quinta-feira, março 14, 2024

Eleições 2024: Cuidado com os "pilotos" sem carteira!

 

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Eleições 2024: Cuidado com os "pilotos" sem carteira!

A pré-candidata a prefeita do município de Sítio do Quinto, Morgana de Naná, fez uma comparação precisa e crucial: eleger um político sem experiência é como colocar um piloto sem carteira no comando de um avião. A responsabilidade de gerir um município é enorme, e a falta de conhecimento e vivência na área pública pode ter consequências graves para toda a população.

Gestão pública não se aprende da noite para o dia. É uma área complexa que exige formação, conhecimento técnico e experiência prática. Um gestor despreparado estará à mercê de seus assessores, que, na maioria das vezes, também não possuem expertise em administração pública.

O exemplo de Jeremoabo é ilustrativo. O atual prefeito transferiu o gabinete para o quintal de sua casa e nomeou familiares para cargos importantes, mesmo sem a qualificação necessária. Essa atitude demonstra a falta de compromisso com a gestão pública e o bem-estar da população.

É hora de os eleitores tomarem consciência da importância de escolher candidatos experientes e preparados. As eleições de 2024 serão uma oportunidade para que os municípios de Sítio do Quinto, Coronel João Sá, Pedro Alexandre e Jeremoabo elejam líderes capazes de conduzir seus destinos com responsabilidade e competência.

Não vote em "pilotos" sem carteira! Exija experiência, qualificação e compromisso com o bem-estar da população.

#Eleições2024 #GestãoPúblicaResponsável #ExperiênciaSim

A percepção de que a situação está piorando em Jeremoabo e que não há perspectiva de melhora é preocupante

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Mensagem recebida em: 14.03.2024

Uma das maiores ações de todo homem público é reconhecer que pouco sabe, sobre o que administra, logo, devendo se cercar de profissionais competentes para que seus propósitos possam ser alcançados, não havendo para isso uma segunda opção ou o famoso plano B. No entanto, temos na forma de regra, ver o puxa-saco ascender aos mais importantes cargos públicos, para em seguida, exporem-se as piores práticas de gestão, levando o que já era ruim a ficar pior, esta é uma realidade frequente e presente em qualquer ambiente público, fazendo refletirmos que o lógico e o óbvio deixaram de ser a regra para se tornarem na exceção, pois o momento nos diz que ser bom ou ser eficaz e até mesmo eficiente, é se expor a ser chamado de idiota, ao considerarmos que a própria sociedade nos conduz a esta dura verdade. Eu já não estranho as mazelas sistêmicas da administração pública, e olhando para o final do túnel, já não enxergo nenhuma luz, que por mais tênue que seja, possa me conduzir a melhor compreensão sobre esta dura realidade, já que estamos vivendo um retrocesso dos valores éticos e morais, onde o se dar bem a qualquer custo, sobrepoe-se ao valor da própria vida do indivíduo e da sua família, o imediatismo ganhou prioridade, assim como: os riscos foram desprezados sem qualquer análise das prováveis consequências, desprezando o bom senso e a racionalidade exigida para a situação em questão, fato que piora em razão da inoperância da justiça e até convivência. Verdade é que: ou mudamos o próprio "EU" ou caminharemos todos para vivermos o caos eterno, independente de onde venhamos a estar.


Nota da redação deste Blog - O trecho apresentado faz uma crítica contundente à cultura do puxa-saquismo na administração pública jeremoabense, destacando as graves consequências dessa prática para a sociedade. A análise é perspicaz e aborda diversos pontos importantes, que merecem ser aprofundados:

1. A importância da meritocracia:

É fundamental reconhecer que a capacidade e a competência técnica devem ser os critérios primordiais para a ocupação de cargos públicos. A ascensão de bajuladores, em detrimento de profissionais qualificados, leva à má gestão, ineficiência e desperdício de recursos públicos.

2. O retrocesso dos valores éticos e morais:

A busca desenfreada pelo "se dar bem", a qualquer custo, corrói a ética e a moral na administração pública. A priorização do imediatismo, em detrimento do planejamento e da visão de longo prazo, gera decisões precipitadas e prejudiciais ao bem comum.

3. A inoperância da justiça:

A sensação de impunidade diante de atos de má gestão e corrupção contribui para a perpetuação do problema. A morosidade da justiça e a falta de punição aos responsáveis incentivam a prática de atos antiéticos e ilegais.

4. A necessidade de mudança individual e coletiva:

Para superar os desafios da administração pública, é fundamental que cada indivíduo assuma sua responsabilidade e busque agir com ética e profissionalismo. A mudança também exige o engajamento da sociedade civil na cobrança de melhores práticas de gestão e na punição dos responsáveis por atos de má conduta.

5. A falta de luz no fim do túnel:

A percepção de que a situação está piorando e que não há perspectiva de melhora é preocupante. É necessário que os cidadãos se mobilizem e busquem soluções para os problemas da administração pública, através de mecanismos de participação social e controle social.

6. A necessidade de um novo modelo de gestão:

É urgente a construção de um novo modelo de gestão pública, baseado na meritocracia, na transparência, na accountability e na participação social. Esse novo modelo deve ser capaz de superar os vícios do passado e garantir a entrega de serviços públicos de qualidade à população.

7. A importância da educação e da formação de cidadãos:

A educação é fundamental para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de cobrar dos gestores públicos atitudes éticas e responsáveis. A formação de profissionais qualificados para a gestão pública também é essencial para a construção de um Estado mais eficiente e justo.

8. A esperança de mudança:

Ainda que o panorama atual seja desolador, é importante manter a esperança de mudança. A mobilização da sociedade civil, o fortalecimento das instituições democráticas e a busca por soluções inovadoras podem contribuir para a construção de um futuro melhor para a administração pública jeremoabense.

Conclusão:

O trecho apresentado é um retrato fiel da realidade da administração pública jeremoabense. É fundamental que os cidadãos se conscientizem da gravidade dos problemas e se mobilizem para exigir mudanças. A construção de um modelo de gestão pública mais justo, eficiente e transparente é fundamental para o desenvolvimento do país.

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Publicado em 14 de março de 2024 por Tribuna da Internet

O presidente Lula (PT) discursa em evento no Palácio do Planalto, em Brasília

Queda nas pesquisas ressuscita o velho Lulinha Paz e Amor

Marcos Augusto Gonçalves
Folha

Nos últimos dias, o presidente Lula movimentou-se para conter a onda pró-cassação de Sergio Moro e evitar um ato planejado pelo ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, para marcar os 60 anos do golpe de 1964. Também criticou a pauta de “costumes” do STF… Por que será?

Uma das evidências das recentes pesquisas do Quaest e Ipec é que, com queda de aprovação e alta de reprovação do governo, a divisão política voltou a se aproximar do padrão polarizado do passado recente. O país tem, de fato, assistido a uma elevação geral do tom na cena pública.

CONJUNTO DA OBRA – Além das apostas na divisão, do próprio Lula, no caso do Holocausto, e da cruzada revanchista contra Moro e a Lava Jato, as novas revelações sobre a trama golpista de 8/1 provocaram certa histeria nas duas pontas do espectro ideológico. Debates sobre aborto e drogas no STF também colaboram para acender a base da direita, com reflexos no Congresso —não fui eu quem o disse.

O certo é que o conjunto da obra dividiu o centro, agitou evangélicos e mobilizou o bolsonarismo, que se reabilitou nas ruas com uma improvável e desnecessária –para o governo– manifestação de grande porte na avenida Paulista.

Lula percebeu que o mal-estar político não fará bem para a continuação de seu governo, que prometeu normalidade democrática, progresso e alguma harmonia depois de um período obscuro com disparada da inflação e confusões diárias. PROMESSA DE CAMPANHA – Esse desejo de paz e prosperidade esteve presente na apertada eleição do petista, que negociou um selo de garantia com parte do centro e da direita – e acenou com uma “frente ampla”.

Do lado da prosperidade, se não houve um grande salto, os sinais foram positivos: o PIB ajudou, os programas sociais voltaram, Haddad acalmou o mercado, o emprego aumentou, a renda subiu e os preços começaram a se comportar.

O alívio causado pela derrota de Bolsonaro e pelas medidas acertadas deu ao presidente uma explicável e justa vantagem de popularidade no primeiro ano de mandato. A percepção de melhoria, entretanto, foi se tornando menos marcante no segundo semestre de 2023.

RADICALIZAÇÃO – Quanto à pacificação, a barbárie golpista de janeiro não poderia ter sido mais nefasta. Depois de uma demonstração de união entre os Poderes para restabelecer a ordem e a segurança, o inquérito se aproximou de militares de alta patente, autoridades e asseclas de Bolsonaro —além do próprio.

A febre punitivista alastrou-se com a expectativa de se prender generais, enjaular Bolsonaro na Papuda e anular a eleição de Moro. Quem sabe aproveitar o embalo para punir Israel? Boicotar empresas de judeus ou romper relações?

Vieram então as pesquisas, mostrando piora da avaliação de Lula e uma convergência para o resiliente quadro de polarização —já naturalmente insinuante em ano eleitoral. A elevação da inflação de alimentos e preços administráveis, em janeiro e fevereiro, provavelmente deu força para o mau-humor. Os desentendimentos abertos com o Congresso nos últimos meses não foram apaziguadores.

REDUZIR DANOS – Talvez tudo isso seja inevitável, talvez os resultados do Quaest e do Ipec não tenham a ver com essas questões. Uma liderança política com a rodagem de Lula não ficará, de qualquer modo, esperando o circo pegar fogo.

A tendência do presidente é jogar água na fervura e atuar para a redução de danos em sua governabilidade. Por isso considera erros políticos, neste momento, a pressão para cassar Moro e a decisão de um ministério de fustigar as Forças Armadas.

O presidente enfrentará, como tem enfrentado, críticas da esquerda e insatisfação de quem acredita que a conciliação precisa ser de uma vez por todas afastada da cultura política brasileira. Esse herói revolucionário da ruptura, porém, não se chama Luiz Inácio.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Depois das pesquisas, essa reviravolta de Lula, que de repente voltou a ser o Lulinha Paz e Amor, já virou motivo de chacota entre os políticos. O Globo fez gozação, dizendo que não foi Lula quem disse que não conseguiu cumprir o prometido, mas um sósia. Daqui a pouco a gente volta ao assunto(C.N.)


A questão do transporte escolar nos municípios

 Redação News 

Mande um e-mail1 hora atrás


Professor Janio, aborda esta semana a questão do transporte escolar e os desafios das prefeituras. Ele chama a atenção, principalmente, para os cuidados que os gestores devem ter na hora de contratar esses veículos que vão transportar alunos por estradas vicinais.

 um play e ouça o que diz o professor...

*Janio Roque Barros de Castro é graduado em Geografia pela UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana); Mestre em Geografia e Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e Professor Titular da UNEB (Universidade do Estado da Bahia). Siga-o nas redes sociais @janioroquecastro

  • Os conteúdos assinados, são de responsabilidade de seus autores.
  • https://www.acessenews.com.br/2024/03/14/rascunho-automaticoa-questao-do-transporte-escolar-nos-municipios/

Juiz investigado na Operação Faroeste tem prisão domiciliar revogada pelo STJ

Quinta-Feira, 14/03/2024 - 08h20

Por Camila São José

Juiz investigado na Operação Faroeste tem prisão domiciliar revogada pelo STJ
Foto: Reprodução

Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, ex-juiz do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e um dos alvos da Operação Faroeste, teve a prisão domiciliar revogada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes. Sampaio teve a prisão preventiva convertida em domiciliar no dia 26 de fevereiro de 2022 – desde novembro de 2019 até esta data ele ficou detido no batalhão da Polícia Militar, em Lauro de Freitas. 

 

A defesa de Sérgio Humberto também pediu a revogação do monitoramento eletrônico por tornozeleira, alegando que não existem “requisitos para a manutenção das medidas cautelares”, já que o juiz foi aposentado compulsoriamente pelo TJ-BA, “não havendo contemporaneidade das medidas restritivas, nem elementos novos que justifiquem as restrições contra ele impostas”. 

 

Ainda, segundo a defesa, não há riscos à coleta de provas ou à instrução processual, e manter a medidas cautelares representa “ofensa ao princípio da isonomia processual".

 

Ao deferir o pedido de revogação da prisão domiciliar, Og Fernandes destacou que não vieram aos “autos informações acerca de novas ocorrências ou indícios de outras práticas ilícitas por parte do requerente”. O ministro também destacou que Sérgio Humberto está aposentado compulsoriamente desde dezembro de 2021, “o que enfraquece uma potencial influência do acusado sobre atos de natureza judicial”.

 

Porém, o ministro do STJ manteve outras medidas cautelares: a proibição de acessar as dependências do TJ-BA; a proibição de comunicar-se, por qualquer meio, ainda que por interposta pessoa, com outros investigados na Operação Faroeste, ou com servidores ou terceirizados do TJ-BA; a proibição de ausentar-se da comarca de sua residência; e a adoção da monitoração eletrônica por tornozeleira.

 

Og destaca que a revogação da prisão domiciliar não acarreta prejuízo de nova decretação se surgirem razões que a justifiquem.

 

Ainda na decisão, o ministro relator lembrou que Sérgio Humberto de Quadros Sampaio é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como o magistrado responsável por atender aos “anseios ilícitos” do grupo do falso cônsul da Guiné-Bissau, Adailton Maturino dos Santos, nas disputas de terra no oeste baiano, acolhendo, por vezes, os interesses do grupo contrário, de forma a barganhar com quem oferecesse maiores vantagens. Consta dos autos que, por meio de outras pessoas, ele teria movimentado quantias milionárias, incompatíveis com os vencimentos que recebia como juiz.

 

Além da ação penal 940, o ex-juiz foi denunciado em dois inquéritos pela suposta prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de capitais, por ao menos seis vezes. 

 

SAIBA MAIS

Em abril de 2022, diante do grave quadro de saúde, a  2ª Vara Criminal Especializada de Salvador converteu a prisão preventiva do juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio em domiciliar, com entrega do passaporte. Ele  se recusou a tomar a vacina contra a Covid-19 enquanto estava detido em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (veja aqui). 

 

Antes, no entanto, em março do mesmo ano o ministro Og Fernandes já havia determinado a conversão do regime de prisão devido ao seu quadro de saúde, com as sequelas do coronavírus (lembre aqui). 


O juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio foi condenado mais de uma vez pelo Pleno do TJ-BA à pena de aposentadoria compulsória (veja aqui). A primeira condenação veio em dezembro de 2021, no julgamento de processo administrativo disciplinar relatado pela desembargadora Nágila Brito.

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