quarta-feira, setembro 11, 2019

Nepotismo deu bate boca na Câmara de Vereadores de Jeremoabo

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Tem certas coisas que eu preferia não assistir nem tão pouco escutar, pois não sei ficar calado.
 Ontem na reunião da Câmara de Vereadores, o maior bate boca foi na hora em que uma vereadora cobrou do secretário de Infraestrutura atitude contra o nepotismo de seus familiares quando deveria cobrar de todos.
Em Jeremoabo quem mais denunciou e continua denunciando o nepotismo tanto nos governos anteriores quanto no atual, sou eu através deste Blog; portanto, estou bem a vontade para comentar o ocorrido de ontem.
Nos governos anteriores existiu gestor que empregou em nome da prefeitura, vaqueiro, tratorista, domestica, cunhada, irmão, tio etc.
Para não ir muito longe transcreverei uma matéria que os nobres edis tinham conhecimento mas permaneciam inertes e omissos.

O nepotismo na Prefeitura de Jeremoabo, além de ilegal e imoral já se tornou caso de polícia com direito a cassação e inegibilidade.

O nepotismo na Prefeitura de Jeremoabo, além de ilegal e imoral já se tornou caso de polícia com direito a cassação e inegibilidade.
O prefeito “pedinho” que tanto criticou e denunciou o seu antecessor , que em campanha eleitoral prometeu ajudar e beneficiar o povo, ao assumir a prefeitura por renuncia do “tista de deda”, realmente beneficiou, a sua família.
Está dando uma de “justo Veríssimo, personagem do Chico Anísio , ” cuja máxima era “ eu quero é me fazer , o povo que se exploda”, ou então "O bem amado, homem sem cultura, mau-caráter e obcecado pelo poder, Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), O “bem-amado” em questão é o corrupto e demagogo Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), candidato a prefeito de Sucupira, adorado pela maior parte da população."

Realmente perdeu o restinho de escrúpulo. Deu adeus a qualquer eventual pudor, deu um bela banana para toda a população de Jeremoabo, e procurando se fazer, colocou seus familiares nos pontos estratégicos da tão explorada e extorquida viúva:
Na Secretária de Ação Social – colocou a sua esposa
Na Tesouraria – colocou o Nelson, seu primo
Na Secretaria do Meio Ambiente - presenteou seu irmão Gilberto
Na Secretaria de Obras agraciou seu irmão Vicente
Portanto todos são comissionados, se mexer ainda há mais casos de nepotismo. e o pior, pago com o dinheiro do contribuinte,
Tá igual a propaganda do Conhaque Deher; "de pai para filho".

Para que a população de Jeremoabo acorde, entenda o grande desserviço e mal que o prefeito “pedrinho”, vem praticando contra o eleitor de Jeremoabo, transcreverei abaixo um alerta do Promotor de Alagoas:
A denúncia pode ser anônima, mas bem fundamentada, com o nome completo do servidor, do parente e dos cargos que ocupam. “Nós não vamos divulgar o nome de ninguém que denunciar”, garantiu o promotor Jamyl Barbosa, acrescentando que o anonimato é assegurado para evitar represálias ou perseguições aos denunciantes. Para o promotor, quem faz denúncia de nepotismo, presta um grande serviço ao município ou ao Estado. “Até porque a Constituição Federal só permite acesso ao serviço público por concurso, que é a forma mais democrática de selecionar os melhores. Os cargos comissionados, que são preenchidos sem concurso e por isso mesmo são limitados e transitórios, também devem seguir o mesmo critério de eficiência e aptidão para o cargo, contanto que o nomeado não seja parente de quem nomeia ou indica”. (Fonte: Ministério Público de Alagoas).
Parece que o maldito metal vil cegou o Prefeito “Pedrinho”, que não poupa em colocar e expor seus familiares ao ridículo, além de sujeita-los as penalidades da Lei.

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Justiça barra tentativa de quebrar sigilo de David Miranda

Justiça barra tentativa de quebrar sigilo de David Miranda

POR LAURO JARDIM
David Miranda
O juiz auxiliar da 16ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, Marcelo da Silva, barrou a tentativa do Ministério Público do Rio de Janeiro de quebrar o sigilo fiscal e bancário de David Miranda.
Miranda, deputado federal pelo PSOL fluminense, é casado com Glenn Greenwald, dono do Intercept Brasil.
Em despacho de sete páginas, além de decretar segredo de justiça para o caso, Silva afirma que "a prévia oitiva dos envolvidos" aparece "como medida de economia processual, sem colocar em risco a efetividade de futuro processo".
Miranda é investigado pelo MP por "movimentação financeira atípica (...) bem como possível evolução patrimonial incompatível". A suspeita é que Miranda praticaria uma suposta "rachadinha" com funcionários do seu gabinete em seus tempos de vereador no Rio de Janeiro.
Em sua decisão, o juiz relata que consta ter sido "comunicado ao Coaf pelo Banco do Brasil, a identificação na conta nº. 19171, de David Miranda, de movimentação de recursos na ordem de R$ 2.598.441,00, no período de um ano".

PF deflagra ação que investiga vendas de sentenças na Bahia

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Agentes cumprem 11 mandados de busca e apreensão nesta manhã

Glenn denuncia retaliação de Bolsonaro a David Miranda

Glenn afirmou que seu marido está sendo retaliado pelas reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil. "Estamos totalmente tranquilos, porque é uma mentira, não tem evidência nenhuma, é exatamente esse jogo sujo que eles fazem, e não vamos parar por causa disso", disse.

Gabriela Hardt vê ilegalidade em prova, mas mantém condenação

Gabriela Hardt, substituta na 13ª Vara Federal de Curitiba, reconheceu que o grampo foi autorizado por autoridade incompetente e tocado por autoridade incompetente.
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DECISÃO: Candidata que apresentou declaração de experiência profissional sem reconhecimento de firma consegue que documento seja validado como título para concurso público 11/09/19 15:51


Crédito: Imagem da webDECISÃO: Candidata que apresentou declaração de experiência profissional sem reconhecimento de firma consegue que documento seja validado como título para concurso público
Por unanimidade, a Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou provimento à apelação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares em caso em que uma candidata a concurso público apresentou declaração de experiência profissional desacompanhada de reconhecimento de firma como título válido.
A requerente alegou que a banca examinadora incorreu em ato ilegal ao não considerar a declaração como documento válido para a seleção.
Os títulos apresentados não foram aceitos pelo Instituto AOCP, realizador do certame, porque a declaração fornecida pelo Hospital Risoleta Neves, em que se atesta a experiência profissional da autora, não tinha o reconhecimento de firma na declaração.
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares sustentou, em outros motivos, que a candidata não preencheu com perfeição os requisitos editalícios exigíveis para terem integralmente computados os pontos referentes à sua experiência profissional no Hospital Risoleta Neves.
O relator, desembargador federal João Batista Moreira, afirmou que não foi cogitada a hipótese de fraude na expedição da declaração apresentada pela autora, tendo ela deixado de pontuar, comprovando mais de cinco anos de experiência profissional, o que lhe renderia 5,0 pontos na prova de títulos – exclusivamente pelo fato de não ter havido reconhecimento de firma no documento. “A desconsideração de um título tão somente por não ter sido acompanhado de reconhecimento de firma é medida que fere o princípio da proporcionalidade e da razoabilidade”, ressaltou.
Processo: 0067256-50.2014.4.01.3800/MG
Data do julgamento: 22/07/2019
Data da publicação: 31/07/2019
JS
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região
 

Época entrevistou vários funcionários fantasmas do gabinete de Carlos Bolsonaro


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Fantasmas estão sendo investigados pelo Ministério Público
Juliana Dal Piva, Juliana Castro e Chico OtavioÉpoca
O Ministério Público do Rio abriu dois procedimentos para investigar as denúncias de uso de funcionários fantasmas e a eventual prática de “rachadinha”, como é conhecida a devolução de salários, no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). As investigações foram abertas com base em reportagem publicada pela revista Época em junho que revelou que Carlos empregou sete parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro e sua madrasta. Dois admitiram à reportagem nunca terem trabalhado para o vereador, embora estivessem nomeados. O MP ainda apura suspeitas de que outros três profissionais nunca deram expediente na Câmara.
A partir de um pedido com base na Lei de Acesso à Informação, o MP confirmou os dois procedimentos, mas informou que ambos tramitam sob segredo de justiça. A investigação criminal está a cargo do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, com apoio do Grupo de Atribuição Originária Criminal (Gaocrim). Já na esfera cível, onde se apura eventual improbidade administrativa, a investigação ocorre na 8ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital.
CONFIRMAÇÃO – Um dos principais alvos da investigação é a situação de Marta Valle — professora de educação infantil e cunhada de Ana Cristina Valle. Moradora de Juiz de Fora, em Minas Gerais, ela passou sete anos e quatro meses lotada no gabinete entre novembro de 2001 e março de 2009. Procurada por Época, Marta disse que nunca trabalhou para Carlos. “Não fui eu, não. A família de meu marido, que é Valle, que trabalhou”. O salário bruto de Marta Valle chegou a R$ 9,6 mil, e, com os auxílios, chegava a R$ 17 mil. Segundo a Câmara de Vereadores, ela não teve crachá como assessora.
Outro caso descoberto pela reportagem foi Gilmar Marques, ex-cunhado de Ana Cristina Valle e morador de Rio Pomba, em Minas Gerais. Com a correção inflacionária, o salário bruto dele chegou a R$ 7,9 mil, mas somados os auxílios chegou a R$ 14 mil. Questionado, não se recordava da nomeação e disse: “Meu Deus do céu. Ah, moça, você está me deixando meio complicado aqui. Eu ganhava? Isso aí você deve estar enganada”. Ele também nunca teve identificação funcional da Câmara Municipal do Rio.
“ASSESSOR-CHEFE” – A situação se repetiu em relação ao advogado Guilherme Henrique de Siqueira Hudson que constou como assessor-chefe do vereador Carlos Bolsonaro durante dez anos – entre abril de 2008 e janeiro de 2018. Guilherme é primo de Ana Cristina Siqueira Valle e, apesar de todo o tempo em que ficou lotado na chefia do gabinete, ele jamais teve crachá. Desde 2012, possui residência fixa em Resende, onde casou e abriu um escritório de advocacia, além de uma loja de decoração. Desde 2012, o site do Tribunal de Justiça do Rio mostra que ele atuou em 68 processos na região de Resende e em cinco na capital. Resende fica a cerca de 170 quilômetros da capital.
No período em que Hudson foi relacionado como assessor-chefe, Ananda Hudson, sua mulher, foi nomeada no gabinete para ocupar o cargo e salário deixados por Marta Valle, quando ela foi exonerada, em 1º de março de 2009. Ananda constou como assessora até agosto de 2010. No mesmo período, porém, ela cursava faculdade de Letras em Resende.
Depois que Ananda Hudson saiu, o cargo dela foi repassado a Monique Hudson, cunhada de Guilherme. Monique é outra que nunca teve crachá da Câmara. Ela também mantém residência fixa em Resende há pelo menos duas décadas. Monique ficou lotada no gabinete da Câmara Municipal até dezembro de 2014, mas, nesse período, também cursou Letras na Associação Educacional Dom Bosco, mesma faculdade de Ananda.
MAIS FANTASMAS – A investigação também inclui Andrea Siqueira Valle, irmã de Ana Cristina. Ela constou como servidora de Carlos entre os anos de 2006 e 2008. Fisiculturista, ela também foi nomeada nos gabinetes de Jair e de Flávio. Ao todo, ficou lotada por 20 anos. Mas, fora as listas de frequência entregues pelos próprios parlamentares, não há registro do trabalho dela. Andrea também não teve crachá da Câmara do Rio.
Segundo a Câmara Municipal do Rio, “a emissão dos crachás dos servidores ocorre preferencialmente no dia da sua posse”. Procurado por meio de seu chefe de gabinete, Carlos Bolsonaro não respondeu aos questionamentos da revista Época. A reportagem também não teve retorno de Marta, Gilmar, Guilherme, Ananda e Monique.
OUTROS CASOS – Os casos de funcionários com dificuldade de comprovar que trabalharam no gabinete de Carlos, embora estivessem nomeados, não se restringem aos parentes da ex-mulher de Bolsonaro.
Reportagem do jornal O Globo de agosto deste ano mostrou as histórias de Diva da Cruz Martins e a filha, Andrea da Cruz Martins. A primeira esteve lotada entre fevereiro de 2003 e agosto de 2005 e a segunda, de 2005 até fevereiro deste ano. Em novembro de 2013, no entanto, quando Andrea deu entrada nos papéis de seu casamento no cartório de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ela identificou-se como “babá”.
Já Diva, ao ser questionada se tinha trabalhado na Câmara, negou. “Não. Nunca”, disse. Ao ser informada que seu nome constava entre os assessores, reagiu com ironia: “Que bom que aparece (o nome)”, finalizou. O salário bruto médio real de Diva no período foi de R$ 9 mil e o de Andrea, R$ 10,7 mil.
A Época não conseguiu contato com Diva e Andrea.

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