quinta-feira, fevereiro 13, 2025

Brasil ‘não entrará em guerra comercial’ por tarifas sobre o aço, diz Padilha


Jeremoabo: Um Novo Tempo de Respeito e Democracia


Jeremoabo vive uma nova era sob a gestão do prefeito Tista de Deda, um líder democrático que entende a importância de governar com transparência, respeito e proximidade com o povo. Diferente de administrações anteriores, onde o gabinete do prefeito era improvisado no fundo do quintal de sua casa, a atual gestão cumpre a Constituição e mantém o funcionamento adequado da prefeitura dentro do seu prédio oficial, no centro da cidade.

A estrutura administrativa do município deve ser acessível e funcional, garantindo que a população tenha um local adequado para dialogar com seus gestores. É inaceitável que, no passado, a sede do governo municipal estivesse isolada a seis quilômetros do centro da cidade, dificultando o acesso dos cidadãos e prejudicando o atendimento público. Hoje, Jeremoabo tem um prefeito que não se esconde, mas sim trabalha diariamente para reconstruir a cidade e devolver a dignidade à população.

Os secretários municipais e vereadores, como servidores públicos, devem cumprir horários e exercer suas funções com seriedade, como qualquer outro funcionário público. A responsabilidade administrativa não pode ser negligenciada, e a gestão de Tista de Deda tem demonstrado comprometimento em garantir que a máquina pública funcione de forma eficiente, com foco no bem-estar coletivo.

O esforço do prefeito em colocar Jeremoabo no rumo certo já pode ser percebido em diversas áreas. A cidade vive um momento de transformação, onde o respeito ao povo não é apenas um discurso, mas uma prática diária. A administração municipal está empenhada em resgatar a confiança da população, promovendo melhorias em infraestrutura, educação, saúde e outros setores essenciais para o desenvolvimento da cidade.

Com dignidade e respeito, Jeremoabo avança para um futuro promissor, onde a democracia e a transparência são pilares fundamentais. O tempo de descaso ficou para trás, e agora o município trilha um caminho de progresso e justiça social.

Kassio impõe sigilo total a investigação sobre emendas que cita Elmar

 Foto: Carlos Moura/SCO/STF/Arquivo

O ministro Kassio Nunes Marques é o relator da Operação Overclean no STF12 de fevereiro de 2025 | 17:40

Kassio impõe sigilo total a investigação sobre emendas que cita Elmar

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O ministro Kassio Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), estabeleceu nesta quarta-feira (12) sigilo à tramitação da Operação Overclean, que investiga suspeitas de desvio de emendas parlamentares. O processo está na corte por citar o deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA).

O caso chegou ao STF com o status de segredo de justiça. A mudança leva o processo ao grau mais elevado de restrição. A partir de agora, acessam os andamentos o relator, servidores designados por ele, o Ministério Público e as partes.

Assim, o gabinete do ministro detém ainda mais controle sobre os conteúdos do caso, tanto petições quanto despachos e decisões.

Kassio foi sorteado relator do processo, mas a manutenção de sua condução no caso tem sido questionada.

A Polícia Federal pediu na última sexta (7) ao ministro o desmembramento da operação que investiga suspeitas de desvio de emendas.

O objetivo é deixar no Supremo a investigação que menciona pessoas com foro especial e manter na primeira instância o resto da apuração.

O movimento da PF é considerado atípico por ministros do Supremo e se soma a outras tentativas inusitadas da cúpula da instituição para direcionar o inquérito para o ministro Flávio Dino.

Há, no Supremo, cerca de 20 inquéritos sobre desvios em emendas parlamentares. Os processos, todos sob sigilo, estão divididos entre os gabinetes de Kassio, Dino, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

A ação relativa à Operação Overclean é a investigação sobre o tema que mais causa apreensão no mundo político.

Segundo a PF, a empresa Allpha Pavimentações e Serviços de Construções fechou contratos irregulares com o departamento na Bahia nos últimos anos.

Os recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios teriam sido desviados para empresas e pessoas ligadas a prefeituras.

A PF apreendeu mais de R$ 1,5 milhão em um jatinho particular que saía de Salvador em uma ação da investigação. Segundo os investigadores, o dinheiro era propina para servidores de Brasília.

O histórico de seus vínculos com políticos da esquerda à direita é um dos elementos mencionados por parlamentares e interlocutores de Kassio para levantar a hipótese de que a PF poderia ter interesse em blindar aliados do governo Lula (PT).

Ana Pompeu, FolhapressPoliticaLivre

Justiça manda Carla Zambelli remover posts com acusações a jornalista Vera Magalhães

 Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Arquivo

A deputada federal Carla Zambelli (PL)12 de fevereiro de 2025 | 18:15

Justiça manda Carla Zambelli remover posts com acusações a jornalista Vera Magalhães

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A Justiça de São Paulo mandou a deputada federal Carla Zambelli (PL) remover conteúdo de suas redes sociais com referência à jornalista Vera Magalhães, apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura.

Para o juiz Paulo Rogério Santos Pinheiro, da 43ª Vara Cível, a deputada bolsonarista disseminou informações falsas e ofensivas sobre a jornalista. Cabe recurso.

Em 2022, Zambelli compartilhou falas do então presidente Jair Bolsonaro (PL) de que Vera seria “uma vergonha para o jornalismo” e que tinha paixão por ele.

A deputada, ainda, afirmou que a jornalista agiu como uma “pessoa sexista, machista, cristofóbica e de forma indireta, apoiando estupro e pedofilia” em reação a uma declaração da ex-ministra Damares Alves, que disse ter sofrido abuso sexual em sua infância.

A jornalista diz ter se retratado com Damares, hoje senadora, assim que soube que ela fora vítima de violência.

Na ação, Zambelli disse que possuía imunidade parlamentar “com inviolabilidade por opiniões, palavras e votos” e que não houve ato ilícito em razão da liberdade de expressão.

O juiz entendeu que políticos e jornalistas renomados estão sujeitos a críticas. No entanto, assinalou que não há espaços para informações falsas.

“As fake news disseminam desinformação, fomentam o ódio e violam o direito da comunidade à informação confiável e segura”, escreveu o magistrado.

Pinheiro, porém, aceitou a imunidade parlamentar da deputada para negar o pedido de condenação por danos morais.

Defensores da jornalista, os advogados Igor Sant’Anna Tamasauskas e Beatriz Canotilho Logarezzi consideram que “a sentença faz uma análise correta sobre as publicações falsas da deputada, mas é contraditória ao citar a suposta existência de imunidade parlamentar”.

Com isso, eles pretendem recorrer ao Tribunal de Justiça para que reconheça o pedido de indenização por danos morais. “A imunidade parlamentar não protege atitudes desonestas”.

Procurada, Zambelli não se manifestou até a publicação deste texto.

Fábio Zanini/Folhapress

Ministros do STF desconfiam que oposição tentará politizar julgamento de Bolsonaro usando parecer da OEA sobre liberdade

 Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Invasão aos poderes em 8 de janeiro13 de fevereiro de 2025 | 07:47

Ministros do STF desconfiam que oposição tentará politizar julgamento de Bolsonaro usando parecer da OEA sobre liberdade

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A visita do relator especial para a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Pedro Vaca, ao Brasil tem gerado desconfiança em setores do governo Lula e entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Embora a conversa que ele teve com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e com o ministro Alexandre de Moraes tenha sido considerada positiva, há uma desconfiança de que eventuais críticas que Vaca faça no documento que vai divulgar sejam usadas por integrantes da oposição para politizar o julgamento de Jair Bolsonaro (PL), que deve ocorrer ainda neste semestre.

Depois de conversar com os magistrados, Vaca esteve com parlamentares bolsonaristas. Ouviu deles contundentes críticas ao STF. O senador Magno Malta (PL-ES) só se referia ao ministro Dias Toffoli como “esse rapaz aqui”, afirmou que o Brasil “já vive uma ditadura” e disse que os ministros do STF não passavam de um “estelionato”.

Assim que deixou a reunião com os bolsonaristas, Vaca foi questionado por um jornalista do portal Metrópoles, e respondeu: “O tom dos relatos é realmente impressionante”. Disse ainda que tudo será avaliado “com calma”.

Questionado se a reunião com os ministros do STF tinha sido “satisfatória”, afirmou que os magistrados já haviam publicado um “press release” sobre ela. “É a voz deles. Teremos a nossa depois”, disse.

Integrantes do governo e representantes da sociedade civil que integram o Conselhão e conversaram com Vaca afirmam que a reação dele às afirmações de que há liberdade de expressão no Brasil foram protocolares.

Vaca foi convidado para visitar o país pelo governo, por meio do Itamaraty e da missão do Brasil junto à OEA depois que, no ano passado, parlamentares brasileiros ligados a Bolsonaro foram aos EUA para denunciar o que consideram perseguição e censura por parte do STF.

Mônica Bergamo/Folhapress

Depois de eleição à Assembleia, PT quer “punir” Coronel com suplência de senador, por Raul Monteiro*

Foto: Roque de Sá/Arquivo/Agência Senado
O senador Angelo Coronel não deve aguardar dias fáceis na relação política com o PT13 de fevereiro de 2025 | 07:57

Depois de eleição à Assembleia, PT quer “punir” Coronel com suplência de senador, por Raul Monteiro*

exclusivas

Artífice involuntário do acordo que resultou na escolha da deputada estadual Ivana Bastos (PSD) para primeira vice-presidente da Assembleia, o senador Angelo Coronel (PSD) não deve aguardar dias fáceis na relação política com o PT e o governo a partir de agora. Tanto o partido quanto a cúpula governista atribuem exclusivamente ao senador o movimento que derrotou a pretensão da sigla de assumir o controle da Casa por meio do deputado estadual petista Rosemberg Pinto, considerada por eles uma oportunidade de ouro neste momento em que a legenda caminha para 20 anos no comando do Estado.

Por causa da frustração do plano, petistas e o governo pensam em punir o senador do PSD com o veto, ainda que neste momento velado, a qualquer projeto seu de se reeleger ao Senado na chapa com que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) vai disputar a sucessão de 2026. A dia de hoje, acenam, no máximo, com a vaga de suplente de Jaques Wagner, com a promessa de que o senador pode assumir algum ministério num eventual segundo governo Lula ou mesmo renunciar, presenteando Coronel com o desejado novo mandato. É claro que as conjecturas ocorrem sem a presença ou o consentimento de Coronel.

No governo, ninguém se arrisca a tratar do tema com um senador que fez da ousadia a sua marca, a mesma com que continua a pleitear a reeleição na chapa governista enquanto dialoga abertamente com a oposição e a qual usou, com total destemor, para antepor ao projeto petista de eleger Rosemberg na Assembleia a candidatura do herdeiro, Angelo Filho, o que forçou o deputado, seu partido e o governo a recuarem, entregando, quase de mão beijada, a vice-presidência da Casa também ao PSD com Ivana – nome que deve assumir a presidência com a muito provável confirmação da cassação do mandato do presidente Adolfo Menezes (PSD) nos próximos dias.

A “punição” a Coronel reformula o primeiro desenho de chapa para 2026 com o que o governo trabalhava, assunto abordado com ineditismo e exclusividade em novembro do ano passado por esta coluna, em que pela primeira vez foi cogitada a candidatura do hoje ministro Rui Costa (Casa Civil) ao Senado, ao lado de Wagner e de Jerônimo, compondo a chamada “chapa dos governadores”. Naquele momento, antes, portanto, da recente afronta aos petistas protagonizada por Coronel, previa-se que seu filho, Diego, fosse indicado à vice de Jerônimo, ele concorresse a deputado estadual para assumir a presidência da Assembleia e Angelo Filho se candidatasse a federal.

Pelo visto, o cenário mudou, na mesma medida em que o senador, sem o filho na presidência da Assembleia, teria esgotado todos os recursos para impor sua candidatura à reeleição na chapa governista a partir de agora. No PSD, a liderança passaria naturalmente para Ivana que, como chefe do Poder Legislativo, a depender da maneira como conduza a Casa, pode tanto assumir os interesses de Coronel como ela própria impor seu nome ao Senado ou à vice. Apesar de grata ao senador, ela parece hoje mais ligada a Adolfo e Rosemberg, que trabalharam abertamente para que fosse ela a suceder o primeiro no caso de a Justiça contestar o mandato dele, como aconteceu.

*Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.

Raul Monteiro* 

Trama da Usaid contra Bolsonaro é mais uma teoria conspiratória

Publicado em 12 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

What cutting USAID could cost the U.S. — and how China, Russia may benefit

Usaid é a maior fornecedora de alimentos a países pobres

Felipe Bailez e Luis Fakhouri
Folha

Na última segunda-feira (3), Elon Musk, que conduz o Departamento de Eficiência Governamental (Doge) na gestão Trump, anunciou que pretende fechar a Usaid, a principal agência do governo americano responsável por administrar programas de ajuda e desenvolvimento internacional.

O presidente Donald Trump ordenou o congelamento de pagamentos e a suspensão massiva de funcionários, resultando no fechamento do site da Usaid e na tentativa de integrá-la ao Departamento de Estado.

TEMA CENTRAL – Esse evento rapidamente se transformou em tema central de discussão no ecossistema de mensagens da direita bolsonarista brasileira, onde mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp e Telegram monitorados pela plataforma Palver vêm intensificando uma narrativa que associa a Usaid a uma suposta interferência com intenções golpistas nos rumos políticos do Brasil.

De acordo com essa narrativa, a agência estaria envolvida em manobras para influenciar decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até mesmo para silenciar vozes críticas por meio da censura em redes sociais e aplicativos de mensagens.

Essa narrativa sustenta que a Usaid desvia recursos dos impostos dos Estados Unidos para financiar operações de influência e censura que favorecem determinados interesses políticos.

VITÓRIA DE LULA – Assim, os defensores dessa tese afirmam que, se a agência não estivesse “financiando” tais redes, o resultado das urnas seria outro e o presidente Jair Bolsonaro, retratado como vítima de interferência externa, teria se mantido no poder.

É possível detectar uma ampla disseminação através de mensagens de uma fala de Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado do primeiro governo Trump. Sua fala é utilizada como prova central dessa interferência, afirmando que, “se a Usaid não existisse, Bolsonaro ainda seria presidente”.

O Supremo Tribunal Federal (STF) e o TSE são acusados de adotar decisões que, em conluio com a Usaid, contribuíram para silenciar os apoiadores de Bolsonaro, enquanto Alexandre de Moraes é descrito como um instrumento desse aparato, apoiado por agentes ligados à instituição.

ATÉ SOROS… – A suposta rede de influência se estende também a figuras internacionais como George Soros, apontado como o grande financiador por trás de uma rede de ONGs que colaboram com a Usaid para promover uma agenda globalista, e a Bill Gates, cuja fundação é citada como uma fonte de apoio a projetos controversos alinhados a essa suposta política de censura.

O governo Biden é acusado de manter e financiar instituições que facilitam essa interferência externa, em oposição às iniciativas de Trump e Musk.

Victoria Nuland, por sua vez, é citada como peça chave que teria participado de intervenções em governos estrangeiros, “escolhendo” novos gabinetes antes mesmo de derrubar os antigos.

NÓS E ELES – Essa articulação retórica é reforçada por uma linguagem intensamente emotiva, com termos agressivos como “verme” e “golpe dos golpes”, que dividem o debate político em dois campos antagônicos: “nós”, os patriotas defensores da soberania, e “eles”, os supostos agentes de uma conspiração global.

A repetição incessante de links e referências a vídeos e artigos – na maioria das vezes sem verificação – contribui para uma polarização que fragiliza o debate público, misturando informações distorcidas a críticas legítimas sobre a influência estrangeira na política.

Ao refletir sobre essas acusações, é fundamental lembrar que a narrativa que coloca a Usaid como a grande vilã da interferência política e da censura é, antes de tudo, uma adaptação de teorias conspiratórias antigas, agora recontextualizadas para se adequar ao discurso da extrema direita.

RETÓRICAS ALARMISTAS – Em um momento em que a confiança nas instituições é essencial para a consolidação da democracia, o debate público deve se fundamentar em evidências verificáveis, e não em retóricas alarmistas que apenas ampliam a polarização.

Afinal, a verdadeira soberania não se conquista com teorias conspiratórias, mas com o fortalecimento das instituições e do espírito democrático.

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