segunda-feira, março 17, 2025

A fadinha do Véio da Havan, Jojo Todynho, os ovos de Lula no Brasil 2026


VAI BAIXANDO, VÉIO DA HAVAN! 📱 A @jojotodynho colocou o chefinho pra ... |  TikTok

Luciano Hang e Todynho, retrato do Brasil de hoje

Vinicius Torres Freire
Folha

Jojo Todynho precisa comprar toalhas novas. É o que lhe diz Luciano Hang, vestido de fadinha. O “Véio da Havan” faz propaganda da loja dele: “um mês todynho de ofertas”. Zapeio a TV.

Ronaldinho Gaúcho recomenda a Shopee, loja típica do mundo “blusinha”. Cafu e Adriane Galisteu anunciam “bets”. Tão Brasil, “contemporâneo”, embora Cafu, Gaúcho e Galisteu sejam dos tempos de FHC 1 a Lula 2, quando havia a ilusão de que o Brasil viria a ser mediocridade mais arrumadinha.

OS OVOS DE LULA – No noticiário, Lula diz que estão “sacaneando as galinhas”. Promete para terça-feira (18) o projeto de isenção do IR. Neste domingo (16), Jair Bolsonaro no comício pela anistia de si mesmo e de golpistas coadjuvantes.

O processo do golpe e a lei do IR são eventos políticos maiores, pois devem influenciar 2026. Lula quer ganhar pontos com a classe média. Suponha-se que a lei seja ao menos tecnicamente certinha e que o Congresso a aprove sem mumunhas. Vai colar?

Tornou-se clichê dizer que a inflação derrubou Lula. Encrencou, mas Lula tomou tombo maior entre o pânico do dólar de dezembro e a revolta do Pix de janeiro, que repercutiram porque o povo já andava enfastiado e não é mais aquele de FHC 1 a Lula 2.

NOVA REALIDADE – É um mundo de Todynho, Jordana Gleise de Jesus Menezes, 28 anos, ex-faxineira que se tornou famosa de internet, atriz e cantora, “cancelada” em 2024 por ser “mulher preta de direita”, diz. É o mundo de Virginia Fonseca, personagem de si mesma, 53 milhões de seguidores no Instagram.

O povo nunca foi tão “empoderado”. Elege preferidos sociais, culturais e políticos quase sem intermediários afora o algoritmo — e elege o centrão. A Gusttavo Lima, 46 milhões de seguidores, cantor e investigado pela polícia, basta dizer que estará no centrão da política, e assim é.

Congresso e cada vez mais dinheiro da República são do centrão faz década e meia —as cidades, parece que desde sempre. Apesar de óbvia, pouco se investiga essa questão central: por que essa massa amorfa engoliu a política, abafa renovações pensadas e deixa aberta, apenas e se tanto, a decisão de quem ocupa a Fazenda ou coordena o acordão sobre favores estatais?

MAIORES LIDERANÇAS – Das dez maiores empresas do país, seis são de petróleo e minérios, três do agronegócio, uma de varejo. Agro e sertanejo chegaram ao poder em 2018 — foram cultivados pelo projeto da ditadura de ocupar Centro-Oeste e pela Embrapa, nos 1970. Lideranças evangélicas chegaram ao poder em 2018 — se criaram nas megaperiferias da barbárie socioeconômica da ditadura.

As oligarquias regionais, o centrão, se reorganizaram e renovaram nas primeiras eleições da Nova República (como no estelionato do Plano Cruzado) e pela distribuição de dinheiros e TVs para partidos sucessores da Arena.

Desde a Constituição de 1988, formou-se um arranjo de grande distribuição de assistência social (com escasso progresso social profundo, como em educação) e favores tributários a elites.

SEM DINHEIRO – O Brasil é esse aí. Acabou o dinheiro para alimentar o acordão. É uma economia sem rumo pensado, à beira de ser atropelada pela IA, ineficiente, com baixa condição de ser empreendedora e cheia de “empreendedores”, como diz o clichê marqueteiro sobre o povo que vira nessa precariedade e que sonha ter a vida de Virginia Fonseca.

Parte da finança e da elite econômica já sonha com a motosserra de Javier Milei, Elon Musk e Donald Trump. Devem ter seguidores no eleitorado do Instagram.


Quebra-Molas vs. Tecnologia: O Futuro do Controle de Velocidade no Brasil

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Nota da redação deste Blog - Quebra-Molas vs. Tecnologia: O Futuro do Controle de Velocidade no Brasil

Os quebra-molas, popularmente conhecidos como lombadas, são amplamente utilizados no Brasil como medida para forçar a redução da velocidade dos veículos, principalmente em áreas residenciais, escolares e hospitalares. No entanto, essa estratégia vem sendo cada vez mais questionada, especialmente quando comparada a soluções adotadas em países desenvolvidos.

Enquanto o Brasil ainda depende fortemente das lombadas para disciplinar o trânsito, outras nações têm investido em alternativas mais eficientes e menos impactantes para a fluidez das vias. Sistemas como radares eletrônicos e fiscalização por câmeras inteligentes vêm substituindo a necessidade de obstáculos físicos, garantindo maior segurança sem prejudicar a estrutura dos veículos nem provocar desacelerações bruscas.

A opinião sobre essas medidas divide motoristas e especialistas. Para alguns, a lombada é um recurso pouco eficaz contra condutores irresponsáveis, enquanto outros acreditam que radares eletrônicos são ferramentas mais eficientes. O senador Styvenson Valentim, por exemplo, expressa seu apoio à manutenção das lombadas eletrônicas, afirmando que elas são mais eficientes e menos prejudiciais aos veículos:

— Para motoristas imprudentes, quebra-molas e nada são a mesma coisa. Já os radares funcionam de forma constante, sem desgaste e sem necessidade de fiscalização humana. O quebra-molas pode danificar veículos e causar prejuízos, mas não pune infratores com multas ou pontos na carteira.

Diante desse cenário, fica o questionamento: qual o melhor caminho para garantir um trânsito mais seguro e eficiente no Brasil? A resposta pode estar na combinação de tecnologia e infraestrutura planejada, garantindo que a segurança viária não dependa apenas de barreiras físicas, mas também de uma fiscalização moderna e eficaz.

Banco do Nordeste projeta aplicar mais de R$ 10,2 bilhões do Plano Safra até junho

 

 


Banco do Nordeste projeta aplicar mais de R$ 10,2 bilhões do Plano Safra até junho


Bahia conta com R$ 2,3 bilhões para investimentos no setor rural ainda nesta safra
 

Salvador (BA), 17 de março de 2025 – O Banco do Nordeste (BNB) vai aplicar R$ 21,8 bilhões dentro do Plano Safra 2024-2025. Desse total, R$ 11,6 bilhões foram contratados até o fim de fevereiro e R$ 10,2 bilhões serão disponibilizados até o fim de junho.

 

Na Bahia, as contratações até fevereiro já somaram R$ 3,3 bilhões, dos quais R$ 2,1 bilhões foram direcionados à agricultura empresarial e R$ 1,1 bilhões à agricultura familiar. Dos recursos alocados para o estado, ainda restam R$ 2,3 bilhões, sendo quase 50% desse total exclusivamente para os pequenos produtores.

 

O Banco do Nordeste atende, no âmbito do Plano Safra, produtores rurais de todos os portes nos estados do Nordeste, além de parte do Espírito Santo e de Minas Gerais. Os investimentos impulsionam a geração de empregos, renda e arrecadação tributária, fortalecendo a economia do país.

 

“Atuamos em parceria com o Governo Federal, alinhados às políticas públicas e às demandas do mercado regional e nacional”, destaca Paulo Câmara, presidente do Banco do Nordeste. “O aumento dos recursos para o Plano Safra é uma determinação do presidente Lula, dada a importância estratégica dessa iniciativa para o fortalecimento da agricultura e o aumento na produção de alimentos. O BNB tem cumprido essa diretriz com responsabilidade e eficiência”, complementa o executivo.

 

Inovação e Sustentabilidade no Campo

 

O Plano Safra 2024-2025 trouxe avanços, como a redução das taxas de juros e a ampliação dos limites de crédito. Entre as prioridades estão o financiamento para a compra de máquinas e equipamentos, tratores e implementos agrícolas, além de incentivos para melhoramento genético na pecuária leiteira, regularização fundiária e formação de florestas produtivas.

 

Na Agricultura Familiar, por meio do programa Agroamigo, o Banco do Nordeste busca fortalecer a permanência da mão de obra no campo, com destaque para iniciativas voltadas à juventude rural (Pronaf Jovem) e ao empreendedorismo feminino, com o Agroamigo Mulher.

 

Outro eixo estratégico do Plano Safra é o incentivo à inovação e sustentabilidade, com apoio a projetos de energias renováveis, conectividade no campo e fomento à produção orgânica e agroecológica.

 

 

Francinaldo Farias, produtor rural em Caxias (MA). Crédito: Cival Jr.


IMPRENSA - Banco do Nordeste
(71) 99602-4330/ (85) 99965-0339

Acordo de Não Persecução Penal

 

Acordo de Não Persecução Penal

por ACS — publicado 30/08/2024
Acordo de Não Persecução Penal
Audiodescrição: Acordo de Não Persecução Penal: Medida alternativa à ação pena. Aplicável a crimes sem violência ou grave ameaça. Exige confissão do investigado e cumprimento de condições. Ilustração de uma mulher e um homem apertando as mãos em cumprimento de acordo. Há uma balança da justiça ao fundo.

O Acordo de Não Persecução Penal é uma medida alternativa prevista no Código de Processo Penal para crimes cometidos sem violência ou grave ameaça, cuja pena mínima seja inferior a 4 anos.

O objetivo é evitar o processo judicial tradicional, desde que o investigado se comprometa a cumprir certas condições para reparar o dano causado, e assim dar uma resposta mais rápida e efetiva à sociedade.

Para que o acordo seja aplicado, é necessário que o investigado confesse a prática do crime e aceite cumprir todas as condições estipuladas pelo Ministério Público, como, por exemplo, prestar serviços à comunidade, pagar indenização ao ofendido ou cumprir outras medidas que promovam a reparação do dano.

O acordo será firmado pelo Ministério Público, investigado e seu defensor e homologado pelo Juiz. Se forem descumpridas quaisquer condições estipuladas no acordo de não persecução penal, o Ministério Público deverá comunicar a Justiça para rescisão e posterior oferecimento de denúncia.


O que diz a lei: 

Código de Processo Penal 

Art. 28-A. Não sendo caso de arquivamento e tendo o investigado confessado formal e circunstancialmente a prática de infração penal sem violência ou grave ameaça e com pena mínima inferior a quatro anos, o Ministério Público poderá propor acordo de não persecução penal, desde que necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime, mediante as seguintes condições ajustadas cumulativa e alternativamente: 

I - reparar o dano ou restituir a coisa à vítima, exceto na impossibilidade de fazê-lo; 

II - renunciar voluntariamente a bens e direitos indicados pelo Ministério Público como instrumentos, produtos ou proveitos do crime; 

III - prestar serviço à comunidade ou a entidades públicas por período correspondente à pena mínima cominada ao delito diminuída de um a dois terços, em local a ser indicado pelo juízo da execução, na forma do art. 46 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal);

 IV - pagar prestação pecuniária, a ser estipulada nos termos do art. 45 do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940 (Código Penal), a entidade pública ou de interesse social, a ser indicada pelo juízo da execução, que tenha, preferencialmente, como função proteger bens jurídicos iguais ou semelhantes aos aparentemente lesados pelo delito; 

V - cumprir, por prazo determinado, outra condição indicada pelo Ministério Público, desde que proporcional e compatível com a infração penal imputada.


O conteúdo disponibilizado nesta página diz respeito à legislação em vigor na época da publicação.

Do shopping ao supermercado: a distância entre o progresso e a inércia


Enquanto Paulo Afonso celebra a chegada de um shopping e centro empresarial, um marco de crescimento e modernização, Jeremoabo amarga um comércio arcaico e estagnado. A disparidade entre as duas cidades é um reflexo de visões e atitudes distintas em relação ao desenvolvimento econômico.

Paulo Afonso: um polo de atração e investimento

O anúncio da construção do shopping e centro empresarial em Paulo Afonso é resultado de um trabalho árduo e planejado pela ASCOPA, entidade que demonstrou visão estratégica e profissionalismo. O empreendimento representa um novo ciclo de crescimento e inovação para a cidade, com potencial para atrair investimentos, gerar empregos e impulsionar a economia local.

Jeremoabo: um comércio preso ao passado

Em Jeremoabo, a realidade é bem diferente. O comércio local parece preso ao passado, com estruturas antigas e pouca ou nenhuma preocupação com a modernização e a qualidade dos serviços. A falta de investimento e de visão empresarial é evidente, e a cidade parece ter perdido o bonde do desenvolvimento.

A ausência de uma associação comercial forte

A situação do comércio em Jeremoabo levanta dúvidas sobre a existência e a atuação da associação comercial local. A ausência de uma entidade forte e atuante, capaz de defender os interesses dos comerciantes e de promover o desenvolvimento do setor, é um dos fatores que contribuem para a estagnação do comércio local.

A falta de compromisso com os direitos trabalhistas

A dúvida sobre o cumprimento das obrigações trabalhistas por parte dos comerciantes de Jeremoabo é preocupante. A falta de pagamento de horas extras, insalubridade e outros direitos dos trabalhadores é uma prática ilegal e desrespeitosa, que prejudica os trabalhadores e a imagem do comércio local.

A dependência do poder público

A cultura de esperar que o poder público resolva todos os problemas é um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento do comércio em Jeremoabo. É preciso que os comerciantes assumam a responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento e busquem soluções inovadoras para atrair clientes e impulsionar a economia local.

A necessidade de mudança de mentalidade

Para que Jeremoabo possa acompanhar o ritmo de desenvolvimento de outras cidades da região, é preciso que os comerciantes mudem sua mentalidade e adotem uma postura mais proativa e empreendedora. É preciso investir em modernização, qualificação profissional e inovação, buscando sempre oferecer o melhor para os clientes.

A importância da união e da colaboração

A união e a colaboração entre os comerciantes são fundamentais para o desenvolvimento do comércio local. É preciso criar uma associação comercial forte e atuante, capaz de defender os interesses da categoria e de promover ações conjuntas para impulsionar a economia local.

Chamadas para ação:

  • Modernização: Os comerciantes de Jeremoabo devem investir na modernização de seus estabelecimentos, buscando oferecer um ambiente agradável e serviços de qualidade para os clientes.
  • Qualificação profissional: É preciso investir na qualificação profissional dos funcionários, para garantir um atendimento de excelência e a satisfação dos clientes.
  • Inovação: Os comerciantes devem buscar soluções inovadoras para atrair clientes e impulsionar as vendas, como a criação de lojas virtuais e a oferta de serviços diferenciados.
  • União: Os comerciantes devem se unir e criar uma associação comercial forte e atuante, capaz de defender os interesses da categoria e de promover o desenvolvimento do comércio local.
  • Responsabilidade social: Os comerciantes devem cumprir suas obrigações trabalhistas e adotar práticas de responsabilidade social, contribuindo para o bem-estar dos trabalhadores e da comunidade.

Palavras-chave: Paulo Afonso, Jeremoabo, comércio, desenvolvimento, estagnação, associação comercial, modernização, inovação, responsabilidade social.

Paulo Afonso: ASCOPA surpreende ao anunciar a construção de shopping e centro empresarial na Avenida Apolônio Sales

Novidade foi compartilhada nas redes sociais da ASCOPA e promete impulsionar a economia local. Foto: Ascopa


Por

Redação


Na última sexta-feira (14), Paulo Afonso foi surpreendida com uma grande notícia para o seu futuro econômico: a cidade ganhará um shopping e um centro empresarial na Avenida Apolônio Sales, dacordo com a ASCOPA (Associação Comercial e Empresarial de Paulo Afonso).

O anúncio, de acordo com postagem nas redes sociais da entidade, “representa uma conquista histórica para o município”. Conforme divulgado pela associação, o empreendimento trará um impacto significativo no comércio e no desenvolvimento regional.

Segundo a ASCOPA, após um período de negociações intensas de 2 anos, 7 meses e 11 dias, a entidade concluiu tratativas com quatro grandes grupos de investimento e incorporadoras, garantindo a melhor proposta para o projeto. A assinatura do contrato, conforme informado pela ASCOPA, assegura a construção desse importante empreendimento, que promete transformar a cidade.

De acordo com a ASCOPA, “o novo shopping será um dos maiores centros comerciais da região, contando com 74 lojas e 35 escritórios comerciais. Além disso, o empreendimento terá um auditório com capacidade para 100 pessoas e uma praça de alimentação panorâmica no 14º andar, que oferecerá uma vista privilegiada de Paulo Afonso e dos estados vizinhos”, destacou.

Conforme informações divulgadas pela ASCOPA, o investimento total do projeto supera os R$ 30 milhões. A associação destaca que a iniciativa não apenas proporcionará uma infraestrutura moderna, mas também abrirá novas oportunidades de negócios para os empreendedores locais.

Veja abaixo a publicação oficial da ASCOPA:

 https://www.pa4.com.br/noticias/paulo-afonso-ascopa-surpreende-ao-anunciar-a-construcao-de-shopping-e-centro-empresarial-na-avenida-apolonio-sales/

Bairro do Romão: Anos de Sofrimento e a Esperança de um Novo Tempo

 


Bairro do Romão: Anos de Sofrimento e a Esperança de um Novo Tempo.

Durante os seis anos de desgoverno de Deri do Paloma, o Bairro do Romão foi um dos mais castigados de Jeremoabo. A infraestrutura precária transformou a vida dos moradores em um verdadeiro calvário. O asfalto esburacado fez com que, no verão, a poeira invadisse as casas, tornando o ar irrespirável. No inverno, a lama tomava conta das ruas, impossibilitando o trânsito e causando transtornos para os residentes.

A tradição do interior de sentar-se à porta para conversar com familiares e vizinhos foi interrompida pela falta de manutenção da pavimentação. A poeira e a lama impediram os moradores de desfrutarem desse costume tão comum e importante para a socialização comunitária. Residir no Bairro do Romão tornou-se um verdadeiro suplício, tudo isso como parte de uma política de perseguição que visava castigar três ex-prefeitos que moram na região.

Contudo, a esperança finalmente chegou para os moradores do Romão. O atual prefeito, Tista de Deda, cumprindo sua promessa de campanha, deu início à tão esperada pavimentação asfáltica do bairro. A obra em andamento não só valorizará a região, mas também devolverá aos moradores sua dignidade e autoestima.

Com a nova infraestrutura, a população voltará a viver com qualidade e conforto, livre dos problemas que tanto afligiram a comunidade nos últimos anos. A pavimentação representa não apenas o cumprimento de um compromisso de governo, mas também o resgate da esperança de um futuro melhor para todos que residem no Bairro do Romão.

A Cavalgada de São Jorge: Tradição e Cultura Renascendo em Jeremoabo

 



A Cavalgada de São Jorge: Tradição e Cultura Renascendo em Jeremoabo

A cultura de um povo não se apaga, não se destrói e não se vende. A Cavalgada de São Jorge, uma das manifestações culturais mais tradicionais de Jeremoabo, resistiu bravamente a tentativas mesquinhas de ser apagada da memória popular. Durante a gestão do ex-prefeito, houve esforços para aniquilar esse evento, numa clara demonstração de desrespeito às tradições e ao sentimento do povo. No entanto, sob a nova administração do prefeito Tista de Deda, essa grandiosa festividade renascerá com toda força e determinação, provando que a cultura se preserva e se fortalece.

A Cavalgada de São Jorge sempre foi um evento de grande significado para os moradores de Jeremoabo e região. Mais do que um desfile de cavaleiros e amazonas, ela simboliza a união, a devoção e o respeito às raízes nordestinas. É um momento de celebração, de encontros, de fortalecimento das tradições e da fé em São Jorge, o santo guerreiro, protetor dos cavaleiros.

Com a nova gestão municipal, o evento será resgatado com ainda mais vigor, garantindo uma organização impecável e promovendo não apenas a cavalgada, mas também shows, manifestações culturais e um espaço de lazer para toda a comunidade. É um compromisso da administração de Tista de Deda devolver ao povo de Jeremoabo aquilo que lhes pertence: sua história, sua cultura e suas festividades.

A retomada da Cavalgada de São Jorge representa um marco para a cidade. É a vitória da tradição sobre a politicagem mesquinha, é a demonstração de que a cultura não pode ser sufocada por interesses menores. Este ano, no dia 20 de abril, Jeremoabo viverá mais uma vez esse grande momento de fé, tradição e confraternização. Não percam essa celebração que, com garra e determinação, renasce para marcar de vez seu lugar na história!

Venham todos prestigiar a Cavalgada de São Jorge 2025 e fazer parte desse grande reencontro com nossas raízes!



Entendam por que a miopia e a estupidez de Trump são a semente do caos


Imagem colorida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump -- Metrópoles

Trump erra tanto que desequilibra as bolsas de valores 

Mario Sabino
Metrópoles

Depois de 50 dias frenéticos, como avaliar o governo de Donald Trump? Sejamos sucintos, abordando os dois pontos que mais interessam ao mundo neste momento. O primeiro ponto é o da guerra na Ucrânia. Você deve estar entre confuso e otimista sobre a possibilidade de paz rápida e duradoura, em nome da qual Donald Trump humilhou Volodymyr Zelensky, tomando o agredido como agressor, para deleite de Vladimir Putin.

Esclareça-se: não haverá paz duradoura na Ucrânia, nos termos pretendidos pelo presidente americano, que tem pressa em enfiar a rendição absoluta goela abaixo dos ucranianos.

O ex-presidente francês François Hollande deu uma entrevista bastante didática ao Corriere della Sera sobre a cena a que assistimos. Ele conhece Vladimir Putin muito bem: ao lado de Angela Merkel, então chanceler da Alemanha, foi um dos artífices do Tratado de Minsk, assinado em setembro de 2014, que previa o fim das hostilidades russas no leste da Ucrânia, depois da ocupação da Crimeia — tratado que foi rasgado por Vladimir Putin, porque é da natureza dos tiranos rasgar tratados.

ESTRATÉGIA SUJA – François Hollande disse ao jornal italiano: “Sei que, nos próximos dias, Putin vai tentar aumentar a vantagem que tem no campo de batalha. Jogará com o tempo e intensificará a sua ofensiva, enquanto dará a entender a Donald Trump, por meio de contato telefônico e depois, talvez, em um encontro, que se poderá começar uma negociação para um cessar-fogo”.

E François Hollande prosseguiu: “Para Putin, o tempo é o valor fundamental. Ele vai dilatá-lo ao máximo, até obter a correlação de força militar mais favorável. E se, depois de um acordo de paz sem garantias de segurança, abandonarmos a Ucrânia, ele vai esperar o melhor momento para atacá-la de novo. É assim porque há uma assimetria entre o que somos, líderes com mandato de democracias, e o que ele é, um autocrata. O autocrata tem a vida diante de si. Nós somos precários, estamos de passagem, e ele sabe disso”.

Restará à Ucrânia, bem como aos outros países que estão na mira de Vladimir Putin, esperar que o pouco tempo garantido por uma paz mambembe seja suficiente para que a Europa, sem um aliado confiável nos Estados Unidos, seja capaz de falar grosso militarmente com a Rússia, quase uma ilusão nos próximos anos.

GUERRA COMERCIAL – O segundo ponto dos 50 dias de Donald Trump é o da economia. Não tente encontrar sentido na guerra comercial que o presidente americano move contra países amigos. Não há sentido nenhum, a não ser que o objetivo insanamente calculado de Donald Trump seja o de destruir a economia mundial.

O conservador americano Bret Stephens, uma exceção de bom senso entre os articulistas do New York Times, tem de ser admirado pela sua capacidade de síntese. Ele foi preciso.

DISSE STEPHENS – “Nenhum presidente americano foi tão incompetente em colocar na prática as próprias ideias. É um conclusão a que parecem ter chegado os mercados acionários, que despencaram depois do golpe triplo de Trump: primeiro, as ameaças de tarifas contra os nosso principais parceiros comerciais, com o consequente aumento de preços; segundo, a repetida concessão de adiamentos de algumas dessas tarifas, com a criação de um cenário imprevisível; por último, a sua admissão implícita que os Estados Unidos poderiam entrar em recessão neste ano, um preço que ele está disposto a pagar para fazer o que chama de uma ‘grande coisa’.”

E Bret Stephens completou: “Um presidente caprichoso, errático e irresponsável está pronto a colocar em risco tanto a economia americana quanto a economia global apenas para sustentar o próprio ponto de vista ideológico. Os críticos de Trump são sempre rápidos para ver o lado sinistro das suas ações e declarações. Um perigo ainda maior pode ser o aspecto caótico da sua gestão política. A democracia pode morrer na opacidade. Pode morrer no despotismo. Com Trump, pode morrer pela estupidez.”

Não há o que acrescentar ao que foi dito por François Hollande e Bret Stephens. A miopia histórica e a estupidez ideológica de Donald Trump formam a semente do caos. 


Bolsonaro perde batalha para demonstrar força e pega leve com Lula

 

Por POLÍTICA JB com Agência Esado
redacao@jb.com.br

Publicado em 17/03/2025 às 07:59

Alterado em 17/03/2025 às 07:59

Jair Bolsonaro prometeu receber 1 milhão de pessoas, depois 500 mil, reuniu bem menos gente que nos atos anteriores. Foram 18,3 mil, segundo o Monitor do Debate Político do Cebrap/USP Adriano Machado/Reuters



Por Ricardo Corrêa - “Ainda dá tempo” disse Jair Bolsonaro, do alto do trio elétrico no qual comandou o evento deste domingo, 16, em Copacabana. Foi pouco depois de afirmar: “Se algo, na covardia, acontecer comigo, continue lutando”. E também depois de lembrar que no ato de 7 de Setembro de 2022, ali mesmo no Rio de Janeiro, “tinha mais gente”. Se o objetivo principal da mobilização era mostrar força ou reforçar que se Bolsonaro for preso poderá acontecer “tudo”, como sinônimo de caos social, como afirmou Silas Malafaia no mesmo palco, o resultado não veio como o esperado.

O ex-presidente que prometeu receber 1 milhão de pessoas, depois 500 mil, reuniu bem menos gente que nos atos anteriores. Foram 18,3 mil, segundo o Monitor do Debate Político do Cebrap/USP. O de 7 de setembro na Paulista reuniu 45 mil. O de fevereiro, 185 mil. O da mesma Copacabana em 21 de abril do ano passado, 32,7 mil. E, mesmo online, a transmissão oficial deste domingo não passou de 29 mil pessoas simultâneas assistindo no ápice de seu discurso. Bem abaixo dos padrões alcançados pelo ex-presidente no passado.

Há um sinal de que até seus apoiadores estão cansando, o que pode sugerir um incômodo com uma pauta distante da realidade do brasileiro. Oficialmente, o evento tinha dois motes. O principal era a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro, que ganhou atenção de Bolsonaro na primeira parte de seu discurso. O segundo era o “Fora Lula em 2026", pois o ex-presidente vetou o pedido de impeachment de Lula agora. E em seu discurso reforçou a tese de que não quer nem pensar no petista fora do poder, pois acha que é melhor deixar a gestão sangrar sem derrubá-la. Daí um discurso morno em relação ao ex-presidente. Tanto dele quanto da maioria dos seus aliados. O alvo permanente foi Alexandre de Moraes.

A exceção à parcimônia com Lula se deu com Flávio Bolsonaro, que chegou a chamar o presidente de ladrão, e Tarcísio de Freitas, que, embora tenha feito um discurso enfático por anistia, explorou os problemas econômicos do país, em especial na inflação de alimentos. “Prometeram picanha e não tem nem ovo”, disse o governador de São Paulo, lembrando de um tema que, esse sim, poderia engajar o cidadão

Como em eventos anteriores, foi Malafaia o encarregado de usar as palavras mais duras contra o STF e Moraes, em especial. A quem chamou nominalmente de “criminoso” e “ditador” antes da ameaça de que algo poderia acontecer se houver a prisão de Bolsonaro. Um flerte perigoso com a coação no curso do processo.

Das mãos de Malafaia, Bolsonaro recebeu o microfone para citar mulheres presas pelos atos de 8 de Janeiro, reclamar das condenações altas impostas a elas pelo STF, mas para pouco depois dar uma guinada para defender sua própria liberdade. No discurso, repetiu frases quase inteiras de discursos feitos em fevereiro e setembro do ano passado para acusar o TSE de parcialidade em 2022 e de perseguição.

E passou a falar de um futuro em que demonstrou pouca esperança de reverter o cenário jurídico que pode levá-lo à prisão. “Não vou sair do Brasil. (...) Vou ser um problema pra eles preso ou morto, mas deixo acesa a chama da esperança da libertação do nosso povo”. Neste ponto, em tom muito semelhante ao que Lula usava às vésperas de ser preso pelas acusações da Lava Jato.

Os eventos esparsos estão mostrando Bolsonaro perdendo capacidade de mobilização. A cada vez que vai para as ruas, leva menos gente, ainda que haja sempre muitos apoiadores para recebê-lo. Com pressa em razão do acelerado ritmo do processo que pode condená-lo ainda este ano, ele resolveu ampliar a convocação. Em uma espécie de ‘tour final’ para tentar, com o argumento da defesa do projeto da anistia, salvar a própria pele. Por isso terminou o discurso já fazendo as convocações para os eventos de 6 de abril em São Paulo e, na sequência, para um evento no Nordeste, ainda sem data, provavelmente em Aracaju.

No palco cercado por bandeiras dos Estados Unidos (eram quatro, incluindo duas em um banner com a foto de Trump, contra duas do Brasil), Bolsonaro escreveu no discurso e em suas entrelinhas um pedido de que não seja abandonado. Um dos últimos antes de enfrentar um destino traçado.

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