terça-feira, maio 19, 2020

Nelson Teich diz que polarização política atrapalha o combate à pandemia: “O Brasil precisa se unir”



“Confrontos desnecessários só prejudicam o Brasil”, postou Teich
Igor Veiga
O Tempo
O ex-ministro da Saúde Nelson Teich usou as redes sociais, na noite desta segunda-feira, dia 18, para falar sobre o trabalho dele em sua curta passagem de 28 dias no comando da pasta. Além disso, criticou a polarização política no país o que, segundo ele, tem prejudicado o Brasil no enfrentamento da pandemia.
“Em 28 dias à frente do Ministério da Saúde, por mais difícil que fosse a situação, nunca expus gestões anteriores. Nessa época de caos e incertezas, qualquer ação que tire o foco do enfrentamento à pandemia deve ser evitada. O Brasil precisa se unir para que juntos encontremos a melhor maneira de lutar. Confrontos desnecessários só prejudicam o Brasil e todos nós, brasileiros”, postou Teich.
PLANO DE AÇÃO – O ex-ministro também disse ter deixado pronto no ministério quatro planos de ação para o enfrentamento do novo coronavírus, entre eles a tão esperada estratégia de gestão de riscos, que poderá servir como guia para governadores, prefeitos e secretários de saúde na reabertura das atividades econômicas.
Além disso, Teich elaborou um projeto para ampliar a testagem da Covid-19 no Brasil, além de novas unidades de UTI com respiradores Por fim, ele defende que o ministério prossiga com seu plano de conhecer de perto a realidade de médicos e enfermeiros nos hospitais estão mais saturados com os pacientes do novo coronavírus. Antes de deixar a pasta, Teich chegou a visitar a cidade de Manaus e também hospitais no Rio de Janeiro.

Sergipe registra 401 novos casos e mais quatro óbitos por Covid-19

em 19 Maio, 2020 19:40

Sergipe está com 3967 casos confirmados de coronavírus (Foto: Freepik)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou nesta terça-feira, 19, que Sergipe registrou 401 novos casos de coronavírus e mais quatro óbitos. Com a atualização, o número de pessoas com Covid-19 no estado sobe para 3967 e as mortes provocadas pela doença somam 63.
Os dados específicos da capital sergipana também foram divulgados. A Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju informou que foram registrados 226 novos casos de Covid-19 na capital e três óbitos. Trata-se de uma mulher com 71 anos, asmática, que faleceu hoje; outros dois óbitos aconteceram ontem, 18, sendo uma mulher com 93 anos, diabética; e um adolescente com 14 anos.
De acordo com a SMS, dos novos casos confirmados 128 são mulheres, com idade entre dois e 76 anos; e 98 homens com idade entre um e 84 anos. Com isso, sobe para 2473 o número de pessoas diagnosticadas com Covid-19 em Aracaju. Destas, 90 estão internadas em hospitais; 1375 estão em isolamento domiciliar; 981, que estavam infectadas, já estão curadas; e 27 vieram a óbito.
Com informações da SES e SMS
INFONET

Os bandidos mascarados do covid-19



Aracaju tem 41 bairros com casos confirmados de coronavírus

em 18 Maio, 2020 18:20


O bairro Farolândia possui 184 casos (Foto: SMS)
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju atualizou nesta segunda-feira, 18, o número de casos por bairros na capital sergipana.
Até o início desta tarde, Aracaju registrou 2.108 casos da doença distribuídos em 41 bairros da capital. Os bairros com alto índice da doença são: Farolândia com 184 casos, acompanhado da Jabotiana com 165, Luzia com 141, Zona de Expansão com 101 e Jardins com 100 casos.
A SMS destaca ainda que o número de casos por bairro podem sofrer alterações após a confirmação dos endereços cadastrados de cada paciente.
Com informações da SMS
INFONET

Para MPF, Lula não cometeu crime ao chamar Bolsonaro de miliciano



Para MPF, Lula não cometeu crime ao chamar Bolsonaro de miliciano
Foto: Reprodução / Jovem Pan
O Ministério Público Federal (MPF) sugeriu o arquivamento de um inquérito que pedia a investigação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com base na Lei de Segurança Nacional. A ação havia sido apresentada pelo ex-ministro Sergio Moro, quando estava à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

No caso em questão, Lula gravava um vídeo para o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e o Movimiento de Afectados por Represas en Latinoamérica (MAR) quando fez as acusações. “Não é possível que um país do tamanho do Brasil tenha o desprazer de ter no governo um miliciano responsável direto pela violência contra o povo pobre, responsáveis pela morte da Marielle, responsáveis pelo impeachment da Dilma [Rousseff], responsável por mentir a meu respeito e eu acho que vocês, pode ficar certo, que nós estaremos juntos nessa luta”, disse o petista em novembro do ano passado.

Bolsonaro, então, disse que usaria a lei da época da ditadura contra Lula e Moro entrou com o pedido. Já o ex-presidente se defendeu ao dizer que não se referia a Bolsonaro ou a qualquer pessoa específica.

Com isso, o MPF entendeu que Lula não ameaçava a integridade nacional, a soberania, a democracia tampou o chefe do Executivo, como prevê a lei invocada.

Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o procurador Mario Alves Medeiros argumentou que as falas de Lula fizeram "mera menção a fatos amplamente noticiados pela imprensa brasileira, a respeito de supostas ligações entre a família do presidente [Bolsonaro] e integrantes de grupos de milícia" do Rio de Janeiro. "Simples pesquisa na internet revela um sem-número de publicações alusivas a esses possíveis vínculos", acrescentou o procurador.

De acordo com a publicação, para investigar Lula por isso, seria necessário fazer o mesmo com as outras pessoas autoras das mesmas menções a Bolsonaro.

Justiça autoriza empresa de ônibus a circular em cidades com transporte suspenso na BA

Terça, 19 de Maio de 2020 - 16:40

Justiça autoriza empresa de ônibus a circular em cidades com transporte suspenso na BA
Foto: Reprodução / Facebook
A empresa de transporte interestadual TransBrasil conseguiu na Justiça a autorização para manter a circulação de ônibus na Bahia. A ação da companhia teve como alvo de contestação o decreto estadual, que foi publicado no fim de março e, entre uma série de medidas de combate ao coronavírus, suspende a circulação, saída e chegada de ônibus interestaduais em território baiano. O decreto foi renovado nesta terça-feira (19) e tem validade até o dia 2 de junho. As informações são do portal G1.

A medida que beneficia a TransBrasil foi assinada pelo desembargador Jirair Aram Meguerian, do Tribunal Regional Federal (TRF), na última sexta-feira (15). Na decisão, ele determina que o governo baiano não adote medidas como apreensão, paralisação ou multa dos ônibus da empresa que estiverem em operação no estado.

"A decisão determina que o estado da Bahia em sua integralidade não paralise por qualquer meio as atividades da empresa que opera sobre uma rota de linha interestadual e que inclui diversas cidades dentro do estado da Bahia. Assim, como a rota autoriza o embarque e desembarque, não pode o Estado, por qualquer meio, impedir esse acesso e os embarques e desembarques", explicou Anderson Gama, advogado que representa a TransBrasil.

A Secretaria de Comunicação do estado informou que o governo da Bahia ainda não foi notificado pelo TRF, mas deverá recorrer da autorização concedida à TransBrasil.

No fim do ano passado, a TransBrasil inaugurou um guichê na rodoviária de Barreiras, cidade que está com a rodoviária fechada por determinação do estado diante da pandemia de coronavírus. A empresa também tem paradas em outras cidades afetadas pela medida, como Feira de Santana e Salvador.

A decisão do TRF se baseou em uma medida parecida adotada em Goiás, que autorizou a empresa Januária Transportes, que fazia a linha de Formosa-GO a Brasília-DF, a seguir em operação.

Bahia Notícias

Flávio Bolsonaro usou R$ 500 mil do fundo público para pagar advogado investigado no caso Queiroz



 Victor Granado Alves é investigado em esquema de ‘rachadinhas’
Renato Onofre, Ranier Bragon e Camila Mattoso
Folha
A pedido do senador Flávio Bolsonaro (RJ), hoje no Republicanos, o PSL nacional contratou em fevereiro de 2019 o escritório de advocacia de um ex-assessor que hoje tem o nome envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal em benefício da família do presidente da República.
Foram 13 meses e meio de contrato, com custo aos cofres públicos de ao menos R$ 500 mil. O PSL foi o partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente e Flávio, senador. Ambos romperam com a legenda e se desfiliaram no final do ano passado.
FUNDO PARTIDÁRIO – As notas fiscais da prestação de contas do PSL nacional relativas a 2019 mostram que o escritório do advogado Victor Granado Alves (Granado Advogados Associados, da qual Victor é sócio) foi contratado com dinheiro do fundo partidário —a verba pública que abastece as legendas no país— para prestar serviços jurídicos ao diretório do Rio, comandado por Flávio, a partir de fevereiro do ano passado.
O valor mensal pago foi de R$ 40 mil ao mês. O PSL informou que houve notificação de rescisão do contrato em 15 de janeiro deste ano, mas que uma cláusula determinava que eventual rompimento só se efetivaria 60 dias após essa comunicação.
ASSESSORA DE FLÁVIO – Uma das sócias do escritório, Mariana Teixeira Frassetto Granado, figura como assessora parlamentar do gabinete de Flávio no Senado, com salário bruto de R$ 22.943,73. De acordo com o site da Transparência do Senado, ela foi contratada em março de 2019, o mês seguinte à contratação, pelo PSL, do Granado Advogados Associados.
Victor, assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, foi citado pelo empresário Paulo Marinho, em entrevista a Mônica Bergamo, colunista da Folha, como um dos assessores do senador que teriam recebido de um delegado da Polícia Federal a informação de uma operação envolvendo pessoas do gabinete de Flávio.
VAZAMENTO – Ex-aliado do presidente Bolsonaro e suplente de Flávio no Senado, Marinho afirmou à Folha que o senador foi informado da operação Furna da Onça dois meses antes da deflagração da ação da Polícia Federal. De acordo com o relato de Marinho, Flávio foi avisado entre o primeiro e o segundo turnos das eleições por um delegado simpatizante da candidatura de Bolsonaro à Presidência.
O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo o relato, ambos foram exonerados em 15 de outubro de 2018 por ordem do então candidato Bolsonaro.
INVESTIGAÇÃO – O caso agora passou a ser objeto da investigação instaurada com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal) a partir do rompimento entre Moro e o presidente. A PF vai investigar o relato do empresário, a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), e o Ministério Público Federal também instaurou um procedimento para analisar o suposto vazamento.
O contrato do escritório de Victor com o PSL foi firmado no mesmo mês em que Flávio assumiu uma cadeira no Senado (fevereiro de 2019) e estabelecia, em linhas gerais, prestação de serviços de regularização dos diretórios do PSL no Rio.
CONSULTORIA – Relatório das atividades de março de 2019, porém, indica que o trabalho ia além de regularização dos diretórios, ao citar também, de forma genérica, “consultoria jurídica prestada às bancadas parlamentares em geral” e “atendimentos diversos”.
Paulo Marinho disse, na entrevista à Folha, que o encontro com o delegado da PF para o vazamento das informações teria ocorrido na porta da Superintendência da PF, na Praça Mauá. Além do advogado, teriam participado também o coronel Miguel Braga, chefe de gabinete do senador e Valdenice de Oliveira Meliga, a Val, ex-tesoureira do PSL do Rio.
Val é irmã dos gêmeos Alan e Alex Rodrigues de Oliveira, policiais presos em uma investigação que apura uma quadrilha de PMs especializada em extorsões, suspeitos de atuarem numa milícia da zona oeste do Rio.

Partidos de oposição ingressam com representação no Conselho de Ética e pedem cassação de Flávio Bolsonaro



PT, PSOL e Rede ingressam com pedido após declaração de Marinho
Iara Lemos
Folha
Os partidos PT, PSOL e Rede Sustentabilidade ingressaram na noite desta segunda-feira, dia 18, com uma representação por quebra de decoro parlamentar contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no Conselho de Ética do Senado. As legendas pedem a cassação do mandato do senador.
O filho 01 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se tornou peça central em outra apuração da Polícia Federal, que vai investigar o relato do empresário Paulo Marinho à colunista da Folha Mônica Bergamo sobre suposto vazamento de uma operação da PF. O Ministério Público Federal também instaurou um procedimento para analisar o caso.
VAZAMENTO – O empresário disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente, um delegado da PF antecipou a Flávio em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada.
Além de apurar o vazamento, a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), a PF vai ouvir o depoimento de Marinho em inquérito já aberto para investigar, com base em acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, se o presidente Bolsonaro tentou interferir indevidamente na corporação.
Na representação, os partidos pedem que o senador seja afastado do cargo de secretário da Mesa do Senado enquanto durar o processo no Conselho de Ética. O colegiado é presidido pelo senador Jayme Campos (DEM-MT), e ainda não se pronunciou sobre o pedido Procurado, Flávio Bolsonaro não se manifestou.
OBSTRUÇÃO – “Estão cada vez mais evidentes as ações no atual momento em que a família Bolsonaro visa intervir para obstruir o trabalho dos órgãos do sistema de Justiça, em investigações que estejam em curso no estado do Rio de Janeiro ou outros que possam afetar interesses seu, de sua família ou de aliados”, afirmam os partidos.
Na representação, as legendas pedem que a denúncia seja aditada a uma outra, já protocolada pelas mesmas siglas no dia 19 de fevereiro deste ano, por quebra de decoro parlamentar. A representação inicial segue aguardando análise da advocacia-geral do Senado.
“[Os partidos] Esperam, ainda, que seja dado andamento ao pedido nesse Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, considerando que já se passaram praticamente 90 (noventa) dias do ajuizamento e a sociedade brasileira requer uma resposta dessa Casa legislativa, que seja condizente com a investigação acerca das condutas narradas.”
QUEBRA DE DECORO – Prestes a ser acionado pela oposição em relação ao caso Flávio, o Conselho de Ética do Senado está com as atividades paradas desde setembro de 2017, quando analisou uma denúncia por quebra de decoro parlamentar contra o então senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
Na atual legislatura, o conselho só se reuniu no dia 25 de setembro do ano passado, quando foi feita a posse do colegiado. Dos 15 cargos de suplentes, o único que não foi preenchido é do Republicanos, partido de Flávio.

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