quarta-feira, setembro 23, 2009

Brasil pede reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Honduras

Redação CORREIO Fotos: AFP
O Brasil pediu nesta terça-feira (22) uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar da questão de Honduras. O presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, retornou na noite de segunda-feira (21) ao país e está abrigado na embaixada brasileira na capital Tegucigalpa.
Policiais enfrentaram simpatizantes de Zelaya diante da Embaixada brasileira
Desde a madrugada, houve confrontos entre simpatizantes de Zelaya e a polícia diante do prédio da representação do Brasil. O governo hondurenho negou a informação que circulou durante todo o dia de que duas pessoas haviam sido mortas nos enfrentamentos.
O chanceler brasileiro Celso Amorim, que está em Nova York participando da Assembleia Geral da ONU, acompanhou a situação em Tegucigalpa e fez o pedido de uma reunião emergencial do Conselho de Segurança. Amorim justificou a solicitação dizendo que está preocupado 'com a segurança do presidente Zelaya e com a segurança e integridade física das instalações da embaixada (brasileira) e funcionários'.
O presidente deposto de Honduras voltou ao país e se abrigou no prédio do Brasil
O governo de facto instalado em Honduras, sob o comando de Roberto Michelleti, exigiu que o Brasil entregasse Zelaya. No meio da tarde, o governo hondurenho cortou a luz, a água e os telefones da Embaixada brasileira. Com o aumento da tensão, Amorim declarou que o Brasil não toleraria qualquer violação ao prédio brasileiro em Tegucigalpa - a Embaixada é considerada território do Brasil.
Micheletti, no entanto, negou qualquer possibilidade de invasão da Embaixada. 'Digo publicamente ao presidente Lula da Silva: vamos respeitar sua sede, porque essa é terra do Brasil e vamos respeitar, se eles responderem a nossos pedidos', declarou Micheletti à imprensa.
Manifestantes enfrentaram a polícia nas ruas de Tegucigalpa
TensãoO Encarregado de Negócios da Embaixada brasileira em Honduras disse à TV Globo que a situação, no momento, é calma em relação a como estava: 'Na parte da manhã, a polícia lançou bombas de gás lacrimogênio aqui na rua onde se encontrava quantidade de manifestantes, e isso causou um certo alvoroço, tanto na rua quanto na embaixada,' disse ele.
Os funcionários da embaixada estão sendo dispensados. 'A Embaixada está praticamente fechada. Hoje é toque de recolher o dia todo, não tem comércio, não tem bancos. A situação está ainda tensa,' disse o diplomata.

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Fonte: Correio da Bahia

José Dirceu questiona índice de rejeição de Dilma

Agência Estado
O ex-ministro e deputado cassado José Dirceu disse hoje, em Fortaleza, que duvida da veracidade do resultado da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira. "Ponho em dúvida o resultado dessa pesquisa", afirmou ao ser questionado sobre o alto índice de rejeição apresentado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré- candidata petista à sucessão de Lula. "O PT não tem esse índice. O Lula não tem essa rejeição toda. Por que a Dilma teria?", questionou Dirceu.Ele também descartou por completo a hipótese de o PT disputar a Presidência em 2010 com chapa pura, tendo o ministro da Justiça, Tarso Genro, como vice de Dilma. "Não tem a menor possibilidade", afirmou categórico. De acordo com Dirceu, a vaga de vice ficará mesmo com o PMDB.Na consulta do Ibope, Dilma Rousseff e a ex-senadora Heloísa Helena(PSOL) têm os maiores índices de rejeição, com 40% dos entrevistados dizendo que não votariam em nenhuma delas para presidente. A menor rejeição é a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 30%. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 33% de rejeição, enquanto o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e a senadora Marina Silva (PV-AC) têm 37% cada.
Fonte: A Tarde

Lula mantém índice de aprovação acima de 80%, diz pesquisa

A aprovação dos brasileiros à maneira como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administra o país manteve índice elevado, superior a 80%, no terceiro trimestre de 2009, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira.
A pesquisa indica que 81% dos entrevistados aprovam a forma como o país está sendo administrado e 17% desaprovam. No levantamento anterior, divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) no final de junho, esses percentuais eram de 80% e 16%.
Esta é a 27ª pesquisa CNI/Ibope realizada desde o início do governo Lula, em janeiro de 2003. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios brasileiros entre os dias 11 e 14 de setembro.
Segundo os autores, o novo levantamento confirma o movimento de melhora de expectativa da população em relação à economia, já observado ao longo do ano.
Há duas semanas, uma pesquisa realizada por outro instituto - CNT/Sensus - havia apontado queda de 4,7 pontos percentuais na popularidade do presidente. Segundo a CNT/Sensus, a queda foi resultado principalmente da má percepção da população sobre o sistema de saúde, diante da disseminação da gripe suína.
Avaliação positiva
A nova pesquisa CNI/Ibope também indica que a avaliação do governo do presidente Lula se manteve elevada. De acordo com o levantamento, 69% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, o segundo melhor resultado da série de pesquisas do instituto. Na pesquisa anterior esse percentual era de 68%.
Segundo o levantamento, a avaliação do governo Lula oscilou positivamente dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e retornou ao mesmo patamar de setembro do ano passado.
O saldo de avaliação permaneceu em 60 pontos percentuais, mesmo nível da rodada anterior. Isso ocorreu porque a avaliação negativa também subiu um ponto, passando de 8% para 9%.
De acordo com o Ibope, na avaliação por áreas específicas houve crescimento da aprovação da atuação do governo em todos os nove itens investigados. No entanto, apesar da evolução positiva em comparação com a pesquisa anterior, em quatro dessas áreas - juros, impostos, saúde e segurança pública - o percentual de desaprovação ainda supera o de aprovação.
A pesquisa aponta ainda que a nota média (em uma escala de zero a dez) atribuída pela população ao governo do presidente Lula é de 7,6 - no levantamento anterior, era de 7,5.
Crise e pré-sal
A pesquisa CNI/Ibope desta terça-feira indica que a percepção de gravidade da crise econômica vem perdendo força gradativamente.
No período de seis meses, o percentual de entrevistados que consideram a crise muito grave caiu de 37% para 20%.
Nesse mesmo período, passou de 11% para 23% o percentual dos que consideram a crise pouco ou nada grave.
A CNI/Ibope também avaliou o conhecimento dos entrevistados sobre a exploração de petróleo na camada pré-sal. Segundo o levantamento, 39% dos brasileiros ainda não conhecem ou não ouviram falar do assunto.
Fonte: BBCBrasil

Pesquisa CNI/Ibope também aponta queda de Dilma na corrida eleitoral

A pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira com intenções de voto para a Presidência indica uma queda no desempenho da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar a eleição de 2010 pelo PT.
A tendência de queda nas intenções de voto para a ministra já havia sido apontada na pesquisa CNT/Sensus divulgada há duas semanas.
Nos seis cenários pesquisados pelo Ibope, Dilma recua de três a quatro pontos percentuais, dependendo do nome do candidato do PSDB. Em todos os cenários, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) aparece à frente da ministra ou em empate técnico.
No primeiro cenário, tanto Ciro quanto Dilma têm 14% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a pesquisa, com 34%. A vereadora Heloísa Helena (PSOL) aparece em quarto lugar, com 8%, e a senadora Marina Silva, que recentemente trocou o PT pelo PV, tem 6%.
Em uma lista sem o nome de Marina, Ciro ultrapassa Dilma e aparece com 17% dos votos, contra 15% da ministra. A diferença entre os dois está dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
No levantamento anterior com essa mesma lista, divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) no final de junho, Dilma aparecia em segundo, com 18%, e Ciro tinha 12%. Serra manteve a liderança com 34%, mas registrou queda em relação à pesquisa anterior, quando aparecia com 38%.
Em outro cenário, em que o candidato do PSDB seria o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, Ciro sobe para o primeiro lugar, com 25%. Dilma fica em segundo, com 16%, e Aécio em terceiro, com 12%. Nesse mesmo cenário, se incluído o nome de Marina Silva, Ciro tem 28%, Dilma 18%, Aécio 13%, e Marina 11%.
A pesquisa CNI/Ibope ouviu 2.002 eleitores em 142 municípios brasileiros entre os dias 11 e 14 de setembro.
Marina Silva
A novidade da nova edição da pesquisa CNI/Ibope é a presença de Marina Silva. A senadora tem entre 6% e 11% da preferência do eleitor, dependendo do cenário testado.
O surgimento de Marina como possível candidata presidencial já havia provocado impacto em outra pesquisa, realizada pela CNT/Sensus e divulgada há duas semanas.
Naquele levantamento, Dilma perdeu 3,7 pontos percentuais em um cenário de segundo turno contra Serra, sua primeira queda de intenção de voto fora da margem de erro (de um a três pontos percentuais) desde que seu nome começou a ser cogitado para disputar a Presidência e constar nos levantamentos do Sensus.
A CNT/Sensus também indicava que, em um cenário de primeiro turno com Marina, todos os candidatos perderiam espaço, mas a maior prejudicada seria Dilma, com perda de 4,5 pontos percentuais.
A pesquisa CNI/Ibope desta terça-feira também registra uma ligeira alta na avaliação do presidente Lula.
Segundo o levantamento, 69% dos entrevistados avaliam o governo Lula como ótimo ou bom, o segundo melhor resultado da série CNI/Ibope.
Na pesquisa divulgada em junho, esse percentual era de 68%.
Fonte: BBC.Brasil

terça-feira, setembro 22, 2009

Rádio Globo Honduras

Micheletti suspende água e luz da Embaixada brasileira

Agência Estado
O governo de facto de Honduras suspendeu o fornecimento de água, luz e telefone na Embaixada do Brasil a fim de pressionar pela saída do presidente deposto, Manuel Zelaya, que, desde ontem, refugiou-se no prédio da representação brasileira. De acordo com informações do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, além de Zelaya, mais 70 simpatizantes o acompanham na embaixada. Os funcionários brasileiros foram orientados a permanecer em suas casas, segundo o Itamaraty. O encarregado de Negócios da Embaixada brasileira, o diplomata Francisco Catunda Rezende, que está respondendo pela representação até a chegada do novo embaixador, pediu apoio à Embaixada dos Estados Unidos para garantir a segurança e o abastecimento de óleo diesel, com o objetivo de manter os geradores de energia ligados.Segundo informações que chegaram ao Itamaraty, tropas do Exército hondurenho conseguiram desmobilizar cerca de 5 mil manifestantes favoráveis a Zelaya que estavam concentrados em frente a Embaixada brasileira. Foram jogadas bombas de gás lacrimogêneo, mas nenhuma chegou a atingir o prédio da representação brasileira, de acordo com o Itamaraty.O governo de facto de Honduras tenta impedir a chegada de mais simpatizantes de Zelaya, que estão vindo do interior. Segundo o Itamaraty, foi determinado toque de recolher e os aeroportos foram fechados.
Fonte: A Tarde

CAMPANHA NA WEB

Postado em Pimenta na Muqueca

Carta ao Leitor...

Souto, o sem memória


Quem vê o ex-governador Paulo Souto criticando o governo de Jaques Wagner e anunciando seus planos para a Bahia fica com a impressão de que ele nunca sentou na cadeira do Palácio de Ondina. Quando em Itabuna, criticou o governo Wagner pela desabilitação da gestão plena da Saúde. Além de mostrar ignorância sobre o processo que leva uma cidade a perder esta posição e quem é responsável por julgar o assunto, mostra falta de memória. Souto esqueceu que foi seu partido, o DEM, quem arrasou a saúde de Itabuna durante os quatro anos de Fernando Gomes, com direito ao sumiço de R$ 17 milhões em 2007 e mais R$ 9 milhões em 2008; fechamento do único pronto-socorro, sucateamento do Hospital de Base, explosão da dengue e mais uma longa lista... Diga-se de passagem, Souto esteve num comício em Itabuna (foto), durante a campanha de 2004, para dizer que a cidade teria ‘’um homem honesto e trabalhador como Fernando Gomes na prefeitura”. O ex-governador falou da necessidade de “diversificar integralmente a economia, promovendo um plano de recuperação amplo que abranja além da mera substituição do cacau”. Engraçado, ele ficou 8 anos no governo, foi secretário de ACM mais quatro e senador por outros quatro. Nestes 16 anos com a faca e o queijo na mão, por que não fez o que hoje promete para quando (se) voltar ao cargo? Paulo Souto também apresentou sua proposta de “uma verdadeira revolução no setor da educação”. A memória falhou de novo, porque ele não lembra que entregou a Bahia com a segunda pior educação do N/NE, depois de 16 anos tocada por seu partido. Assim como o pior IDH da região. Para não ficar na minha opinião, os dados do Programa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad), do IBGE, revela a diferença entre a Bahia entregue por Paulo Souto depois de 16 anos de DEM e a de Wagner, apenas dois anos e meio depois. São números, frios e incontestáveis. O número de domicílios atendidos por abastecimento de água cresceu de 75,1% (2005) para 79,6% em 2008. A cobertura de rede de esgoto subiu de 52,1% (2006) para 57,3% (2008). O percentual de residências com energia elétrica saltou de 92,8% (2006) para 95,7% (2008). “A melhoria no atendimento às necessidades básicas provocou consequentes melhorias também na qualidade do consumo da população baiana,” diz o IBGE. Em 2006, só 68,7% dos domicílios baianos contavam com geladeira. Em 2008, esse número cresceu para 77,8%. Eu sempre respeitei o técnico Paulo Ganem Souto, mas no governo ele começou bem e depois só decepcionou. Aqui, “lamentou” a paralisação do Teatro e Centro de Convenções de Itabuna, iniciado em seu governo. Souto esqueceu que foi ele quem paralisou as obras, logo depois de perder as eleições, travando um repasse de R$ 1 milhão que deveria ter chegado aqui em novembro. Por falar no elefante branco... Pedir a Jaques Wagner para terminar o que chamam de “Centro de Convenções” é trabalhar contra Itabuna. Além de ter sido iniciado no fim do mundo, numa área mais propensa a desova de cadáveres que a uso social, o prédio só tem 700 lugares no auditório, o que o torna completamente inadequado para se chamar ou usar como “Centro de Convenções”. Nenhum evento nacional é realizado em auditórios abaixo de 2 mil lugares, como o de Ilhéus, que é muito bom. Ainda por cima, terminar a obra e anunciá-la como um “Centro de Convenções” impede que Itabuna possa pedir, mais tarde, um Centro de Convenções de verdade. A resposta será sempre a de que a cidade “já tem um”, por isso a prioridade deve ser dada a outra cidade que não tenha. E Itabuna vai continuar com um mini CC que não serve para nenhum evento de peso. Vai se limitar a festinhas de colégio, palestras pequenas, seminários locais e só. Entidades (e grupos não formalizados como o GAC), ACEI, CDL e companhia devem parar de insistir nessa babozeira e lutar por um CC de verdade. Um que tenha 2 mil lugares na platéia, um palco de respeito, com espaço para todo tipo de instalação, de peça de teatro a show de bandas top; um pavilhão de feiras com uns 10 mil m2, coberto, com pontos de rede e energia. Isso é lutar por Itabuna. O resto é bobagem. Marcel Leal marcel@grapiuna.com

Câmaras dizem que não vão dar posse a suplentes

Ana Flor
O aumento imediato do número de vereadores, possibilidade prevista na Proposta de Emenda Constitucional 336/ 2009, em tramitação no Congresso, encontra barreiras nas Casas que deverão abrigar os novos legisladores.
Todos os presidentes de Câmaras Municipais ouvidos pela Folha -entre as capitais e cidades que terão os maiores impactos- são contrários à posse de suplentes para uma adaptação da atual legislatura à PEC.
Pelo texto, aprovado no Senado e que aguarda apenas a aprovação em segundo turno pela Câmara dos Deputados para ser promulgado, devem ser criadas 7.700 vagas de vereadores em todo o país.
Para os presidentes das Câmaras, há consenso de que a regra só deve valer para 2012.
"As regras devem ser feitas antes de o jogo começar", afirma o presidente da Câmara de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB).
Para o presidente da Câmara de Itajaí (SC), Luiz Carlos Pissetti (DEM), "alterar as regras agora, com base no resultado de eleições de 11 meses atrás, é imoral".
O texto que está no Congresso calcula o aumento de vereadores com base na população. As normas aprovadas até agora criam novas vagas mas, paralelamente, achatam os gastos dos Legislativos municipais. Isso também significaria que os atuais vereadores precisariam repartir estrutura e espaço.
Os legisladores defendem jogar a possível mudança para a eleição municipal de 2012. Ou não mudar nada.
"Independente da PEC, vamos manter 12 vereadores, como manda a Lei Orgânica. Já tem consenso na Câmara", diz o presidente da Casa em Ferraz de Vasconcelos (SP), Juracy Ferreira da Silva. A cidade, caso aprovada a PEC, passaria a ter 21 vereadores -está entre as 27 cidades que quase dobrariam o número de legisladores.
O argumento de manter a quantidade atual, defendido por lideranças nas Câmaras, tem base no fato de a PEC estabelecer o número máximo, que poderia não ser obrigatório.
Essa é a leitura feita pelo presidente do legislativo de Sobral (CE), Francisco Hermenegildo Sousa Neto (PSB). Ele defende que a cidade busque um número alternativo entre o teto permitido, de 21, e o atual, 12.
"A Câmara tem que se apresentar para determinar quantos vereadores quer. Não precisa ser 21, isso é muito. Dezessete estaria bom", diz Sousa Neto.
Edna Flor (PPS), presidente da Câmara de Araçatuba, diz que está disposta a levar a decisão para consulta pública. "O colegiado vai decidir, mas quero levar a questão para um plebiscito. A PEC apenas prevê o teto", diz ela.
Muitos legisladores, em dúvida sobre como proceder, dizem que esperarão a determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O presidente da Câmara de Maceió, Dudu Holanda (PMN), disse que fará uma consulta à Justiça tão logo a emenda seja promulgada, para saber quando entrará em vigor.
"Se vier uma determinação judicial, terei que dar posse [aos suplentes]", afirma Holanda. "Mas não tenho espaço físico nem orçamento para mais dez vereadores." A Câmara de Maceió poderá passar de 21 para 31 deles.
Na prática, com o aumento das vagas em disputa, o coeficiente eleitoral diminui. Eventualmente, candidatos que receberam muitos votos, mas que mesmo assim ficaram de fora, poderiam ter direito a uma vaga pela nova legislação.
Fonte: Folha de S. Paulo (SP)

Os perigos de Marina

Dora Kramer


Pergunte-se a um integrante do comando do PSDB ou a dirigente nacional do PT qual dos dois partidos se sente mais prejudicado com a entrada de Marina Silva na disputa presidencial, a resposta será a mesma. “Acho que ela tira mais votos de nós”, concluem ambos, que só não falam em coro porque a análise é feita em dia e local diferentes. O tucano diz a frase numa terça-feira no bairro Morumbi e o petista a repete na noite de sábado em Higienópolis, em São Paulo.
A coincidência de opiniões não representa uma certeza absoluta. Até que as próximas pesquisas desenhem melhor o comportamento do eleitorado, tanto o PT quanto o PSDB vivem na dúvida a respeito de quem sofre mais perdas com a candidatura “verde”.
Que Marina leva desvantagem para um dos lados, todos concordam, já que sua entrada em cena acabou com o plano do presidente de fazer da eleição um plebiscito. Mas ninguém sabe ao certo quem perde mais.
Em princípio, cada um dos lados se sente a maior vítima. A primeira impressão do PSDB é a de que Marina Silva conquista aquele eleitor decepcionado com o PT e que ficaria com os tucanos só por falta de opção, um contingente nada desprezível com o qual estava contando a oposição.
Já o PT acha que esse mesmo eleitorado poderia hesitar, mas não estava perdido. Antes de Marina aparecer como alternativa, os petistas mantinham a esperança de que, na hora da polarização entre PT e PSDB, prevalecesse a rejeição aos tucanos em geral e ao governo de Fernando Henrique Cardoso em particular.
Com a ex-ministra do Meio Ambiente na disputa, os petistas desiludidos teriam onde desembarcar. Mas o fato de reconhecerem de maneira igualitária os danos provocados por uma candidatura do PV não quer dizer que PT e PSDB tenham a mesma visão a respeito de como lidar com a questão durante a campanha.
Os tucanos parecem enxergá-la como uma possível aliada. Já os petistas – os engajados no projeto de Lula para Dilma Rousseff, bem entendido – a veem como uma bomba a ser desarmada, caso suas intenções de voto venham a crescer de maneira preocupante.
Como não é possível cooptá-la – para o posto de vice, por exemplo –, a única opção seria explorar seus pontos fracos. Do ponto de vista do PT, os seguintes: radicalismo na questão ambientalista, defesa inflexível dos movimentos sociais, MST incluído, questionamentos sobre a conduta de dirigentes do PV, identificação religiosa com teses repudiadas pelos “modernos”, como a posição dela contra o aborto.
Se Marina crescer muito, há no PT o sentimento de que o PSDB se aliaria ao bombardeio. Uma das armas tidas como poderosas é a filiação (e militância) do deputado Sarney Filho no Partido Verde. Pensa-se em apresentar a candidata como “companheira” do “filho de Sarney”.
Um ato ousado para o partido que salvou o pai de ser processado pelo Senado por quebra de decoro parlamentar.
Além de uma ação de execução complicada essa de “desconstrução” de imagens, pois há sempre o risco – como se viu na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2008 – de o feitiço fazer picadinho do feiticeiro.
Bossa nova
A nova cruzada de Fernando Hen­­­rique Cardoso em defesa da descriminalização da maconha não é vista com tranquilidade no PSDB. A preocupação é que a “causa” possa render prejuízos para a candidatura presidencial do partido.
O governador José Serra preferiria que o ex-presidente não tivesse dado à revista Veja a entrevista da semana, falando sobre o tema. Não falou com ele a respeito, mas pediu que um amigo comum tentasse, com habilidade, demovê-lo. Soube do fracasso da missão três dias antes da publicação e entregou o caso nas mãos de Deus.
Depende
A escolha do candidato do PT ao governo paulista é uma obra em aberto. Se Lula deixar correr solto, a máquina do partido emplaca o prefeito de Osasco, Emídio de Souza. Se o presidente impuser sua vontade, ganha a legenda o ministro da Educação, Fernando Haddad. Isso, evidentemente, se Ciro Gomes mantiver sua candidatura a presidente e se as pesquisas qualitativas continuarem a apontar uma alta rejeição ao nome do deputado Antonio Palocci.
Um complicador: o grupo da ex-prefeita Marta Suplicy, que domina a seção paulista do PT, rejeita o nome do ministro da Educação. Avalia que seria arriscado Marta tentar o governo, mas prefere o risco à opção Haddad.
Meirelles na cabeça
A ala do PMDB que vai de PSDB em 2010 torce para ver o presidente do Banco Central, Henrique Mei­­­relles, candidato ao governo de Goiás. Isso obrigaria o presidente Lula a apoiá-lo e liberaria o palanque de Iris Rezende, até então apalavrado com o PT, para composição com os tucanos.
Fonte: Gazeta do Povo

Veja benefícios que podem ser pagos com pensão

Carolina Rangeldo Agora
O Ministério da Previdência divulgou ontem as situações em que o pagamento de pensão por morte pode ser acumulado com outros benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Os segurados poderão fazer o pedido no posto. Cada pagamento é limitado ao teto do INSS (hoje, em R$ 3.218,90). Mas a soma dos dois benefícios pode superar esse valor.
Confira as diversas formas de pagamento da pensão por morte na edição impressa do Agora, nas bancas nesta terça-feira, 23 de setembro
Quem recebe uma pensão, seja por morte do cônjuge ou de filho, pode acumular esse benefício com aposentadoria (por idade, por tempo de contribuição e por invalidez), pensão por morte de outro filho, auxílio-doença, auxílio-acidente e salário-maternidade (pago às pensionistas após o parto ou em caso de adoção de uma criança).
Mas é preciso ficar atento às regras. O dependente não pode receber duas pensões derivadas de dois maridos ou duas esposas. Nesse caso, ele deverá escolher o benefício maior. Porém, o mesmo dependente pode receber a pensão do cônjuge com as outras por morte de filho, desde que comprove a dependência econômica. Ele também pode receber pensão de mais de um filho.
Ex-mulher ou ex-marido também podem ter direito a pensão, se for comprovada a dependência econômica. Se houver um marido ou mulher atual, o benefício deverá ser dividido mesmo que seja de apenas um salário mínimo.
O benefício pago ao filho dependente de segurado morto é cancelado quando este completa 21 anos, exceto quando o dependente é inválido ou não emancipado. Neto também pode receber o benefício desde que o avô tenha a sua guarda judicial.
Quem tem direitoPara receber a pensão por morte, não é exigido tempo mínimo de contribuição. Porém, é preciso que o segurado esteja em dia com o INSS.
Há três tipos de classe de dependentes. A primeira engloba cônjuge, companheiro, filhos menores de 21 anos e enteados ou menores de 21 anos que estejam sob tutela do segurado. A segunda: pais. A terceira: irmãos menores de 21 anos, não emancipados ou inválidos.
A grana é dividida entre os dependentes da primeira classe. Caso não haja beneficiários nessa classe, o benefício vai para os da segunda. Da mesma forma, se não houver beneficiários na segunda classe, o benefício passa para os de terceira classe.
O valor da pensão é igual à aposentadoria que o segurado recebia quando morreu. Se ele ainda não era aposentado, a pensão será igual ao que teria direito se tivesse se aposentado por invalidez. Nesse caso, o valor será de 100% do salário de benefício do segurado morto.
Fonte: Agora

Zelaya: ex-presidente de Honduras, golpista, destituído, agora exilado na embaixada do Brasil

O final parece ser feliz e tem tudo para ser, se o ex-presidente pensar seriamente no seu país no seu povo e no próprio futuro.

Ele começou tudo, dando o golpe do continuísmo, como tantos outros. Foi derrubado JUSTAMENTE, mas o Poder foi para outras mãos, INJUSTAMENTE.

eleição será em outubro, início de novembro, o cidadão de Honduras tem todo o direito de eleger quem quiser. Naturalmente desde não seja quem não queria deixar o Poder e quem se apossou dele.

Honduras tem muitos que podem disputar, ganhar ou perder a presidência. Mas sem envolver o país, o povo, a liberdade e a garantia de todos.

O Brasil fez muito bem em conceder EXÍLIO ao ex-presidente, qualquer que tenha sido a forma encontrada, utilizada e consolidada.
Fonte: Tribuna da Imprensa

Lula voa pelo mundo e Dilma cai nas pesquisas

Para emplacar o brilhante resultado de dois meses no exterior neste ano que ainda não acabou, o presidente Lula embarcou para os Estados Unidos, onde ficará até o dia 23, quarta-feira, em Nova York, acompanhando as reuniões da Organização das Nações Unidas (ONU) , quando discursará, e dois dias, de 24 a 25, em Pittsburgh, para a reunião do Gripo dos 20 – G-20 e, de 27 a 28/9, na Isla Margarita, na Venezuela, para participar da reunião da Cúpula da América do Sul –África, em que também será um dos oradores. E terá um encontro, a que se atribui excepcional importância, com o presidente Hugo Chaves, da Venezuela, para tratar de assuntos do interesse dos dois paises.Se forem bem sucedidas as articulações dos diplomatas, o presidente terá um encontro com o presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, para discutir a instalação de bases americanas na Colômbia.No dia 30, cruzando os ares, Lula estará em Copenhague, na Dinamarca para acompanhar a decisão sobre a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, que o Brasil é forte candidato e quando já não será presidente da República.E, ufa! para fechar o roteiro de causar inveja a 99% dos brasileiros, uma visita oficial a Bélgica de 3 a 5 do próximo mês de outubro.É evidente que uma agenda de tal complexidade foi articulada pelo Itamarati com grande antecedência. Mas, chegou em boa hora, exatamente quando as pesquisas indicam os primeiros sinais de mudanças, que não beneficiam a candidata escolhida pelo presidente, a ministra Dilma Rousseff e registram a ascensão de Ciro Gomes (PSB-CE), a mais discreta subida da candidata, senadora Marina Silva, que se desligou do PT para filiar-se ao Partido Verde (PV) que lançou a sua candidatura.A pesquisa tem significação relativa, foi encomendada por um aspirante a candidato sobre a intenção de voto dos eleitores do Distrito Federal para a eleição do governador da capital e para a presidência da República. O governador José Serra, de São Paulo manteve a liderança. Com os seus 40%. Mas, em segundo lugar, Ciro Gomes surpreendeu e festejou a meteórica ascensão, revelando que em recente pesquisa no Rio de Janeiro, foi o primeiro colocado, seguido por Serra, Marina Silva e Dilma Rousseff em quarto lugar.Amanhã deve ser divulgada, em Brasília, nova pesquisa, em que José Serra mantém folgada liderança na faixa dos 40% das intenções de voto, com Ciro Gomes em segundo lugar e a ministra Dilma Rousseff em terceiro, por pequena diferença.Nestes tempos de vacas com as costelas de fora, os índices de pesquisas interessam aos viciados na especulação e são apenas sinalizadores das tendências do eleitorado. A firme liderança do governador paulista, José Serra parece confirmar a preferência do eleitorado oposicionista. Das possibilidades eleitorais da ministra Marina Silva a especulação tropeça na precariedade dos dados. Mas, é a novidade da campanha, a que se junta a disparada dos índices de Ciro Gomes.Lula não tem espaço para um recuo, que seria desmoralizante. E, na pior das hipóteses se a ministra Dilma não se eleger, a derrota será sua. Como a vitória será de Lula.E entre vereador por São Paulo, que não vai além da pilhéria, líder de uma articulação mundial para socorrer a população de imensas áreas do mais pobre e abandonado dos continente, a alternativa de um terceiro mandato nas eleições de 2014 é como o prêmio da sorte grande da loteria.
Fonte: Villas Bôas Corrêa

Uma entrevista histórica de Lula

Segundo Luiz Nassif em seu blog (18.09.2009), Lula concedeu ao jornal Valor (17.09.09) sua mais importante entrevista. “Pela primeira vez, ficou claro o que o mundo viu em Lula. Os princípios econômicos defendidos por Lula vão entrar para a história”.

LEIAM OS CONCEITOS EXARADOS-

um salto em direção à industrialização com o uso de ferramentas de política industrial. Como, por exemplo, na decisão de aproveitar o pré-sal para construir um novo pólo petroquímico;

- a responsabilidade das grandes multinacionais brasileiras em investir no país olhando o futuro e não o seu caixa. É quando cobra da Vale os investimentos em novas siderúrgicas para o país não se conformar em ser um mero exportador de minérios.

- acabar com essa história de que todo investimento deve se fixar exclusivamente nos custos (o que justificaria importar quase tudo): “quando começamos a discutir com a Petrobras a construção de plataformas, ela dizia “nós economizamos tantos milhões. Eu falava, e os desempregados brasileiros, e os avanços tecnológicos brasileiros?”;

- sobre o papel do Estado, consolidou a ideia de que o Estado não pode ser o gerenciador, o administrador. Tem que ter o papel de indutor e de fiscalizador”.

- O papel das Estatais, passando por cima das conveniências políticas. Mostra que ao comprar a Nossa Caixa, perguntaram se não se incomodaria em fortalecer o candidato José Serra. Mas era importante para alavancar o crédito, especialmente na crise. - Sobre o fortalecimento do Estado, rebateu a ideia de que basta uma reforma fiscal e arrochar salários do funcionalismo para resolver a questão. Mostrou como o setor público perdeu quadros preciosos por falta de salários. E a importância do reforço em áreas chave, como educação. O importante é analisar os serviços que o Estado presta e procurar aperfeiçoá-los.

- Rebateu a tentativa de alguns setores aliados de criar um “risco Serra”. Mostrou que, entre quem entrar, não haverá loucuras nem com o Banco Central nem com o mercadoSobre Estadistas –

1 Um dos atributos do estadista não é apenas o de construir o futuro de um país. Por não ser um intelectual, não sofistica o discurso. Mas tem a capacidade de identificar o essencial e comunicar em linguagem clara e objetiva. No Brasil pós-ditadura, três políticos juntaram esses atributos. Mesmo sendo um desastre político, Fernando Collor teve insights brilhantes, definir o rumo para os quase vinte anos seguintes. Sobre Estadistas –

2 De seu lado, o governador paulista Mário Covas conseguiu definir um discurso de casamento da política com o bem comum e da importância da responsabilidade fiscal, que seria uma das marcas dos anos 90. Junto com Sérgio Motta são os políticos que dão o tom da social democracia do PSDB, que se perde depois com a diluição do governo FHC e com sua liderança posterior, descaracterizando o partido. Sobre Estadistas –

3 Na entrevista, Lula consolida definitivamente os valores que marcarão o país daqui para frente: responsabilidade fiscal; resistência total contra a inflação; defesa da produção nacional; extensão da responsabilidade sobre o país para todos os setores, não apenas o governo; a importância fundamental da inclusão social; a visão da política, sem as radicalizações de outros momentos e de outras campanhas.Sobre Estadistas –

4A maneira como se refere aos candidatos – DiLma, José Serra, Marina Silva e Heloisa Helena – mostra o político que prepara-se para sair de cena colocando-se acima das paixões da política diária. Qualquer um deles seria ótimo para o país, por casarem responsabilidade social com seriedade e visão próxima sobre o futuro. A maneira como desmonta o terrorismo contra Serra é exemplar.Sobre Estadistas –

5 Deve-se ler várias vezes a entrevista para se acreditar nela. Não se trata de boa vontade com o sindicalista que fala errado mas se expressa bem. O que impressiona é a doutrina exposta, a capacidade de identificar os pontos essenciais na construção de um país, a lógica objetiva com que expõe os princípios. Enfim, uma aula de teoria política inimaginável a alguém com a formação de Lula.Sobre Estadistas

– 6Com seu discurso, além disso, ele procura esvaziar a grande ameaça que poderia comprometer o futuro do país: a radicalização nas próximas eleições, criando um clima de divisão do país e expondo o vitorioso a quatro anos de guerra com a oposição. Depois o início atabalhoado de seu governo, do episódio do “mensalão”, da falta de traquejo inicial para alianças, Lula chega ao último ano como um dos presidentes fundamentais na história do país.
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segunda-feira, setembro 21, 2009

Será que o prefeito de Jeremoabo é sócio de alguma fabrica de inseticida ?




Chegou à tardinha ninguém suporta ficar em qualquer parte de sua residência, a não ser inalando inseticida.

A situação de Jeremoabo a cada dia que passa se torna mais caótica ainda, e o pior, sem ter a quem reclamar.

O prefeito é igual à linha imaginária, e também se não fosse de nada adiantaria solicitar providência, esse só se interessa mesmo é com o “bolsorio”, no restante faz ouvido de mercador.

A realidade é que as muriçocas de Jeremoabo são boêmias, gostam da noite, para fazer festa com a população que daqui a poucos dias estará toda anêmica, devido à quantidade se sangue diariamente sugado pelos mosquitos, assim mesmo ainda dar graças a Deus por não ter havido um surto de dengue, porque no dia que isso vir acontecer a vaca irá para o brejo mesmo.

Aqui em Jeremoabo não existe um carro fumacê, aliás, o fumacê daqui é outro bem diferente, que deixa o individuo doidão.

Com tanta irresponsabilidade e ineficiência, chego a pensar que o tal prefeito de Jeremaobo, para permanecer alheio ao sofrimento da população devido às muriçocas, só pode ser sócio de alguma fábrica de inseticida, ou então poderá estar recebendo alguma percentagem, pois as muriçocas estão botando para tirar qualquer um do ramo.

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