quarta-feira, março 04, 2026

Agora, aguarda-se com a maior ansiedade a delação premiada do banqueiro Vorcaro


Nos bastidores de Brasília, cresce a expectativa de uma possível delação  premiada de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Fontes do meio  político, do Judiciário e do próprio Banco Central do ...

Reprodução do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

 

Canalha e covarde, Daniel Vorcaro enfim foi preso. Já deveria estar enjaulado faz tempo. Basta de impunidade. Onde estamos? Para onde vamos? É preciso ter muita fibra e fé para suportar tanta patifaria de poderosos. Um dia pagarão caro pelo mal que causaram aos brasileiros de bem.

Vamos aguardar quanto tempo o pulha Vorcaro ficará em cana. Tem ricos advogados e colossal fortuna. Há dias mandou 20 bilhões de reais para a conta do pai dele. Leis precisam ser mais duras e para todos.

VIVA A IMPRENSA! – O jornalismo de maneira geral está de parabéns, por exercer seu trabalho sem medo e com isenção. Sem dobrar a espinha nem ser benevolente com ladrões engomados.

O jornalista Lauro Jardim, de O Globo, ameaçado pelo arrogante Vorcaro, tem o apoio de todos os cidadãos de bem e dos jornalistas que, como ele, trabalham e sonham por um Brasil mais digno. Com mais qualidade de vida para a população. Sobretudo para os mais carentes. 

Quem me dá a honra de acompanhar meus artigos na tribuna, discordando, apoiando ou esculachando, sabe que, por exemplo, dia 30 de janeiro já destacava: “Vorcaro é uma bomba ambulante, que vai fazer sucesso ao depor no Senado”.

DELAÇÃO – Na mesma linha, no artigo de 5 de fevereiro, salientei: “Cresce o clamor por providências enérgicas contra os roubos no caso Master”.  São títulos criados pelo editor Carlos Newton que valem por 10 laudas.

Folha de São Paulo e O Globo, entre outros impressos, especulam agora sobre a possibilidade da delação premiada de Vorcaro.

Devo dizer que no artigo do dia 30 de janeiro, enfatizei: “O script final e mais aguardado é a delação premiada do banqueiro”. De leve, como dizia Ibrahim Sued, o imortal sem fardão.