sábado, maio 16, 2020

Sergipe tem mais de 3.100 casos da Covid-19 e 53 mortes pela doença

Por G1 SE
No início da noite deste sábado (16), Sergipe chegou a marca de 3.135 casos confirmados da Covid-19. Foram 267 novos casos e três óbitos. Por causa da doença, 53 pessoas já morreram no estado.
Até o fechamento desta matéria a SES não havia informado o número de casos e mortes por município.
Covid-19 em Sergipe
MUNICÍPIOCASOSMORTES
Amparo de São Francisco20
Aracaju1.86219
Arauá10
Areia Branca170
Aquidabã80
Barra dos Coqueiros730
Boquim90
Campo do Brito50
Canindé do São Francisco31
Capela90
Carira20
Carmópolis41
Cedro de São João90
Cristinápolis60
Divina Pastora20
Estância781
Frei Paulo71
Gararu21
Graccho Cardoso30
Indiaroba30
Itabaiana1581
Itabaianinha191
Itaporanga D'Ajuda131
Japaratuba31
Japoatã10
Lagarto302
Laranjeiras110
Macambira20
Malhada dos Bois10
Malhador70
Maruim120
Moita Bonita20
Muribeca20
Nossa Senhora das Dores20
Nossa Senhora da Glória210
Nossa Senhora de Lourdes20
Nossa Senhora do Socorro1876
Pacatuba20
Pedrinhas10
Pinhão10
Poço Redondo61
Poço Verde40
Porto da Folha161
Propriá93
Riachão do Dantas21
Riachuelo40
Ribeirópolis30
Rosário do Catete61
Salgado70
Santa Luzia do Itanhi20
Santana do São Francisco10
Santo Amaro das Brotas70
São Cristóvão1631
São Domingos31
Simão Dias202
Tobias Barreto61
Tomar do Geru20
Umbaúba232
Novos casos2673
TOTAL3.13553

A única esperança para os brasileiros é Mourão assumir para dar jeito neste país


Mourão: 'Nenhum país vem causando tanto mal a si mesmo como o ...
Mourão saberá assumir a responsabilidade de dirigir o país
José Antonio Perez Jr.
Jair Bolsonaro não tem condições de continuar na Presidência. Francamente! Ele conseguiu o mais difícil (que parecia impossível), elegeu-se e agora está jogando tudo por falta de equilíbrio emocional. Precisa sair da Presidência o quanto antes, junto com os filhos. É impressionante a capacidade do eleitor brasileiro em errar nas urnas. Sempre caindo na conversa mole de ilusionistas de otários ou populistas baratos, como Lula e Bolsonaro.
Esforço para crescer e se desenvolver ninguém quer! Sempre em busca de salvadores da pátria que consertarão as coisas num passe de mágica. Não existe isso!
EDUCAÇÃO É A SAÍDA – Só a revolução através da educação universal de qualidade nos salvará e libertará os pobres das amarras que os impedem de ascender socialmente. Bolsonaro não percebe essa realidade, já jogou fora seu governo, por incompetência
A esperança agora é a posse do vice Hamilton Mourão, que aceita negociar com o Congresso, em termos elevados.  O Centrão era o maior empecilho para Mourão, justamente por achá-lo mais difícil nas negociações espúrias. Será a saída constitucional possível, pois ninguém vai querer cassar a chapa e colocar o Rodrigo Maia, muito menos continuar suportando esse maluco do Bolsonaro.
Se Mourão assumir aí a banda vai tocar diferente! Pode até ceder em alguns pontos mas nunca entregar verbas públicas de bandeja para corruptos embolsarem . Jamais! Pelo tom do juramento de posse no Congresso já dá para imaginar como será com ele no Planalto. Tem preparo e amor à pátria.
Aparentemente, quer colocar seu nome na história de forma mais marcante e saberá ser enérgico o suficiente para colocar o país de volta aos trilhos se deixarem.
FAKE NEWS – Para inviabilizar Mourão, espalham que Bolsonaro não pode sair antes de dois anos, porque assim será necessário fazer nova eleição. Mas isso não existe. Só haveria convocação de novo pleito caso Mourão fosse cassado junto ou renunciasse à Presidência, mas isso jamais acontecerá.
Na situação em que estamos, a posse do vice é a única solução.

Demissão do ministro da Saúde transmite “insegurança”, afirma Marco Aurélio Mello


A decisão de Marco Aurélio Mello de soltar condenados em 2 ...
“Não é bom. É claro que revela desentendimento”, comenta o ministro
Jorge VasconcelosCorreio Braziliense
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou preocupação com o pedido de demissão do ministro da Saúde, Nelson Teich, que deixou o governo nesta sexta-feira (15/05) após divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre o uso do medicamento cloroquina por pacientes com Covid-19. Para o magistrado, a saída do segundo titular da pasta da Saúde em menos de um mês “passa insegurança” e não traz tranquilidade para a sociedade brasileira em meio à escalada da pandemia do novo coronavírus.
“É algo que preocupa, porque, de certa forma, passa uma insegurança. E o momento é de entendimento, o momento é de união de forças para se combater a pandemia. Agora, claro que o ministro é um auxiliar do presidente da República e é demissível a qualquer momento”, disse Marco Aurélio ao Correio.
MOMENTO INOPORTUNO – “Agora, não é bom. Não é bom em termos de tranquilidade para a sociedade brasileira. Não é bom. Revela desentendimento, e desentendimento em época de crise é péssimo”, afirmou o magistrado, que revelou conhecer pessoalmente o agora ex-ministro, seu vizinho no Rio de Janeiro.
“Eu particularmente conheço o ministro que acaba de sair porque é meu vizinho lá no Rio de Janeiro; nós temos apartamento no mesmo prédio. Eu sempre o tive como um profissional muito aplicado, muito respeitado na área dele”, disse Marco Aurélio sobre o oncologista.

Augusto Heleno tenta desmentir o Jornal Nacional, mas não consegue convencer…



O ministro Augusto Heleno, do GSI, durante evento no Palácio do Planalto Foto: Jorge William/Agência O Globo/01-04-2020
General Augusto Heleno procura defender o que é indefensável
Deu em O Globo
Em nota enviada à TV Globo, o ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, fez críticas à reportagem do “Jornal Nacional” que revelou nova contradição na versão do presidente Jair Bolsonaro sobre reunião ministerial do dia 22 de abril, citada pelo ex-ministro Sergio Moro como prova de interferência do presidente na Polícia Federal. A reportagem revelou que, apesar de alegar que estava preocupado com a segurança dos seus filhos no Rio de Janeiro, Bolsonaro promoveu o responsável por essa função menos de um mês antes da reunião.
Segundo a nota do GSI, a matéria é mal elaborada e uma tentativa de fazer reportagem maldosa contra o presidente da República usando como exemplo a promoção do General Sá Corrêa, recém nomeado Comandante da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, de Pelotas-RS.
FOI PROMOVIDO – André Laranja de Sá Corrêa era diretor do Departamento de Segurança Presidencial. Entre as funções desse departamento, vinculado ao GSI, está zelar pela segurança pessoal do presidente da República, do vice-presidente e dos seus familiares. No dia 26 de março, como revelou o “Jornal Nacional’, ele foi promovido a general de brigada e transferido para o comando da 8ª Brigada de Infantaria Motoriza do Exército, localizada em Pelotas (RS).
A promoção de oficiais-generais é prerrogativa do presidente da República e deve ocorrer de acordo com o mérito. No lugar de Sá Corrêa, Bolsonaro colocou Gustavo Suarez, que até então era diretor-adjunto do departamento.
A nota do GSI diz ainda que o então Coronel Sá Corrêa foi selecionado pelo Alto Comando do Exército, por seus méritos, para integrar a lista de escolha que seria levada ao presidente da República. Segundo a nota, o presidente não participa das reuniões de promoção de oficiais generais, que acontecem no Alto Comando das três Forças.
O MAIS ANTIGO – A nota afirma, no entanto, que compete ao presidente, por lei, examinar as listas levadas pelo ministro da Defesa e escolher entre os nomes sugeridos os que serão promovidos. E que cabe ao presidente assinar os decretos de promoção.
Ainda segundo a nota, o Coronel Suarez assumiu a Chefia do Departamento de segurança, porque era o mais antigo depois do Coronel Sá Corrêa.
O ministro Augusto Heleno disse também na nota que, na reunião ministerial, falando para os seus ministros, e não em público, o presidente citou, apenas como exemplo, uma troca que desejasse realizar, na segurança pessoal dele. E que, caso houvesse qualquer oposição a essa troca, na ponta da linha, ele poderia chegar até a demitir o ministro para que sua decisão fosse cumprida.
A nota conclui que o presidente não se referiu a nenhum caso real que houvesse ocorrido com sua segurança pessoal.
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TV GLOBO CONFIRMA A REPORTAGEM
“A nota do ministro do gabinete de segurança institucional Augusto Heleno confirma integralmente o que o Jornal Nacional publicou. Que o antigo titular da direção de segurança pessoal da presidência, o então coronel Sá Correa, foi promovido a general de brigada por escolha do presidente Bolsonaro. E que o substituto escolhido foi o número dois do departamento. Em nenhum momento, o Jornal Nacional questionou os méritos do general Sá Corrêa.
Quis apenas mostrar que a versão do presidente sobre o que disse na reunião ministerial de 22 de abril não encontra respaldo na realidade. O presidente reiteradas vezes afirmou que se referia à segurança dele, de sua família e de seus amigos, quando disse que tentou fazer mudanças na segurança do Rio e não conseguiu.
Como mostrou o Jornal Nacional, o presidente não teve dificuldades em fazer trocas no departamento responsável por sua segurança. Promoveu o titular, substituiu-o pelo seu adjunto e também trocou a chefia do escritório no Rio. Sem dificuldades.
Por fim, é de se destacar que a frase do presidente Jair Bolsonaro na reunião ministerial de 22 abril ganha agora mais uma versão. Segundo o ministro Augusto Heleno, o presidente, ao mencionar a segurança no Rio, quis dar apenas um exemplo sobre o que faria caso quisesse realizar uma troca no setor e encontrasse oposição: poderia chegar até a demitir o ministro para ver a sua decisão cumprida, não tendo o presidente se referido a nenhum caso real que houvesse ocorrido. Registre-se também que o ministro Augusto Heleno não esclareceu por que motivo o presidente se viu compelido a dar esse exemplo.
A dúvida permanece.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – E assim, ao tentar defender o indefensável, o general Augusto Heleno vai contradizendo a biografia que construiu a serviço do Exército brasileiro e das Nações Unidas. É uma pena, perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Bolsonaro não tem defesa, porque a verdade nos libertará das mentiras dele(C.N.)

Nova “bola da vez”, Marcos Pontes é alertado por que poderá ser demitido nos próximos dias



Bolsonaro pretende colocar no cargo um nome ligado ao Centrão
Renato Souza
Correio Braziliense
O ministro Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia, foi informado, por pessoas próximas e ligadas ao presidente Jair Bolsonaro, que ele pode ser demitido nos próximos dias. O chefe do Executivo pretende colocar no cargo um nome ligado a parlamentares do Centrão. No momento, Bolsonaro cogita entregar o ministério para o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Ex-ministro do governo Temer, Kassab está afastado, há 500 dias, do  cargo de secretário-chefe da Casa Civil do governo de João Doria (PSDB) em São Paulo.  Ele foi alvo de uma operação da Polícia Federal, acusado de receber R$ 58 milhões em propina da JBS entre 2010 e 2016.  Desde o ano passado, ele está afastado da gestão Dória por conta de um pedido de licença não remunerada.
OBSTÁCULO – A investigação é um entrave para a nomeação dele ao ministério, em razão dos prejuízos que traria para a imagem do presidente e seu governo. A alternativa, estudada pelo Executivo, é colocar um indicado de Kassab na pasta de Marcos Pontes.
O astronauta, primeiro brasileiro a ir ao espaço, decepcionou a comunidade científica e de tecnologia ao não ter posições firmes em meio a perda de verba para a comunidade científica e universidades.
Ele também não se posicionou contra demissões em seu ministério, como  Ricardo Galvão, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
FIGURAÇÃO – Pontes, que tem trajetória acadêmica, científica e foi militar da Força Aérea Brasileira (FAB) tem ficado apagado no governo e não ganhou apoio popular como Damares Alves, dos Direitos Humanos e Henrique Mandetta, que ocupou o Ministério da Saúde.
Na cúpula do Ministério da Ciência e Tecnologia a demissão de Pontes é dada como certa e a equipe dele já está avisada. O governo vê como a pasta mais fácil de trocar, sem gerar novos capítulos em uma crise que afeta a política nacional. Pelas redes sociais, o ministro Marcos Pontes negou que esteja próximo de deixar o governo.

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