quarta-feira, setembro 11, 2019

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Haddad tuíta sobre ‘tostex’ de Marcos Cintra

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Rui Costa 8 de setembro às 19:00 · Ponte Ilhéus-Pontal tomando forma! Lindo de se ver. Imagens fresquinhas dessa semana pra você acompanhar. Um adianto e tanto pra população da região.







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Glenn diz que acusação contra David Miranda é "vazamento ilegal e falso"..

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NOTICIAS.UOL.COM.BR
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Articulação de Flávio Bolsonaro contra CPI da Toga racha PSL e provoca ameaça de baixa


Flávio tem agido em nome do partido para tentar enterrar a CPI

Daniel Weterman, Breno Pires,
Renato Onofre e Marina Haubert
Estadão
O movimento da cúpula do PSL, articulado pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), para abafar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado que tenha como foco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) provocou um racha no partido e até uma ameaça de baixa nesta terça-feira, dia 10. Diante da pressão partidária pela chamada CPI da Lava Toga, a senadora Juíza Selma (PSL-MT) disse que pode deixar a sigla.  Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio é o único dos quatro senadores do PSL que não apenas não assinou a petição pela abertura da comissão como agiu para enterrá-la.
Tanto no Congresso como no Palácio do Planalto as investigações da CPI são vistas como perigosas, com potencial para afetar a relação entre os Poderes. O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), admitiu que Flávio foi chamado para convencer seus pares a retirar assinaturas do pedido de abertura da CPI.  A preocupação é porque o objetivo da comissão é apurar o que parlamentares chamam de “ativismo judicial” de magistrados, incluindo ministros do Supremo. A crítica de senadores favoráveis à CPI é de que a Corte muitas vezes toma decisões sobre assuntos ainda em discussão no Congresso, sobrepondo a atribuição dos parlamentares de legislar. Também questiona inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes para apurar ataques virtuais contra integrantes do tribunal.
ALVO DE LAVAJATISTAS – A CPI tem sido defendida principalmente por parlamentares classificados como “lavajatistas”, que se elegeram com a bandeira do combate à corrupção. O Supremo se tornou alvo do grupo após atuar como um contraponto à operação e rever decisões tomadas em primeira instância.  Ao ameaçar deixar o partido, a senadora Juíza Selma – magistrada aposentada que foi eleita com a alcunha de “Moro de Saias” – apontou desavenças políticas. “A senadora Juíza Selma esclarece que devido a divergências políticas internas, entre elas a pressão partidária pela derrubada da CPI da Lava Toga, está avaliando a possibilidade de não permanecer no PSL”, diz nota divulgada pela assessoria da parlamentar.
O líder da legenda no Senado, Major Olímpio (SP), que na  última semana também já havia ameaçado deixar o partido, foi outro a se manifestar contra a articulação para derrubar a CPI.  “Não adianta pressão não porque vamos para cima”, afirmou Olímpio em vídeo divulgado pelas redes sociais. Na postagem, ele convoca uma manifestação para o dia 25, na Praça dos Três Poderes, para pressionar senadores pela criação da CPI.  A quarta integrante da bancada do PSL, Soraya Thronicke (MS) minimizou a ação partidária. “O Bivar e nenhum outro dirigente do partido nunca me pressionou para nada”, afirmou. Ela disse manter seu apoio à comissão.
INCONSTITUCIONAL – Esta é a terceira tentativa para emplacar a comissão no Senado. As outras duas foram enterradas pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que já classificou a medida como inconstitucional. “Se há entendimento de que a comissão não pode investigar decisão judicial, como vou passar por cima disso?”, questionou.  Para ser criada, a CPI precisa da assinatura de ao menos 27 dos 81 senadores. O número, segundo o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), autor do requerimento de criação da CPI já havia sido atingido, mas sua colega Maria do Carmo (DEM-SE) anunciou que vai retirar o nome na lista. Segundo ela, atendendo a Alcolumbre.  O presidente do Senado, por sua vez, negou ter pedido diretamente a senadores que retirassem assinaturas, mas admitiu que tentou convencer parlamentares sobre seu posicionamento contrário à Lava Toga.
A ação de Flávio para derrubar a CPI no Senado é parte de uma estratégia para aparar arestas com o Supremo. Nos últimos dias, o filho “01” do presidente iniciou uma aproximação até pouco tempo inimaginável entre o presidente da Corte, Dias Toffoli, com parlamentares do partido, incluindo um jantar conjunto no dia 21 de agosto. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que já levou um boneco do presidente do STF a manifestações, não compareceu. Segundo o Estado apurou, Flávio vê Toffoli como uma autoridade que traz estabilidade para o cenário político nacional.
O presidente da Corte foi o autor da ordem para paralisar todas as investigações no País que utilizassem informações de órgãos de controle sem aval da Justiça. A decisão teve como base um pedido de Flávio. O presidente do STF apontou ilegalidade no compartilhamento dos dados do Coaf com o Ministério Público do Rio de Janeiro sem a prévia autorização judicial.  Flávio também tem mantido contato com o ministro Gilmar Mendes, que já o recebeu em casa. No Supremo, o ministro é o principal crítico do que chama de “abusos” da Lava Jato e tratado como inimigo por defensores da operação. Procurado, Flávio não se manifestou. 

Bolsonaro sofreu paralisia do intestino por excesso de ar, alega seu médico


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Apesar dos problemas, Bolsonaro continua com moral elevado
Deu no Estadão
O presidente Jair Bolsonaro apresentou dificuldades nesta terça-feira, dia 10, para eliminar gases e, por isso, a equipe médica introduziu uma sonda nasogástrica para retirar o excesso de ar do intestino do presidente, afirmou o médico responsável pela cirurgia de Bolsonaro, Antônio Macedo, na manhã desta quarta-feira, 11.
“Fizemos um raio-x do abdômen e ele apresentou distensão do estômago e do intestino grosso, que estava cheio de ar”, disse Macedo, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde o presidente se recupera de uma cirurgia realizada no Domingo (8) para correção de uma hérnia incisional.
O boletim médico de Bolsonaro, também divulgado na manhã desta quarta, informou ainda que o presidente passou a ser alimentado diretamente na veia. Até esta terça-feira, Bolsonaro mantinha uma dieta líquida, à base de água, gelatina, chá e caldo ralo.
TUDO NORMAL – O médico afirmou que o presidente não tem quadro infeccioso e que a “paralisação” do intestino, conhecido como íleo paralítico, é normal em cirurgias de grande porte. “Em cirurgias como essa, você é obrigado a manipular o intestino. A resposta natural do intestino a qualquer agressão é a paralisia”, explicou.
“Quando o intestino é aberto, chega uma hora em que ele engole muito ar e não consegue soltar. Aí você consegue tirar o ar pela sonda”, disse o médico. De acordo com Macedo, Bolsonaro apresentou o mesmo quadro em cirurgias anteriores, em 12 de setembro de 2018 e em 28 de janeiro de 2019. Ele disse ainda que hoje o presidente já evacuou e eliminou gases, “o que é um bom sinal.”
“Nós não colocamos a sonda nos dois primeiros dias porque é algo muito agressivo”, afirmou Macedo. De acordo com o médico, não há previsão para retirar a sonda nasogástrica e nem para que o presidente volte a se alimentar por via oral. De acordo com o médico, os exames laboratoriais de Bolsonaro estão estáveis. “As partes de circulação e de cardiologia estão ótimas”, disse Macedo.
O médico afirmou, ainda, que o presidente tem falado o mínimo possível. “Até com a gente (equipe médica) ele fala baixinho, para não engolir ar”.
Na terça-feira, o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, disse que Bolsonaro teria condições de comandar o País nesta quinta-feira, 12, mesmo de dentro do hospital. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, essa decisão ainda será tomada. Desde domingo, e pelo menos até quinta-feira, o presidente em exercício é o general Hamilton Mourão.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Há preocupação com o estado de saúde do presidente, é claro. A retirada da hérnia e a colocação da tela são procedimentos simples. O que a equipe não esperava é que houvesse aderências do intestino com a parede do abdômen. É aí que mora o perigo, que a equipe médica diz ter contornado. Se o excesso de ar estava localizado no intestino grosso, e a sonda naso-gástrica diminui o problema, vamos aguardar para ver se Bolsonaro pode voltar mesmo a tempo de viajar para Nova York no dia 19, para discursar na Assemblei-Geral da ONU no dia seguinte. (C.N.)

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