sexta-feira, maio 15, 2020

Coronavírus: preço do álcool em gel chega a dobrar em Jeremoabo

Luiz Brito

Foto: Ilustração
Consumidor usou a audiência do Programa Patrulha da rádio Cultura de Paulo Afonso, para denunciar o que considera um abuso por parte do Posto Novo Tempo, localizado em Jeremoabo.  O motorista da cidade Caetite (BA) de passagem pela cidade, disse o valor cobrado por 150 ml de alcool Gel 70 estava sendo comercializado a R$18,00. "Vou levar  mesmo com o preço elevado, para denunciar esse abuso, disse,

Uma moradora da terra da jurema em flor, também ligou para o programa para informar que adquiriu um litro de alccol Gel 70  no comércio por R$ R$ 8,00. Em Paulo Afonso o preço do mesmo produto oscila entre R$ 8,00 e R$ 9,00. 

Nota da redação deste Blog - 
Nota da redação deste Blog - sse povoque fica postando imbecildade nas redes sociais, deveriam ter a coragem de lutar por seus direitos, deveriam denunciar esse oportunismo, essa exploração e denunciar ao PROCON como também ao Ministério Público.
No lugar onde a coisa funciona, onde a população não se omite, onde faz valer seus direitos,onde exige que a Lei seja cunprida a coisa é diferente.
A exemplo da matéria abaixo, o cidadão de Jeremoabo deve procurar a Polícia Cívil para registrar o B.O.

Dona de farmácia é presa ao elevar preço do álcool em gel de R$ 1,99 para R$ 11,99 em Cascavel

No estabelecimento comercial também foram encontrados frascos de 1 litro do produto sendo vendidos a R$ 80,00



AGU vai ao STF e se manifesta contra divulgação integral do vídeo de reunião ministerial

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Bolsonaro alega que “segurança no Rio” seria a sua segurança pessoal
Fernanda Vivas e Márcio Falcão
G1 / TV Globo
Em parecer enviado nesta quinta-feira, dia 14, ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou a favor da retirada do sigilo do vídeo da reunião ministerial do último dia 22 de abril, mas somente dos trechos em que há intervenções do presidente Jair Bolsonaro. Em relação às intervenções dos demais participantes da reunião, a AGU propõe não divulgar.
A reunião foi citada em depoimento pelo ex-ministro Sergio Moro, no contexto do inquérito que investiga a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Na reunião, o presidente teria exigido a troca do superintendente da PF no Rio de Janeiro, a fim de evitar investigação sobre familiares dele.
SIGILO – O vídeo está sob sigilo desde que chegou ao STF, na sexta-feira, dia 8, e já foi exibido em uma única sessão, reservada a investigadores e procuradores da República, além do próprio Sergio Moro e da Advocacia-Geral da União. Fontes que acompanharam a exibição informaram que a gravação mostra Bolsonaro usando palavrões e fazendo ameaças de demissão em defesa da troca no comando da PF no Rio de Janeiro.
A AGU afirma, no documento, que as intervenções de outros participantes da reunião são “absolutamente impertinentes ao objeto do inquérito (tanto é assim que, em nenhum momento, são referidas ou reclamadas pelo Declarante)”. Também fez ressalvas quanto à “referência a eventuais e supostos comportamentos de nações amigas”.
PARTICIPANTES – No documento, a AGU cita que o encontro teve dez participantes: os ministros da Justiça, da Saúde, da Infraestrutura, das Relações Exteriores, da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Turismo e da Educação; e os presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Caixa Econômica e do Banco Central.
A manifestação da AGU é resposta a uma determinação do ministro Celso de Mello, do STF, que deu prazo de 48 horas nesta terça-feira, dia 12, que os envolvidos nas investigações opinassem sobre a possibilidade de liberação dos registros, total ou parcial.
A defesa do ex-ministro Sergio Moro foi a primeira a atender a ordem do relator, em manifestação na quarta-feira, dia 13. Os advogados defenderam a divulgação integral do vídeo.

Após ultimato de Bolsonaro sobre o uso da cloroquina, Nelson Teich pede demissão

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Teich não quis manchar a sua própria trajetória como médico
Luci Ribeiro e Tânia Monteiro
Estadão
Menos de um mês após assumir o cargo, o ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão nesta sexta-feira após entrar em choque com o presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada em nota pela pasta. O secretário executivo, general Eduardo Pazuello, assume interinamente.
“O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. Uma coletiva de imprensa será marcada nesta tarde”, informou o ministério, em nota.
PRESSÃO – A saída se dá após pressão do presidente Jair Bolsonaro para que ele altere protocolos do Ministério da Saúde envolvendo o uso de cloroquina em pacientes da covid-19. Atualmente, a recomendação da pasta é a utilização apenas em casos graves e de internação.
Bolsonaro, porém, tem defendido a prescrição ampla da substância, que não tem o efeito contra a doença comprovado. Pela manhã, ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro chegou a afirmar que a pasta mudaria ainda hoje o protocolo de uso da cloroquina adotado no sistema de Saúde.
Nos últimos dias, o presidente já havia comentado sobre a mudança. A declaração foi dada após apoiadores questionarem o presidente sobre o assunto no Palácio da Alvorada.
O chefe do Executivo argumenta que “é direito do paciente” decidir sobre o seu tratamento. O Conselho Federal de Medicina publicou nota técnica permitindo a prescrição do medicamento mesmo em casos leves da doença, com as ressalvas dos riscos.
MUDANÇA DE PROTOCOLO – “O protocolo deve ser mudado hoje porque o Conselho Federal de Medicina diz que pode usar desde o começo”, afirmou. “O médico na ponta da linha é escravo do protocolo. Se ele usa algo diferente do que está ali e o paciente tem alguma complicação, ele pode ser processado”, afirmou o presidente. Após a divulgação da demissão de Teich, foram registrados panelaços em bairros de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A saída de Teich corrobora que o País está sem comando. No lugar de um presidente, elegemos um dublê de ditador que coloca o seu orgulho e as decisões do seu clã na frente dos interesses coletivos. Hoje ainda, seus robôs virtuais atacarão a honra de Teich, tentando desconstruí-lo perante a opinião pública. O impasse começou quando Teich defendeu nas redes sociais que a cloroquina não tem eficiência comprovada, além de causar profundos danos colaterais. Além disso, o agora ex-ministro já havia dito a pessoas próximas que era difícil “conciliar” os desejos do presidente com o que realmente deve ser feito. Bolsonaro não coloca somente a honra dos seus pares em dúvida através da polarização, mas a vida de milhões de pessoas em risco em plena pandemia. (Marcelo Copelli)

Defesa de Moro aponta que transcrição parcial de gravação omitiu trechos e contextos relevantes


Rios diz que transcrição parcial busca reforçar tese de Bolsonaro
Sarah Teófilo
Correio Braziliense
O advogado do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, Rodrigo Sanchéz Rios, pontuou em nota que a transcrição parcial do vídeo da reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e ministros no último dia 22 de abril busca “apenas reforçar a tese da defesa do presidente, mas reforça a necessidade urgente de liberação do vídeo na íntegra”.
O defensor pontuou que a transcrição omite trechos e contextos relevantes “para a adequada compreensão do que ocorreu na reunião”. “Inclusive, na parte da ‘segurança do RJ’, do trecho imediatamente precedente”, ressaltou. Ele se refere a um dos trechos que está na petição enviada pela AGU ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual o presidente fala em “trocar gente da segurança” do Rio de Janeiro.
TRANSCRIÇÃO –  “Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura. Vai trocar, se não puder trocar, troca o chefe dele, não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”, disse Bolsonaro, segundo transcrição.
O vídeo faz parte de inquérito do STF que apura as acusações do ex-ministro Sérgio Moro contra o presidente da República de reiteradas tentativas de interferência política na PF. A fala em questão, segundo documento, foi feita quando o presidente lembra que um veículo de comunicação noticiou que um irmão de Bolsonaro teria estado sem máscara em um açougue.
DOIS TRECHOS – A petição feita pela AGU, traz apenas dois trechos da reunião de quase duas horas e trata-se de um pedido para que seja levantado o sigilo de todas as falas do presidente, exceto a referência a “eventuais e supostos comportamento de nações amigas” e “as manifestações dos demais participantes da reunião”.
Conforme defesa, ainda que não seja a fala do presidente na íntegra, comparando com fatos posteriores, como a troca do diretor-geral da PF, do superintendente da corporação no Rio de Janeiro e a própria demissão de Moro, é possível concluir que Bolsonaro falava da PF, e não do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão responsável pela segurança do presidente e seus familiares.
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ÍNTEGRA DA NOTA DA DEFESA DE MORO
“Sérgio Moro e seus advogados foram surpreendidos com a petição da AGU, em favor do presidente da República, no inquérito junto ao STF.  A transcrição parcial revela disparidade de armas, pois demonstra que a AGU tem acesso ao vídeo, enquanto a defesa de Sérgio Moro não tem.
A petição contém transcrições literais de trechos das declarações do Presidente, mas com omissão do contexto e de trechos relevantes para a adequada compreensão do que ocorreu na reunião –inclusive, na parte da “segurança do RJ”, do trecho imediatamente precedente.
De todo modo, mesmo o trecho literal, comparado com fatos posteriores, como a demissão do diretor-geral da PF, a troca do superintendente da PF e a exoneração do ministro da Justiça, confirma que as referências diziam respeito à PF e não ao GSI. A transcrição parcial busca apenas reforçar a tese da defesa do presidente, mas reforça a necessidade urgente de liberação do vídeo na íntegra.”
Rodrigo Rios, advogado de Sérgio Moro

Zambelli pressionou Moro antes do ex-ministro anunciar a sua demissão: “Bolsonaro vai cair se o senhor sair”

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Deputada falou em nome de Bolsonaro em conversas com Moro
Deu na Folha
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) fez um apelo ao então ministro Sergio Moro no dia 23 de abril, um dia antes do ex-juiz anunciar sua demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo a deputada, o presidente Jair “Bolsonaro vai cair se o senhor [Moro] sair”. Ela ainda falou em nome do presidente em conversas com Moro.
As declarações estão em troca de mensagens entre Moro e Zambelli que foram divulgadas pela GloboNews. As mensagens estão no inquérito que apura se Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal. Moro anunciou sua demissão em 24 de abril e afirmou que o presidente interferiu na instituição ao exonerar Mauricio Valeixo do cargo de diretor-geral da PF.
NEGOCIAÇÃO – Nesta quarta-feira, dia 13, , Zambelli afirmou à Polícia Federal que não conversou com Bolsonaro sobre negociar a permanência de Moro no governo federal em troca de uma vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Disse também que não falou sobre o assunto “com pessoas em nome do presidente Jair Bolsonaro”.
De acordo com a GloboNews, no dia 17 de abril, Zambelli questionou Mauricio Valeixo no cargo de diretor-geral da PF em mensagem enviada a Moro.
Zambelli: “Ministro, como usual, vou usar de 100% de sinceridade. O doutor Valeixo é o homem certo para dirigir a PF? Uma mudança agora seria muito bem-vinda. Os casos da Lava Jato no Congresso precisam andar. Por favor, faça algo urgente”.
Moro: “O Valeixo manteve a prisão do Lula diante da ordem ilegal de soltura do desembargador do Rio Grande do Sul. Se algo demora na Lava Jato no STF, não é pela PF, mas em relação a outras pessoas”.
Zambelli: “Converse olho no olho com o presidente e explique tudo isso. Por favor, ministro. Pergunte onde ele quer ajudar, abra a comunicação”.
Moro: “Já foi falado 1 milhão de vezes”.
Zambelli: “Ontem, ele me disse que você era desarmamentista. Acho que vocês tiveram algo recente, e ele não confia no Valeixo”.
Moro: “Eu acho que ele deveria confiar em mim.”
Na véspera do anúncio de demissão de Moro, a deputada procurou o ex-juiz novamente.
Zambelli: “Valeixo pediu demissão? O PR [Presidente da República] propôs o seguinte: Já que o Valeixo pediu para sair, deixa o cargo vago por alguns dias. Vocês conversam com calma, se conhecem melhor, o que está faltando desde o começo do mandato, e decidem juntos um nome. O que você acha? Pode só me responder se o Valeixo realmente pediu demissão?”.
Moro: “Não pediu demissão”.
Em outra troca de mensagens, Zambelli tentou falar pessoalmente com Moro minutos antes do ex-juiz anunciar sua demissão.
Zambelli: “Estou aqui no MJ [Ministério da Justiça], no seu andar. Por favor, me dá 5 minutos. Por favor, deixa eu só falar com você. Estou com o Lucas. Deixa eu entrar só 5 minutos. O Planalto que pediu, mas não estou indo como parlamentar, mas como sua admiradora. O Brasil precisa de você”.
Moro: “Se o presidente anular o decreto de exoneração [do Valeixo], ok”.
Zambelli: “Vou lá tentar falar com ele”
No dia 23 de abril, um dia antes da demissão de Moro, a deputada voltou a mandar mensagens para Moro.
Zambelli: “O Brasil depende do senhor estar no MJ”
Zambelli: “Bolsonaro vai cair se o senhor sair”.

Mandetta lamenta a demissão de Teich: “Foi um mês perdido, jogado na lata do lixo”


Maioria rejeita saída de Mandetta da Saúde, aponta pesquisa ...
Mandetta afirma que o futuro dirá quem ficou do lado certo
Vinícius ValfréEstadão
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta classificou a nova baixa na pasta, anunciada nesta sexta-feira, 15, como uma perda de tempo prejudicial ao País durante a pandemia de covid-19. “A única coisa que sei é que foi um mês perdido, jogado na lata do lixo”, disse ao Estadão. Seu sucessor, Nelson Teich, pediu demissão do cargo menos de um mês após assumir.
A exemplo de Mandetta, Teich deixou o governo após confrontos com o presidente Jair Bolsonaro sobre a melhor estratégia de combate à pandemia do novo coronavírus.
ESTÁ TUDO NO AR – Para o ex-ministro, que ocupou o cargo de janeiro do ano passado até abril deste ano, ainda não é possível fazer um prognóstico sobre como ficará o combate à doença, que matou quase 14 mil pessoas no País até agora. Quando Mandetta foi demitido, o número de óbitos era de 1.736.
“Não dá para falar nada. Não sei quem vai ser o novo ministro. O momento é de oração. Gostaria de dizer para você que estou rezando um terço agora”, afirmou.
Mais cedo, logo após a notícia da demissão de Teich, Mandetta foi ao Twitter desejar “força” ao Sistema Único de Saúde (SUS).
CONSULTOR NA CAMPANHA – Teich, que é médico oncologista, participou como consultor da área de saúde da campanha de Bolsonaro e foi indicado ao cargo por associações médicas e pelo secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten.
Na ocasião, o Palácio do Planalto procurava um nome para substituir o então ministro Luiz Henrique Mandetta, com quem Bolsonaro também divergia sobre a melhor estratégia no enfrentamento da pandemia.
Entre os principais pontos de conflito estão a defesa do isolamento social, considerado por especialistas e organizações de saúde do mundo todo como a forma mais eficaz de se evitar a propagação da covid-19. Enquanto os ministros-médicos recomendavam que as pessoas ficassem em casa, Bolsonaro deu diversas declarações defendendo a volta à normalidade.
PRESSÃO DE BOLSONARO – As demissões de Teich e de Mandetta também se deram após pressão de Bolsonaro para que a pasta alterasse protocolos envolvendo o uso de cloroquina em pacientes da covid-19. Atualmente, a recomendação do Ministério da Saúde – publicada ainda na gestão Mandetta – é a utilização apenas em casos graves e de internação.
Bolsonaro, porém, tem defendido a prescrição ampla da substância, cuja eficácia contra a doença não tem comprovação científica.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Na sua privilegiada ignorância, Bolsonaro desenvolve teorias científicas e até se torna garoto propaganda de medicamentos, sem perceber que essa não é bem a função do presidente da República. Se tropeçar e cair de quatro no jardim do Palácio da Alvorada, é capaz de começar a grama, porque seu despreparo é algo aterrador. E agora, quem irá aceitar a nomeação em plena pandemia? Talvez o Osmar Terra, que não é terraplanista, mas já demonstrou ser amoldável. (C.N.)

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