quarta-feira, 25, que colocou o Palácio-Museu Olímpio Campos à disposição da família (Foto: Silvio Rocha)

Em manifestação de solidariedade à morte do ex-governador de Sergipe, João Alves Filho, os governos municipal e estadual decretaram três dias de luto oficial. O Governo de Sergipe informou ainda, através de nota emitida nesta quarta-feira, 25, que colocou o Palácio-Museu Olímpio Campos à disposição da família.

Ao se pronunciar sobre a morte de João Alves, a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) destacou a extensa carreira do político. “João Alves foi três vezes governador de Sergipe (1983-1987, 1991-1994, 2003-2006); duas vezes prefeito de Aracaju (1975-1979 e 2012-2016) e ministro do Interior no Governo de José Sarney (1987-1990)”, informou em nota divulgada nesta quarta, 25.

A PMA disse ainda que se solidariza à perda de um dos principais políticos do estado de Sergipe e “deseja conforto à família, em nome da senadora e esposa Maria do Carmo, dos seus três filhos – João Neto, Maria Cristina, Ana Alves, e quatro netos, Danilo, Alice Maria, Nina Rosa e Maria de Lourdes”, finaliza a nota.

Já o governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), destacou o trabalho do ex-governador João Alves na vida pública. “O ex-governador João Alves, sem dúvida alguma é uma das mais importantes referências políticas que temos no nosso estado. João Alves foi especial para Sergipe e realizou obras importantes para o povo sergipano. Estivemos em campos opostos ideológica e politicamente, mas sempre nos tratamos de maneira respeitosa. Tivemos uma relação institucional muito saudável. Seu legado será lembrado com apreço e respeito”, afirmou Belivaldo.

Morte de João Alves

Morreu na noite desta terça-feira, 24, o ex-governador de Sergipe João Alves Filho, aos 79 anos. A informação foi confirmada pela filha do político, Ana Alves, através das redes sociais.

João Alves estava internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva desde a semana passada, no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, após sofrer uma parada cardíaca em casa.

por João Paulo Schneider 

https://infonet.com.br/





terça-feira, novembro 24, 2020

Em gravação, Gadelha diz que Marília Arraes sugeriu que fizesse “rachadinha” com assessores


Deputado diz que Marília sugeriu que ele fizesse caixa com assessores

Túlio Gadelha e Marília Arraes são deputados e amigos

Deu na Veja

No último sábado, o deputado Túlio Gadêlha (PDT-PE) anunciou seu apoio à candidata petista Marília Arraes na disputa pela prefeitura do Recife. Em suas respectivas redes sociais, os dois comemoraram a aliança, que rendeu críticas da direção nacional do PDT, que apoia o concorrente do PSB na capital pernambucana, João Campos.

Ao contrariar a orientação de sua própria sigla, Gadêlha levou em consideração a sua relação pessoal com Marília. Colegas na Câmara dos Deputados, eles são velhos conhecidos. E Marília lhe serviu como uma espécie de tutora de finanças quando Gadêlha ainda cogitava se lançar na disputa pela prefeitura do Recife. É o que revelam áudios obtidos com exclusividade por VEJA.

CONVERSAS REVELADORAS – Nos áudios, Gadêlha relata conversas que teve como Marília, nas quais teria recebido dela a sugestão para embolsar parte dos salários dos servidores de seu gabinete, como forma de financiar sua futura campanha eleitoral. A prática, conhecida como “rachadinha”, é a mesma que levou o Ministério Público do Rio a denunciar o senador Flávio Bolsonaro por crimes como peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Nas gravações, Gadêlha diz que, em uma das conversas, Marília lhe perguntou: “Tu tá juntando fundo de caixa para a campanha? “Eu disse: ‘Tô vendo se junto um dinheirinho, tenho que pagar algumas coisas da campanha’”, teria respondido o deputado, segundo reproduziu no áudio.

Gadêlha ressaltou que aquela conversa deveria ficar entre ele e um dos intelocutores para quem ele contou a história: “Mas fica entre a gente, né?”, diz o deputado em um trecho da gravação. 30 MIL MENSAIS – O parlamentar conta no áudio que Marília Arraes sugeriu a ele que juntasse 30 mil reais para o caixa de campanha. O deputado disse que não daria para juntar tanto dinheiro. Marília, no entanto, reafirmou que era necessário juntar os 30 mil, segundo reproduziu o deputado: “Não, 30 mil, tem que juntar da assessoria”, afirmou Marília, conforme reproduziu Túlio na gravação.

Gadêlha, na gravação, garante ter respondido para Marília que não pegaria dinheiro dos salários funcionários do gabinete: “Aí eu disse: ‘Não, não faço isso não, porque o que cada um recebe…’”. Foi quando Marília, segundo o deputado, concluiu que essa prática de pegar dinheiro de assessoria é comum entre os parlamentares: “Ah, Túlio, todo mundo faz isso, todo mundo faz”, ela teria dito, segundo reproduziu Túlio Gadêlha.

GADELHA SE CALA – Veja informou no início da tarde o conteúdo da gravação para a assessoria de imprensa e para a chefia de gabinete do deputado. Duas assessoras de Túlio Gadêlha ouviram os áudios. Gadelha disse por intermédio de sua assessoria que não vai se pronunciar sobre o fato.

No sábado, VEJA a noticiou que o Ministério Público de Pernambuco cobra da candidata Marília Arraes a devolução de 156 mil reais aos cofres públicos em ação de improbidade. A deputada é acusada de contratar quatro funcionárias que tinham emprego em outras empresas e não prestavam serviços quando era vereadora na Câmara de Recife.

As investigações que identificaram as quatro servidoras com duplo emprego começaram a partir de uma denúncia sobre a existência de esquema de “rachadinha” no gabinete da vereadora Marília. Os funcionários, segundo relato feito ao MP, eram obrigados a devolver 60% dos salários.

INVESTIGAÇÃO FALHA – Inquérito aberto pela Polícia Civil de Pernambuco não conseguiu comprovar a existência da “rachadinha” e a parte criminal foi arquivada. O MP justificou a “falta de estrutura” para não fazer uma investigação mais aprofundada e acabou denunciando Marília somente pela dupla contratação de servidores e para que a candidata devolva o dinheiro público desviado.

Marília Arraes foi vereadora em Recife de 1º de janeiro de 2009 até 31 de janeiro de 2019. No dia 1 de fevereiro de 2019, ela assumiu como deputada federal. A suspeita de cobrança de rachadinha no gabinete coincide com um aumento do patrimônio de Marília. Em 2016, ela declarou ao TSE patrimônio de 773 mil reais. Em 2018, declarou 1,298 milhão de reais. Em 2018, Marília declarou na Polícia Civil de Recife que ganhava 11 mil reais mensais líquido. VEJA pediu para ouvir a candidata, mas a assessoria da candidata informou que “esta é uma questão de Túlio e não de Marília”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como dizia o genial Tom Jobim, é a lama, é a lama… Ao que parece, Tulio Gadelha é um homem decente, enquanto a memória de Miguel Arraes vai sendo desfigurada pelos descendentes. (C.N.)

Papa Francisco rompe com os conservadores e retoma a linha progressista de João XXIII


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No dia 17 de dezembro o Papa Francisco completa 84 anos e como parte das celebrações lançará seu livro, uma espécie de relato sobre sua passagem no Vaticano abordando as reformas que já implantou na Igreja e as que pretende implantar, entre as quais a perspectiva de mulheres poderem ser ordenadas, da mesma forma que os homens, e com isso celebrarem missas e cumprirem a liturgia da Igreja de Roma.

O jornalista inglês Austen Ivereigh, já autor de duas biografias do Papa, fala sobre a obra cujo conteúdo conduz a um rompimento ainda maior com a ala conservadora na medida em que aproxima-se de João XXIII, Papa que sucedeu a Eugênio Pacelli.

MATER ET MAGISTER – João XXIII, ao assumir em 1959 lançou a Encíclica Mater et Magister que assinalou o início de um processo de ruptura com o arcaismo do Vaticano. João XXIII reportou-se ao plano social na medida em que – este ponto de ruptura – abordou um tema essencial: o ser humano tem que se realizar tanto na terra quanto no céu, deixando para trás o pensamento milenar que somente se referia ao plano divino da pós-existência terrestre.

João XXIII elegeu seu sucessor, Paulo VI que ocupava uma posição a um passo do Papa na hierarquia da religião. Agora o Papa Francisco já avançou capítulos notáveis como a aceitação das relações homoafetivas e a comunhão de casais divorciados.

IMPORTANTES AVANÇOS – Fica evidente que o Papa Francisco lançou avanços de suma importância social. Pois, a meu ver, ao me referir a seres humanos, contribuiu e contribui para incorporar a todas as escalas da existência os seres humanos sem distinção, de sexo, o que vai de encontro às correntes tradicionais da Igreja.

Mas as etapas conquistadas vão se incorporando à história universal, porém o Papa preocupa-se com o futuro inclusive com a Amazônia no sentido de se tornar essencial à própria vida do planeta.

A reportagem de Renato Grandiete sobre o Papa, em O Globo desta segunda-feira, destaca o tema, que sem dúvida volta-se para o que podemos chamar de contemporâneo do futuro.

Piada do Ano ! Aliança do Brasil quer ter todas as assinaturas validadas até o início de 2021


Charge do Céllus (Arquivo do Google)

Bela Megale
O Globo

Há um ano, quando o partido da família Bolsonaro, o Aliança do Brasil, foi lançado com pompa e circunstância em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro fazia sua projeção sobre a homologação da sigla no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O filho 01 de Jair Bolsonaro garantia que, até o fim de 2019, a legenda teria as 492 mil assinaturas necessárias para ser criada. O ano passou, 2020 também, e o Aliança continua no papel. Seus dirigentes têm mantido o otimismo e até criaram uma nova meta tão audaciosa quanto àquela projetada por Flávio.

Agora, o plano é entregar ao TSE todas as assinaturas até 31 de janeiro e aprovar a criação da legenda assim que a Corte voltar do recesso, em fevereiro. Hoje, porém, só 42 mil fichas de apoiamento, ou seja, cerca de 9% do necessário, foram validadas pelo tribunal.

MUTIRÃO – “Temos mais de 180 mil fichas de apoiamento que aguardam análise no TSE, vamos apresentar cerca de 50 mil nos próximos dias, e fizemos um mutirão onde conseguimos outras 40 mil assinaturas”, disse o vice-presidente da legenda em formação, Luís Felipe Belmonte.

Os números dos integrantes do Aliança pelo Brasil, porém, não batem com os dos TSE. Segundo a Corte eleitoral, a sigla não tem 180 mil assinaturas pendentes de análise, e sim, 11.558, incluindo aquelas que chegaram e ainda estão paradas no tribunal.

O TSE também informa que há 103.482 assinaturas entregues, mas sem a apresentação da documentação comprobatória exigida. Além disso, mais de 38 mil assinaturas já foram rejeitadas e outras 55 estão em fase de análise de impugnação. Independentemente do futuro do Aliança pelo Brasil, Bolsonaro não decidiu se a sigla será mesmo sua legenda.

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