quinta-feira, dezembro 10, 2015

Depois de Cunha, os petistas já escolheram um novo alvo


Petistas colocam Temer como a bola da vez
Rodrigo Odilon Dos Anjos
Em meio a toda essa tragédia que esmaga nosso cotidiano, não deixa de ser hilário observar o comportamento desesperado/raivoso dos petistas. O adversário (ou seria melhor dizer inimigo?) número um, FHC, foi escanteado, afinal malhar aquele Judas não mais causava qualquer efeito. O eleito para ocupar o posto foi o inimigo/aliado/safado/suportável etc. etc. Eduardo Cunha, aquele mesmo com quem o governo petista mantinha conversinhas vergonhosas na intimidade das alcovas palacianas, mas com quem trocava insultos em público.
Agora que o canalha parlamentar chutou o balde das negociações espúrias com os outros canalhas, só resta a ele tentar se segurar na própria corda que o enforcará. Seus dias estão contados e ele já não pode fazer muita coisa mais. O estrago que poderia fazer já foi feito e todos sabem disso!
Assim, um novo personagem passa a ocupar o título de inimigo predileto do petismo: a bola da vez chama – se Michel Temer, e a ele todos os impropérios serão dirigidos. Orquestradamente!
Resta saber se a esta altura, com a barragem arrombada, tanta verborragia chavão surtirá algum efeito…


Haveremos de esperar pela histórica decisão do Supremo

Jorge Béja



Delcídio discutiu relator no STJ, diz filho de Cerveró



O ministro Marcelo Ribeiro Dantas, relator da Lava Jato no STJ - André Dusek/Estadão
Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Mateus Coutinho
Reunião tratou da 'movimentação política' por habeas corpus, segundo Bernardo
 



Lula – Luis Eduardo Noriega/Efe

Pobres terão que comer arroz
sem carne durante crise, diz Lula


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13 min ·

No encontro, ocorrido no Palácio do Jaburu à tarde, Temer fez questão de dizer que "constitucionalmente" terá de assumir caso a presidente Dilma Rousseff…
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Depois de ver seu pedido negado pelo ministro Barroso, Eduardo Cunha resolveu agir com as próprias mãos e providenciou a destituição do relator do processo de cassação de seu mandato no Conselho de Ética, deputado Fausto Pinato. A medida, porém, não evitou que o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo, afirmasse que, se precisar, voltaria ao Supremo. E mais, disse que, "se precisar, vou recorrer ao Papa". Segundo o jornal O Globo, Renan Calheiros, ao saber das últimas peripécias de Cunha, teria dito: "vão acabar decretando a prisão dele". http://bit.ly/1NOTba1
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Impeachment – Fachin não foi eleito para fazer leis, especialmente depois de começado o jogo. Se quer legislar, o lugar é outro!


Blog Reinaldo Azevedo


Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).



Impeachment – Fachin não foi eleito para fazer leis, especialmente depois de começado o jogo. Se quer legislar, o lugar é outro!

Espero que o “rito” do impeachment que o ministro diz que vai propor se limite a preencher eventuais lacunas

Por: Reinaldo Azevedo

Estou de olho em Luiz Edson Fachin. Estava antes mesmo de ele ser candidato ao Supremo. Sua proximidade com o MST o tornava, a meus olhos, suspeito. Coube a ele a relatoria das ações movidas pelo PCdoB contra o rito do impeachment: uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), à qual se agregou incidentalmente pedido de liminar contra a votação secreta para a escolha da comissão do impeachment — liminar que ele concedeu. No dia 16, as questões vão a plenário, e os 11 ministros poderão se manifestar.
Na ADPF, o PCdoB aponta o que considera incompatibilidades entre o rito do impeachment estabelecido na Lei 1.079 e a Constituição de 1988. Há, sim, uma que é flagrante: o texto menor prevê que o presidente se afaste tão logo a Câmara admita, por maioria de dois terços, a denúncia — foi o que aconteceu com Fernando Collor, já na vigência desta Constituição, que prevê o afastamento só depois que o Senado dá início ao processo. A diferença é pequena, de dias. As demais reclamações do PCdoB não passam de conversa procrastinatória.
Cito um caso: o partido alega que o direito à ampla defesa obrigaria o presidente da Câmara a ouvir o da República antes de dar início à tramitação. É papo pra boi dormir. Desde a aceitação, o Regimento Interno da Casa estabelece até 10 sessões para que a defesa se manifeste. A Lei 1.079 garante amplo direito de defesa ao acusado no Senado, que é quem processa e julga o supremo mandatário da nação, sob o comando do presidente do STF.
Pois é… Fachin suspendeu o rito do impeachment porque entendeu que o voto secreto para eleger a comissão pode não estar de acordo, vamos dizer, com o espírito da Constituição — ainda que nenhum dispositivo preveja o voto aberto. Mas, já escrevi aqui, rende um bom debate. Será que o princípio da publicidade, conforme estabelece o Artigo 37, impõe o voto aberto quando a própria Carta é omissa a respeito, uma vez que ela é explícita quando quer voto fechado?
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O conjunto dos ministros vai dizer.
O que me incomoda na fala de Fachin é outra coisa. Consta que ele vai propor um rito novo para o impeachment, do começo ao fim — isto é, desde o início da tramitação da denúncia, na Câmara, ao julgamento propriamente, no Senado.
É mesmo, é?
Tenho boa memória. Fachin fez a defesa solene da independência dos Três Poderes na sabatina de que participou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Um de seus compromissos foi respeitar a autonomia do Poder Legislativo, deixando claro que não cabe ao Supremo fazer leis.
Respondendo a uma questão do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), disse que as respostas que dava na sabatina tinham um valor vinculante — vale dizer: ele poderia, depois, ser cobrado por elas caso não as cumprisse. Transcrevo literalmente o que disse:
“O que estou a dizer aqui tem um sentido vinculante do que penso e do que será a minha conduta. Sei que isso constitui objeto não só do registro da minha e da vossa consciência, mas isso constitui também objeto dos registros que esta Comissão terá caso eu venha, eventualmente, a ser aprovado para colocar em prática os compromissos que estou assumindo, que não são compromissos meramente retóricos”.
Não sei que “rito” doutor Fachin pretende sugerir — e este só vai prosperar com a concordância da maioria dos ministros, mas me vejo obrigado a lembrar que não cabe ao Supremo legislar.
Mais: parece-me que não honra a boa tradição jurídica — não é mesmo, ministro? — criar regras novas depois de começado o jogo, mormente quando outro presidente da República já foi deposto com esse arcabouço legal que aí está. Tecnicamente, Collor primeiro renunciou e só depois foi impichado pelo Senado, quando já não tinha mandato…
Julgar uma ADPF, entre outras ações, é tarefa do Supremo. Fazer leis, bem…, aí não é. Uma coisa é definir que determinada lei, há muito em vigência, entrou em desacordo com uma Constituição que lhe é posterior; outra, muito distinta, é legislar abertamente sob o pretexto da harmonização dos textos constitucional e legal.
Pode até ser que precisemos de uma nova lei para definir os crimes de responsabilidade. Caberá ao Congresso redigi-la. A Fachin e aos demais ministros cumpre apenas zelar para a que a aplicação das leis que temos se faça de acordo com os princípios da Constituição que também temos.
Se Fachin quer fazer leis, ele tem de estar abrigado sob uma daquelas duas conchas da Praça dos Três Poderes.
Espero que o ministro não proponha um rito que, como vou dizer?, leve à conclusão de que a deposição de Collor, em 1992, foi inconstitucional. Afinal, as leis eram as mesmas. A Constituição é a mesma.
Ou é privilégio de um presidente de esquerda ser maior do que as leis e a Constituição?


DECLAROU APOIO EM CARTA http://bit.ly/1NdBMux

Maior partido da oposição, o PSDB no Congresso Nacional debate veladamente pedir a suspeição do ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), na decisão liminar monocrática ...
colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br|Por Esplanada Brasília


Presidente da Câmara diz apoiar impeachment de Dilma pois ele também está sendo vítima de processo de cassação mesmo sendo eleito democraticamente.
Assista a declaração dele --> http://yhoo.it/1OjI2i4
‪#‎yahoobr‬

br.noticias.yahoo.com


Deputados Wellington Roberto e Zé Geraldo trocam tapa no Conselho de Ética em reunião que analisa parecer contra Cunha.





Cinco dias perdidos, por causa do Supremo

Charge de Bessinha (reprodução site conversaafiada)
Carlos Chagas 

Temer rebate Dilma, pessoalmente, e impeachment depende do PMDB

Charge do Jota A (reprodução classificadosteresina)
Pedro do Coutto

Supremo vai definir o rito do impeachment, diz Fachin

Ministro Luiz Edson Fachin, do STF
Fachin tem de respeitar texto básico da lei
André Richter
Agência Brasil


O impeachment de Dilma caminha para se tornar realidade

Carlos Newton



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PF investiga desvios em contratos de R$ 39,5 bi

Policiais federais - Agência Brasil
Andreza Matais e Fausto Macedo
Corporação divulga balanço sobre 9.400 inquéritos no Dia Internacional de Combate à Corrupção
 




Para sustentar uma família de quatro pessoas http://bit.ly/1RFxi2W


ARQUIVO | No fim de 2014, conversamos com o promotor especialista em carteis Marcelo Mendroni sobre corrupção.
Para promotor de Justiça especialista em combate de carteis, algumas empresas brasileiras atuam como a máfia italiana


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5 min ·
A estratégia dos aliados de Cunha é levantar a suspeição de José Carlos Araújo e forçar o seu afastamento da presidência do colegiado.
diariodopoder.com.br

Previsão foi feita a interlocutor em conversa presenciada pelo GLOBO. http://glo.bo/1Q2uBt1
Foto: Ailton de Freitas/ Agência O Globo
oglobo.globo.com


Na sua casa fácil, rápido e barato. Confira!
Por R$46.12 - Dietas de redução ou controle de peso requerem reeducação dos hábitos alimentares e prática de atividade física, orientados por especialistas.…
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Congresso Em Foco adicionou uma nova foto.
1 h ·


Relacionamento teria se iniciado quando o adolescente estava internado em um hospital e teve seu auge quando o jovem foi morar com a tia, que era casada. http://glo.bo/1IVtinz ‪#‎JornalOGlobo‬
Peggy Phillips, de 43 anos, foi presa em Pasadena (Texas, EUA), sob a acusação de ter feito sexo com um sobrinho adolescente
blogs.oglobo.globo.com|Por Fernando Moreira


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por Alexandre Galvão/ Estela Marques
Dinheiro que desaparece no esgoto da corrupção é o que falta na saúde, afirma Janot
Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi homenageado na noite desta quarta-feira (9) com a medalha J.J. Calmon de Passos, durante primeira noite da Semana do Ministério Público. Em discurso, Janot afirmou que "o dinheiro que desaparece no esgoto da corrupção é aquele que falta na saúde, no acolhimenos de nossas crianças" além de destacar o trabalho dos promotores de Justiça e se disse honrado pela medalha, principalmente na data em que é comemorado o Dia Mundial de Combate à Corrupção, “temática que recebeu primazia no nosso mandato”. “Embora a caneta seja minha, é certo que nenhum resultado seria alcançado sem a competência da minha equipe. A nós, membros do MP do Brasil, cabe o dever de combater a corrupção para trazer o progresso e a igualdade de oportunidades a aqueles que nos sucederem”, acrescentou. Janot pontuou que o dinheiro que “desaparece no esgoto da corrupção” deixa de ir para a saúde, para o acolhimento das crianças, e por isso é necessária a evolução normativa. Sobre isso, o procurador-geral mencionou as dez medidas contra a corrupção, campanha encabeçada pelo Ministério Público Federal, que precisa de 600 mil assinaturas para que o projeto seja enviado ao Legislativo. “Somos independentes, mas solidários. Temos exemplos de trabalhos já realizados contra a corrupção. Por crer que estamos de mãos dadas é que estendo meu agradecimento a toda a instituição. Recebo esta homenagem em nome de toda a Constituição”, finalizou. De acordo com o promotor geral do estado, Márcio Fahel, a escolha da honraria para Janot levou em consideração seu trabalho no combate à corrupção e sua defesa, no Supremo Tribunal Federal (STF), às questões dos direitos humanos. "O combate à corrupção é um elo que não pode estar desconectado da corrente dos direitos humanos e, por isso, a correlação com instituições que trabalham com as crianças. Precisamos investir nos jovens. A corrupção tem atingido toda uma geração. A corrupção está entranhada na cultura do nosso povo e isso é lamentável", acrescentou. (Atualizado às 21h15)


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