quarta-feira, outubro 21, 2020

Ipirá: Candidato acusa ex-aliado de compra de voto ao usar caçamba da prefeitura

Ipirá: Candidato acusa ex-aliado de compra de voto ao usar caçamba da prefeitura
Foto: Leitor BN / WhatsApp

Uma caçamba da prefeitura de Ipirá, na Bacia do Jacuípe, foi vista descarregando areia no povoado do Pau-Ferro. Um vídeo feito no último fim de semana pelo ex-vereador Raimundo Simas (DEM), que concorre novamente à Câmara, acusa que o veículo estava a serviço de “compra de voto” em troca de carradas de areia. O beneficiado seria o atual vereador e candidato à reeleição pelo mesmo cargo, Laelson Neves (DEM).

 

"Mais uma caçamba de areia, com o administrador Zé Carlos do povoado, com certeza a mando do vereador Laelson, o vereador que o povo elegeu, inclusive eu, e abandonou o povo  e agora véspera de eleiçao quer comprar as pessoas com a caçamba de areia", narra Simas. Segundo o ex-vereador só naquele dia foram mais de 20 viagens para entregar a areia a supostos eleitores. Raimundo Simas e Laelson Neves têm o povoado do Pau-ferro como base de votos. 

 

Vereador por alguns mandatos, Raimundo Simas foi protagonista de uma das cenas mais insólitas da política baiana. Em 2016, quando o município de Ipirá escolheria o quarto prefeito em quatro anos em eleição indireta, Simas simulou apoiar os então aliados, mas na ‘hora H” mudou o voto e deu a vitória aos adversários (lembre aqui). À época, o vereador disse que o motivo da mudança era o fato de ter sido desprezado por quem o devia apoiar. 

 

Fernando Collor é alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta

 

Fernando Collor é alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta
Foto: Reprodução / Agência Senado

Ex-presidente da República e senador, Fernando Collor é alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (21). A apuração tenta desvendar um esquema criminoso, ocorrido entre os anos de 2014 e 2015, envolvendo o pagamento de vantagens indevidas para obtenção de licença ambiental do Porto Pontal Paraná, expedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

 

Segundo a CNN, a investigação é um desdobramento da Operação Politeia, deflagrada pela PF em 2015. Na época, as investigações identificaram que bens de luxo pertencentes a um parlamentar federal teriam sido pagos com a utilização de recursos decorrentes de vantagens indevidas recebidas de empresários que tinham interesse na atuação política do senador Collor junto a órgãos federais, no caso, o Ibama.
 

No bojo da ação, foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, além do bloqueio de valores financeiros. Aproximadamente 50 policiais federais estão participando das ações em Curitiba (PR), Pontal do Paraná (PR), Gaspar (SC) e em São Paulo (SP).

Bahia Notícias 

Bunker dos R$ 51 milhões: 2ª Turma do STF nega conceder regime semiaberto a Geddel

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Charge do Son Salvador (Arquivo do Google)

Márcio Falcão e Fernanda Vivas
G1 / TV Globo

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou conceder ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) a progressão de regime para o semiaberto no caso das malas de dinheiro. Em outubro do ano passado, a Segunda Turma condenou Geddel a 14 anos e o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), irmão dele, a 10 anos pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A condenação está relacionada ao caso dos R$ 51 milhões encontrados em malas de dinheiro e caixas em um apartamento em Salvador (BA), em 2017. Ao analisar o caso, os ministros da Segunda Turma entenderam que o não pagamento da multa imposta na condenação impede a concessão do benefício. Em março, a sanção somava cerca de R$ 1,6 milhão. Atualmente, Geddel está em prisão domiciliar, por decisão do próprio STF, em razão da pandemia do novo coronavírus.

O JULGAMENTO – O julgamento, em plenário virtual, terminou nesta segunda-feira, dia 19. Os ministros analisaram um pedido apresentado pela defesa para que houvesse a progressão de regime. Os advogados de Geddel recorreram da decisão do ministro Edson Fachin que determinou o recolhimento da multa para que fosse concedida a progressão do regime penal. A defesa afirma que não está condicionado na lei o pagamento da multa à progressão de regime.

Segundo o ministro Edson Fachin, relator do caso, porém, são exigidos alguns critérios para a progressão de regime, como o recolhimento do valor da multa, salvo se o preso comprovar que não tem como efetuar o pagamento, mesmo parceladamente, da sanção pecuniária.

O ministro afirmou ainda que Geddel não providenciou o recolhimento da quantia atualizada nem apresentou justificativas sobre eventual impossibilidade de executar o pagamento, o que impede o deferimento da progressão. O voto do ministro foi acompanhado pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Divergiu somente o ministro Ricardo Lewandowski.

Partidos têm histórico de impunidade em casos como o do senador com dinheiro na cueca

 

Sua informação em primeira mão: Homem preso com dinheiro na cueca vinha para Curitiba

Charge do Lane (Arquivo Google)

Camila Mattoso
Folha

Se seguir os conselhos que tem recebido, de pedir licença por conta própria, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) pode evitar que seu afastamento seja julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal. Do mensalão à Lava Jato, envolvidos em escândalos de corrupção de grande repercussão não receberam punições de seus partidos.

A lista inclui Delcídio do Amaral (PT), José Roberto Arruda (DEM), Geddel Vieira Lima (MDB), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Cunha (MDB), Sérgio Cabral (MDB), e outros.

As legendas se dedicaram a esfriar as crises. É o caso, agora, de Chico Rodrigues (RR), pego com dinheiro entre as nádegas. O DEM diz que ainda vai avaliar quais medidas tomar.

DINHEIRO VIVO – Em 2005, um assessor do deputado José Guimarães (PT-CE) foi pego com US$ 100 mil dentro da cueca e R$ 209 mil em duas sacolas, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Mais recentemente, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB), então assessor do presidente Michel Temer, foi filmado correndo com R$ 500 mil numa mala, recebida do grupo Friboi.

Alguns dos personagens pediram desfiliação de seus partidos, mas por decisão própria, como Delcídio, Arruda, Geddel (condenado no caso do bunker de R$ 51 milhões), Rocha Loures e Cabral, este último condenado 14 vezes pela Lava Jato do Rio.

Nem Flordelis dos Santos Souza (RJ), acusada de ser mandante do assassinato do marido, foi excluída pelo PSD. Por enquanto ela está afastada.

REBELDES EXPULSOS – Aqueles que descumpriram ordens de dirigentes, por outro lado, entraram na mira. Como em 2003, quando o PT mandou embora Heloísa Helena (AL), Babá (PA), Luciana Genro (RS) e João Fontes (SE), acusados de desobedecer orientações da legenda. No ano passado, o PDT ameaçou excluir Tabata Amaral (SP) por ter votado a favor da reforma da Previdência.

Se seguir os conselhos que tem recebido, de pedir licença por conta própria, Chico Rodrigues pode evitar que seu afastamento seja julgado pelo plenário do Supremo. O ministro Luís Roberto Barroso avalia tirar o caso da agenda da corte, justificando não haver mais motivo, caso o senador de licenciasse.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Com toda certeza, a impunidade neste país está chegando ao cúmulo da desfaçatez. Em qualquer nação minimamente civilizada, um parlamentar apanhado pela Polícia nessa situação vexatória já teria sido expulso do partido e da vida pública a toque de caixa, como se faz nas Forças Armadas. Fiquei lembrando aqui o caso do então senador Demóstenes Torres. Diante das acusações de envolvimento com Carlinhos Cachoeira, com gravações judiciais, o parlamentar se defendeu em discurso no plenário e mais de 40 senadores se manifestaram em solidariedade ao colega, que agora quer se candidatar novamente ao Senado. Afinal, que país é esse? (C.N.)


Repasse de R$ 690 mil do fundão eleitoral a ex-mulher de ministro do Turismo revolta candidatos do PSL

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Mais um escândalo de repasse de verbas públicas envolvendo a legenda

Ranier Bragon e Camila Mattoso
Folha

Mais de um terço dos candidatos que o PSL lançou para disputar uma vaga na Câmara de Vereadores de Belo Horizonte divulgou nesta terça-feira, dia 20, uma nota em que afirma que o partido está se envolvendo, mais uma vez, “em escândalo de repasse de verbas públicas”.

O motivo da revolta de 24 candidatos é o repasse, pela sigla, de R$ 690 mil do Fundo Eleitoral para a candidata a vereadora Janaina Cardoso (PSL), ex-mulher do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, cacique do partido em Minas Gerais.

“NA LAMA” – “O repúdio, além de ser ao ministro, ex-marido da candidata do próprio partido, também diz respeito à senhora Janaina Cardoso, em uma atitude, mais uma vez, que deteriora o PSL, e que joga na lama o nome de um partido, envolvido, mais uma vez, em escândalo de repasse de verbas públicas, o que deprecia não apenas as candidaturas, mas as histórias de outros candidatos, idôneos, patriotas e conservadores no mesmo cenário”, diz a nota, que é assinada inclusive pela presidente do PSL Mulher em Minas, Marcela Valente.

Em 2019 a Folha revelou, em diversas reportagens, a existência de candidaturas laranjas lançadas pelo PSL, em Minas e em Pernambuco, com o intuito de desviar verbas da cota feminina. Então presidente do PSL mineiro, Márcelo Álvaro foi denunciado pelo Ministério Público sob acusação de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

O ministro nega ter cometido qualquer tipo de irregularidade.Na nota divulgada nesta terça-feira, os candidatos afirmam que o repasse apenas à ex-mulher de Álvaro Antônio, que disputa uma vaga na Câmara de Vereadores de BH, causa desigualdade na disputa entre os candidatos.

VELHA POLÍTICA – “Além disso, há um desrespeito. Em um pleito eleitoral, vence quem trabalha e constrói, através de sua luta, a conquista de uma cadeira, no caso da Câmara Municipal de Belo Horizonte, e que não seja através desse jogo da velha política, de enorme discrepância, feito com verba pública”.

Os candidatos dizem ainda que o repasse é imoral —”R$ 690 mil para cada um? Qual a razão para tal situação acontecer? O que está por trás de tudo isso? Os candidatos do PSL, em sua grande maioria, são favoráveis ao combate à corrupção e de respeito ao dinheiro público. Uma disparidade dessa não condiz com o entendimento dos candidatos e, por isso, a revolta se faz presente”.

A nota encerra dizendo que “quem combate a corrupção nas ruas também não pode ser conivente com situações extravagantes dentro do mesmo partido”. O dinheiro recebido por Janaina representa quase o limite legal de gastos permitido para a campanha de um vereador em Belo Horizonte, que é de R$ 692 mil. Procurados, Álvaro Antônio, o PSL de Minas e a candidata não se manifestaram até a publicação desta reportagem

Bolsonaro diz que Coronavac “não será comprada” pelo governo


Afirmação foi feita em resposta a um comentário em rede social

Victor Farias e Daniel Gullino
O Globo

Menos de 24 horas após o Ministério da Saúde anunciar que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina candidata contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac Biotech testada no Brasil pelo Instituto Butantan, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, dia 21, que o imunizante contra o novo coronavírus “não será comprado” pelo governo brasileiro.

A mensagem foi publicada em uma rede social, em resposta a um comentário crítico ao anúncio da pasta comandada por Eduardo Pazuello. “Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da ditadura chinesa”, comentou o usuário, ao que o presidente respondeu: “Não será comprada”.


REGISTRO DA ANVISA – O acordo foi fechado durante reunião do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com governadores. A compra só será realizada após a vacina receber um registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A outro usuário que acusou Pazuello de trair o governo ao comprar a vacina chinesa e disse que o presidente “se enganou mais uma vez”, Bolsonaro afirmou que “qualquer coisa publicada, sem qualquer comprovação, vira traição”.

A vacina desenvolvida pelo laboratório chinês sofre críticas de apoiadores do governo que a relacionam ao regime comunista. Além disso, o imunizante é produzido no Brasil em parceria com São Paulo, do governador João Doria (PSDB), ex-aliado de Bolsonaro e vocal crítico da gestão da crise provocada pela pandemia pelo presidente.

OBRIGATORIEDADE – Nesta semana, Bolsonaro afirmou a apoiadores que a vacina contra o novo coronavírus “não será obrigatória e ponto final”, e voltou a criticar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que defende a obrigatoriedade da dose.

“O Programa Nacional da Vacinação, incluindo as vacinas obrigatórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão da pandemia. Mas a lei é bem clara e quem define isso é o Ministério da Saúde. O meu ministro da Saúde [Eduardo Pazuello] já disse, claramente, que não será obrigatório esta vacina e ponto final”, enfatizou o presidente.

CORONAVAC – De acordo com a gestão Doria, a Coronavac teve os menores índices de reações em comparação a outros imunizantes contra a Covid-19. O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, informou que o sintoma mais frequente nos testes com 9 mil voluntários brasileiros foi dor no local da aplicação, relatada por 18% das pessoas testadas.

A primeira fase de testes clínicos da Coronavac no Brasil terminou na sexta-feira (16), apontando pouco mais de 5% de efeitos colaterais entre quem recebeu a vacina.A vacina desenvolvida pelo laboratório chinês sofre críticas de apoiadores do governo que a relacionam ao regime comunista.

Além disso, o imunizante é produzido no Brasil em parceria com São Paulo, do governador João Doria (PSDB), ex-aliado de Bolsonaro e vocal crítico da gestão da crise provocada pela pandemia pelo presidente.

terça-feira, outubro 20, 2020

Candidata a prefeita de Jeremoabo Anabel, Deixa de perder tempo com os corvos... Continue seu vôo nas alturas, e eles, por si mesmos, despencarão

 



"O único pássaro que se atreve a atacar uma águia é o corvo. Se senta sobre suas costas e bica seu pescoço. No entanto, a águia não responde, nem luta com o corvo. Não perde tempo nem gasta energia com o corvo. Simplesmente abre suas asas e começa a subir mais alto. Quanto mais alto é seu vôo, mais difícil é para o corvo respirar, e logo o corvo cai por falta de oxigênio.
Deixa de perder tempo com os corvos...
Continue seu vôo nas alturas, e eles, por si mesmos, despencarão .

Nota da redação desse Blog - Esse é um bom recado para os recalcados, invejosos e puxa-sacos."





O nepotismo na prefeitura de Jeremoabo está igual ao COVD-19, quando você pensa que terminou aparece novo caso.

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NEPOTISMO É CRIME DE IMPROBIDADE E QUEM PRATICA PODE SER CONDENADA PELA JUSTIÇA


O Supremo Tribunal que confirma ser crime de improbidade administrativa a contratação de parentes sem concurso público,  

Aliás o prefeito de Jeremoabo já foi penalizado por essa prática, porém, parece que gosta de colecionar multas e processos.

Usa a administração pública municipal como se fosse sua propriedade particular, beneficiando uns e prejudicando a maioria dos jovens de Jeremoabo.
A pergunta que faço aos eleitores de Jeremoabo é: isso está correto, usar o dinheiro público para beneficiar seus apadrinhados em detrimento de uma população?

 

Bolsonaro diz que especulação sobre Rodrigo Maia assumir vaga como ministro é “só fofoca”

 


Bolsonaro diz que continuará tratando Maia como chefe do Legislativo

Emilly Behnke
Estadão

O presidente Jair Bolsonaro classificou como “fofoca” a especulação de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), poderia assumir uma vaga como ministro no seu governo. A apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que continuará tratando Maia como chefe do Legislativo.

“Se eu respondo não (é verdade), o Rodrigo Maia vai perguntar ‘Ué, não posso ser opção?’; Se eu falo sim, o outro lado vai falar ‘por que o Rodrigo Maia?’. Então é só fofoca, não interessa se responda sim ou não. Rodrigo Maia é chefe do Legislativo e vai continuar sendo tratado, da minha parte, como chefe do Legislativo, com todo o respeito que ele, o Alcolumbre (presidente do Senado) e agora o Fux (presidente do STF) merecem”, declarou.

ARTICULAÇÃO – No último domingo, 18, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, escreveu que está em curso uma articulação para Maia assumir uma vaga de ministro quando acabasse seu mandato de presidente da Câmara. A negociação estaria sendo conduzida por chefes de outras pastas do governo. Segundo o colunista, Bolsonaro estaria ciente da movimentação.

Na conversa com os apoiadores, Bolsonaro informou que deve ir ao município de Balsas (MA) nesta sexta-feira, dia 23. Ele comentou ainda que pode ir ao Espírito Santo na semana que vem. Amanhã, o chefe do Executivo tem viagem prevista para Campinas (SP), onde deve participar de evento no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais.

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