sábado, outubro 24, 2020

Desafio ao Prefeito de Jeremoabo e seus aloprados que chama o povo de demônio

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Em primeiro lugar exijo que o prefeito tenha compostura e respeite aos demais, para praticar o bom combate.

A bem da verdade desafio o prefeito de Jeremoabo, o prefeito que usa da mentira e do jogo rasteiro, o prefeito da perseguição, da maldade,  da incompetência e da violência, que mande realizar através da polícia técnica, laudo  pericial de voz para  demonstrar  a população de Jeremoabo que houve fraude, houve ato criminoso e que a voz ali exposta não é do cidadão  prefeito Deri do Paloma, mas sim montagem do grupo da oposição.

O desafio está feito, o povo de Jeremoabo quer saber quem é o mentiroso, o fraudulento e o o mau-caráter. 

Prefeito Deri do Paloma não acoberte-se mais uma vez no manto do engodo, da mentira, do desespero e do desrespeito, para querer transferir seus atos , suas práticas nefastas contra o herrário público, sua sangria ao dinheiro do povo, imputando fatos mentirosos, ao chamar os cidadãos de bem de trambiqueiros.

Quem é trambiqueiro?

 Os cidadãos que compõem a oposição, ou o prefeito e seu conluio que já responde a dezenas de processos por pratica de improbidade, inúmeras multas na Justiça Eleitora e  no Tribunal de Contas? 

O senhor não acha ser cara de pau, difamar a oposição por fraude eleitoral, quando seu grupo já foi até condenado por litigância de má-fé contra a justiça, recentemente?

Prefeito Deri do Paloma, tenha o mínimo de dignidade, suas banais mentiras, são vergonhosas, ridículas, deprimentes, principalmente quando escritas covardemente por seu " boca de aluguel".

Estou transcrevendo um pequeno trecho, da barbaridade, da desonestidade, para demonstrar a que ponto chegar a degradação de um ser humano. e da falta de personalidade, de desrespeito  por por certas " autoridades": 

" Não é surpresa para ninguém, porque mentir, trambicar e fraudar o processo é como se fosse a religião desse pessoal". 

Que mentira deslavada, que falta de caráter, quem mais mene em Jeremoabo senão o prefeito?

Quem trambica e frauda processos senão o prefeito?

Os mais de R$ 300 mil dos amarelinhos, é o que, honestidade?

Pagar mais de R$ 400 a um empresa de Recife para proferir cursos imaginários, é honestidade?

Contabilizar erário com despesas de combustíveis, de veículos sem motor, sem pneus e fora de uso, será que não é religiosamente imoral, ilegal, um ato de desonestidade?

O nepotismo vergonhosamente implantado na prefeitura de Jeremoabo, será que é honestidade.

Prefeito o povo de Jeremoabo já te conhece, vou parando por aqui para não estragar o final de semana desse povo já tão massacrado, humilhado, perseguido e enganado.

Encerro exigindo que a bem da verdade ingresse com uma Ação na Justiça, para processar os fraudadores e os mentirosos que fraudaram sua voz.

Fica o desafio, o povo de Jeremoabo quer saber da verdade.


 Por : Adalberto Vilas Boas



Desperdício de água, mais uma prova de incompetencia de uma governo que nunca fuuncionou

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Enquanto em muitos povoados da zona rural o povo enfrenta dificuldade para adquirir o líquido precioso, onde muita gente passa sede, noutras localidades a água é jogada fora, jorra atoa e  a administração não tem capacidade para sanar o problema.

Essas fotos documentam o desperdício d'água na estrada de acesso  do km 22 na região da Santana, e o pior em pleno verão.

Esse vazamento já vem acontecendo há meses porém, o governo e sua equipe só funciona na Jeremoabo da propaganda enganosa.

Enquanto isso o maquinário, o patrimônio municipal está abandonado, sendo jogado fora entregue a sol e chuva.

O pior de tudo é que o prefeito e seu conluio ficam menosprezando a inteligência do povo, onde por exemplo brada em suas propagandas que recebeu a frota de veículos, sucateada, sem peças e sem pneus.

A pergunta que faço a que tem noção das coisas: qual o milagre que fez o ex-prefeito Antonio Chaves para colocar todo esse maquinário na Praça do Forró para que o povo tomasse conhecimento de como o mesmo entregou o seu governo para Derí do Paloma?

Será que esses veículo foram depenados por obra do DEMÔNIO QUE O PREFEITO CITOU?





sexta-feira, outubro 23, 2020

Senado não tem condição moral de aprovar quem deve ser nomeado para o Supremo

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TRIBUNA DA INTERNET | Senado que eleger um senador e a Câmara quer eleger um deputado…

Charge da Lila (Arquivo Google)

J.R. Guzzo
Estadão

O Brasil está vivendo neste final de ano alguns espetáculos de intenso valor didático para as aulas de educação moral e cívica das nossas escolas. Através delas, os alunos que prestarem alguma atenção ao que o professor está falando – caso o professor esteja falando só o que é fato, sem inventar nada – vão aprender na prática o que significa uma coisa que os adultos chamam de “instituições”.

No espetáculo do momento, a “Câmara Alta” (é como se diz) que representa os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal tem um membro, justo o “vice-líder” do governo, que foi flagrado escondendo dinheiro na cueca – segundo as denúncias, dinheiro que roubou das verbas de combate à covid, como se roubava em outros tempos a caixinha de esmolas da igreja.

DE CORAÇÃO PARTIDO – É essa gente, que está de coração partido em seu apoio ao colega da cueca, que nomearam sabem quem? O novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a máxima corte de Justiça da nação, que recentemente foi escolhido pelo presidente da República e que ficará atracado à sua cadeira até o remoto ano de 2047. Atenção: se não tivesse sido pego, o tal senador seria um dos 81 que votariam no preferido do presidente.

SENADO DESMORALIZADO – Pode? Não só pode, como deve – aliás, por força do que estabelecem as nossas “instituições”, não há nenhum outro jeito de se entregar o cargo para o homem. Qual é a moral – ou a cívica – de deixar uma decisão fundamental para o País, como o preenchimento dos 11 cargos do STF, abandonada ao capricho do presidente e à aprovação de uma das aglomerações de políticos mais desmoralizadas do planeta Terra – o Senado Federal do Brasil?

Não é que os senadores sejam desmoralizados por causa de alguma “hostilidade” ao exercício “da política”, como dizem eles próprios e seus defensores. São assim por causa dos atos que praticam –  como, por exemplo, esconder dinheiro roubado na cueca. Obviamente, não têm condição para aprovar o licenciamento de uma carrocinha de milho verde; a ideia de que um conjunto desses possa aprovar os membros do STF, então, é simplesmente incompreensível.

NULIDADE ABSOLUTA – Já não bastaria esse próprio dr. Kassio Marques que o presidente Jair Bolsonaro indicou para o cargo – uma nulidade absoluta, que enfiou trechos plagiados de um colega em sua “tese” de doutorado numa faculdade portuguesa de segunda linha e cujo único mérito oficial para o cargo, segundo o próprio presidente, foi “tomar tubaína” com ele?

Não, isso aí ainda é pouco, bem como o horror que o novo ministro tem de condenações por ladroagem. Foi preciso, também, enfeitar o bolo com a cereja do senador da cueca – esfregando na cara do público, bem agora, quem são os indivíduos que constroem o plenário do STF. É a “normalidade democrática”

Você acredita que os demais senadores são muito melhores que o companheiro da covid? Quantos? Quais?

HERÓI DE RENAN – O novo magistrado do Supremo é o herói de um outro caso clínico do Senado – um senador que foi oficialmente denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo Ministério Público e cujo caso está sob a apreciação do STF – justamente do STF. É saudado por mais um caso extremo, o senador Renan Calheiros, como o homem que pode “salvar” o Brasil do “estado policialesco” em que estaria vivendo por causa dos processos judiciais contra a corrupção. Aí já é demais, até para os alunos do curso primário – mas, na vida real, ainda não é demais.

O Senado e as “instituições” estão indo ainda mais longe nessa marcha da insensatez; o senador pego em flagrante pediu o seu “afastamento” do cargo por “121 dias” – à espera de que até lá essa história já tenha caído em exercício findo, e ele fique de novo livre, solto e pronto para novos empreendimentos.  E quem é o “suplente”? O próprio filho do senador da cueca. Que tal? É um desses casos onde se junta o insulto à injúria.

ABERRAÇÃO POLÍTICA – O “suplente” é uma das aberrações mais grosseiras da política brasileira – uma chave falsa para permitir que entrem no Congresso sujeitos que não receberam um único e escasso voto dos eleitores, como pode ser o caso do tal filho. Serve, também, para eleitos renunciarem aos mandatos e venderem seu lugar para milionários que não querem passar pelo perrengue de disputar uma eleição.

Os políticos dizem que é preciso substituir congressistas que, por alguma razão, deixem de exercer os seus mandatos. E por que não se faz uma nova eleição para isso? Afinal, votar é o dever mais sagrado que um brasileiro pode ter, segundo vive dizendo o “Tribunal Superior Eleitoral”. Ou, então, por que não se deixa o cargo simplesmente vago – que diferença iria fazer? Aliás: seria um a menos para roubar. Já é alguma coisa.

Bolsonaro recebeu advogados de Flávio em reunião com Heleno e Ramagem para discutir relatórios do caso Queiroz


Charge do Iotti (gauchazh.clicrbs.com.br)

Juliana Dal Piva
O Globo

Uma reunião entre os advogados do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o presidente Jair Bolsonaro para discutir dados sobre “irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal”, que citaram o filho mais velho do presidente, ocorreu no dia 25 de agosto deste ano, mas não teve registro na agenda oficial.

Nessa mesma reunião, estiveram presentes o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e ainda o diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem. O ministro do GSI também não registrou o encontro na agenda oficial. A reunião foi revelada pelo colunista Guilherme Amado, da revista Época, e confirmada pelo O Globo.

IRREGULARIDADES – Em nota, os advogados Luciana Pires, Juliana Bierrenbach e Rodrigo Rocca, que atuam na defesa de Flávio, informaram que levaram ao “conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos relatórios de investigação fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que o relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”.  

Segundo os advogados, “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do Senhor Presidente da República”. Flávio Bolsonaro é investigado pelo Ministério Público do Rio desde julho de 2018 por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa junto com seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

A investigação foi instaurada a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou movimentações atípicas em 75 assessores e ex-assessores de deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Rio. Um dos funcionários citados era Queiroz com transações atípicas num total de R$ 1,2 milhão.

PROVA – Segundo o colunista Guilherme Amado, depois da reunião com os advogados em agosto, GSI, Abin, Receita Federal e o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados)foram mobilizados para encontrar alguma prova que apontasse irregularidade nos relatórios produzidos sobre Flávio pelo Coaf.

No ano passado, Frederick Wassef, ex-defensor de Flávio, chegou a levar ao Supremo Tribunal Federal uma discussão sobre a quebra de sigilo bancário e fiscal sem autorização judicial por meio dos relatórios, o que seria ilegal. O STF, no entanto, não deu aval para a tese, mas não discutiu o mérito dos relatórios  sobre Queiroz e Flávio.

AGENDA – A reunião com os novos advogados de Flávio ocorreu no dia 25 de agosto no fim da tarde, depois das 18 horas. A agenda oficial do presidente registrou uma reunião com a ministra Tereza Cristina até às 18 horas e Bolsonaro ficou sem compromissos até às 20 horas, quando tinha como compromisso a abertura de congresso. Já o ministro Augusto Heleno registrou apenas uma audiência no Palácio do Planalto entre 17h30 e 18 horas.

No mesmo dia em que se encontraram com o presidente e o ministro, a defesa de Flávio também peticionou na Receita Federal e no Serpro pedidos de investigação interna para identificar servidores que tenham feito pesquisas sobre o filho do presidente. Os advogados acreditam que dados sigilosos da Receita Federal foram cedidos ao Coaf sem amparo legal. Procurado, o Palácio do Planalto não retornou.

Crise entre ministros estourou após serem condecorados por Bolsonaro em clima ameno

 


Bolsonaro participa da cerimônia de comemoração do Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira na Base Aérea de Brasília 21/10/2020 Foto: Jorge William / Agência O Globo

Bolsonaro abraça Salles, que parece ser a “bola da vez”…

Naira Trindade
O Globo

Os ataques do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ao colega da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, começaram poucas horas após os dois terem sido condecorados pelo presidente Jair Bolsonaro em clima ameno, no Palácio do Itamaraty. Durante a manhã de quinta-feira, os dois se cumprimentaram serenamente enquanto recebiam das mãos de Bolsonaro a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco, uma honraria por “serviços meritórios e virtudes cívicas”. Até então, não havia sinais de crise.

Cerca de oito horas depois, às 21h da noite de quinta-feira, o clima esquentou, após Salles telefonar para Ramos o acusando de supostos vazamentos de informações à imprensa.

NOTA NO GLOBO – Salles estava inconformado com uma nota publicada naquela tarde pela colunista Bela Megale, no GLOBO, em que mencionou que Salles estava esticando a corda com a ala militar do governo.

Ao desligar, Salles recorreu às redes sociais para externar sua insatisfação. A primeira mensagem dizia: “Tenho enorme respeito pela instituição militar. Como em qualquer lugar, infelizmente, há sempre uma maçã podre a contaminar os demais. Fonte de fofoca, intriga, de conspiração e da discórdia, o problema é a banana de pijama”, escreveu no Twitter, sem citar nomes.

Na sequência, Salles decidiu apagar a mensagem e ser mais enfático na crítica, mencionando o perfil do colega da Secretaria de Governo. “@MinLuizRamos não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, publicou, às 22h21. O termo “esticar a corda” foi usado por Ramos em uma entrevista à Revista Veja, ao negar que Bolsonaro pregava um golpe militar, mas o outro lado também não poderia “esticar a corda”.

APOIO NAS REDES – A postagem de Salles logo ganhou apoio de militantes da ala ideológica do governo. Até mesmo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, endossou o tuíte do ministro do Meio Ambiente. No Twitter, o deputado escreveu: “Força, Ministro. O Brasil está contigo e apoiando seu trabalho”.

Outros também apoiaram Salles, como o escritor Olavo de Carvalho, o secretário da Pesca, Jorge Seif, o assessor especial do Meio Ambiente, Vicente Santini, demitido da Casa Civil após viajar à Índia com aviao da Força Aérea Brasileira, e as deputadas Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Carolina de Toni (PSL-PR).

DEMITIR RAMOS – Integrantes da ala ideológica do governo veem no movimento de Salles uma tentativa orquestrada com outros ministros civis do governo para trocar o comando da Secretaria de Governo. A intenção seria tirar o militar da articulação política e colocar um outro nome, talvez de um parlamentar. Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto.

A guerra interna entre Salles, que tem apoio da ala ideológica, e militares que participam do governo é antiga. Em agosto, o vice-presidente Hamilton Mourão, que é chefe do Conselho Nacional da Amazônia, acusou Salles de ter “se precipitado” ao anunciar que todas as operações de combate ao desmatamento ilegal e queimadas na Amazônia Legal e no Pantanal seriam suspensas por causa do bloqueio de orçamento determinado pela Secretaria de Orçamento Federal de cerca de R$ 60,6 milhões para Ibama e ICMBio.

BRIGA DE BASTIDORES – À época, nota oficial do Ministério do Meio Ambiente dizia que o contingenciamento havia sido decidido pela Casa Civil da Presidência da República e pela Secretaria de Governo, comandadas pelos generais Walter Braga Netto e Luiz Eduardo Ramos, respectivamente. Após esse episódio, deu-se início a uma briga nos bastidores por causa do orçamento da pasta.

Segundo o colunista Lauro Jardim, no GLOBO, o apelido que Salles deu a Ramos de #mariafofoca também já foi usado no Palácio do Planalto pelo chefe da Secom, Fábio Wajngarten, para referir-se ao general. A relação entre os dois é ruim.

Wajngarten era subordinado de Ramos e, segundo integrantes do governo, atuou nos bastidores para tirar a Secom do guarda-chuva de Ramos em junho passado, levando-a para o Ministério das Comunicações, conduzido pelo ministro Fabio Faria.

ABRAÇO DE BOLSONARO – Na manhã desta sexta-feira, Ramos e Salles participaram de uma cerimônia em que a Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou a aeronave F-39E Gripen, na Base Aérea de Brasília. Ramos seguiu para o evento no carro oficial com o presidente. Ao final do evento, Ramos, Salles, o ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, e também o presidente Jair Bolsonaro trocaram poucas palavras juntos.

Em determinado momento da cerimônia, Bolsonaro abraçou Salles enquanto Ramos permanecia ao lado dos dois.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Se Salles pensa que vai vencer os generais, está muito enganado. O abraço de Bolsonaro nada significa, porque o presidente é uma espécie de amigo urso. Quando dá um abraço, pode acabar esmagando o companheiro. (C.N.)  

A fila anda e já está preso o primeiro ex-deputado pelo esquema das “rachadinhas” no Rio

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RJ: Ex-deputado Silas Bento e filho são presos por 'rachadinha' na Alerj - ISTOÉ Independente

Silas e o filho ficavam com 88% do salário da assessora dele

Deu na Agência Brasil

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) prendeu hoje (23/10) o ex-deputado estadual Silas Bento e o filho dele, Vanderson Bento, acusados de participar de um esquema de rachadinha no gabinete de Silas, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio.

Segundo a denúncia do MPRJ, uma das assessoras de Silas Bento foi nomeada em janeiro de 2017 para seu gabinete, com a condição de repassar R$ 10 mil de seu salário de R$ 11 mil para Vanderson. A assessora não precisaria comparecer ao gabinete.

PREJUÍZO ALTO – O prejuízo causado pelo suposto esquema aos cofres públicos pode ter chegado a R$ 250 mil.

A assessora terá que comparecer mensalmente à Justiça e não poderá manter contato com Silas ou com o filho dele. Os três foram denunciados por organização criminosa e peculato.

Já o ex-deputado Silas foi denunciado também por lavagem de dinheiro e extorsão.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A fila começou a andar. Para quem reclamava que as investigações eram dirigidas a Flávio Bolsonaro para atingir o pai dele, a prisão de Silas Bento e de seus filho Vanderson Bento mostra que pai e filho podem ser presos juntos, como já aconteceu com Paulo Maluf. (C.N.)


Prefeito de Jeremoabo usa seu linguajar para chamar o povo de demônio

 


Digo que o prefeito chamou seus eleitores de demônio, porque os eleitores de Anabel não irão até sua casa  mendigar nada.

A coisa em Jeremoabo está periclitante; nessa período eleitoral, se o que o prefeito e seu grupo fala for verdade, estamos diante de um período eleitoral excepcional,  já que na mente doentia deles em Jeremoabo estamos lidando com galinhas, com vampiro, e, pata completar com demônios.

Desafio: eliminar os demônios da política


Olavo CâmaraHá políticos honestos? O político não pode ser ingênuo ou agir como uma “virgem vestal do templo” como da antiga Roma. Há cidadãos que são verdadeiros pedintes e, somente procuram os políticos que têm cargos em busca de favores que atendam as suas necessidades ou oportunismos. Os políticos ingênuos, se é que existem, são enganados pelo eleitor. Passam pelos gabinetes, fazendo o mesmo pedido e “se pegar, pegou”. É como se fosse um “jogo”, de gato e rato.

Dificilmente algum eleitor procura um parlamentar, prefeito ou governador para dizer-lhe: Senhor! Estou aqui para trazer-lhe a minha contribuição e ideias. É a cultura do pedinte e dos favores. Em contrapartida, há políticos honestos e políticos fraudadores, ladrões e desonestos. Isto permite dizer que embora exista político que age e demonstra ser anjo, dentro de si há um demônio pronto para atacar os incautos e roubar-lhes até a alma, para obter vantagens. O mesmo acontece com certos eleitores. O comportamento do mau político não educa o eleitor, mas, ao contrário, ensina, através do seu péssimo exemplo que a vida na política é para os “espertos”.

Os integrantes das classes alta e média cometem atos fraudulentos, tal quais as pessoas de todas as classes. No entanto, os mais letrados e mais abastados tem vergonha dos seus atos e não desejam que ninguém descubra. Por isso, agem como Anjos, mas dentro de si, o Anjo fica bem guardado e protegido, apagando os rastros deixados pelo demônio.

Como eliminar os demônios? Na próxima eleição não reeleja os maus feitores e os demônios, procure gente nova, se houver, e renove o congresso nacional. Diante das facilidades e do poder conquistado, revela o demônio e este está na frente como um escudo, dando péssimos exemplos. É o que acontece com o político fraudador, simulador e criminoso que trabalha “escondidinho” em busca de grandes negócios e negociatas, porque o seu desejo é o poder financeiro. Os políticos criminosos que buscam o locupletamento ilícito ou que agem com o intuito de obter benefícios pessoais são organizados e assustam, pois fazem um grande teatro e sabem agir como anjo e demônio ao mesmo tempo. Quem quiser instalar em sua comunidade um caminho de luz e de cultura, deve espantar os demônios e o oportunismo. Caso contrário, os políticos demônios conquistarão o poder e nos escravizarão.

Olavo Câmara é advogado, professor, mestre e doutor em Direito e Política.

https://odiariodemogi.net.br/

Prefeito de Jeremoabo usa seu linguajar para chamar o povo de demônio

 

                                                  Foto Divulgação do Google


Digo que o prefeito chamou seus eleitores de demônio, porque os eleitores de Anabel não irão até sua casa  mendigar nada.

A coisa em Jeremoabo está periclitante; nessa período eleitoral, se o que o prefeito e seu grupo fala for verdade, estamos diante de um período eleitoral excepcional,  já que na mente doentia deles em Jeremoabo estamos lidando com galinhas, com vampiro, e, pata completar com demônios.

Desafio: eliminar os demônios da política


Olavo CâmaraHá políticos honestos? O político não pode ser ingênuo ou agir como uma “virgem vestal do templo” como da antiga Roma. Há cidadãos que são verdadeiros pedintes e, somente procuram os políticos que têm cargos em busca de favores que atendam as suas necessidades ou oportunismos. Os políticos ingênuos, se é que existem, são enganados pelo eleitor. Passam pelos gabinetes, fazendo o mesmo pedido e “se pegar, pegou”. É como se fosse um “jogo”, de gato e rato.

Dificilmente algum eleitor procura um parlamentar, prefeito ou governador para dizer-lhe: Senhor! Estou aqui para trazer-lhe a minha contribuição e ideias. É a cultura do pedinte e dos favores. Em contrapartida, há políticos honestos e políticos fraudadores, ladrões e desonestos. Isto permite dizer que embora exista político que age e demonstra ser anjo, dentro de si há um demônio pronto para atacar os incautos e roubar-lhes até a alma, para obter vantagens. O mesmo acontece com certos eleitores. O comportamento do mau político não educa o eleitor, mas, ao contrário, ensina, através do seu péssimo exemplo que a vida na política é para os “espertos”.

Os integrantes das classes alta e média cometem atos fraudulentos, tal quais as pessoas de todas as classes. No entanto, os mais letrados e mais abastados tem vergonha dos seus atos e não desejam que ninguém descubra. Por isso, agem como Anjos, mas dentro de si, o Anjo fica bem guardado e protegido, apagando os rastros deixados pelo demônio.

Como eliminar os demônios? Na próxima eleição não reeleja os maus feitores e os demônios, procure gente nova, se houver, e renove o congresso nacional. Diante das facilidades e do poder conquistado, revela o demônio e este está na frente como um escudo, dando péssimos exemplos. É o que acontece com o político fraudador, simulador e criminoso que trabalha “escondidinho” em busca de grandes negócios e negociatas, porque o seu desejo é o poder financeiro. Os políticos criminosos que buscam o locupletamento ilícito ou que agem com o intuito de obter benefícios pessoais são organizados e assustam, pois fazem um grande teatro e sabem agir como anjo e demônio ao mesmo tempo. Quem quiser instalar em sua comunidade um caminho de luz e de cultura, deve espantar os demônios e o oportunismo. Caso contrário, os políticos demônios conquistarão o poder e nos escravizarão.

Olavo Câmara é advogado, professor, mestre e doutor em Direito e Política.

https://odiariodemogi.net.br/

Prefeito não é para ser manipulado por subalternos.

 

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Ouvindo esse áudio voltei ao tempo e fiz  uma retrospectiva do (des)governo Deri do Paloma.

Lembrei do tempo em que Bento Nolasco estava prefeito, e na hora que o "BAMBU GEMEU", só empenou na sua costa, bem assim poderá a  história repetir com o atual gestor de Jeremoabo.

Deri do Paloma além da sua capacidade limitada, assumiu a prefeitura como amador sem a mínima noção de administração pública municipal; demonstrando ser um gestor sem pulso, titubeante, manipulado por seus assessores, tornando o seu governo como uma nau se rumo.

Ao invés de formar uma equipe de assessores competentes, tornou-se uma ilha rodeado de inimigos por todos os lados.

O prefeito de Jeremoabo simplesmente governou servindo de cobaia para seus assessores, e o pior foi induzido ao erro permanecendo até os dias atuais.

È inadmissível um assessor tem conhecimento de ilegalidades, aproveitarem da incapacidade do gestor para induzir ao mesmo que o errado estava certo.

A primeira fria que colocaram o o prefeito foi na implantação do nepotismo, que para se beneficiarem incutiram na cabeça do Deri do Paloma, que era tudo legal e o prefeito gostando do benefício também foi na onda.

Depois as licitações, a galinha dos ovos de ouro, prato cheio para os improbos,

Em seguida venderam gato por lebre, assegurando ao prefeito que ele poderia vender combustível para a prefeitura, que outras prefeitura já faziam.

Achando pouco todas essas ilicitudes, fizeram a magicar de fazer veículos em motor, sem pneus e em desuso consumirem combustível.

Não irei enumerar todas a ilegalidades porque já são quase 70(setenta)representações e processos contra o prefeito, fruto da má me e da indignidade e falta de escrúpulos da maioria dos sesses assessores, que queriam era a carniça.

Portanto candidato a reeleição Deri do Paloma, não se queixe do seus opositores nem tão pouco dos militantes da candidata a prefeita Anabel, mas dos " brutus", que está dentro da sua prefeitura.

“Esse negocio de ficar jogando a culpa nos outros, botando defeito no adversário, isso é conversa de incompetente, isso é conversa de roda presa, de quem não sabe fazer, é conversa de quem mente muito na eleição pra ganhar o voto e depois fica botando a culpa nos outros”.(Governador de Pernambuco Eduardo Campos)

Não há pior inimigo do que o inimigo dentro de casa...


Essa é a saúde verdadeira que a gestão municipal de Jeremoabo esconde para o povo não saber.

 



ESTA É A SAÚDE QUE TEMOS. SEM PROPAGANDA.

Pacientes sofrem em hospital de Jeremoabo por falta de médico e atendimento.

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