terça-feira, fevereiro 18, 2020

Bolsonaro pode sofrer impeachment por ofender repórter, diz jurista Autor de pedidos contra Collor e Dilma, jurista disse que declaração do presidente feriu a dignidade humana e desrespeitou o decoro exigido para o cargo


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Autor de pedidos contra Collor e Dilma, jurista disse que declaração do presidente feriu a dignidade humana e desrespeitou o decoro exigido para o cargo

Opinião | Nunca um presidente foi tão vulgar com uma mulher. Espere o efeito bumerangue O ataque de Bolsonaro à repórter Patrícia Campos Mello vai ajudá-lo a definhar a partir de agora num Brasil onde 52% do eleitorado é feminino e que não vai mais voltar atrás em sua luta pelas mulheres


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O ataque de Bolsonaro à repórter Patrícia Campos Mello vai ajudá-lo a definhar a partir de agora num Brasil onde 52% do eleitorado é feminino e que não vai mais voltar atrás em sua luta pelas mulheres

'O presidente chegou ao limite da indignidade' O âncora Carlos Alberto Sardenberg comentou, no início do CBN Brasil desta terça-feira, os comentários de cunho sexual feitos pelo presidente Bolsonaro direcionados à jornalista Patrícia Campos Melo, da Folha. Ironicamente, e usando expressão de duplo sentido, disse que ela 'quis dar o furo c...



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O âncora Carlos Alberto Sardenberg comentou, no início do CBN Brasil desta terça-feira, os comentários de cunho sexual feitos pelo presidente Bolsonaro direcionados à jornalista Patrícia Campos Melo, da Folha. Ironicamente, e usando expressão de duplo sentido, disse que ela 'quis dar o furo c...

Folha diz que Bolsonaro despreza ‘a dignidade, a honra e o decoro’ da Presidência O jornal Folha de São Paulo divulgou nota sobre os novos ataques do presidente Jair Bolsonaro à repórter do jornal Patrícia Campos Mello.

Deputados do PSOL devem ingressar com ação por quebra de decoro contra Bolsonaro Iniciativa é motivada por ofensas do presidente a jornalista da Folha. A Federação Nacional dos Jornalistas repudiou a fala. No ano passado, o órgão fez um levantamento que mostrou que Bolsonaro faz, em média, três ataques à imprensa por semana.


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Iniciativa é motivada por ofensas do presidente a jornalista da Folha. A Federação Nacional dos Jornalistas repudiou a fala. No ano passado, o órgão fez um levantamento que mostrou que Bolsonaro faz, em média, três ataques à imprensa por semana.

A deputada protesta nas redes sobre fala de Bolsonaro Bolsonaro tem que responder na Justiça pela insinuação criminosa feita hoje. Referindo-se insinuação sexual feita a jornalista Patrícia Campos Mello.


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Bolsonaro tem que responder na Justiça pela insinuação criminosa feita hoje. Referindo-se insinuação sexual feita a jornalista Patrícia Campos Mello.

Presidente da OAB reage a ofensa de Bolsonaro contra repórter: ‘Mau-caratismo institucionalizado’ Felipe Santa Cruz se diz 'perplexo' com fala do presidente sobre jornalista

Incapaz de governar, Bolsonaro comete violência sexual contra repórter... -

Leonardo Sakamoto: "Agindo na posição em que se sente mais confortável, a de meme de grupo de WhatsApp, Jair Bolsonaro repetiu a grotesca violência de cunho sexual contra a repórter Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, na manhã desta terça (18), em frente ao Palácio do Alvorada"

Presidente do Senado reage contra ataques a vídeo em que dança ao lado do pai

Presidente do Senado reage contra ataques a vídeo em que dança ao lado do pai
Foto: Alan Santos/PR
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reagiu na noite de segunda-feira (17) à divulgação acompanhada de ofensas de um vídeo em que aparece dançando Carnaval de rua com o pai. O vídeo é compartilhado nas redes sociais por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro com mensagens homofóbicas.

"Uma crescente onda de intolerância, preconceito e desrespeito toma conta das redes sociais", escreveu. "É inacreditável que algumas pessoas sejam tão desrespeitosas que se sintam no direito de agredirem, sem mais nem menos, a imagem de um pai feliz em um momento de descontração com o filho". Em sua reação, o presidente do Senado disse que o mundo não precisa das ofensas nas redes sociais e prometeu a busca pelo Congresso Nacional de caminhos para a criminalização dos atos de ódio e intolerância. 

Em nota divulgada pelo Senado, Alcolumbre afirmou considerar um avanço o marco civil da internet, aprovado em 2014 pelo Congresso, mas que é preciso continuar trabalhando para combater a intolerância no meio virtual.  Para ele, todos perdem quando um "pequeno grupo" acredita seguir impune para atacar e ofender. A reação do presidente do Senado foi interpretada por bolsonaristas como uma ameaça de censura na internet. Alcolumbre disse sentir a obrigação de defender o pai, o mecânico José Tobelem, conhecido como Samuca. 

O vídeo dançando Carnaval foi publicado pelo próprio presidente do Senado em uma rede social, no sábado (15), como uma lembrança do Carnaval do ano passado no Amapá. No texto que acompanha as imagens, Alcolumbre afirma que seu pai é o seu amor de todos os carnavais. "Te amo, pai!", escreveu.  Segundo ele, após a publicação, o vídeo foi editado e compartilhado com mensagens ofensivas.  Entre os bolsonaristas que divulgaram os ataques ao presidente do Senado está Allan dos Santos, do canal Terça Livre.

"Que encouchada (sic) é essa? A coisa tá animada, hein!", escreveu. O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente e conhecido por comandar influenciadores digitais conservadores, não divulgou o vídeo, mas compartilhou mensagem em que um internauta rebate Alcolumbre dizendo que Bolsonaro "sofre com isso a (sic) mais de 5 anos" e não pensou em criminalizar a situação. Na semana passada, o coletivo Jornalistas Contra o Assédio lançou um abaixo-assinado para pedir ao Twitter explicações sobre o que a plataforma "entende por discurso de ódio". O principal motivo foram postagens que difamam a repórter da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello. O coletivo cobrou a exclusão das postagens ofensivas. 

O Presidente do Senado Davi Alcolumbre queima a rosca ou não?


Veja outros Tweets de Raynor Aguiar

Bahia Notícias

'Tudo a vista de todos': Presidente do TJ-BA compara homem público a animal em zoológico

Terça, 18 de Fevereiro de 2020 - 09:30

por Cláudia Cardozo

'Tudo a vista de todos': Presidente do TJ-BA compara homem público a animal em zoológico
Foto: Raul Spinassé/ Ag. A Tarde
O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Lourival Trindade, defendeu a importância da transparência para o Judiciário e destacou o papel da imprensa neste processo. Em entrevista no programa Isso é Bahia, de A Tarde FM 103.9 e Bahia Notícias, nesta terça-feira (18), o desembargador afirmou que a imprensa tem “um papel inarredável e fundamental”. “É nossa parceira, coadjuvante, no sentido de dar transparência de todos os nossos atos, para que nada se faça as ocultas”, declarou.

Lourival chegou a comparar o homem público como “animais em zoológico”. “Nós temos que nos imaginar como verdadeiros animais de zoológico. Temos que fazer tudo a vista de todos”, exclamou, complementado que a medida é “necessária nos tempos em que estamos vivendo”. Para ele, os parlamentares e membros do Executivo tem mais visibilidade, e, por isso, estão sujeitos a mais fiscalizações no dia a dia. Entretanto, destaca que os tempos de “clausura e invisibilidade” do Poder Judiciário estão mudando. “Nós temos o portal da Transparência. O principal desafio nosso é convocar a sociedade como um todo para que o Judiciário tenha uma visão transparente, de que tudo que ocorre lá dentro, nada se fará as ocultas. Terá que ser feito à vista de todos. O Judiciário não pode fugir a essa regra de transparência”, avaliou.

Ainda durante a entrevista, o presidente da Corte baiana declarou ser contra a desativação de comarcas, que chegou a ser uma voz contrária no TJ-BA quando a medida foi colocada em discussão. Para ele, é preciso valorizar o 1º Grau de Justiça, que vive atualmente um a situação de “caos e estrangulamento”. Sinalizou que o 2º Grau de Justiça funciona tão bem quanto dos demais tribunais do país.

PRIVILÉGIOS X PRERROGATIVAS
Questionado pelos jornalistas Fernando Duarte e Jefferson Beltrão sobre os privilégios que a carreira do Judiciário ostenta, como benefícios e auxílios, o desembargador foi taxativo: “O privilégio é sempre uma ofensa para quem o recebe, prerrogativa é outra coisa”. “Prerrogativa sim, não só para o servidor. Agora, eu sou contra privilégios”, esclarecendo que as prerrogativas são diferentes e necessárias para o exercício da função. Sobre as prerrogativas da advocacia, declarou que o Judiciário não pode cerceá-las, e entende que o “advogado é o muro das lamentações dos clientes”, e que o Judiciário é a “atalaia” da cidadania, devendo resguardar direitos dos cidadãos, pois “o bem essencial, a vida, não tem preço”.

Bahia Notícias

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