Piada do Ano: Ministério da Justiça diz que Pizzolato pode ser extraditado para o Brasil
Genoino: "vou para a luta nem que leve a minha vida"
A
internet tem sido palco de manifestações da sociedade civil e de
engajamento político. Entretanto, "acreditamos que o resultado positivo
deva obrigatoriamente passar pela mobilização nas ruas. Somente com a
coleta [de assinaturas] nas ruas, praças, faculdades, poderemos
conscientizar a sociedade e chegar à mobilização e à politização do
assunto”, disse Sandro Meireles do MCCE.
Joaquim Barbosa abusou: quer ver Genoino morto
EDITAL PUBLICADO: Tribunal de Justiça/BA - 1.383 vagas para Cartórios de Notas e de Registro
O Tribunal de Justiça
da Bahia/BA publicou o edital de concurso público para preencher 1.383
vagas para titulares de cartórios de notas e registros do estado. Serão
reservadas aos candidatos com deficiência 5% das vagas previstas. A
remuneração é de acordo com os serviços prestados.
Para participar da seleção, é necessário ser bacharel em direito, com diploma registrado, ou ter exercido, por 10 anos, completados antes da primeira publicação do edital, função em serviços notariais ou de registros.
Para candidatos por remoção, é preciso comprovar que já exercem titularidade plena de serventia extrajudicial em qualquer localidade da Bahia por mais de dois anos.
As inscrições podem ser feitas entre os dias 14 de agosto e 12 de setembro, exclusivamente pelo endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/tj_ba_13_notarios. A taxa é R$ 200,00, para cada opção feita pelo candidato, por critério de delegação.
O concurso será composto de seis etapas. A primeira e segunda serão de prova objetiva de seleção e prova escrita e prática, respectivamente. Já na terceira etapa, os candidatos deverão comprovar os requisitos para outorga das delegações.
A quarta etapa será composta das fases de exames psicotécnico e da entrega do laudo neurológico e do laudo psiquiátrico, entrevista pessoal, além de análise da vida pregressa.
A quinta e a sexta etapas serão de prova oral e avaliação de títulos, respectivamente.
A aplicação da prova objetiva de seleção está prevista para o dia 20 de outubro, em Salvador.
Para maiores informações, confira o edital:
Para participar da seleção, é necessário ser bacharel em direito, com diploma registrado, ou ter exercido, por 10 anos, completados antes da primeira publicação do edital, função em serviços notariais ou de registros.
Para candidatos por remoção, é preciso comprovar que já exercem titularidade plena de serventia extrajudicial em qualquer localidade da Bahia por mais de dois anos.
As inscrições podem ser feitas entre os dias 14 de agosto e 12 de setembro, exclusivamente pelo endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/tj_ba_13_notarios. A taxa é R$ 200,00, para cada opção feita pelo candidato, por critério de delegação.
O concurso será composto de seis etapas. A primeira e segunda serão de prova objetiva de seleção e prova escrita e prática, respectivamente. Já na terceira etapa, os candidatos deverão comprovar os requisitos para outorga das delegações.
A quarta etapa será composta das fases de exames psicotécnico e da entrega do laudo neurológico e do laudo psiquiátrico, entrevista pessoal, além de análise da vida pregressa.
A quinta e a sexta etapas serão de prova oral e avaliação de títulos, respectivamente.
A aplicação da prova objetiva de seleção está prevista para o dia 20 de outubro, em Salvador.
Para maiores informações, confira o edital:
• Clique Aqui
http://www.cursofmb.com.br/noticiasdeconcursos.asp?codnot=828
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Ricardo Galhardo
(iG São Paulo)
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Permanência do major Florisvaldo Ribeiro está nas mãos do Comando da PM da Bahia
INFLEXIBILIDADE EXACERBADA
Carlos Chagas
Polícia Federal abre 566 vagas para o quadro administrativo
SiqueiraemSERVIDOR PÚBLICO FEDERAL - Há 2 horas
BSPF - 22/11/2013
534 vagas exigem o nível médio, distribuídas pelo Brasil. No Distrito
Federal, estão sendo ofertadas 274 vagas, com remuneração de R$ 3.316
Publicado nesta quinta-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU), o
edital com a abertura de abertura de inscrições para o concurso público que
visa preencher 566 vagas do Plano Especial de Cargos do Departamento de
Polícia Federal. Esse concurso havia sido autorizado pelo Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão em maio deste ano (Portaria nº 184/2013).
Das vagas oferecidas, 534 exigem nível médio de escola... mais »
“O STF precisa reagir para não se tornar refém de seu presidente”
O martírio de José Genoino
Paulo Nogueira,Eu vejo Fujimori em Joaquim Barbosa
11 Renato Rovai,No episódio da Ação Penal 470, Barbosa não agiu como juiz, mas como advogado de acusação. Transformou a prisão dos réus numa questão pessoal
Genoino, pelo amor de Deus, não morra! Não posso passar um vexame desses…
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Itália afirma que Pizzolato é livre no país
O governo italiano
afirmou nesta quinta-feira (21) que o ex-diretor do Banco do Brasil e
condenado a prisão no processo do mensalão, Henrique Pizzolato, é um
cidadão livre no país. Ele fugiu do Brasil antes do mandado de prisão e,
por ter cidadania italiana, conseguiu entrar no país Europeu. Segundo o
portal G1, Pizzolato não será detido até que o governo brasileiro
oficialize um pedido de extradição ou que a Interpol efetue a prisão. O
Ministério da Justiça do Brasil informou que não recebeu informações das
autoridades italianas sobre a presença de Pizzolato naquele país.
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Água que chega na torneira das casas nem sempre está 100% pura. Uso de filtros evita contaminaçõesJustiça & Direito: é possível reduzir a maioridade penal?
Apesar da pressão popular, a mudança na norma sobre a punição de jovens que comentem infrações graves pode ser impedida por cláusula pétrea da Constituição Federal
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Comissão aprova aumento de 5,7% aos aposentados
Reajuste vale para 2014 aos segurados do INSS que ganham acima do salário mínimo; salário mínimo sobe para R$ 722,90
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Técnica de meditação promete 15 minutos de orgasmo para mulheres
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Um
centro de meditação orgástica no centro de San Francisco, nos EUA,
promete às mulheres momentos de prazer intenso por 15 minutos. Clique e leia mais na Coluna Saúde.
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Foto: Reprodução
Eliana Calmon denuncia compra e venda de sentenças na Justiça baiana
por
Fernando Duarte
“Existe”. Foi assim, secamente, que a ministra do Superior Tribunal
de Justiça (STJ), Eliana Calmon, respondeu ao questionamento sobre a
existência de compra e venda de sentença no Judiciário baiano. A
afirmação foi feita durante entrevista à rádio Tudo FM, quando a
ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assegurou que as
denúncias realizadas por ela, desde 2011, não têm foco eleitoral. “Estou
me manifestando porque tudo está sub judice, para mostrar que é
absolutamente uma leviandade o que está se falando que eu usei isso para
fins eleitoreiros. Porque lá atrás, quando não havia nenhuma notícia de
eleição, de candidatura, de nada, que eu venho falando sobre os
desmandos do Tribunal da Bahia”, frisou a ministra.
Apesar de sinalizar a existência de investigações sobre processos envolvendo um mercado paralelo de sentenças, a magistrada baiana apontou soluções para o problema. “Isso se corrige ao longo do tempo e com gestão. Porque são crimes que não deixam vestígio. Quando deixam, é muito tênue. Os tribunais são muito rigorosos nessa prova. Nós até brincamos muito dizendo o seguinte: o tribunal quer ver a marca de batom na cueca para achar que houve um adultério. No caso de venda de sentenças, eles querem a confissão do juiz dizendo ‘eu recebi dinheiro para encaminhar sentença’. Então, fica muito difícil”.
Na avaliação da ex-corregedora, as decisões que instauraram Processos Administrativos Disciplinares (PAD) contra o presidente Mário Alberto Hirs e a ex-presidente Telma Britto do TJ-BA são iniciais. “Eu acho que esse remédio dado pelo CNJ é um recado. Vai mexer um pouco com as estruturas do Tribunal”, avaliou.
Veja também
-- Novos processos serão abertos contra desembargadores
Ministra diz que processos não são surpresa
Crítica do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) antes de chegar a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, foi dura ao garantir que não houve surpresa nos processos instaurados recentemente contra dirigentes do TJ-BA. Segundo Eliana, ela “já vinha avisando que isso terminaria por acontecer”. “Não por interferência minha, mas pelo que eu vi”, frisou.
O histórico dos processos votados no CNJ nas duas últimas semanas era de conhecimento da ministra. No posto de ex-corregedora, Eliana repassou os resultados das correições realizadas por ela e seu antecessor, Gilson Dipp, ao atual ocupante do posto, Francisco Falcão, que terminou as investigações. “Não falei com ninguém, apenas transmiti para o corregedor novo aquilo que eu tinha apurado. Só. Não tive a mínima interferência porque inclusive sou uma mulher muito ocupada. Não tenho tempo de ficar com futrica. Não fiz nada e ele, a partir do que encontrou, apurado por mim, foi à Bahia. Ele não foi leviano de acreditar apenas nos meus relatórios”, afirmou.
Eliana Calmon criticou ainda informações que circularam na imprensa sobre a relação entre ela e a ex-presidente do TJ-BA, Telma Britto, uma das investigadas pelo CNJ. “Quero dizer que há algumas matérias dizendo que eu sou brigada com ela, que eu sou inimiga dela. Eu não sou amiga, nem sou inimiga. Eu tenho e tive com ela relações exclusivamente institucionais. Nunca fui à casa dela, ela nunca foi à minha casa”, salientou a ex-corregedora do CNJ. Segundo ela, houve “determinações muito duras”.
“Eu cheguei a dizer o seguinte: é a última vez que eu digo alguma coisa. Porque não é possível nós esperarmos que a Bahia entre nos eixos para cumprir as determinações da corregedoria”, completou. “Em algumas entrevistas que eu dei, quando eu saí da corregedoria, eu disse que iria terminar acontecendo uma intervenção no Tribunal da Bahia, em função das inações. Me perguntavam a respeito de corrupção, eu dizia que existem corrupções pontuais, mas o grande problema é a falta de gestão”, criticou.
Apesar de sinalizar a existência de investigações sobre processos envolvendo um mercado paralelo de sentenças, a magistrada baiana apontou soluções para o problema. “Isso se corrige ao longo do tempo e com gestão. Porque são crimes que não deixam vestígio. Quando deixam, é muito tênue. Os tribunais são muito rigorosos nessa prova. Nós até brincamos muito dizendo o seguinte: o tribunal quer ver a marca de batom na cueca para achar que houve um adultério. No caso de venda de sentenças, eles querem a confissão do juiz dizendo ‘eu recebi dinheiro para encaminhar sentença’. Então, fica muito difícil”.
Na avaliação da ex-corregedora, as decisões que instauraram Processos Administrativos Disciplinares (PAD) contra o presidente Mário Alberto Hirs e a ex-presidente Telma Britto do TJ-BA são iniciais. “Eu acho que esse remédio dado pelo CNJ é um recado. Vai mexer um pouco com as estruturas do Tribunal”, avaliou.
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-- Novos processos serão abertos contra desembargadores
Ministra diz que processos não são surpresa
Crítica do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) antes de chegar a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, foi dura ao garantir que não houve surpresa nos processos instaurados recentemente contra dirigentes do TJ-BA. Segundo Eliana, ela “já vinha avisando que isso terminaria por acontecer”. “Não por interferência minha, mas pelo que eu vi”, frisou.
O histórico dos processos votados no CNJ nas duas últimas semanas era de conhecimento da ministra. No posto de ex-corregedora, Eliana repassou os resultados das correições realizadas por ela e seu antecessor, Gilson Dipp, ao atual ocupante do posto, Francisco Falcão, que terminou as investigações. “Não falei com ninguém, apenas transmiti para o corregedor novo aquilo que eu tinha apurado. Só. Não tive a mínima interferência porque inclusive sou uma mulher muito ocupada. Não tenho tempo de ficar com futrica. Não fiz nada e ele, a partir do que encontrou, apurado por mim, foi à Bahia. Ele não foi leviano de acreditar apenas nos meus relatórios”, afirmou.
Eliana Calmon criticou ainda informações que circularam na imprensa sobre a relação entre ela e a ex-presidente do TJ-BA, Telma Britto, uma das investigadas pelo CNJ. “Quero dizer que há algumas matérias dizendo que eu sou brigada com ela, que eu sou inimiga dela. Eu não sou amiga, nem sou inimiga. Eu tenho e tive com ela relações exclusivamente institucionais. Nunca fui à casa dela, ela nunca foi à minha casa”, salientou a ex-corregedora do CNJ. Segundo ela, houve “determinações muito duras”.
“Eu cheguei a dizer o seguinte: é a última vez que eu digo alguma coisa. Porque não é possível nós esperarmos que a Bahia entre nos eixos para cumprir as determinações da corregedoria”, completou. “Em algumas entrevistas que eu dei, quando eu saí da corregedoria, eu disse que iria terminar acontecendo uma intervenção no Tribunal da Bahia, em função das inações. Me perguntavam a respeito de corrupção, eu dizia que existem corrupções pontuais, mas o grande problema é a falta de gestão”, criticou.
Advogada
foi barrada pela segurança do TJ/AL por vestir saia com estampa de
oncinha. A causídica afirma que a abordagem ocorreu de forma truculenta,
agressiva e desrespeitosa. O TJ rechaçou a alegação e lembrou que ato
normativo de 2009 dispõe sobre a indumentária usada por quem ingressa
nas dependências da Corte. http://bit.ly/I8KxJA