domingo, maio 17, 2020

Celso de Melo deve liberar segunda-feira o vídeo da reunião e o circo vai pegar fogo


Reunião tratou de temas reservados, diz Bolsonaro - Jornal Midiamax
Bolsonaro não conseguirá impedir a divulgação desse vídeo
Pedro do Coutto
O duelo entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Sérgio Moro ingressa em sua fase derradeira. Isso porque de acordo com reportagem de Renato Onofre e Ricardo Della Coletta, que focalizam o tema, o ministro Celso de Mello, já de posse do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, vai examiná-lo e formar sua opinião se a liberação deve ser total ou parcial.
O advogado Geral da União deu parecer no sentido de que seja liberada apenas a parte das afirmações de Bolsonaro sobre a Polícia Federal. O mesmo entendimento foi acentuado pelo Procurador Geral da República. Com base do exame do vídeo, Celso de Melo dará o despacho final.
TOTAL OU PARCIAL – Os advogados de Sérgio Moro são favoráveis à liberação total do vídeo. Com base nesses fatos, surge a evidência de que a única dúvida a respeito da divulgação do vídeo é se ele será total ou parcial. Mas a palavra final cabe a Celso de Mello, porque não se trata da maioria das opiniões e sim do que o ministro-relator irá decidir.
Na minha opinião causaram certa surpresa os posicionamentos idênticos do advogado geral da União e do procurador geral da República. Ambos dizem que Bolsonaro não cometeu crime. Tudo bem. Mas somente se demonstraram favoráveis à divulgação dos trechos que contêm as intervenções do presidente da República na reunião de 22 de abril.
De qualquer forma, ficou assegurada a divulgação do vídeo se parcial ou total. Mas está claro que as posições da AGU e da PGR negam que o presidente da República tenha cometido algum crime.
NO PLANO POLÍTICO – O ponto sensível da questão desloca-se para o plano político e seu reflexo na opinião pública. Isso porque, de acordo com a reportagem da Folha, Bolsonaro afirma não ter feito pressão sobre o ministro para intervir na direção da Polícia Federal. O presidente mantém sua versão de que ao se referir à Polícia Federal foi com o objetivo de tratar de sua segurança pessoal e de sua família, embora uma coisa nada tenha a ver com a outra. 
O presidente da República afirmou na sexta-feira ter colocado um ponto final na questão e espera ele que o vídeo alcance interpretação a seu favor por parte da opinião pública. Finalmente destacou que seria um absurdo também não trocar o chefe da PF e o próprio ministro da Justiça.
SOCORRO AOS ESTADOS – O ministro Paulo Guedes em uma entrevista a Geralda Doca e Manoel Ventura, O Globo de sábado, afirmou que o governo tem o objetivo de condicionar o socorro financeiro aos estados à aprovação da reabertura gradual do comércio e das atividades econômicas. Além disso, acrescentou o ministro da Economia, condiciona também a manutenção dos vetos aos dispositivos que concedem reajuste salarial ao funcionalismo público federal.
Causa espécie condicionar o apoio a eliminação dos reajustes. Até porque não se diz seria o percentual de tais reajustes? O ministro, no meu entendimento, confunde reajuste com aumento quando são coisas distintas. O reajuste destina-se a repor as perdas inflacionárias. Acima de tal limite, digamos de 3%, qualquer adição configura aumento.
O panorama na próxima semana será bastante movimentado. Principalmente no que se refere à tese levantada pelo presidente da República quanto a questões de segurança.

Jornal Nacional reafirma reportagem que mostra Bolsonaro mentindo sem parar

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Bolsonaro não fala com jornalistas na saída do Palácio da Alvorada ...
Bolsonaro aparece diversas vezes tentando enganar os jornalistas
Carlos Newton
Na História da Imprensa brasileira, nunca se viu nada igual. Numa reportagem impecável e muito longa, que parecia não ter mais fim, apresentada pelas jornalistas Camila Bomfim e Andréia Sadi nesta sexta-feira, o Jornal Nacional demoliu o presidente Jair Bolsonaro. Foi algo estarrecedor, porque o chefe da nação apareceu mentindo sem parar, e a cada afirmação falsa a reportagem exibia um documento ou um vídeo mostrando a verdade dos fatos.
O motivo da reportagem era o inquérito que Bolsonaro mandou o procurador-geral Augusto Aras impetrar no Supremo Tribunal Federal para acusar o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, de ser mentiroso e tentando incriminá-lo por denunciação caluniosa e mais seis crimes.
REQUISITAR CÓPIA – Se os advogados de Sérgio Moro tiverem um mínimo de competência e profissionalismo, o trabalho deles será muito facilitado, porque basta requisitar cópia da reportagem do Jornal Nacional e anexá-la aos autos, para restar provado que o mentiroso é o próprio Bolsonaro e não o ex-ministro Moro.
As jornalistas Camila Bomfim e Andreia Sadi, que disputam a hegemonia da telinha em termos de beleza e competência, desmontaram toda a linha de defesa da Procuradoria-Geral da República.
E as provas exibidas não deixaram a menor margem de dúvida, porque se trata de gravações e documentos, inclusive cópias do Diário Oficial, vejam a que ponto chegou a falta de seriedade do presidente da República e de alguns de seus ministros, que têm coonestado prazerosamente seus falsos argumentos.
ERA TUDO MENTIRA – Caiu por terra, logo de cara, o principal argumento da Procuradoria, sobre a suposta insatisfação de Bolsonaro com a segurança de seus filhos e amigos no Rio de Janeiro. A reportagem mostrou que o presidente está tão satisfeito que recentemente mandou promover os responsáveis, lotados no Gabinete de Segurança Institucional.
Além de exibir a cópia do Diário Oficial com a promoção, a reportagem da Globo exibiu diversas gravações de Bolsonaro mentindo a respeito e confirmando a tal insatisfação que jamais existiu. Aliás, os trechos selecionados pelas repórteres e pela produção do Jornal Nacional são arrasadores, exibindo à exaustão a falta de probidade e de decoro do presidente, pois as mentiras se repetiam, uma atrás da outra.
Ficou comprovado que, na reunião ministerial do dia 22, Bolsonaro se referiu diversas vezes à Polícia Federal, ameaçando demitir o diretor-geral Maurício Valeixo e o ministro Sérgio Moro, além do superintendente do Rio de Janeiro, delegado Carlos Henrique Oliveira.
CONTORCIONISMO – No seu decorrer, a reportagem da TV Globo mostrou uma sucessão aparentemente interminável de afirmações falsas do presidente da República, ao ser entrevistado na portaria do Palácio da Alvorada, sendo imprensado por jornalistas que não aceitavam as mentiras e faziam réplicas, desnorteando Bolsonaro, que chegou a jogar a toalha, virando as costas aos repórteres e indo embora.
Quem assistiu a essa matéria do Jornal Nacional e ainda acreditava em Bolsonaro certamente está muito decepcionado, porque o presidente da República precisa ter dignidade no cargo. Não pode se comportar como Bolsonaro, que se dirige aos ministros com palavras de baixo calão e lhes faz ameaças inaceitáveis.
Neste sábado, o general Augusto Heleno tentou defender Bolsonaro, dizendo que ele apenas usou a segurança como exemplo. E isso possibilitou à TV Globo voltar à carga, ainda com maior empenho.
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P.S. 
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Pessoalmente, tenho vergonha desses ministros que se comportam como advogados de Bolsonaro e defendem calorosamente suas asneiras. Posso estar errado, é claro, mas no meu entender há ministros que ainda merecem respeito. como Augusto Heleno. No entanto, ao defenderem um presidente desequilibrado e incompetente como Bolsonaro, mostram ser iguais a ele, e isso certamente constará em suas biografias. (C.N.)

Guedes diz que se deve “vender logo a porra do Banco do Brasil” e servidores exigem retratação


Suspeita de 'gestão fraudulenta' de Guedes em fundos de pensão é ...
Se deixarem, Guedes vende até o Corcovado e o Pão de Açúcar
Vicente NunesCorreio Braziliense
A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) vai notificar extrajudicialmente o ministro da Economia, Paulo Guedes. Na reunião ministerial de 22 de abril — que está no inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar denúncias de Sergio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro —, Guedes, afirmou que é preciso “vender logo a porra do Banco do Brasil”.
Na avaliação dos funcionários do BB, Guedes ultrapassou todos os limites da ética ao atacar uma empresa cujas ações têm forte impacto na economia. Asseguram ainda que tanto, no governo do qual Guedes faz parte quanto no Congresso não há apoio para a privatização da instituição.
UM ATO INDECOROSO -“Tal postura revelou-se despropositada e indecorosa não somente para com a instituição e todo o funcionalismo do Banco do Brasil e, sobretudo, para com todo o povo brasileiro”, ressalta a Anabb na ação.
A associação assinala, ainda, que a fala do ministro irritou muito os funcionários, que cobraram da entidade uma ação efetiva, pois estão trabalhando pesado, sobretudo neste momento de pandemia do novo coronavírus, com agências abertas e operações de crédito importantes neste momento.
“Uma empresa não existe sozinha. O Banco do Brasil é a soma do trabalho e da dedicação de todos os seus funcionários. Causa perplexidade a fala em um momento grave para o país e para a sociedade brasileira. A fala desconsidera o trabalho de todos os funcionários no contexto da pandemia, que estão atendendo a população em todo o país, correndo riscos, mas sem abdicar de exercer seu papel. É um trabalho essencial, para os cidadãos e para a economia”, frisa a Associação, acrescentando:.
“Ante o exposto, a Anabb vem NOTIFICAR Vossa Senhoria a fim de que se retrate formalmente em relação ao pronunciamento realizado como medida de justiça e, sobretudo, de respeito a toda nação brasileira.”

Bolsonaro desiste de pronunciamento em defesa do fim do isolamento, mas anuncia presença em manifestação


Bolsonaro garantiu participação em mais um ato irresponsável
Julia Lindner
Estadão
O presidente Jair Bolsonaro desistiu do pronunciamento que faria em rede nacional de rádio e televisão neste sábado, dia 16, para defender mais uma vez o fim de medidas de isolamento social, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
Segundo o Estadão/Broadcast apurou, a ideia é aguardar até que haja uma definição no Ministério da Saúde, depois de Nelson Teich ter deixado, nesta sexta-feira, o comando da pasta em meio à pandemia do novo coronavírus. Ainda não há previsão para a substituição definitiva do ministro. Com a saída de Teich, o secretário executivo do ministério, general Eduardo Pazuello, assume interinamente a pasta.
MANIFESTAÇÃO – No fim da tarde desta sábado, Bolsonaro saiu rapidamente para cumprimentar cerca de 50 apoiadores que o aguardavam na portaria do Palácio da Alvorada, uma das residências oficiais da Presidência, e indicou que deve participar de novas manifestações favoráveis ao governo nesta domingo. “Onze horas na rampa”, comentou, em referência à rampa do Palácio do Planalto, de onde costuma acompanhar os protestos.
No passeio deste sábado na frente do Alvorada, Bolsonaro disse que não falaria com jornalistas. Indagado por profissionais da imprensa sobre a escolha do novo ministro da Saúde, o presidente permaneceu em silêncio.
Bolsonaro também assistiu à cerimônia de descendimento da Bandeira Nacional no Alvorada. A alguns metros, dezenas de apoiadores aglomeravam-se para tirar fotos e acompanhar a cena. Pouco antes, quando algumas pessoas pediram para fazer um registro mais próximo, Bolsonaro negou. “Se eu chegar perto, vocês vão ver a festa que vai fazer”, disse o presidente em referência aos jornalistas.
“COMERCIAL DA ESPERANÇA” – A intenção de fazer o novo pronunciamento – o sexto desde o início da crise – foi revelada pelo presidente na última quinta, 14, durante videoconferência com empresários no Palácio do Planalto. “Nós temos que ter mais do que comercial de esperança, transmitir a confiança. Tanto é que vamos ter um pronunciamento gravado para sábado à noite nessa linha”, disse na ocasião.
O presidente defende uma abertura geral de estabelecimentos comerciais e o chamado “isolamento vertical” – que vale apenas para idosos e doentes.
CLOROQUINA –  Pelo Twitter, Bolsonaro voltou a defender, neste sábado, o uso da cloroquina, que ainda não tem eficácia comprovada para o tratamento da covid-19. Na rede social, Bolsonaro compartilhou uma frase que diz que “um dos efeitos colaterais da cloroquina, remédio baratíssimo, é prevenir a corrupção”. A cloroquina tem sido indicada com precaução por médicos principalmente devido aos riscos cardíacos.
Um dos motivos que ocasionou a saída do ex-ministro Nelson Teich do governo foi justamente a pressão de Bolsonaro para que a Saúde recomendasse formalmente o uso da cloroquina até mesmo em pacientes com sintomas leves de covid-19.
Como mostrou o Estadão, após a exoneração de Teich, Bolsonaro determinou que o ministro interino, general Eduardo Pazuello, assine uma medida com a ampliação do uso da cloroquina. Atualmente, a pasta orienta profissionais do sistema público de saúde a prescrever a substância apenas em casos moderados ou graves.

Moro reforça acusação de tentativa de interferência política por Bolsonaro na Polícia Federal

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Charge do Amarildo (amarildocharge.wordpress.com)
Fausto Macedo e Pepita Ortega
Estadão
A revelação sobre trocas na equipe do Gabinete de Segurança Institucional antes da abrupta sucessão de mudanças na Polícia Federal e de sua própria renúncia deu munição para o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro reforçar a acusação de tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na PF.
A defesa do ex-ministro diz que os ‘fatos levam à inevitável conclusão’ de que a manifestação de Bolsonaro na reunião ministerial de 22 de abril, sobre a troca na ‘segurança do Rio’, se refere à Superintendência da Polícia Federal fluminense.
DIVULGAÇÃO DO VÍDEO – O advogado do ex-ministro da Justiça, Rodrigo Sánchez Rios, diz ainda que ‘aguarda respeitosamente’ a divulgação do vídeo da reunião no Palácio do Planalto – peça chave do inquérito Moro contra Bolsonaro – na qual, segundo ele, ‘as intenções das alterações na Polícia Federal ficarão ainda mais evidenciadas’.
Ao Supremo, Moro pediu que fosse divulgada a íntegra do vídeo, ‘como verdadeira lição cívica’. A decisão final pelo levantamento do sigilo será tomada pelo ministro Celso de Mello na próxima semana.
NOTA – Em nota divulgada neste sábado, dia 16, Moro faz alusão à reportagem do jornal Nacional da TV Globo exibida nesta sexta-feira, dia 15, que revelou que o presidente não enfrentou problemas para fazer mudanças no GSI, colocando em xeque, versão de Bolsonaro de que estava agastado com sua segurança pessoal – missão do gabinete – e que não se referia à PF quando reclamou na reunião ministerial.
“Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f… minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”, disse Bolsonaro na reunião, conforme transcrição encaminhada ao Supremo pela Advocacia-Geral da União (AGU).
“SEGURANÇA DO RIO” – Segundo relatos de pessoas que assistiram ao vídeo, o presidente chamou a superintendência da Polícia Federal no Rio de ‘segurança no Rio’. Bolsonaro alega, por outro lado, que se referia à sua segurança pessoal, que é feita pelo Gabinete de Segurança Institucional.
A defesa de Moro argumenta que a revelação sobre as trocas no GSI demonstra que “nunca houve por parte do presidente da República qualquer insatisfação com o serviço de segurança pessoal que lhe era prestado ou a seus familiares no Rio de Janeiro, tampouco qualquer dificuldade para realizar substituições na área, já que os responsáveis foram, logo antes da reunião ministerial do dia 22/04/2020, promovidos ou substituídos”.
“Os fatos levam à inevitável conclusão de que a manifestação do Sr. Presidente na referida reunião ministerial, de que precisaria interferir na segurança do RJ e se necessário trocar o chefe ou o Ministro para evitar prejuízos a familiares e amigos, dizia mesmo respeito à Superintendência da Polícia Federal no RJ, ao Diretor Geral da PF, e ao Ministro da Justiça, aliás todos substituídos nos dias seguintes à reunião”, registra o texto assinado advogado Rodrigo Sánchez Rios, que defende o ex-ministro.
NA COLA DE DEPUTADOS – Rios destaca ainda que as declarações do presidente devem ser associadas à mensagem enviada por Bolsonaro à Moro às vésperas da demissão do ex-ministro. Imagens de diálogo no whastapp mostram que no dia 23 de abril Bolsonaro envia a Moro o link de uma notícia do portal O Antagonista, com a manchete: PF na cola de 10 a 12 deputados bolsonaristas.
“Mais um motivo para a troca”, diz o presidente. A matéria faz referência ao inquérito das fake news, conduzido no Supremo Tribunal Federal. As duas portarias e o decreto que põem em xeque a versão de Bolsonaro
PROMOÇÃO –  Conforme revelado pelo Jornal Nacional, em 26 de março, quase um mês antes da reunião de abril, o general André Laranja Sá Correa – então diretor do Departamento de Segurança Presidencial do GSI – foi promovido por Bolsonaro para exercer o cargo de Comandante da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada.
A direção do Departamento de Segurança Presidencial acabou ficando com o então adjunto, Gustavo Suarez, promovido ao cargo titular da repartição. Uma terceira troca envolvendo a segurança pessoal do presidente ocorreu no Rio de Janeiro.
Uma portaria de 28 de fevereiro, dois meses antes da reunião ministerial de abril, colocou o tenente coronel Rodrigo Garcia Otto para exercer a função de chefe no escritório de representação no Rio de Janeiro da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI.

“ERRAR, é da natureza humana, mas: FAZER AS MESMAS COISAS QUE ANTES e ESPERAR RESULTADOS DIFERENTES, é TOLICE!”

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“ERRAR, é da natureza humana, mas: FAZER AS MESMAS
COISAS QUE ANTES e ESPERAR RESULTADOS DIFERENTES, é
TOLICE!”

A Comunidade jovem de Jeremoabo sabe muito bem o significado real  destas palavras, o cenário político sempre voltado beneficiar uns poucos, uma minoria de sempre; mas à medida que envelhecemos, despertamos e mais sábios ficamos. Percebemos que eclode uma massa jovem com sede de oportunidades e uma imensurável vontade de mostrar serviços, apresentar novos rumos; totalmente diferentes dos praticados no atual cenário político e socioeconômico local, essa massa jovem busca oportunidade de aprender e transformar, com visões inovadoras, objetivos, metas renovadas e inseridas no contexto atual, com igualdades sociais e novas propostas,
 um social mais globalizado e abrangente aos que se capacitam, sem jogos de cartas marcadas e priorizada pela meritocracia,
objetivando um melhor aproveitamento dos nossos munícipes recém- graduados e em ascensão. Precisamos impulsionar; renovar, inspirar e aceitar novos rumos para a sociedade jovem de Jeremoabo, com um novo olhar proativo e focado positivamente nos fatos corriqueiros e atuais de Jeremoabo, referência de aberrações, com as quais já não podemos conviver de forma subserviente, mediante a aceitação das imposições da atual gestão, que tanto representa o descaso
administrativo e retrógado.
Equipe: JeremoaboAlerta.

sábado, maio 16, 2020

Sem comprovação, Damares alardeia indicação científica da cloroquina e diz que “dá certo”


Damares tenta convencer que discurso de Bolsonaro é verdadeiro
Deu na Folha
Durante visita à cidade de Floriano (PI), nesta semana, onde foi buscar um protocolo de atendimento a pacientes de coronavírus, a ministra Damares Alves (Direitos Humanos) defendeu o uso do remédio que divide a classe médica.
“Não tem comprovação científica? Como não tem? São milhares de páginas escritas por cientistas no mundo inteiro que o remédio dá certo, que a combinação de remédios… O que mais querem? Que um anjo desça do céu para dizer que o remédio dá certo?”, disse a ministra.
ELOGIO – Damares visitou a cidade a pedido de Jair Bolsonaro, que advoga pela aplicação do remédio para doentes da Covid-19. A ministra, por sua vez, elogiou o protocolo piauiense e disse que havia ficado “impactada” com os resultados observados.
Vinte pacientes foram tratados nos últimos 15 dias usando a hidroxicloroquina na primeira fase da doença, quando aparecem os sintomas.
FAKE – O coordenador do Hospital Regional Nunes, Justino Moreira, no entanto, afirmou ao Painel que é “fake” atribuir o êxito do tratamento à cloroquina e enfatizou a relevância de corticoides e anticoagulantes na fase dois da doença, quando o paciente é internado. 
“Antes, a gente usava só a cloroquina na segunda fase [de internação], não adiantava, não. A pessoa evoluía mal e morria. Possivelmente, não é a cloroquina a responsável pelo resultado. Na fase grave, ela é insignificante, mas talvez na fase precoce ajude o organismo a se defender”, afirma Moreira.
PARTE DO PROTOCOLO – “O tratamento é efetivo, porque o paciente melhora rápido. Mas não é a cloroquina que está resolvendo o problema, isso é fake. Na verdade pegaram uma parte do protocolo e disseram que é a cloroquina, mas não é”, diz o médico. O hospital tem recebido pacientes do MA e do PA.
A ministra, que não tem formação médica, disse que foi à cidade porque é direito dos pacientes saber que existe esse protocolo e de escolher. E que, além disso, o primeiro direito é o direito à vida.

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