sexta-feira, agosto 15, 2025

A Surreal Realidade de Jeremoabo: Reconstrução em Meio ao Descaso Ambiental

 


A Surreal Realidade de Jeremoabo: Reconstrução em Meio ao Descaso Ambiental

Jeremoabo vive uma situação peculiar e desafiadora. A população, com justa razão, cobra do prefeito Tista de Deda a reconstrução de um município que foi severamente afetado pela gestão anterior. Mesmo com recursos limitados, o gestor tem se esforçado para normalizar serviços essenciais como saúde, educação e lidar com os problemas sociais existentes.

No entanto, a escassez de recursos impõe escolhas difíceis. O prefeito Tista de Deda está sendo compelido a retirar recursos de setores vitais para o desenvolvimento do município para uma medida emergencial: a compra e instalação de câmeras de segurança em pontos críticos da cidade. O motivo? A persistente falta de consciência de uma minoria da população que, sem nenhum critério, deposita lixo no meio da rua, pondo em risco a saúde e o bem-estar de todos.

Diante da ineficácia do diálogo em conscientizar esses poluidores do meio ambiente, a equipe da gestão, mesmo contrariando sua vontade de investir em outras áreas, encontra-se no dever de utilizar as câmeras para flagrar e documentar os responsáveis pelo descarte irregular de lixo, a fim de aplicar as multas cabíveis.

É triste e lamentável que, em pleno século XXI, seja necessário recorrer a medidas punitivas para garantir o mínimo de civilidade e higiene urbana. Essa realidade expõe a dificuldade de lidar com aqueles que parecem não compreender a importância da convivência em sociedade e do respeito ao espaço público. Enquanto a maioria da população anseia por avanços e melhorias, uma pequena parcela impõe um retrocesso, obrigando a administração a desviar recursos de áreas prioritárias para combater a falta de educação ambiental.

A Crise de Autoridade na Câmara de Vereadores de Coronel João Sá


A Crise de Autoridade na Câmara de Vereadores de Coronel João Sá

Diferente de Jeremoabo, onde a prioridade de alguns vereadores parece ser a alteração indevida de nomes de escolas ou a mudança da data da emancipação política, há fortes evidências de que na Câmara de Vereadores de Coronel João Sá existem parlamentares que trabalham em defesa do município e de seus eleitores. Contudo, nem tudo são flores.

A Câmara de Vereadores de Coronel João Sá está sendo palco de comentários e indignação devido a uma denúncia grave: o Presidente da Casa do Povo teria se recusado a receber um ofício de uma colega vereadora. Essa recusa, supostamente, obrigou a vereadora a ler o documento não recebido durante o seu tempo de tribuna, em um claro ato de protesto.

Para corroborar com seu entendimento e defender seu direito de fiscalização, a vereadora que sofreu o suposto abuso de autoridade recorreu ao ilustre advogado Arquimedes Gean, um operador do direito com vasta experiência em Gestão Pública, já que ocupou o cargo de Procurador da Câmara de Vereadores de Jeremoabo de 2017 a 2020. O parecer do advogado Gean é um documento importante que apoia a vereadora em sua luta.

É lamentável que aqueles que elaboram as leis sejam os primeiros a não cumpri-las. A recusa em receber um ofício de uma colega vereadora é uma afronta ao devido processo legislativo e ao respeito entre os membros do poder. Esse tipo de atitude mina a confiança na instituição e prejudica o trabalho em prol da população.


Você acredita que a transparência e a fiscalização de atos como esse são cruciais para a manutenção da democracia em nível municipal?

.

Nota da Redação deste Blog:


O contato com o Presidente da Câmara de Vereadores de Coronel João Sá não foi possível. No entanto, o blog permanece à disposição da Mesa da Câmara, caso desejem se manifestar e contestar as informações.

Barroso diz que Fux ‘cria situação que nunca existiu’ após queixa sobre relatoria no STF

 Foto: Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso14 de agosto de 2025 | 21:45

Barroso diz que Fux ‘cria situação que nunca existiu’ após queixa sobre relatoria no STF

brasil

Os ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), discutiram no fim da sessão plenária desta quinta-feira (14) após Fux perder a relatoria de um processo do tribunal.

A polêmica surgiu um dia após o Supremo julgar um recurso que pretendia restringir a cobrança da Cide-Royalties a contratos referentes a operações de transferência de tecnologia.

Fux era o relator do processo. O ministro, porém, acabou sendo voto vencido no principal ponto de discussão do recurso, que se referia à extensão da incidência da Cide para além de contratos envolvendo tecnologia.

O ministro argumentou que essa era uma parte pequena de seu voto, e que os demais itens sugeridos em seu relatório foram seguidos por unanimidade.

“Nunca houve essa heterodoxia de se retirar do relator, vencido em parte mínima, a relatoria”, disse Fux a Barroso. “Eu não sou de pedir relatoria, mas entendi, com a devida vênia e com a tranquilidade que falo ao plenário, essa manifestação como uma manifestação completamente dissonante do que ocorreu até então no plenário”.

Barroso disse que não considerava justa a reclamação de Fux. Ele destacou que, logo após o plenário formar maioria, deu a opção ao ministro-relator reajustar o voto para não ficar como vencido.

“Eu não podia nem devia ajustar por uma questão de lisura com os demais colegas que haviam me acompanhado. Eu não poderia reajustar o voto em respeito aos colegas que me acompanharam”, respondeu Fux.

O ministro ainda negou que Barroso tivesse dado a oportunidade de permanecer como relator do processo. Indignado, o presidente do STF disse que Fux estava errado.

“Pode resgatar a sessão. Eu disse, porque tenho a maior consideração por vossa excelência, e vossa excelência não está sendo fiel aos fatos. Eu disse: ‘Vossa excelência não quer reajustar para permanecer como relator?’ E vossa excelência disse que não, porque seria uma desconsideração com quem me acompanhou”, disse Barroso.

“Vossa excelência está criando uma situação que não existiu. Não estou nem entendendo essa confusão”, completou.

Segundo o regimento interno do Supremo, um ministro perde a relatoria quando é vencido no colegiado pelo voto de outro ministro. O primeiro a abrir a divergência vencedora torna-se o relator do acórdão e passa a ser o responsável pelo processo.

Cézar Feitoza/Folhapress

Mais Médicos foi ‘golpe diplomático’ e EUA vão punir todos ligados a ‘esquema’, diz embaixada americana

 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

O programa Mais Médicos foi implementado em 201314 de agosto de 2025 | 21:03

Mais Médicos foi ‘golpe diplomático’ e EUA vão punir todos ligados a ‘esquema’, diz embaixada americana

brasil

No dia seguinte à decisão dos Estados Unidos de revogar o visto de dois brasileiros que atuaram na implementação do programa Mais Médicos, a embaixada do país no Brasil afirmou que o programa foi um “golpe diplomático” feito para explorar cubanos.

Disse ainda que continuará a responsabilizar “todos” ligados à iniciativa. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm a expectativa de que a ex-presidente Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, possam ter restrição no acesso aos EUA no futuro.

Padilha, segundo uma pessoa com acesso à discussão, estaria na lista dos que tiveram o visto restrito, embora o departamento de estado não tenha divulgado o nome do ministro. Já Dilma seria incerto. Mas a estratégia é manter a pressão sobre o Brasil.

O Mais Médicos foi criado em 2013, na gestão Dilma, quando Padilha também era o ministro da pasta. À reportagem, o Departamento de Estado informou que não antecipará detalhes sobre outras pessoas que sejam punidas.

A medida é mais uma de uma série de punições que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem aplicado ao Brasil e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), como restrição de vistos e tarifas de 50% a produtos importados.

Nesta quinta-feira (14), a representação dos Estados Unidos no Brasil repostou no X (ex-twitter) um comentário do Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores, também publicado nas redes sociais.

“O programa Mais Médicos do Brasil foi um golpe diplomático que explorou médicos cubanos, enriqueceu o regime cubano corrupto e foi acobertado por autoridades brasileiras e ex-funcionários da OPAS. Não restam dúvidas: os EUA continuarão responsabilizando todos os indivíduos ligados a esse esquema coercitivo de exportação de mão de obra”, escreveu.

A embaixada também replicou a declaração feita pelo Departamento de Estado desta quarta-feira (13) em que anunciou as sanções.

“Os EUA permanecem firmes ao lado do povo cubano. Ontem, tomamos medidas para revogar vistos e impor restrições de visto a vários funcionários do governo brasileiro e ex-funcionários da OPAS envolvidos com o esquema coercitivo e explorador de exportação de mão de obra do regime cubano. O trabalho forçado e a exploração não têm lugar no mundo moderno. A responsabilização começa aqui”, escreveram.

Na quarta-feira (13), a gestão Trump afirmou que revogou os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman. O Departamento de Estado justificou a medida porque ambos “trabalharam no Ministério da Saúde do Brasil durante o programa Mais Médicos e desempenharam um papel no planejamento e na implementação do programa”.

“Esses funcionários foram responsáveis pela cumplicidade com o esquema coercitivo de exportação de mão de obra do regime cubano ou se envolveram nisso, o que explora profissionais médicos cubanos por meio de trabalho forçado. Esse esquema enriquece o corrupto regime cubano e priva o povo cubano de cuidados médicos essenciais”, acusou o órgão americano.

Mozart é atualmente secretário de Atenção Especializada à Saúde e muito próximo do ministro Alexandre Padilha (Saúde). Já Kleiman é coordenador-geral para COP30 da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização intergovernamental da qual fazem parte os governos de países que têm floresta amazônica em seus territórios. A medida se estende aos familiares dos atingidos, segundo o Departamento de Estado.

O Mais Médicos foi implementado em 2013 com a intenção de levar médicos para atuarem em áreas remotas e cidades do interior com dificuldade de contratação de profissionais.

Para isso, o governo brasileiro fez um acordo Opas para garantir a contratação de médicos cubanos, que atuaram no programa até 2018.

Hoje, o programa segue em vigor, mas sem a participação dos cubanos.

À época, a contratação de cubanos foi criticada por parlamentares e uma ala de médicos pelo modelo em que esses profissionais eram pagos e atuavam.

Os EUA são contra a contratação de médicos cubanos e veem isso como uma exploração da mão de obra, como disseram nos comunicados.

Além de brasileiros, os EUA restringiram nesta quarta também o visto de autoridades de governos de países africanos, de Cuba e Granada em razão da contratação.

A medida foi uma decisão do próprio secretário do Departamento de Estado, Marco Rubio, que é filho de cubanos. Ele é favor das sanções que os EUA aplicam a Cuba e considera a gestão uma ditadura.

Leia tambémPresidente dos EUA é ‘inimigo da saúde’, afirma Alexandre Padilha

Julia Chaib/Folhapress

Pedido de vista no STF teria impacto jurídico restrito para Bolsonaro, dizem especialistas

 Foto: Ton Molina/STF/Arquivo

O ex-presidente Jair Bolsonaro15 de agosto de 2025 | 07:04

Pedido de vista no STF teria impacto jurídico restrito para Bolsonaro, dizem especialistas

brasil

Um eventual pedido de vista de algum ministro da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento sobre a trama golpista poderia arrastar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL) por alguns meses e retardar potencial ida ao regime fechado, mas não traria mudanças significativas na situação jurídica do ex-presidente, segundo especialistas ouvidos pela Folha.

Eles avaliam o pedido de vista como um recurso que, por si só, não significaria vantagem ou desvantagem para o réu, embora haja impactos políticos.

O processo em que Bolsonaro e outros sete réus são acusados de tentativa de golpe de Estado ocorrida em 2022 teve a apresentação das alegações finais pelas defesas na quarta-feira (13), e a data do julgamento ainda será marcada —provavelmente para setembro.

O pedido de vista é acionado pelo juiz quando este quer mais tempo para analisar um caso. O instrumento já foi utilizado inadequadamente para retardar processos judiciais, uma vez que não havia um prazo para esse tipo de adiamento.

Desde 2022, entretanto, o ministro do STF que pedir vista dos autos tem até 90 dias para apresentá-los, a fim de dar prosseguimento à votação. Segundo o regimento interno da corte, a contagem ocorre a partir da data da publicação da ata de julgamento.

O prazo fica suspenso durante recesso e férias. Além disso, pode ser prorrogado por igual período “mediante manifestação expressa do ministro vistor ao presidente do respectivo colegiado”, aponta o texto.

Na ação penal no STF que investiga a tentativa de golpe de 2022, advogados de réus aventaram a possibilidade de um pedido de vista de Luiz Fux, um dos cinco ministros da Primeira Turma. Se for condenado, Bolsonaro pode pegar mais de 40 anos de prisão e aumentar a inelegibilidade, que atualmente vai até 2030.

Fux é o magistrado que mais tem destoado do relator da ação penal, o ministro Alexandre de Moraes. Ele votou contra a tornozeleira a Bolsonaro, disse que a proibição do uso de redes sociais ao político confronta a liberdade de expressão e tem questionado temas como a confiabilidade da delação de Mauro Cid. Interlocutores do ministro, porém, afirmam que ele não tem a intenção de interromper o julgamento.

O processo é julgado pela Primeira Turma, composta por Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin, além de Moraes e Fux.

Aury Lopes Júnior, doutor em direito processual penal e professor da PUC-RS, explica que a ordem dos votos no julgamento deve começar com o relator, seguir com os ministros mais novos na corte e terminar com Zanin, uma vez que ele é o presidente da Turma.

Por isso, Fux deve ser o terceiro dentre os ministros a falar, precedido por Moraes e Dino. Caso peça vista, Cármen e Zanin podem adiantar o voto, formando maioria para potencial condenação.

“A rigor o julgamento não encerra [com o pedido de vista], mas se cria um constrangimento que é todo mundo já saber que, por maioria, se decidiu pela condenação e que, independentemente de Fux dizer sim ou não, o caso já está decidido. Isso gera um constrangimento, mas é apenas uma questão simbólica.”

O especialista entende que um pedido de vista poderia arrastar o processo para fevereiro ou março de 2026, atrasando potencial pena em regime fechado em alguns meses, o que conferiria tempo ao ex-presidente.

Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio, pondera que um pedido de vista poderia prolongar as atuais medidas cautelares aplicadas ao ex-presidente, embora elas possam ser revogadas a qualquer tempo se a Justiça entender que não há mais razões que as justifiquem.

No dia 18 de julho, Bolsonaro colocou tornozeleira eletrônica e ficou proibido de usar as redes sociais, dentre outras medidas. Em 4 de agosto, foi colocado em prisão domiciliar.

As cautelares foram fruto de um inquérito no STF que investiga a atuação do ex-presidente e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um de seus filhos, para coagir autoridades envolvidas na ação penal da trama golpista.

“O pedido de vista atrasa o julgamento. Se ele for condenatório, atrasa o cumprimento da pena. Se for absolutório, atrasa o fim de todos esses processos e medidas cautelares ligadas a eles”, afirma Bottino.

Telma Rocha Lisowski, professora de direito constitucional na Universidade Mackenzie Alphaville, afirma que um pedido de vista não é por si só, do ponto de vista jurídico, favorável ou desfavorável ao réu.

Ela lembra que um ministro pedir vista também não significa que ele vá, necessariamente, votar diferente do relator. O impacto mais significativo, afirma, seria provavelmente na esfera política, onde o pedido pode ser usado para fomentar narrativas junto a apoiadores.

Outro potencial impacto para Bolsonaro envolveria uma janela de elegibilidade, mas o cenário é considerado bastante remoto.

Isso poderia acontecer porque nova inelegibilidade vinda dessa ação penal viria depois de condenação do colegiado, o que pode atrasar em meses se houver o pedido de vista.

Se, concomitantemente a isso, a inelegibilidade atual caísse em razão de recursos, então o ex-presidente poderia ficar elegível por um período.

Atualmente, as duas condenações no TSE que levaram à inelegibilidade até 2030 têm agravo —um tipo de recurso jurídico— a ser julgado no STF.

Uma reversão da inelegibilidade por meio desses recursos é possível juridicamente, mas improvável, afirma Alberto Rollo, advogado especialista em direito eleitoral.

“Não é provável porque a jurisprudência do STF não aceita a revisão dos fatos que já foram julgados pelo TSE, só vai discutir matéria jurídica”, afirma.

Para concorrer nas eleições de 2026, o candidato a presidente precisa estar elegível até o dia da eleição, mesmo que o registro tenha sido indeferido anteriormente e a situação revertida depois por meio de recurso.

O candidato que estava elegível no dia em que venceu o pleito, mas que ficou inelegível depois, sai do cargo assim que a condenação é transitada em julgado, e nova eleição é programada.

Já se a inelegibilidade ocorrer antes do segundo turno, é feita a convocação do terceiro colocado, afirma Rollo.

Ana Gabriela Oliveira Lima/Folhapress

Mudança no foro privilegiado esfria e partido fala em acionar STF

 Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmra

Hugo Motta15 de agosto de 2025 | 07:57

Mudança no foro privilegiado esfria e partido fala em acionar STF

brasil

A articulação para proteger deputados iniciada após o motim que colocou em xeque a autoridade de Hugo Motta (Republicanos-PB) esfriou nos últimos dias na Câmara, em meio ao aumento da resistência de partidos de esquerda e centro e a discussões com maior apelo popular, como a de adultização.

O recuo passou a se manifestar em discursos públicos diante das críticas à pauta corporativista. Presidente do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força (SP) afirma que o projeto seria “totalmente inconstitucional”. “Acho que é um absurdo tirar poderes do Supremo Tribunal Federal. Então eu vou entrar no Supremo justamente por isso. O foro privilegiado é uma conquista que a gente não pode retroceder.”

Ao longo da semana, houve a sinalização de outros partidos de que o tema não estaria entre suas prioridades, como o PSD, de Gilberto Kassab, além das legendas de esquerda.

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ) afirma que o tema não tem apoio dos petistas. “Num momento como esse que estamos vivendo no país, nossa prioridade é o projeto do senador Alessandro Vieira [contra a adultização] e a isenção do Imposto de Renda”, complementa.

O foro seria discutido em uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que exige 308 votos em dois turnos. Com a divisão no próprio centrão, atingir o quórum ficou mais arriscado, o que fez parte dos parlamentares migrarem para a defesa do reforço das prerrogativas do cargo.

Outro ponto que foi ponderado internamente é que insistir no foro abriria uma nova frente de embate do Congresso com o STF (Supremo Tribunal Federal).

Danielle Brant/Folhapress

Em destaque

TJ vai julgar uma ação milionária que opõe Zanin ao sogro por lucros de escritório

Publicado em 1 de fevereiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Juiz barra ação de R$ 5 milhões movida por sogro...

Mais visitadas