sábado, dezembro 26, 2015



Folha de S.Paulo
58 min ·
Se chegar ao volume morto, a maior barragem do Nordeste deixará de produzir energia elétrica. (via Folha Cotidiano) ‪#‎folha‬


Sem trégua. (via Folha Poder) ‪#‎folha‬


Investigações impõem desgaste ao presidente da Câmara e dificultam avanço no Congresso de projetos de caráter conservador com seu apoio


Com dívida de R$ 1,3 bi na saúde, Pezão também não obteve sucesso em negociação com o Tribunal de Justiça. http://glo.bo/1NGI4TE ‪#‎JotnalOGlobo‬
Foto: Guito Moreto/Agência O Globo
oglobo.globo.com
 

Taxa de sucesso na delação de Youssef lança polêmica: Afinal, o crime compensa?

Cientista político comenta acordo da defesa do doleiro com a Justiça


O doleiro Alberto Youssef, ao mesmo tempo em que é tido como um dos principais operadores do esquema de corrupção que desviou bilhões de reais da Petrobras, é também uma das peças-chave para a recuperação desse dinheiro (o Ministério Público Federal pede o ressarcimento de R$ 1 bilhão). Essa condição fez com que fosse incluída em sua delação premiada, homologada pelo STF há um ano, uma polêmica cláusula de performance, conhecida como taxa de sucesso, que projeta ao doleiro condenado vantagens financeiras. Estas, condicionadas pelos valores a serem recuperados pelo MPF com a sua ajuda. Leia mais
Por Thomas Badofszky - Jornal do Brasil - 26/12/2015 - 02:01:24
  

Juiz condena telefônicas que “empurram” serviços

Operadoras impõem serviço sem que clientes o solicitem
Decisão põe fim à tarifa sobre mecanismo de mensagens não solicitado. Multa é de R$ 1 milhão por descumprimento. Veja também: PSB acha que parlamentarismo é solução
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Cunha – Pedro Ladeira - 12.mar.2015/Folhapress sucessor

Cunha quer vice no comando da Câmara caso seja afastado pelo STF

Aliado do peemedebista, Waldir Maranhão
(PP-MA) também é alvo da Operação Lava Jato






sexta-feira, dezembro 25, 2015

Não é o caso de pedir o impeachment de Luís Roberto Barroso?


Barroso mentiu, fraudou seu voto e influenciou outros ministros
Ednei Freitas


Eclipse da razão e falência das instituições


Charge de Junião (reprodução do Diário do Povo)
Percival Puggina 




Segundo pesquisador, o aplicativo pode simplesmente "quebrar" se receber uma mensagem com cerca de 4 mil emojis
ibahia.com


Somadas, penas das 15 sentenças já julgadas por Moro chegam a total de 679 anos. http://glo.bo/1RKp1vz ‪#‎JornalOGlobo‬


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2 h ·

A linha de questionamentos da PF a Bumlai revela que os investigadores buscam algum indício de envolvimento do ex-presidente e do PT nos negócios…
diariodopoder.com.br



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1 h ·

O PSI oferece linha de crédito do BNDES para a compra e a exportação de bens de capital e investimentos em pesquisa e inovação.
diariodopoder.com.br



Lewandowski leva visita de Cunha para a vitrine http://bit.ly/1SfAsKQ








Ações da Lava Jato e STF indicam que o ano não será nada fácil para Lula, Cunha e Renan Calheiros


Foto: André Coelho/Agência O Globo
oglobo.globo.com


Bahia.com
‪#‎Bahia‬
Salvador ganha destaque na mídia internacional; confira: http://goo.gl/YoxZZw


Trabalho de senador, relator no Congresso, é considerado ‘político’. http://glo.bo/1mhBvh5
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
oglobo.globo.com


CBN
2 h ·
Investigações custam caro e especialistas questionam retorno à população. Reportagem exclusiva é de Felipe Igreja:


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52 min ·
O líder do maior bloco da Câmara, Jovair Arantes (PTB-GO), à frente de 79 deputados do PP, PTB, PSC, PHS, apoiou Dilma 77% das vezes.
diariodopoder.com.br










Houve fraude e o julgamento do STF tem de ser cancelado


Charge de Bessinha (reprodução da Conversa Afiada)
Carlos Newton
Com base nos vídeos do Portal Vox que correm na internet, que desnudaram o ministro Luís Roberto Barroso, mostrando a que ponto chegou sua subserviência e seu servilismo ao governo no importantíssimo julgamento da ação sobre o rito do impeachment, os jornalistas Augusto Nunes e Filipe Moura, ambos da Veja, fizeram textos arrasadores contra este integrante do Supremo.
De fato, ao mentir propositadamente e usar argumentos falsos para levar os demais ministros a conclusões equivocadas, Barroso se comportou como um malandro vulgar, um verdadeiro estelionatário jurídico. Mesmo sabendo que suas falácias estavam sendo transmitidas ao vivo e a cores, com as gravações possibilitando que posteriormente fosse desmascarado, Barroso insistiu nessa tática suja e desavergonhada.
Com isso, demoliu os argumentos verdadeiros e procedentes usados por Teori Zavascki, Edson Fachin e Dias Toffoli, fazendo com que a maioria dos ministros incorresse em erro material, ao julgar com base em justificativas jurídicas que na verdade não existiam, foram criadas por Barroso no voto que apresentou de forma até debochada, denegrindo o Supremo Tribunal Federal e a imagem da Justiça, que já andava bastante encardida desde o julgamento do mensalão, com a ressurreição dos insepultos embargos infringentes e com a invenção da organização criminosa que atua de forma autônoma, sem formação de quadrilha.
Primeiro, vamos conferir o texto de Augusto Nunes, transcrevendo importantes gravações. Depois, a coluna de Filipe Moura Brasil.
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O QUE BARROSO FEZ É COISA DE VIGARISTA
Augusto Nunes

“Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente.
─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a possibilidade de votação secreta.
─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.
─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.
Salvo engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno, artigo 188, inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por escrutínio secreto far-se-á para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidente de comissões permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa…
Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:
─ Sim, mas olha aqui…
… e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.
As sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados realçam o sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então, confisca a palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra aparece no vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada: para esconder a fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais do texto: “…e nas demais eleições”.
Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:
Considero, portanto, que o voto secreto foi instituído por uma deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo.
Conversa fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que Barroso fez para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi guilhotinado por uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor público que é pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista.
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MAS A FARSA NÃO PARA POR AÍ
Filipe Moura Brasil

(…) “E o que Barroso faz? Interrompe a leitura no momento imediatamente anterior ao trecho que legitima a votação secreta para “as demais eleições”, ou seja: para todas as eleições realizadas na Casa.
Mas a farsa não para por aí. Barroso também falsifica a história ao escrever o seguinte em seu voto: “Por fim, a votação aberta (simbólica) foi adotada para a composição da comissão especial no processo de impeachment de Collor, de modo que a manutenção do mesmo rito seguido em 1992 contribui para a segurança jurídica e a previsibilidade do procedimento.”
É mentira! Para a comissão especial da Câmara que deu o parecer no caso Collor, a votação foi SECRETA! Prevaleceu na ocasião a mesma tese de que uma eleição deve ser feita secretamente, como ocorre em todas as que se realizam no Congresso, para a escolha dos presidentes das Casas e a formação da Mesa Diretora.
Aberta foi a votação posterior na Câmara pela abertura do processo de crime de responsabilidade de Collor, com 441 votos a favor, 38 contra, 1 abstenção e 23 ausências, no dia 29 de setembro de 1992.”
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CONCLUSÃO: HOUVE FRAUDE NA SESSÃO

Não há notícia de que, na História do Supremo, tenha ocorrido tão grotesca fraude num julgamento de tamanha importância. Como todos viram, a maioria dos ministros foi influenciada diretamente pelo voto de Luís Roberto Barroso. Não conheciam direito o Regimento da Câmara, não podiam imaginar que outro ministro se rebaixasse a esse ponto, mentindo, manipulando e distorcendo informações jurídicas, comportando-se como um advogado de porta de cadeia que tenta convencer o carcereiro a libertar um meliante.
Não quero e não posso imaginar que houve um complô para aprovar um acórdão que atendesse exatamente às necessidades da presidente Dilma Rousseff e dificultasse a aprovação do impeachment. Prefiro acreditar que os ministros foram apanhados de surpresa, pois Barroso foi o primeiro a falar, seu voto foi bem articulado e demolidor. Quero crer que a maioria dos ministros acreditou nas falácias de Barroso.
O Regimento da Câmara tem força de lei, suas normas só podem ser modificadas pelo Supremo se forem inconstitucionais. O relator Fachin defendeu esta tese, que é óbvia e perfeita. Dias Toffoli ainda advertiu que o STF não poderia extrapolar suas limitações constitucionais. Gilmar Mendes votou, levantou-se, foi embora.
Mas os outros ministros mantiveram seus votos, não podiam acreditar que a argumentação de Barroso fosse uma vigarice. Foram enganados na ocasião, devemos desculpá-los. Mas o fato é que agora todos os ministros sabem o que na verdade aconteceu. Se tiverem um mínimo de dignidade, pedirão que o julgamento seja anulado, para que possam se manifestar verdadeiramente, na forma da lei. É o mínimo que se pode esperar deles. Caso contrário, é melhor nos mudarmos para um país mais sério e democrático.
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PS – Já ia esquecendo. Uma filha do ministro Marco Aurélio de Mello, de apenas 37 anos e sem notório saber, foi recentemente nomeada desembargadora federal pela presidente Dilma Rousseff. E neste julgamento fraudado no Supremo, um dos advogados era o genro de Marco Aurélio. O ministro, é claro, deveria ter se declarado suspeito, mas Sua Excia. fez questão de votar a favor do Planalto. Freud explica, é claro.

Houve fraude e o julgamento do STF tem de ser cancelado


Charge de Bessinha (reprodução da Conversa Afiada)
Carlos Newton 

Bumlai encaminhava ao Instituto Lula pedidos de empresários

Deu no Estadão 


Voto em separado pedirá a rejeição das pedaladas de Dilma

Deu no Correio Braziliense

Lewandowski, no ato, revela de fato não confiar em Eduardo Cunha


Lewandowski recebe Cunha em público e Renan em sigilo
Pedro do Coutto

Punição para a competência, prêmio para as sinecuras


Charge de Ivan Cabral (reprodução Charge Online)
Carlos Chagas 

Dilma assina indulto de Natal que beneficia os mensaleiros


Charge do Nani (reprodução nanihumor.com)
José Carlos Werneck



'Sistema eleitoral e partidário leva o País à ingovernabilidade'

Marcelo de Moraes e Adriano Ceolin
Presidente do TSE defende a instituição de uma cláusula de desempenho para as legendas
O ministro do Supremo e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, José Antonio Dias Toffoli, fala do atual sistema político e da Lava Jato em entrevista ao ‘Estado' - André Dusek/Estadão


Blog Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

sobre

Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

Geral

Lewandowski, o militante anti-impeachment, confessa que Supremo “bolivarianou” mesmo!




Casa Covil

“Hoje temos uma equipe mais harmônica e integrada. Nada ainda está resolvido. Mas deu-se um caminho melhor do que o que havia. Na fase anterior, o problema era mais de fórmula do que de conteúdo. Havia uma característica de estressar tudo. Agora, as pessoas estão mais leves”.

Jaques Wagner, chefe da Casa Civil, nesta terça-feira, sobre a troca de guarda no Ministério da Fazenda, explicando que o PIB despencou, a inflação subiu e o desemprego não para de crescer por culpa de Joaquim Levy.

Besta quadrada (33)

“Quem aderir à via do golpismo não será perdoado pela história”.

José Guimarães, líder do governo na Câmara, em artigo publicado no site do PT nesta segunda-feira, ensinando que a História não perdoa quem é contra a corrupção institucionalizada, a incompetência administrativa, a destruição da economia, o Petrolão, o estelionato eleitoral e outras realizações da seita lulopetista.

Pânico no Planalto

“Neste momento, o impeachment está hibernando na sociedade”.

Jaques Wagner, chefe da Casa Civil, nesta terça-feira, rezando para que o impeachment não acorde antes do reveillon.

Hospitais e prontos-socorros da rede estadual reforçam plantões no Natal e Réveillon

Hospitais e prontos-socorros da rede estadual reforçam plantões no Natal e Réveillon
HGE terá reforço no Plantão de fim de ano | Foto: Divulgação
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou, por meio de comunicado oficial, que a desde a última quinta-feira (24), até o final do ano, haverá reforço nos plantões nas maiores unidades de saúde. Segundo a Sesab, hospitais, unidades de pronto-atendimento e maternidades estaduais funcionarão normalmente, 24 horas, sem qualquer interrupção.

Alvo da PF: Hemobrás terá mais R$ 2,6 bilhões

O governo federal e o Congresso Nacional fecham os olhos para as maracutaias recém-descobertas pela Polícia Federal na Hemobrás.



No Plano Plurianual de investimentos para o quadriênio 2016-2019, o Planalto reservou R$ 2,6 bilhões no plano de “fortalecimento do SUS'' para o órgão onde há fortes suspeitas de fraudes em variadas licitações. Leia mais


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