quarta-feira, setembro 13, 2023
Ao retornar à Câmara amparado numa Liminar, o Vereador Zé Miúdo ratificou todas as suas denúncias, inclusive desafiou o presidente para informar o paradeiro de veículos.
O imbróglio que vem assolando a Câmara de Vereadores de Jeremoabo é um caso grave de falta de transparência e accountability. As denúncias de desmandos e corrupção feitas pelo vereador Zé Miúdo são graves e precisam ser investigadas com rigor.
Por coincidência ou não, o vereador Zé Miúdo vem demonstrando ser um homem de partido, permaneceu na oposição enquanto Fábio da Secof estava presidente do seu partido o PR, ao perder a presidência para Jadson Nascimento que faz parte do grupo do prefeito Deri do Paloma, o vereador Zé Miúdo deixou a oposição para seguir a direção do seu partido.
Aliás o vereador Zé Miúdo apenas usou seu " linguajar" para complementar denúncias efetuados há anos atrás pelo Vereador Jairo do Sertão a respeito de contratações de assessores sem licitação, assim como o vereador Eriks quando estava na situação ao denúnciar supostos superfaturamentos de combustível.
A Câmara de Vereadores de Jeremoabo é responsável por fiscalizar a gestão do prefeito. No entanto, ela tem falhado miseravelmente nessa missão. Os vereadores têm sido coniventes com os desmandos do prefeito e têm se envolvido em um esquema de corrupção, inclusive com veículos alugados a própria prefeitura.
A população de Jeremoabo está indignada com a situação. Os moradores querem saber o que está acontecendo na Câmara de Vereadores e exigem que as denúncias sejam investigadas.
O vereador Zé Miúdo teve a coragem de denunciar os desmandos e a corrupção na Câmara de Vereadores. Sua coragem é um exemplo para todos os brasileiros que lutam contra a corrupção.
A Justiça deve investigar as denúncias de Zé Miúdo com rigor. Os responsáveis pelos desmandos e pela corrupção devem ser punidos. A população de Jeremoabo merece uma Câmara de Vereadores que seja transparente e accountable.
Aqui estão algumas perguntas que poderiam ser feitas para aprofundar a análise do caso:
- Quais são as provas que o vereador Zé Miúdo tem para sustentar suas denúncias?
- Quais são os interesses dos vereadores que estão tentando impedir que as denúncias sejam investigadas?
- Quais são as consequências da falta de transparência e accountability na Câmara de Vereadores de Jeremoabo?
Essas perguntas ajudariam a entender melhor o caso e a propor soluções para o problema.
Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.
Abraham Lincoln
Os vereadores enganou o povo de Jeremoabo quando prevaricaram e foram omissos diante da demolição do Parque de Exposição
terça-feira, setembro 12, 2023
É uma vergonha, toda sessão só sai denúncia de corrupção contra o prefeito e seu conluio
Agradeço a indicação do vídeo do vereador Neguinho de Lié. Assisti com atenção e fiquei bastante preocupado com os relatos de desmandos praticados pelo prefeito de Jeremoabo. É inadmissível que, mesmo tendo recebido mais de R$ 600 milhões, o prefeito deixe faltar até dipirona nos postos de saúde, deixe o povo sem água para beber, a cidade cheia de buracos e lixo, obras inacabadas, cheche inaugurada há mais de um mês e sem funcionar, faltem alunos e sobrem servidores, funcionalismo com pagamento atrasado, devendo ao INSS milhões, ônibus escolar superlotados pondo a vida dos universitários em risco, vários servidores fantasmas e laranjas.
É preciso que a justiça tome providências urgentes para investigar e punir os responsáveis por esses desmandos. A população de Jeremoabo não merece ser tratada dessa forma.
Agradeço novamente a indicação do vídeo. Espero que ele possa ajudar a chamar a atenção para essa situação grave.
Família de Juscelino Fº, ministro de Lula, é “especialista” em serviços sem licitação

Juscelino Filho está tranquilo, porque Lula segura a onda
Mateus Vargas
Folha
Empresa de diagnóstico médico ligada à família do ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União-MA), lucrou com serviços prestados no Maranhão sem licitação ou questionados pelo TCU (Tribunal de Contas da União). A Dio (Diagnóstico por Imagem e Oftalmologia) recebeu cerca R$ 6,2 milhões da Prefeitura de São Luís de 2017 a 2019, mesmo sem ter vencido uma concorrência pública para fornecer profissionais de diagnóstico e laudo de exames a um hospital da capital maranhense.
O TCU também avaliou contrato da Dio com o Hospital Jackson Lago, do governo estadual do Maranhão. Os auditores concluíram, entre outros pontos, que a empresa recebeu o valor cheio do contrato — R$ 3,65 milhões pagos de janeiro de 2017 a dezembro de 2018 — mesmo sem cumprir com todas as metas de exames.
EM NOME DA MULHER – A empresa não pertence ao ministro, mas chegou a ser registrada no endereço em que ele morava. Hoje são sócios da Dio a esposa dele, Lia Rezende, e o marido da irmã de Juscelino, Luanna Rezende (União Brasil), prefeita que foi afastada do cargo.
No período em que a Dio atuou sem licitação em hospital de São Luís, a sogra de Juscelino, Maria Cavalcanti Fialho, era secretária municipal de Meio Ambiente.
Juscelino e sua irmã, que é sócia da Dio, estão no centro de suspeitas da Polícia Federal sobre possível fraude em convênios para obras de pavimentação firmados entre estatal federal Codevasf e o município de Vitorino Freire.
BENS BLOQUEADOS – O ministro do governo Lula (PT) teve bens bloqueados, e Luanna foi afastada do cargo no começo do mês. As empresas de saúde ligadas à família de Juscelino fornecem profissionais para a realização dos exames e fazem laudos dos resultados.
No caso dos serviços de radiodiagnóstico prestados sem licitação pela Dio, de 2017 a 2019, os pagamentos foram recebidos enquanto se arrastava um pregão para contratação de empresa especializada na mesma atividade.
A própria Dio participou desta disputa e foi desclassificada. Além de apresentar valor mais alto que uma concorrente, a Dataimagem, a empresa da família do ministro não ofereceu serviços de urgência e emergência, segundo os documentos da concorrência.
NOVA LICITAÇÃO – O edital foi anulado em janeiro de 2018, após se arrastar por cerca de um ano e ser suspenso quatro vezes. A prefeitura, então, abriu nova licitação em junho de 2018.
A disputa seguinte foi vencida pela CADI (Centro Avançado de Diagnóstico por Imagem), empresa fundada pelo ministro das Comunicações em 2008 e que, atualmente, tem como sócias a esposa dele, Lia Rezende, e Rochelle Oliveira Coêlho, ex-assessora parlamentar de Juscelino na Câmara dos Deputados.
O contrato foi assinado em 7 de janeiro de 2019 e vem sendo renovado a cada ano por meio de aditivos. Questionada, a Prefeitura de São Luís não respondeu se realizou novas pesquisas de preço antes de atualizar os contratos.
ALTOS LUCROS – O acordo com o hospital prevê pagamentos de até R$ 2,4 milhões por ano. A CADI recebeu cerca de R$ 10,5 milhões desde 2019.
A Dataimagem tentou impedir na Justiça a anulação da primeira licitação e abertura de nova disputa. Na ação, que foi rejeitada, a empresa afirmou que havia “uma espécie de conspiração em curso” para favorecer as concorrentes ligadas à família de Juscelino Filho.
O juiz entendeu que o município tinha legitimidade de promover nova licitação por causa de vícios no edital e recusou os argumentos.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Mesmo com os bens bloqueados e com a irmão afastada da Prefeitura por corrupção, o ministro Juscelino Filho continua blindado na gestão de Lula. É um inútil, nada entende de comunicações e a família tem DNA corrupto. Com certeza, é por reunir essas qualidades que o presidente Lula mantém Juscelino Filho no ministério, doa a quem doer, como se dizia antigamente. É desanimador. (C.N.)
Cid vai citar generais Heleno, Ramos, Pazuello e Braga Netto em sua delação
Publicado em 12 de setembro de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Thiago Aguiar (Folha)
Mônica Bergamo
Folha
O tenente-coronel Mauro Cid vai citar militares que participaram do núcleo do governo de Jair Bolsonaro (PL) em seu acordo de delação premiada, homologado no fim de semana pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro, deve citar, entre outros, o general Augusto Heleno, que foi chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo passado, e também o general Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
NADA A VER –Heleno já negou, em depoimento à CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do DF, que tivesse ajudado a articular uma tentativa de golpe.
Ramos afirmou, quando estava no cargo, que seria “ultrajante e ofensivo” afirmar que os militares estariam envolvidos em algum plano de golpe. Mas fez um alerta para “o outro lado”,dizendo: “Não estica a corda”.
De acordo com pessoas familiarizadas com as tratativas de colaboração de Cid, ele deve citar também os generais Eduardo Pazuello e Braga Netto, e um outro general da reserva.
UM ALÍVIO – O Exército, no entanto, pode respirar aliviado: o ex-ajudante de ordens não deve citar militares da ativa em seu depoimento, mesmo diante do fato de golpistas do 8/1 terem permanecido por longo tempo acampados no QG do Forte Apache, de onde só foram retirados à força no dia seguinte aos distúrbios.
Pelo contrário: o tenente-coronel Mauro Cid vem afirmando que o Exército barrou qualquer tentativa de estímulo a uma intervenção militar no processo político.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, Mauro Cid vai citar os generais do Planalto como participantes do esquema do golpe, porque nenhum deles se envolveu nas outras duas questões que o afetam — a falsificação da caderneta de vacinação e vendas das joias. Ou seja, só resta o golpe.(C.N.)
Publicado em Geral | 7 Comentários |
Batalhão de Choque da PM acusa Exército de inércia e omissão no ato de vandalismo
Guarnição do Exército deixou a PM sozinha na repressão
Bianka Vieira
Folha
Relatórios elaborados pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) e enviados à CPI do 8 de janeiro detalham a falta de cooperação e até mesmo os obstáculos que teriam sido impostos por membros do Exército durante os ataques ocorridos em Brasília.
Os documentos mostram, ainda, que a repressão aos golpistas teria exigido uma resposta e um volume de recursos “sem precedentes”, resultando em R$ 805.083,12 gastos com o uso de munições químicas para conter os manifestantes, como bombas de gás lacrimogêneo.
MUNIÇÃO DE BORRACHA – “Na história recente, a última referência era a manifestação do dia 24 de maio de 2017 [no governo de Michel Temer], na qual foram utilizadas aproximadamente 900 munições de elastômero [balas de borracha]. Na manifestação do dia 8 de janeiro, utilizaram-se por volta de 3.500 munições de elastômero”, afirma a PM, em um dos relatórios.
FOI PROMOVIDO – A menção à atuação do Exército surge no relato do então primeiro-sargento Beroaldo José de Freitas Júnior, que após os atos golpistas foi promovido a subtenente. São deles os vídeos que circularam à época e que mostram membros do Exército sendo repreendidos por um integrante do Choque.
Diz um trecho do relato do então primeiro-sargento Beroaldo Júnior: “Nos aproximamos da guarita do Palácio do Planalto, onde um pelotão do Exército Brasileiro encontrava-se pronto e equipado; solicitei ajuda dos mesmos para nos auxiliar contra a turba, mas recebi a seguinte resposta: ‘Não podemos atuar’. Insisti para que pelo menos abrisse a grade/portão de acesso para que o pelotão de choque pudesse se abrigar ali e diminuir, mesmo que de forma precária, o ataque ferrenho que enfrentávamos. E, novamente, recebi como resposta que não podiam nos ajudar,”
FORÇAMOS O EXÉRCITO – “Diante da aparente inércia do Exército Brasileiro, e já que meu comandante imediato segundo-tenente Marco Teixeira estava orientando e combatendo junto à linha de choque, resolvi arrebentar a grade com chutes e consegui um espaço na grade de proteção de aproximadamente um metro de largura, onde conduzi a tropa de choque por aquela passagem para a extensão menos conflagrada; já na área (interna) do Palácio do Planalto, onde reorganizamos a tropa e nos salvamos de um massacre certo, com essa atitude, forçamos o Exército a combater os vândalos também”, continua.
Júnior foi um dos três PMs do Distrito Federal derrubados da cúpula do Congresso Nacional por manifestantes, sofrendo uma queda de quase dois metros da altura, segundo relatório feito dias após os ataques golpistas.
De acordo com o documento, agora em posse da CPI, os três foram “atacados com selvageria por parte dos vândalos” mesmo após a queda, passando a ser agredidos com madeiras e barras de ferro. O então primeiro-sargento chegou a desmaiar por causa dos golpes.
NÃO SAIRIA VIVO – “Eles buscavam também tomar minha arma de fogo que estava no coldre e retirar meu capacete balístico com a clara intenção de matar”, relata o militar. “Temi por minha vida acreditando que não sairia vivo daquela situação.”
Em um dos vídeos gravados pelo integrante do Batalhão de Choque no 8 de janeiro, é possível ouvi-lo gritando para que um oficial do Exército comandasse a sua tropa e parasse de “frouxura”. A passagem também é relembrada por Júnior no relato oficial.
“Reconheço que fora uma medida extrema, a fim de que essa incoerente apatia do oficial do Exército não contaminasse nossa tropa e fôssemos dominados pelo medo e desespero, o que resultaria consequências devastadoras e derrota certa”, diz.
DE POSSE DA CPI – Os relatórios do Batalhão de Choque da PM-DF foram enviados à CPI após requerimento do deputado federal Delegado Ramagem (PL-RJ), apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O parlamentar justificou o pedido afirmando ser necessário descobrir “quem são os responsáveis pelos atos que resultaram na destruição” do patrimônio público —seja por ação, seja por omissão.
Sigilosos, os documentos obtidos pela coluna trazem imagens de viaturas danificadas pelas ações dos golpistas e fotografias de ferimentos causados na tropa. As conclusões dos relatórios são baseadas em informações prestadas por comandantes, patrulheiros, motoristas, atiradores e escudeiros.
OBRIGADOS A RECUAR – Em mais de uma passagem, integrantes do Choque rememoram a desvantagem do efetivo em relação ao número de manifestantes, bem como o esgotamento de munições e armas químicas.
“Ficamos obrigados a recuar mesmo contra nossa doutrina, pois fomos superados de forma desproporcional ao efetivo empregado, que era de dez escudeiros, dois atiradores e três operadores químicos”, diz o relatório do Choque enviado à CPI.
Ao todo, a PM teve 87 materiais extraviados, incluindo 78 munições, dois carregadores de pistola, uma chave de um veículo, dois capacetes e até mesmo uma máscara contra gases. Algemas também foram roubadas pelos golpistas.
CORONÉIS PRESOS – No mês passado, a Polícia Federal prendeu comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, Klepter Rosa Gonçalves, e outros integrantes da corporação.
Integrantes da cúpula da PM à época do 8 de janeiro foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sob suspeita de omissão no dia dos ataques aos prédios dos três Poderes.
Segundo a PGR, a investigação constatou que havia “profunda contaminação ideológica” entre os oficiais da corporação. A PGR afirmou ainda que integrantes do comando da PM se mostraram adeptos “de teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais e de teorias golpistas”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O relato é impressionante e inquestionável, porque acompanhado de imagens comprobatórias de que o Exército se omitiu, ao invés de cerrar fileiras com a PM, como se diz no jargão militar. É uma passagem constrangedora na história do Exército, não há dúvida.(C.N.)
Jeremoabo o trânsito na Rua Duque de Caxias está cada vez mais congestionado, salve-se quem puder
Trânsito fecha rua, cadê as autoridades?
É lamentável que os caminhões não respeitem as leis de trânsito em Jeremoabo. Isso representa um risco para a segurança de todos, especialmente dos pedestres e ciclistas. É importante que as autoridades tomem medidas para coibir essa prática.
A falta de fiscalização é um dos principais fatores que contribui para a impunidade dos infratores. As autoridades devem intensificar a fiscalização do trânsito, especialmente em áreas onde há maior incidência de irregularidades. Além disso, é importante que a população seja conscientizada sobre a importância do respeito às leis de trânsito.
Aqui estão algumas sugestões para melhorar a situação do trânsito em Jeremoabo:
- Aumento da fiscalização do trânsito, com foco nas áreas onde há maior incidência de irregularidades;
- Conscientização da população sobre a importância do respeito às leis de trânsito;
- Campanhas educativas sobre o trânsito;
- Investimento na melhoria da infraestrutura viária.
É importante que todos, autoridades e população, se unam para melhorar a segurança no trânsito de Jeremoabo..
Enquanto isso na propaganda enganosa do orefeito o trânsito está as mil maravilhas.
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