sábado, outubro 24, 2020

Governador de Santa Catarina é afastado, mas garante que poderá evitar seu impeachment

 

Comissão de deputados e desembargadores afasta governador de SC - Jornal O  Globo

Carlos Moisés sequer cometeu crime de responsabilidade

Paula Sperb
Folha

O Tribunal Especial decidiu, por 6 votos contra 4, que o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), deve ser afastado por até 180 dias (seis meses) de seu cargo. Esse colegiado é composto por cinco desembargadores sorteados e cinco deputados estaduais escolhidos. A maioria votou por dar continuidade ao processo de impeachment em vez de arquivá-lo.

O afastamento, confirmado na madrugada deste sábado (24), não é o impeachment definitivo, que pode ocorrer ou não, ao final de todo o processo.

VICE VAI ASSUMIR –  A votação da denúncia contra a vice-governadora, Daniela Reinehr (sem partido), resultou em empate. Por isso, o desembargador Ricardo Roesler, presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), foi o responsável pelo desempate, votando pelo arquivamento. Assim, Daniela Reinehr deve assumir o governo do estado durante o afastamento de Moisés.

A justificativa oficial para o processo contra o governador é ter igualado o salário dos procuradores do Executivo ao do Legislativo. O governador foi acusado de “trair Bolsonaro” por deputados do seu partido.

Em entrevista coletiva neste sábado, Moisés disse que não houve uma derrota total e que tem convicção de que voltará ao cargo.

SEM JUSTA CAUSA – “Esperávamos de fato o arquivamento desse processo, mas entendemos que não houve uma derrota total. Entendemos que houve expressão da essência do processo de impeachment, uma questão meramente jurídica e de direito. E que apesar de o processo de impeachment ser um processo político, ele tem que ter justa causa. E como defendíamos, não há justa causa”.

Inicialmente, a expectativa dos adversários do governador era a de que o presidente da Assembleia, Julio Garcia (PSD), assumisse o cargo com o afastamento de ambos.

Garcia também  foi denunciado recentemente pelo Ministério Público Federal por suposta lavagem de dinheiro quando era conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

Se o impeachment for concluído ainda em 2020, são convocadas novas eleições diretas.

INSTABILIDADE POLÍTICA – Na opinião de especialistas ouvidos pela Folha, processos deste tipo podem acabar “banalizados” se usados para tirar governadores e prefeitos fragilizados por não possuírem maioria no Legislativo e podem criar instabilidade política.

Além disso, as justificativas para o impedimento podem até ser corretas juridicamente, mas não necessariamente graves o bastante para acionar o “último recurso”. Entre os que queriam abertura do processo estavam os deputados bolsonaristas de seu próprio partido.

“O impeachment tem sido distorcido, criando instabilidade política e tirando o peso da escolha dos eleitores”, avalia Aloísio Zimmer, advogado especialista em direito administrativo.

SEM GRAVIDADE – Na interpretação de Zimmer, o acréscimo no salário dos procuradores do Executivo para igualar aos do Legislativo, deveria ter passado por votação da Assembleia. Porém o advogado entende que deveria haver “juízo de intensidade da gravidade”.

“Ilegalidades ocorrem no cotidianos das administrações e podem se resolver a partir de uma denúncia do Ministério Público, inquéritos, pela ação do Tribunal de Contas. O impeachment seria para o mais grave. Mas, muitas vezes é a primeira medida, quando se perde apoio na casa legislativa. É mais um vício do que virtude do sistema”, diz Zimmer.

Para ele, governadores e prefeitos estão sendo julgados por crime de “governabilidade” e não de “responsabilidade”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 O erro do governador foi não ter submetido à Assembleia Legislativa o reajuste salarial. Mas isso não é motivo para impeachment de um governador. A assembleia deveria ter recorrido à Justiça, ao invés de afastar um governador que não sofre denúncia de corrupção nem foi apanhado com dinheiro na cueca. (C.N.)

Oposição quer CPI para apurar uso do GSI e da Abin contra investigações em caso da “rachadinha” de Flávio


Defesa de Flávio se reuniu com Bolsonaro, Heleno e Ramagem

Julia Lindner
O Globo

Integrantes da oposição no Congresso querem investigar se o governo usou a estrutura de Inteligência de Estado para proteger familiares do presidente Jair Bolsonaro. Na visão deles, a prática poderia representar crime de responsabilidade. Parlamentares do PSB e da Rede também defendem o afastamento do ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e do diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

Conforme revelou a coluna de Guilherme Amado, da revista  Época, representantes da defesa de Flávio Bolsonaro se reuniram com Jair Bolsonaro, Heleno e Ramagem, em agosto, para expor uma tese que poderia derrubar o caso Fabrício Queiroz. Na ocasião, as advogadas pediram ajuda para encontrar provas que mostrem que Flávio foi vítima de uma organização criminosa dentro da Receita Federal.  

ALVO DE INVESTIGAÇÃO – Após a reportagem, os advogados do senador admitiram que apresentaram ao GSI as suspeitas de que o parlamentar teria sido alvo de uma investigação atípica por parte da Receita. O líder do PSB na Câmara, Alessandro Molon (RJ), anunciou nesta sexta-feira, dia 23, que iniciou o processo de coleta assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apure se o GSI e a Abin atuaram para interferir em investigações do Ministério Público que envolvem o senador Flávio.

Para Molon, Bolsonaro não pode usar a força do cargo para ter acesso a dados sigilosos. “É um ataque à Constituição e às leis do país o presidente da República usar seu cargo público e as instituições de inteligência para tentar livrar seu filho de uma investigação criminal, conduzida pelo Ministério Público. Não é assunto de segurança familiar, mas de blindagem da família contra a aplicação da lei”, disse o deputado.

Enquanto isso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que vai ingressar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo afastamento de Heleno e Ramagem, além de uma ordem contra Bolsonaro para que ele se abstenha de fazer solicitações à Receita sobre o caso Queiroz.

USO POLÍTICO – “Esse caso revela o uso político das instituições da República para fins particulares e, o que é pior, para desviar e impedir uma investigação contra a corrupção”, afirmou Randolfe.

A oposição também pretende requerer a convocação de Heleno e do ministro da Economia, Paulo Guedes, para que prestem esclarecimentos ao Congresso. Também deverão ser solicitadas informações das duas pastas sobre o caso

Sonhar não é proibido! Bolsonaro acha que já resolveu a crise entre Salles e a ala militar


Queimadas na Amazônia

Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Naira Trindade, Daniel Gullino e Victor Farias
O Globo

Após o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, atacar pelas redes sociais o colega da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, chamando-o de #mariafofoca, o presidente Jair Bolsonaro entrou em campo para colocar panos quentes na situação. O ataque de Salles, no fim da noite de quinta-feira, foi em reação a uma nota da colunista do Globo Bela Megale, que expôs a nova briga entre as alas ideológica e militar do governo.

Na manhã de sexta, Bolsonaro esteve com Ramos e Salles na cerimônia em que a Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou a aeronave F-39E Gripen, na Base Aérea de Brasília, e levou ambos para um almoço, com outros convidados, em uma galeteria.

VEIO A BONANÇA – Durante a refeição, os ânimos, que amanheceram exaltados, já pareciam serenados. Segundo aliados, Ramos convidou Salles para uma conversa em seu gabinete, no quarto andar do Palácio do Planalto, a fim de colocar um ponto final da crise. Salles sinalizou aceitar participar da reunião, mas a conversa ainda não ocorreu.

Auxiliares de Bolsonaro avaliam que o presidente não tomará partido de nenhum dos lados, assim como não entrou na disputa entre os ministros da Economia, Paulo Guedes, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A tendência, acreditam, é que ele vá aguardar o desenrolar da crise entre militares e ideológicos e só avalie se fará alterações no time caso a poeira não abaixe.

A confusão entre Salles e Ramos começou às 21h de quinta-feira, quando Salles ligou para Ramos o acusando de supostos vazamentos para imprensa.

PELO TELEFONE – O ministro do Meio Ambiente estava inconformado com a nota da colunista Bela Megale que mencionou que Salles estava esticando a corda com a ala militar ao reclamar publicamente da falta de verbas. Oito horas antes daquela ligação, os dois ministros haviam se cumprimentado cordialmente ao serem condecorados em cerimônia no Palácio do Itamaraty.

Ao desligar o telefonema com Ramos, Salles recorreu às redes sociais. A primeira mensagem dizia: “Tenho enorme respeito pela instituição militar. Como em qualquer lugar, infelizmente, há sempre uma maçã podre a contaminar os demais. Fonte de fofoca, intriga, de conspiração e da discórdia, o problema é a banana de pijama”, escreveu, no Twitter.

Salles apagou a mensagem minutos depois e decidiu ser mais direto, mencionando o colega de ministério: “@MinLuizRamos não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, publicou, às 22h21.

FOFOCA NAS REDES – A postagem logo ganhou apoio de militantes da ala ideológica do governo. O ataque público de Salles a Ramos contou com a solidariedade do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. No Twitter, o deputado escreveu para Salles: “Força, Ministro. O Brasil está contigo e apoiando seu trabalho”.

Nos bastidores, houve respaldo de ministros civis que se dizem incomodados com a “bolha militar” que a cúpula do Planalto, formada pelos generais Augusto Heleno (GSI), Walter Braga Neto (Casa Civil) e Ramos, estaria colocando o presidente. As críticas são de que os três privam o presidente de acesso a informações estratégicas.

Integrantes do governo veem no movimento de Salles uma tentativa orquestrada com outros ministros para trocar o comando da Secretaria de Governo. A intenção seria tirar o militar da articulação política e colocar um outro nome, talvez de um parlamentar. Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto.

DISPUTA ANTIGA – A guerra interna entre Salles, que tem apoio da ala ideológica, e militares é antiga. Em agosto, o vice-presidente Hamilton Mourão, chefe do Conselho Nacional da Amazônia, acusou Salles de ter “se precipitado” ao anunciar que todas as operações de combate ao desmatamento ilegal e queimadas na Amazônia Legal e no Pantanal seriam suspensas por causa do bloqueio determinado pela Secretaria de Orçamento Federal de cerca de R$ 60,6 milhões para Ibama e ICMBio. Ao anunciar o fim das operações, Salles atribuiu publicamente o corte às pastas de Ramos e Braga Netto.

Segundo o colunista Lauro Jardim, o apelido que Salles deu a Ramos de #mariafofoca também já foi usado no Planalto pelo chefe da Secom, Fábio Wajngarten, para referir-se ao general. A relação entre os dois é ruim. Wajngarten era subordinado de Ramos e agora está no Ministério das Comunicações, conduzido pelo ministro Fabio Faria.

DISSE MOURÃO – Na sexta-feira, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o ataque de Salles a Ramos foi “péssimo” e defendeu que Salles deveria ter conversado pessoalmente com Ramos.

O titular da Secretaria de Governo recebeu respaldo também do Congresso. O líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR), publicou em suas redes que o ministro está “entrosado com líderes de governo” e “assegurando a governabilidade”. Ramos não respondeu aos ataques e, procurado, não quis comentar o episódio. 

Maia provoca Salles: “Não satisfeito em destruir o meio ambiente, resolveu destruir o governo”

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Maia sobre Salles: Não satisfeito em destruir o meio ambiente, resolveu destruir o governo | HuffPost Brasil

Maia destruiu o ministro Salles usando apenas uma frase

Sarah Teófilo
Correio Braziliense

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou neste sábado (24/10) a postura do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Maia usou sua conta no Twitter para dizer que o ministro agora “resolveu destruir” o governo presidente Jair Bolsonaro.

“O ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”, escreveu. Nesta semana, Salles protagonizou uma briga com o ministro da Secretaria de Governo, o general Luiz Eduardo Ramos. Também pelo Twitter, o ministro do Meio Ambiente chamou o militar de “maria fofoqueira”.

“ESTICOU A CORDA” – Salles compartilhou uma notícia do jornal O GLOBO no qual dizia que o ministro “esticou a corda” com a ala militar do governo. “Ministro Ramos, não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, escreveu, deixando a briga pública.

Segundo informações da CNN, o ministro havia chamado Ramos de “banana de pijama” em outra publicação, mas apagou. “Tenho enorme respeito pela instituição militar. Como em qualquer lugar, infelizmente, há sempre uma maçã podre a contaminar os demais. Fonte de fofoca, de intriga, de conspiração e da discórdia. O problema é a banana de pijama”, dizia o tuíte apagado.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – No deserto de homens e ideias em que se transformou a política brasileira, no dizer do grande estadista Oswaldo Aranha, até um parlamentar limitado como Rodrigo Maia se torna um grande destaque. Hoje o deputado do Rio, também conhecido como “Botafogo” no baixo mundo empresarial, brilha como uma estrela solitária no Congresso, enquanto o senador Major Olímpio (PLS) também começa a se projetar, para fazer companhia a eleO resto é silêncio, como dizia Érico Veríssimo. (C.N.)

Jair Bolsonaro anuncia que fechou sete embaixadas em 2020 “por questão de economia”

 


Bolsonaro diz que não há rompimento de relações entre os países

Ingrid Soares
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro afirmou em publicação nas redes sociais nesta sexta-feira, dia 23, que fechou em 2020 ao menos sete embaixadas. Segundo o chefe do Executivo, em uma foto ao lado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, foram encerrados dois postos na África: Freetown (Serra Leoa) e Monróvia (Libéria).

Os outros cinco estavam situados em países do Caribe: Saint George’s (Granada), Roseau (Dominica), Bassaterre (São Cristóvão e Névis), Kingstown (São Vicente e Granadina) e Saint John (Antígua e Barbuda).

 

ECONOMIA – Bolsonaro afirmou que o fechamento das embaixadas ocorre “por questão de economia”, o que não representa um rompimento de relações entre os países. A expectativa é que os países, por reciprocidade, também encerrem suas embaixadas em Brasília.

A medida ocorre um dia depois de o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, destacar que a defesa da liberdade é o diferencial da política externa brasileira na atual gestão, mesmo que isso signifique que o País se torne um “pária internacional”. Em evento de formatura de novos diplomatas, Araújo criticou a atuação do Itamaraty em governos anteriores e justificou que a nova abordagem internacional do País tem conseguido resultados.

“Sim, o Brasil hoje fala de liberdade através do mundo. Se isso faz de nós um pária internacional, então que sejamos esse pária. (…) Esse pária não tem seu nome em nenhuma planilha, não fez negociatas para promover partidos amigos em outros países, não pertenceu ao conselho de nenhuma grande construtora exportadora de propina”, declarou.

É por esta e outras razões que este desgoverno deve ser excluído da vida pública, Jeremoabo não merece passar por todos estes desmandos Político Administrativo

 Quando eu errar, pedirei desculpas, já que não basta ter a consciência de que não foi intencional, a remição é minha e não do outro, não devo é usar do conceito de que ocorreu mera falha humana, pois a intensidade do agravo, somente o outro conhece. Nesse momento se faz mister a presença da humildade, e essa, por sua vez, não possui o dom de corrigir danos já causados, mas nos põe em um patamar sem superioridade, permitindo que melhor possamos entender a situação do outro. Ao tecer tais comentários, reporto-me a um áudio postado por um cidadão e publicado no blog dedemontalvao, o qual serve para nos mostrar que a "reforma do Hospital Geral de JEREMOABO" não passou de mero engodo, mas recheado de pronunciamentos desconexos, tendo o Prefeito informado que fez a reforma com recursos próprios, sendo em seguida desmentido pelo Deputado Mário Júnior, ao publicar em sua conta nas redes sociais, que os recursos da reforma foram oriundos de emenda parlamentar de sua autoria. Resumindo, o cidadão mencionado diz que por duas vezes procurou o Hospital para prestar socorro ao seu pai, só que, infelizmente, a primeira teve atendimento precário, na segunda vez, sequer médico tinha para prestar o mais simples atendimento a uma pessoa idosa e enferma, mas, mensalmente, uma tal de cooperativa recebe algo em torno de 300 mil reais mês por mão de obra especializada.

É por esta e outras razões que este desgoverno deve ser excluído da vida pública, Jeremoabo não merece passar por todos estes desmandos Político Administrativo.
Como tenho dito constantemente, a vitória pela mudança que ocorrerá em 15 de novembro próximo, será antes de tudo, uma vitória do povo jeremoabense, tendo o Grupo 55, como bandeira desta causa.
José Mário Varjão

Na verdade, a Prefeitura de JEREMOABO se transformou na Torre de Babel, onde todos falam, mas ninguém se entende

 Considerando os termos usados e atos praticados pelo alto escalão da Prefeitura de JEREMOABO, podemos afirmar que algo muito grave está acontecendo naquele ambiente. Um briga em razão de um programa da Alvorada FM; outro faz graves ameaças de morte a diversos cidadãos, outro faz agressão física a um repórter da Alvorada FM, outro diz que o povo jeremoabense é igual a galinha, por último, conforme áudio divulgado pela rádio citada, o Prefeito DERI DO PALOMA, chama o povo de Demônio. Pelo que vemos, para assumir a prefeitura em janeiro próximo (2021), Anabel terá que chamar um Padre Exorcista ou médicos psiquiatras, pois a coisa desandou, acaso acreditasse em bruxaria, diria que realmente o demônio ronda por ali.

Na verdade, a Prefeitura de JEREMOABO se transformou na Torre de Babel, onde todos falam, mas ninguém se entende, não há rumo a seguir, não há governança, comando se perdeu no espaço e tempo, já liderança jamais houve.
Sorte do nosso POVO que 15 de novembro vem aí para que possamos corrigir este terrível engano, que foi eleger DERI do PALOMA, Prefeito de JEREMOABO.
Dá-lhe 55.

José Mário Varjão

A entrevista com a advogada Jurema foi respaldada no ética, na técnica na verdade dos fatos

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Ouvindo essa responda de Jurema ao Programa Jeremoabo  Alerta onde  perguntaram a mesma se  achava traída Pelo Administrador Municipal, a entrevista respondeu em forma de parábola, onde significa que cada um tire as suas conclusões. Vamos tentar entender o conteúdo exposto no bojo do áudio: " Eu não tenho que me sentir traída, quem tem que se sentir traído é a população com o que é feito, e da forma que é feito. e forma que é tratado o erário público". (SIC),

Traduzindo de uma forma curta, sucinta e grossa, poderia dizer que estão procedendo com improbidade contra o erário público.
Aliás veio apenas ratificar o que toda a população de Jeremoabo já tinha conhecimento, ou seja, o dinheiro público de Jeremoabo está sendo jogado no ralo da improbidade, da corrupção e provavelmente da desonestidade.
No meu entendimento o prefeito Deri do Paloma, nessa administração municipal de Jeremoabo está se comportando como o marido traído, todo mundo tem conhecimento da traição menos o próprio,
Nessa prefeitura Deri o prefeito, é manipulado, enrolado e traído por seus principais assessores, está simplesmente fazendo o papel de boi de piranha, inclusive chamado de traidor, forasteiro e sem caráter, tudo isso através do fogo "amigo"

A fobia ao jornalismo é natural quando alguém só deseja ver, ouvir ou ler o que possa confirmar suas próprias certezas. (Paulo Germano).]

“Jornalismo é lidar todo dia com a contradição – e aceitá-la. É fazer o leitor entender que o contraditório é construtivo, um processo de crescimento numa democracia, mesmo que o momento seja de polarização ideológica.” A frase pertence a Sérgio Dávila, diretor de Redação do jornal Folha de S.Paulo, e ilustra bem o cenário atual do jornalismo, principalmente no Brasil.

Nota da redação deste Blog -  Em conversa que mantive com a advogada Jurema em off, a mesma falou que" Fiquei constrangida por não poder salvar Deri. Gosto de Deri. Mesmo com todos os erros" (sic) 

Dizer que essa voz não é de Deri que é FAKE NEWS, é a mesma coisa que chegar para o povo de Jeremoabo e dizer que Deus não existe.

 

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Nesta guerrilha de interesses políticos e econômicos que tem no leitor o principal alvo da manipulação, os blogs de opinião podem representar a última fronteira na busca pela verdade.

Os meios de comunicação abandonaram a atribuição de informar e abraçaram a triste missão de manipular o público nas entrelinhas de seus mais variados temas.

É fato que a imprensa tem grande responsabilidade pela qualidade da classe política do país. A missão crítica dos jornalistas foi subjugada pelos interesses dos grupos de comunicação em eleger aliados para obter sempre mais vantagens, em detrimento dos interesses do país e do cidadão. Muitos são cúmplices de bandidos profissionais comprometidos com acordos espúrios de vantagens mútuas. Logo, não é surpreendente que neste país prospere tanto a corrupção.

Afirmar que essa voz não é do prefeito Deri do Paloma, que  é  " Fake News, é fazer jogo sujo contra o interesse do povo, e ser corrupto, e querer zombar da inteligência do povo de Jeremoabo.

https://www.imprensaviva.com/

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