sexta-feira, fevereiro 27, 2026

Ibaneis arruinou o BRB e agora tenta destruir o patrimônio da Terracap

Publicado em 26 de fevereiro de 2026 por Tribuna da Internet

Ibaneis afundou o BRB na fraude do Master e agora quer torrar o patrimônio do banco

Ibaneis é como o cavalo de Átila e destrói tudo pela frente

Vicente Limongi Netto

O indesejável e fracassado governador Ibaneis Rocha deixa o Palácio do Buriti em março. Graças a Deus, já vai tarde… O povo vai soltar foguete, porque ele desgraçou a capital, arruinou e desmoralizou o Banco Regional de Brasília (BRB), ao negociar com Daniel Vorcaro, do banco Master, para armar tramas imundas.

O patético e corrupto Ibaneis envergonha o MDB, partido de lutas democráticas e republicanas. O desgovernaador agora pretende vender imóveis do Distrito Federa para socorrer o BRB.

PATRIMÔNIO? – “O BRB é patrimônio de Brasília”, diz o demagogo cretino com cara lambida, como se o banco não estivesse à beira da ruína, pois só não vai à falência porque é estatal e a lei não permite.

É preciso que senadores e deputados obstinados em punir culpados pela imunda parceria BRB/Master não percam de vista que o Direito empresarial determina que, em casos de gestão temerária de bancos, seus dirigentes paguem o prejuízo com o patrimônio próprio.

No caso, tanto o Ibaneis quanto os dirigentes do BRB têm que tirar o dinheiro do próprio bolso para ressarcir o povo brasiliense. É o que determina a lei.

CONVERSA MOLE – Ibaneis tem patrimônio de sobra para ajudar a preencher o rombo que ajudou a causar. Mas o desgovernador vem com essa conversa mole, pretendendo que a Terracap dê terrenos para garantir e suavizara a  picaretagem dos trapalhões no BRB…

Cai fora, Ibaneis, mas antes pague pelos seus crimes. Basta de impunidade. A acolhedora Papudinha espera por você. 

TORTURA – E nem no futebol a gente encontra tranquilidade. O berrador lambe-botas e narrador Luiz Roberto e demais  melancólicos seguidores da Globo e Sportv continuam torturando o telespectador chamando Junior de “maestro”. Não tem cabimento. Não se enxergam. É muita pobreza.

Deveriam respeitar verdadeiros maestros que encantaram o futebol brasileiro, como Gerson, Didi, Ademir da Guia, Dirceu Lopes e Zenon. 

AMIGO LOYOLA – Por fim, uma mensagem recebida do grande escritor Ignácio de Loyola Brandão, que incentiva nosso trabalho aqui na Tribuna da Internet:

“Amigo,
Lute,  bata o pé, denuncie. É isso; Grite contra esses putos que se acham e enlameiam o Brasil. 
Abraços,
Ignácio”

Com a liberdade de expressão garantida pela Tribuna desde os tempos de nosso amigo Helio Fernandes, fica mais fácil ser jornalista de verdade


Líder do PSB reage a pressão do PT e defende Alckmin na chapa de Lula

Publicado em 27 de fevereiro de 2026 por Tribuna da Internet


Nos bastidores do STF, há muitas coisas acontecendo em relação ao caso Master


Tribuna da Internet | Esses ministros do Supremo fazem por merecer algum  respeito da sociedade?

Charge do Bier (|Arquivo Google)

Mario Sabino
Metrópoles

Nos bastidores do STF, há muitas coisas acontecendo em relação ao caso Master, e só parte delas veio à tona nos jornais. Vamos começar pelo que veio à tona: Sim, uma parte dos ministros está irritada com Alexandre de Moraes por ele ter usado o inquérito das fake news para perseguir auditores da Receita Federal em causa própria — a de punir quem divulgou que a sua mulher assinou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master e que, em função do contrato, ela aumentou exponencialmente a sua fortuna pessoal para quase R$ 80 milhões.

Também é fato que alguns ministros nutrem o medo de que Moraes possa estar montando dossiês contra eles para evitar ser entregue aos leões, juntamente com Dias Toffoli. Moraes sabe que o seu destino é indissociável do ex-dono de resort.

REUNIÃO GRAVADA – Entre os ministros, não é desconfiança, mas certeza de que partiu de Toffoli o vazamento de diálogos da reunião fechada que selou a saída dele do inquérito que investiga as fraudes perpetradas por Daniel Vorcaro à frente do banco.

Alexandre de Moraes desconfia, naquela desconfiança paranoica que é certeza, de que um banqueiro pagou para obter as informações sigilosas sobre a vida financeira dele e da sua família publicadas pela imprensa.

Já vai se consolidando a certeza de que Toffoli vazou as falas da reunião por meio do seu assessor de imprensa informal. A fala do ministro sobre abrir as próprias contas desde que todos o fizessem foi vista como ameaça explícita.

RELATOR CAUTELOSO – Até o momento, André Mendonça dá indicações de que não vai interferir no trabalho da PF, apesar da sua fala contra a corporação na reunião cujos diálogos foram publicados.

É enorme a preocupação com o que poderá ser revelado sobre as festinhas de arromba que Vorcaro organizava. Mais do que os escândalos financeiros, um escândalo sexual é visto como especialmente desastroso para o que resta de reputação ao STF.

A festa que mais preocupa é a que aconteceu em Trancoso, em outubro de 2022, que contou com muitas dezenas de mulheres contratadas para entreter as poucas dezenas de convidados. Em suma, a equipe do STF Futebol Clube joga menos coesa, embora continue favorita para vencer o campeonato.

A teia que se fecha: a CPI, Dias Toffoli e o desgaste institucional


Atuação judicial e vínculos empresariais produzem desgaste 

Pedro do Coutto

A recente decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal sobre o crime organizado de convocar familiares do ministro Dias Toffoli para prestar depoimento e determinar a quebra de sigilo de empresa associada ao seu entorno empresarial recoloca no centro do debate uma questão recorrente na política brasileira: a delicada fronteira entre relações privadas, negócios e responsabilidades públicas.

Mais do que um episódio isolado, o caso expõe as fragilidades de um sistema que, por vezes, parece incapaz de separar com clareza o exercício da função institucional de interesses particulares, ainda que indiretos. A empresa sob escrutínio, citada em investigações jornalísticas e alvo de suspeitas de irregularidades, coloca o ministro em uma posição de evidente desconforto político e jurídico.

DÚVIDAS PÚBLICAS – Embora tenha admitido participação societária e afirmado ter declarado corretamente as operações financeiras à Receita Federal, o encadeamento dos fatos — somado à convocação de familiares ligados ao empreendimento — cria um ambiente em que a explicação formal já não basta para dissipar dúvidas públicas. No terreno político, a percepção frequentemente pesa tanto quanto a prova.

O problema ganha dimensão maior quando se observa que o ministro, integrante do Supremo Tribunal Federal, já atuou em processos relacionados a instituições financeiras também citadas no noticiário, como o Banco Master e o Banco Regional de Brasília. Ainda que não haja condenação ou responsabilização formal, o simples cruzamento entre atuação judicial e vínculos empresariais indiretos é suficiente para produzir desgaste institucional. Em democracias maduras, a aparência de conflito de interesses pode ser tão nociva quanto o próprio conflito.

A saída do ministro da relatoria de um dos casos após a entrega, pela Polícia Federal, de material apreendido em investigação adiciona outro elemento à narrativa: a percepção de que as instituições funcionam sob pressão constante de revelações sucessivas. Esse movimento, embora tecnicamente justificável, reforça a sensação de que a situação escapou ao controle político do próprio magistrado, tornando mais difícil qualquer estratégia de contenção de danos.

HIPEREXPOSIÇÃO – Há, ainda, um componente estrutural que não pode ser ignorado. O Brasil vive, desde a Operação Lava Jato, um período de hiperexposição das relações entre Judiciário, política e mercado financeiro. Nesse contexto, decisões judiciais passaram a ser lidas também sob lentes políticas, ampliando o custo reputacional de cada controvérsia. Toffoli, que participou de julgamentos decisivos e revisões de processos emblemáticos, já vinha sendo alvo de críticas por despachos considerados difíceis de explicar sob o prisma da coerência jurisprudencial. Agora, a sobreposição entre controvérsias judiciais e questionamentos empresariais cria um quadro mais complexo.

O impacto não se limita à figura do ministro. Ele atinge o próprio tribunal, que passa a conviver com ruídos que fragilizam a imagem de imparcialidade — um dos pilares de qualquer corte constitucional. Em um ambiente de polarização, cada crise individual rapidamente se converte em crise institucional. O STF, já tensionado por disputas políticas e pela judicialização crescente da vida pública, vê-se novamente arrastado para o epicentro de um debate que mistura legalidade, ética e credibilidade.

No campo financeiro, as repercussões também são relevantes. A menção a dificuldades de capitalização e a movimentações para recomposição patrimonial em instituições ligadas ao caso indica que a crise extrapola o plano jurídico e alcança o sistema bancário regional. Quando operações societárias passam a ser interpretadas sob a suspeita de irregularidades, o risco reputacional contamina negociações, investidores e, por consequência, a estabilidade do próprio mercado.

PRESSÃO POLÍTICA – Em termos políticos, o episódio evidencia a força das CPIs como instrumento de pressão pública. Ao convocar familiares e quebrar sigilos, a comissão transforma suspeitas em narrativa institucionalizada, obrigando os envolvidos a se posicionarem continuamente. Ainda que o resultado final dependa de provas concretas, o processo em si já produz efeitos duradouros na opinião pública — e esse é um elemento central da política contemporânea.

A situação do ministro, portanto, não se resume a um problema jurídico a ser resolvido nos autos. Trata-se de uma crise de confiança. Mesmo que as explicações apresentadas sejam tecnicamente plausíveis, a sucessão de vínculos, participações societárias e decisões judiciais relacionadas a agentes econômicos sob investigação constrói a percepção de uma teia difícil de desfazer. Em política, percepções moldam destinos.

Resta saber se o desfecho virá pela via institucional, com esclarecimentos robustos que afastem definitivamente as suspeitas, ou se o caso permanecerá como mais um capítulo do desgaste contínuo entre Poderes, mercado e opinião pública. O certo é que, enquanto a investigação avança, a sombra da dúvida já se projeta sobre a mais alta corte do país — e, quando isso ocorre, o dano ultrapassa indivíduos e alcança a própria confiança nas instituições republicanas.

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