domingo, setembro 15, 2019

Moro baixa o pau na Globo, com medo de perder o emprego do patrão Bolsonaro

Assustado com o risco real de perder o emprego, o ex-juiz e atual ministro de Bolsonaro, Sérgio Moro, usou sua conta no Twitter para criticar a imprensa e defender a família do presidente
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Para agradar Bolsonaro, Moro questiona ética da Globo – Assustado com o risco real de perder o emprego, o ex-juiz e atual ministro de Bolsonaro, Sérgio Moro, usou sua conta no Twitter para c…

sábado, setembro 14, 2019

:Tem gente que parece sofrer de amnesia e esquecem tudo que já fizeram

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé e terno



Desde quando  o prefeito Deri do Paloma assumiu a  prefeitura iniciei a criticar seu governo por não concordar com seu modo de agir e administrar, com isso não quero dizer que estou do outro lado; meu lado é deixar o povo informado.
O que  deixa-ma indignado e perplexo, é quando escuto gente que passou toda uma vida fazendo pior do que o prefeito Deri, e zombando da inteligência dos jeremoabenses querer dar uma de dono da verdade e dá honestidade, quando Deri do Paloma em comparação a eles não passa de um " aprendiz".
Assisto e escuto constantemente condenarem  o nepotismo como se nunca tivessem praticado nepotismo durante todo tempo na prefeitura de Jeremoabo.
Falam dos contratados, quando foram eles os criadores e implantadores dos contratados, moeda para compra de votos.
A bola da vez agora a Secretária de Saúde vender combustível para a prefeitura, não quero dizer que seja certo, pois venho criticando quase que diariamente, acho ilegal e imoral, porém, faço a seguinte pergunta: será que quem implantou essa imoralidade e essa ilegalidade em Jeremoabo, foi Deri do Paloma?
Afirmo e comprovo que não, muito antes dele esse dolo já era praticado e de forma ainda pior.
O hospital todos nós condenamos e criticamos, porém, desde a sua inauguração só funcionou mais ou menos no tempo do prefeito João Ferreira.
Sou a favor que fiscalizem e denunciem, porém, querer crucificar os demais quando fizeram pior, aí já é tão cara de pau, que deveria ter escrito na testa "Madeira de reflorestamento".
Esse Blog tem arquivado mais de 40.000 (quarenta mil) matérias cujo início foi a partir da primeira vez que Tista de Deda foi eleito prefeito, portanto, toda história da Administração Municipal desde aquela época até´os dias de hoje, está documentada e guardada.

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Ex-senador José Agripino Maia tem bens bloqueados pela Justiça

O ex-senador do Rio Grande do Norte é acusado de ter empregado entre 2009 e 2016, no gabinete do Senado em Brasília, um funcionário fantasma. O esquema teria desviado quase R$ 600 mil dos cofres públicos.

A última vez que eu bebi foi no ano de 1974″, diz ex-presidente Lula em entrevista; VEJA VÍDEO

POLEMICAPARAIBA.COM.BR
Segundo ele, a última vez que isso aconteceu foi no sindicato dos metalúrgicos, em São Paulo, após um jogo entre as seleções do Brasil e da Holanda.

Aras expressa compromisso com força tarefa e convida procuradores da Lava Jato a retomarem cargos

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Breno Pires
Estadão
Indicado para a Procuradoria-Geral da República, Augusto Aras convida procuradores que deixaram a equipe da Lava Jato no órgão recentemente a reassumirem seus cargos. A “debandada” ocorreu em protesto contra a atuação da atual procuradora-geral, Raquel Dodge. Dos seis procuradores que pediram demissão apontando “grave incompatibilidade de entendimento” em relação a Dodge, cinco foram convidados por Aras a voltar.
Apenas a procuradora Raquel Branquinho, que era chefe do grupo da Lava Jato na PGR, não será chamada. Ela era o braço-direito de Dodge na área criminal. Segundo aliados de Aras, a iniciativa tem dois objetivos: demonstrar apoio à continuidade da Lava Jato, apesar das críticas que ele já fez aos métodos da operação, e ao diálogo interno. Uma parcela significativa do Ministério Público Federal reclama do isolamento de Dodge na cúpula da instituição.
SUGESTÃO – A ideia de manter os nomes do grupo da Lava Jato da PGR partiu da procuradora Thaméa Danelon, ex-coordenadora da operação em São Paulo e primeira convidada de Aras para integrar a equipe que atua na área penal. Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Alessandro Oliveira, Hebert Mesquita e Victor Riccely são os nomes convidados.
A iniciativa motivou elogios do coordenador da força tarefa da Lava Jato no Paraná, o procurador Deltan Dallagnol, que havia criticado a indicação de Aras por não ter respeitado a lista tríplice da categoria. Em mensagem enviada a colegas em uma rede interna, Deltan afirmou que “é hora de trabalhar pelo MPF” e “é importante o trabalho conjunto para continuar expandindo as investigações”.
BANDEIRA BRANCA – A bandeira branca foi estendida também pelo ex-chefe da Cooperação Internacional da PGR, Vladimir Aras, primo do indicado por Bolsonaro. Vladimir concorreu à lista tríplice e não ficou entre os três primeiros. Ele disse que a escolha do presidente foi feita dentro da Constituição e que não vê motivos para mobilização contra a indicação.

Ainda há quem lute contra a desnacionalização da economia brasileira


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Desembargador Feu Rosa quer incentivar o empresário nacional
Antonio Santos Aquino
É a primeira vez que leio o nome desse ilustre cidadão, Pedro Valls Feu Rosa, desembargador no Espírito Santo e que é brasileiro no sentido superior do termo, autor do importantíssimo trabalho sobre a desnacionalização da nossa economia, transcrito aqui no Blog. Feu Rosa ama o Brasil e seu povo, demonstrando preocupação com os mais pobres e sacrificados.
Feu Rosa mostra que, da indústria alimentícia à mineração, da comunicação à siderurgia, dos transportes à energia, o que o Brasil possuía de melhor foi vendido a grupos estrangeiros. Um país não pode se desenvolver verdadeiramente sob tais condições.
ATÉ NO AGRONEGÓCIO – “Parece incrível, mas vergonhosamente empresas estrangeiras já são responsáveis por 70% de nossas exportações de soja, 15% das de laranja, 13% de frango, 6,5% de açúcar e álcool e 30% das de café! Isto já sangra o Brasil em mais de US$ 12 bilhões a cada ano, só a título de remessa de lucros”, denuncia o desembargador.
Ao mesmo tempo, temos um presidente da República que ninguém sabe se é um desequilibrado mental ou verdadeiramente um “Calabar do século XXI”. E que trouxe, de contrapeso, uns filhos que por ordem do pai vivem a ofender os generais que resguardam e defendem os seus desequilíbrios. Agora até insinuam uma ditadura.
APANÁGIO – Nós, brasileiros, somos respeitadores de nossas tradições e temos a “Democracia” como um apanágio. Entretanto, é bom lembrar o que “augurou” o ex-presidente general João Figueiredo: “No Brasil haverá uma guerra civil e correrá muito sangue”.
Nós, brasileiros que amamos o país, não queremos isso. Porém, se por azar do destino chegarmos a essa desgraça,  aqueles que se comportam hoje como nazifascistas, intimidando o povo, mostrando armas, tirando-lhe os direitos já conquistados  e vendendo o Brasil, terão o mesmo fim de Mussolini e morrerão pendurados de cabeça para baixo.
E BOLSONARO? – Nos dias de hoje, é difícil defender a família Bolsonaro. Mas os “Zeros” só fazem o que o pai manda. Quem defende ou ou faz crítica “frapê” está tolerando e defendendo.
Levar no ridículo a família de outro presidente que nada fez e nada falou e nem praticou de errado só para atenuar o que os Bolsonaros fazem de absurdo é “algo inaceitável e até inimaginável.
Por fim, saibam que, em momento de perigo, o povo brasileiro sempre se uniu, pois tem amor a Pátria e não é feito de frouxos.
Parabéns, Dr. Pedro Valls Feu Rosa.

Encontro com ex-superintendente dos Correios e “reverência” reforçam suspeitas sobre Indio da Costa


Cleber Isaias, ex-superintendente, se curva diante de Indio
Luiz Vassallo
Estadão
Imagens de um encontro em um restaurante mostram uma ‘reverência’ de Cléber Isaías Machado, ex-superintendente dos Correios no Rio, ao ex-deputado federal Índio da Costa, suspeito de apadrinhá-lo na empresa para manter supostos esquemas de corrupção na empresa. Ambos chegaram a ser presos na Operação Postal Off, que mira fraudes e desvios que causaram prejuízo de R$ 13 milhões.
Nesta quinta-feira, dia 12, Índio da Costa foi solto, após habeas corpus concedido pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Ele já foi candidato ao governo fluminense e à Prefeitura da Rio e concorreu à vice-presidência de José Serra em 2010. Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado na Postal Off negociava cargos nos Correios pelo valor de uma mesada de até R$ 250 mil. Parte da cúpula dos Correios era apadrinhada pelo ex-deputado federal, de acordo com os investigadores.
“PROPINAS” – De acordo com a representação da Polícia Federal pelas prisões, Índio da Costa foi citado por Cleber como o político que teria dado o aval à sua nomeação para o cargo de Superintendente dos Correios no Rio de Janeiro e que cobrava de Cleber  de  R$ 30 a R$ 50 mil  mensais para assegurar sua manutenção no cargo’.Para reforçar a ligação entre o ex-parlamentar e seu superintendente apadrinhado, a PF também analisou uma gravação ambiental entre Cleber e outro superintendente dos Correios, Marciano da Silva.
Segundo a PF, a ‘narrativa demonstra que Cleber Isaias Machado foi indicado ao cargo de Superintendente dos Correios no Rio de Janeiro por Miguel Martinho dos Santos Junior, que foi assessor do então presidente dos Correios, Guilherme Campos’.
“Precisou ser sabatinado pelo deputado federal Indio da Costa, que teria dado a última palavra sobre sua nomeação para o cargo. A sabatina se deu durante a campanha de Indio da Costa para a prefeitura do Rio de Janeiro (fato que ocorreu em 2016)”.“Cleber informa que a cadeira no Rio de Janeiro (certamente a de Superintendente), custava de R$ 200 a R$ 250 mil por mês. Ao que tudo indica também dependeria de ajudar empresas ligadas a ele… (o político, ao que indica o contexto da conversa)”, diz a PF.
VÍNCULO – Em diligências, por meio de interceptação telefônica, a Polícia Federal descobriu que Cleber e Índio se encontrariam em um restaurante. “Assim, com a breve ligação telefônica captada e o encontro registrado, o vínculo entre Cleber e Indio da Costa restou reforçado. Tais fatos também dão credibilidade ao conteúdo do áudio ambiental de Cleber”

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