domingo, maio 17, 2020

Murilo Melo Filho conta como Juscelino conseguiu o primeiro milagre de Brasília


TRIBUNA DA INTERNET | O primeiro milagre de Brasilia foi uma chuva ...
JK e Adolpho Bloch, um de seus melhores e mais fiéis amigos
Sebastião Nery
“Três dias antes de morrer, Juscelino viera de sua fazendinha em Luziânia e pernoitara no apartamento do primo Carlos Murilo, em Brasília. Estava triste e deprimido por tantas injustiças e perseguições, e fez a esse seu primo e meu xará a seguinte confissão que, autorizado por ele, agora, pela primeira vez, vou revelar:
– “Meu tempo, aqui na terra, está acabado. Tenho o quê, de vida? Mais dois, três ou cinco anos? O que eu mais quero agora é morrer. Não tenho mais idade para esperar. Meu único desejo era ver o Brasil retornar à normalidade democrática. Mas isso vai demorar muito e eu quero ir embora”.
JK ESTAVA SEM DINHEIRO – Estava sem dinheiro e tomou 10 mil cruzeiros emprestados. Tendo Ulysses Guimarães e Franco Montoro como companheiros de voo, viajou para São Paulo e desceu em Guarulhos, porque o aeroporto de Congonhas estava fechado. Ficou hospedado na Casa da Manchete, em São Paulo”.
“No dia seguinte, JK despediu-se de Adolfo Bloch, que depois revelava:
– “Ele deu-me um abraço tão forte e tão prolongado que parecia estar adivinhando ser aquele o nosso último encontro. E chegou a mostrar-me o bilhete da Vasp, como prova da sua viagem, naquela noitinha, para Brasília”.
E morreu dormindo. Mas, desde a véspera, havia telefonado para seu fiel motorista, Geraldo Ribeiro, pedindo-lhe que fosse a São Paulo buscá-lo de carro, e marcando um encontro no posto de gasolina, quilometro 2 da Dutra.
PERGUNTA-SE HOJE – Por que Juscelino estava despistando e escondendo a sua real intenção de não ir para Brasília e sim de retornar ao Rio? Não queria que dona Sarah soubesse? Seria algum encontro amoroso? E era”.
Esta é uma das muitas, numerosas histórias contadas pelo veterano jornalista e acadêmico Murilo Melo Filho (nasceu em Natal, com a revolução de 30), com mais de meio século de redações, em seu livro, “Tempo Diferente”, primorosa edição da Topbooks, sobre 20 personalidades da política, da literatura e do jornalismo brasileiro:
– “Aqui estão contadas histórias reais e verazes, acontecidas com tantos homens importantes no universo literário e político do país, que viveram num tempo diferente”: Getúlio, JK, Jânio, Café Filho, Lacerda, Chateaubriand, Tristão de Athayde, Augusto Frederico Schmidt, Carlos Drummond de Andrade, Celso Furtado, Evandro Lins, Austregésilo de Athayde, Guimarães Rosa, Jorge Amado, José Lins do Rego, Rachel de Queiroz, Raimundo Faoro, Roberto Marinho, Carlos Castello Branco, Otto Lara Rezende.
NA TRIBUNA DA IMPRENSA – Conta Murilo Melo Filho: – “Eu era então (em 1956) chefe da seção política da “Tribuna da Imprensa”, jornal de oposição, dirigido por Carlos Lacerda, que movia feroz campanha contra JK. Apesar disso, ele sempre me distinguiu com especial atenção e, na sua segunda viagem a Brasília, me convidou para acompanhá-lo.
Saímos do Rio num Convair da Aerovias-Brasil e aterrissamos numa pista improvisada, perto do Catetinho. Às quatro horas da madrugada do dia 2 de outubro, ainda noite escura, JK já estava de paletó esporte, camisa de gola role, chapéu de aba larga, botinas e um rebenque, batendo à porta de nossos quartos, e convidando-nos para irmos com ele visitar as futuras obras. Brasília era um imenso descampado:
– Aqui será o Senado, ao lado da Câmara, mais adiante os Ministérios. No outro lado, o Supremo e o Palácio do Planalto, onde irei despachar”.
– “Naquela nossa primeira noite em Brasília, após um dia de calor escaldante, os engenheiros estavam na varanda do Catetinho, em torno de uma garrafa de uísque, que era bebido ao natural, isto é, quente, porque em Brasília não havia ainda energia elétrica e, portanto, não havia gelo, que era artigo de luxo. Juscelino, presente, comentou:
– Vocês sabem que eu não gosto de uísque. Mas que uma pedrinha de gelo, aí nos copos, seria muito bom, seria.
Nem bem ele acabou de pronunciar essas palavras, o céu se enfarruscou e uma chuva de granizo despencou sobre aquele Planalto, levando os boêmios candangos a aparar as pedras, jogar nos copos e tomar uísque com gelo”.
Era o primeiro milagre de Brasília.
BILHETE DE ADOLPHO – E este bilhete de Adolfph Bloch a Murilo Melo Filho, que ia ser o primeiro diretor da sucursal da “Manchete” em Brasília:
– “Murilo, ai vai esta lancha para você fazer relações públicas no lago de Brasília. Não faça economia em relações publicas. Nós, os judeus, perdemos o Cristo por falta de relações públicas. E fizemos um mau negócio, porque um homem como aquele não se perde”.

Para se aliar a um pilantra como Jefferson. Bolsonaro deve estar muito desesperado

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Jefferson aconselha Bolsonaro a fechar a TV Globo e o Supremo
Antonio Santos Aquino
Uma coisa é certa. Para se aliar a um tipo desqualificado como Roberto Jefferson, é preciso que Jair Bolsonaro esteja realmente desesperado. Todos sabem que Jefferson é um pilantra acostumado a praticar golpes. Agora mesmo está respondendo a processo por ter usado o PTB, partido do qual mais uma vez é presidente desde 2016 para conseguir propinas.
No primeiro governo de Lula, o então deputado Jefferson denunciou o ministro José Dirceu, outro pilantra que junto com ele aplicavam golpes e combinavam atos de corrupção.
TUDO EM FAMÍLIA – Tanto é assim que os dois foram condenado a uns bons anos de cadeia. E Jefferson só gosta e só faz relação com pilantras. A filha, Cristiane Brasil também é outra golpista e o pai, depois a ter elegido deputada federal, quase a tornou ministra do Trabalho.
Sem esquecer que Leonel Brizola, ao deixar a base do PT, que estava descambando para a corrupção, foi procurado por Jefferson e o empresário e deputado paranaense José Carlos Martinez. Eles queriam convencer Brizola a unir os partidos: PTB e PDT.
Depoisde uma conversa em que Martinez seria o presidente, Brizola lhe indagou: “Como queres ser presidente de um partido trabalhista sendo um empresário?”. Jefferson atalhou dizendo: “Brizola, você será o caixa do partido; temos em caixa vinte milhões de reais).
ENCERRADA A REUNIÃO– Brizola imediatamente se levantou e disse: “Por favor, retirem-se. Está encerrada a reunião”. Como se vê, Jefferson e Martinez, com a maior audácia, queriam subornar Brizola. Não conheciam um dos mais honestos brasileiros, que teve sua vida inteira devassada pelos militares, que nunca encontraram nada de errado.
E Brizola era portador da maior coragem cívica da política brasileira de todos os tempos. Foi o único governador que derrotou com sua moral e dignidade o Exército Brasileiro para empossar João Goulart legitimamente eleito. Ainda soa em nossos ouvidos a frase de Brizola no Palácio Piratini em 1961: “Se os militares rasgarem a Constituição, eu levantarei o povo gaúcho em armas, e assim fez. A História registra: Jango foi empossado.
E agora, tanto tempo depois, Bolsonaro tem um novo aliado, que se chama Roberto Jefferson.

BOMBA 1: Ex-aliado diz que PF avisou a Flávio que Queiroz seria investigado... -

Paulo Marinho, Jair Bolsonaro e Luiz Marinho, filho do Paulo. O QG da campanha era na mansão do empresário. Agora o amor acabou. - Reprodução/Facebook
Paulo Marinho, Jair Bolsonaro e Luiz Marinho, filho do Paulo. O QG da campanha era na mansão do empresário. Agora o amor acabou.Imagem: Reprodução/Facebook
Reinaldo Azevedo
Colunista do UOL
17/05/2020 10h25
Se o único problema de Jair Bolsonaro fosse a acusação feita por Sérgio Moro, de que a fita com a já famosa reunião ministerial do dia 22 de abril é parte, ele estaria em situação mais ou menos confortável. Do que se conhece, resta claro que o presidente queria, sim, mudar comandos na PF para proteger família e amigos, mas, se a transcrição apresentada pela AGU está correta, trata-se de uma dedução. Precisaria muito mais do que aquilo que se tem para que Augusto Aras, procurador-geral da República, apresentasse uma denúncia.
Era assim até o fim da noite deste sábado. Não é mais. A tranquilidade acabou. Há agora uma bomba armada no caminho do presidente. E o potencial de estrago é gigantesco. Paulo Marinho, suplente do senador Flávio Bolsonaro e ex-aliado do presidente — sua casa serviu de QG da campanha —, faz uma revelação em entrevista à Folha que terá de ser necessariamente incorporada ao inquérito que investiga se Bolsonaro fez intervenções na Polícia Federal para proteger familiares e amigos seus. E se abre um novo território de investigação. O que conta Marinho?
A REVELAÇÃO BOMBÁSTICA
Segundo o empresário, Flávio lhe revelou, na presença de três outras pessoas, que, entre o primeiro e o segundo turnos das eleições de 2018, recebeu um aviso de que a Polícia Federal iria deflagrar uma operação e de que um dos alvos era Fabrício Queiroz.
Pior 1: o alerta foi feito pessoalmente por um delegado da PF, simpatizante da candidatura de Bolsonaro. Pior 2: a operação estava pronta para ser deflagrada, mas foi adiada para não prejudicar a candidatura do "Mito".
O QUE ISSO TEM A VER COM O INQUÉRITO DO STF?
O que isso tem a ver com o inquérito do STF? Apenas tudo! O que mesmo se investiga lá? Entre outras coisas, se Bolsonaro interveio na Polícia Federal do Rio e na direção-geral do órgão para proteger interesses de sua família e de amigos.
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BOLSONARO FOI AVISADO
Segundo Marinho, o então candidato Jair Bolsonaro foi avisado. A ser assim, a gravidade aumenta.
O QUE CONTA MARINHO: AS CIRCUNSTÂCIAS
1: No dia 12 de dezembro de 2018, Marinho recebeu uma ligação de Flávio, que estava transtornado. A Operação Furna da Onça, deflagrada no dia 8 de novembro, trouxera a público o extrato da conta de Fabrício Queiroz;
2: Marinho liga para o advogado Antônio Pitombo, que indica para o caso o também advogado Christiano Fragoso;
3: no dia seguinte, 13 de dezembro, às 8h30, reunião na casa de Marinho para tratar do assunto junta Flávio, os advogados Fragoso e Victor Alves — que trabalhava do gabinete do filho de Bolsonaro — e o proprietário da casa;
4: Flávio conta, então, que, uma semana depois do primeiro turno, em outubro, o coronel Miguel Braga, que trabalhava em seu gabinete na Assembleia, recebeu o telefonema de um delegado da PF afirmando que tinha informação importante para passar ao já então senador eleito;
5: Braga dá o aviso a Flávio, que autoriza o coronel a se encontrar com o tal delegado;
6: o encontro se deu na calçada da Superintendência da PF no Rio. Falaram com o delegado o próprio Braga, o advogado Victor Alves e Val Meliga, pessoa da confiança de Flávio e irmã de dois milicianos presos na Operação Quatro Elementos;
7: segundo Marinho, Flávio contou aos presentes que o delegado teria dito então a Braga, Alves e Val o seguinte: "Vai ser deflagrada a Operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio. Uma delas é o Queiroz, e a outra é a filha do Queiroz [Nathalia], que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro, em Brasília'.
8: o delegado teria sugerido que os Bolsonaros se livrassem de pai e filha;
9: de fato, no dia 15 de outubro, entre o primeiro e o segundo turnos e antes de ser deflagrada a Operação Furna da Onça, Queiroz pai foi exonerado do gabinete do Bolsonaro filho, e a Queiroz filha foi exonerada do gabinete do Bolsonaro pai;
10: Flávio conta, sempre segundo Marinho, que mantinha, sim, contato com Queiroz, que estava sumido nesse período, por intermédio do advogado Victor Alves;
11: Fragoso indica o advogado Ralph Hage Vianna para cuidar do amigão da família. Naquela mesma quinta, Queiroz se encontra com Vianna e leva junto o onipresente Alves;
12: Marinho vai para São Paulo e se reúne com os advogados Pitombo, Aves (o contato de Flávio com Fabrício), Hage (então possível defensor do ex-faz-tudo da família) e Gustavo Bebianno;
13: A reunião ocorreu no Hotel Emiliano, às 14h30 do dia 14;
14: No dia 18, sexta-feira, Flávio se encontra com Marinho na churrascaria Esplanada Grill, em Ipanema, às 13h30, e diz que o próprio Bolsonaro havia optado por "outro esquema jurídico".
ROTEIRO DE INVESTIGAÇÃO
Marinho, que é suplente de Flávio Bolsonaro e se filiou ao PSDB -- é hoje um entusiasta da candidatura de João Doria, governador de São Paulo, à Presidência -- fornece um verdadeiro roteiro de investigação.
1: Quando indagado por que acha que Bolsonaro tem tanto interesse na PF do Rio, ele responde: "Eu tenho até datas anotadas e vou ser bem preciso no relato que vou fazer, porque talvez ele explique a sua pergunta";
2: cita uma penca de testemunhas dos encontros, como se pode notar. Ainda que advogados tenham o dever do sigilo, não se está pedindo que violem nenhuma regra — não, ao menos, quanto à existência das reuniões;
3: a casa de Marinho era uma das mais bem-guardadas do Brasil. Certamente havia câmeras de segurança registrando a reunião;
4: da mesma sorte, fornece data e local exato da reunião em São Paulo: Hotel Emiliano;
5: também seu encontro com Flávio no Rio tem hora e local;
6: Há as testemunhas de seus encontros e aquelas envolvidas diretamente com o suposto crime cometido pelo delegado da PF que vazou a operação: Victor Alves, o Coronel Miguel Braga e Val Meliga, a irmã dos milicianos.
Não há como isso tudo não ser incorporado ao inquérito que corre no Supremo, de que é relator o ministro Celso de Mello. E eu explico no post abaixo por quê.

PF teria antecipado a Flávio que Queiroz seria alvo de operação, diz suplente do senador


PF teria antecipado a Flávio que Queiroz seria alvo de operação, diz suplente do senador
Foto: Reprodução
Um dos mais importantes apoiadores da campanha do então deputado Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, o empresário e Paulo Marinho revelou, de acordo com a Folha, ter ouvido do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, durante uma reunião que ele soube com antecedência que e a Operação Furna da Onça, que atingiu Queiroz, seria deflagrada.  

Além de ser suplente do de Flávio no Senado, Marinho é pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB e fez as revelações em entrevista ao jornal. 

Foi avisado da existência dela entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, por um delegado da Polícia Federal que era simpatizante da candidatura de Jair Bolsonaro.

De acordo com o empresário, os policiais teriam segurado a operação, então sigilosa, para que ela não ocorresse no meio do segundo turno, prejudicando assim a candidatura de Bolsonaro.

O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Fabrício Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete de deputado federal de Jair Bolsonaro em Brasília.

Os dois, de fato, foram exonerados naquele período —mais precisamente, no dia 15 de outubro de 2018.
Queiroz estava sumido em dezembro. Mas, segundo Marinho, o senador Flávio Bolsonaro mantinha interlocução indireta com ele por meio de um advogado de seu gabinete.

Bahia Notícias

Dispara o número de mortes por Covid-19 na periferia de São Paulo


por Emerson Vicente | Folhapress
Dispara o número de mortes por Covid-19 na periferia de São Paulo
Foto: Divulgação
O registro de mortes pela Covid-19 nos bairros da periferia da capital paulista disparou nos últimos 15 dias, segundo balanço divulgado neste sábado (16) pela Prefeitura de São Paulo, sob gestão Bruno Covas. Dos 96 distritos da cidade, 11 já passaram dos 100 óbitos.

O distrito com mais mortes continua sendo a Brasilândia, na zona norte. No início do mês o local registrava 103 óbitos e passou para 156, um aumento de 51%. Uma média de 53,5 mortes por cada 100 mil habitantes.

Sapopemba, Itaquera e Cidade Tiradentes, na zona leste; Cachoeirinha e Tremembé, na zona norte; Capão Redondo, Grajaú, Jardim São Luís, Jardim Angela e Cidade Ademar, na zona sul, também passaram dos 100 óbitos pela Covid-19. Destes, quem teve a maior disparada foi o Jardim São Luís, que somava 55 registros e agora tem 118 --aumento de 115%.

Mas o maior impacto foi registrado em Parelheiros, na zona sul. No dia 30 de abril, o distrito registrava 24 mortes pelo novo coronavírus. No dia 14, esse número saltou para 58. Um aumento de 142%. Por ser uma região populosa, com mais de 150 mil moradores, o número de mortes por 100 mil habitantes é de 37,8. Logo depois vem Campo Grande, também na zona sul, que viu um aumento de 132% nos óbitos, saltando de 19 para 44.

Na comparação do número de mortes por 100 mil habitantes, a região central continua apresentando os maiores índices. O Pari, com 64% de aumento de óbitos, tem o maior índice de mortalidade. São 18 mortes em uma região com 19 mil habitantes, o que daria uma média de 94,4 mortos para cada 100 mil moradores.

O Limão, na zona norte, saltou de 41 para 64 óbitos --alta de 56%. Isso fez com que o distrito passasse a ser o segundo distrito com a maior mortalidade: 80,3 para cada 100 mil habitantes. O Belém, na zona leste, que no balanço anterior liderava em mortalidade, vem logo atrás, após ter 34% de aumento no número de mortes.
Bahia Notícias

Irmãs técnicas de enfermagem morrem de Covid-19 na mesma semana: 'Muita dor'

Domingo, 17 de Maio de 2020 - 09:40

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Irmãs técnicas de enfermagem morrem de Covid-19 na mesma semana: 'Muita dor'
Foto: Reprodução /TV Cabo Branco
Duas irmãs que atuavam como técnicas de enfermagem em uma unidade de saúde na cidade de São Sebastião de Lagoa de Roça, no estado da Paraíba, morreram na mesma semana após serem infectadas pela Covid-19. Ambas chegaram a ser internadas, mas não resistiram, de acordo com o portal T5.

O irmão das vítimas, Janilson Calixto desabafou: “Infelizmente perdemos nossas duas irmãs para a Covid-19. Domingo (10) faleceu nossa irmã mais velha, Simone, ela tinha 43 anos, e na última quinta-feira (14), quatro dias depois, além da dor da perda anterior, a gente veio a perder também nossa irmã Ana Lúcia, também para a Covid-19. Ela tinha 40 anos e as duas eram técnicas de enfermagem".

De acordo com Calixto, as irmãs apresentaram um quadro de gripe simples há uns 15 dias e a situação foi se agravando. Ambas passaram sete dias na UTI.

Bahia Notícias

Codinome usado por Bolsonaro em teste de coronavírus é de filho de médica que coletou amostras

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Bolsonaro apresentou três exames com resultados negativos
Deu no O Tempo
Um dos codinomes usados pelo presidente Jair Bolsonaro ao fazer exames para o novo coronavírus pertence ao filho da oficial médica das Forças Armadas que coletou as amostras do presidente, no dia 17 de março. A informação foi revelada pelo jornal “Correio Braziliense”.
De acordo com o Ministério da Defesa, a tenente-coronel da Aeronáutica Maria Amélia Alves da Costa Ferraz é servidora do Hospital da Força Aérea Brasileira, mas está cedida para o HFA (Hospital das Forças Armadas), onde o presidente Jair Bolsonaro realizou um dos exames.
COORDENADORA – A pasta acrescenta que a tenente-coronel coordenava naquele dia a coleta de amostras do presidente e de seus auxiliares, além do envio ao laboratório credenciado. Ao colher a amostra do presidente, a militar registrou números de RG e CPF que pertencem realmente a Bolsonaro, mas usou um codinome para não identificá-lo.
A militar então usou o nome de seu próprio filho, o adolescente Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz, de 16 anos. Foi o nome que “lhe ocorreu naquele momento”, segundo o ministério.
CONSONÂNCIA – A pasta afirmou que a decisão de atribuir um codinome foi tomada em consonância com a equipe médica da Presidência, para garantir a confidencialidade dos exames de Jair Bolsonaro. A Defesa diz ainda que não houve ilegalidade na prática de atribuir um codinome, especialmente o nome verdadeiro de uma terceira pessoa.
“Cabe destacar, ainda, que, de acordo com a própria Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial, o uso de pseudônimos em exames de saúde de pessoas públicas, visando proteger a privacidade, é comum e não representa irregularidade”, informou a pasta, por meio de nota.
RESULTADOS – A reportagem tentou contato por telefone com a tenente-coronel Maria Amélia e também com o pai do adolescente. Nenhum dos dois atendeu a reportagem. Bolsonaro apresentou nesta semana três exames para o novo coronavírus ao Supremo Tribunal Federal, com resultados negativos para a Covid-19.
O presidente usou os codinomes Airton Guedes, Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz e Paciente 05. Em um dos exames, não aparecem os números de documentos de Bolsonaro.Pelas redes sociais, o manistro Marcos Pontes negou que esteja próximo de deixar o governo.

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Publicado em 1 de fevereiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Lideranças serão definidas no próximo mês Victor...

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