Flavitcho ameaçou: a direita ganhou maioria no Congresso e ele vai usar para mudar a Constituição. Soou como ameaça. Como assim mudar a Constituição? Ele correu hoje pra explicar que era só um jeito de falar das propostas de emendas que ele já tinha colocado na campanha. Só sei que o Lula resolveu que esse pode ser um bom mote pra trabalhar uma campanha de medo. Sim, BRASEW, agora é o Lula que vai trabalhar o medo. Vem ler!
Foi meio ameaçadora mesmo a declaração de Flavitcho Bolsonaro de que iria mudar a Constituição e redemocratizar o país. Se já estamos numa democracia, ele vai mudar a Constituição pra que exatamente?
O ex-supremo Celso de Mello tremeu nas bases e disse hoje na Folha que a fala de Flávio é grave e inquietante e que nenhuma maioria parlamentar, por mais expressiva que seja, “recebe autorização para destruir as bases constitucionais da democracia.”
Flavitcho quis dar uma suavizada no discurso e disse que não é assim uma mudança drástica na Constituição. Só umas propostas de emenda à Constituição. Ah, então tá! Entre as mudanças estariam:
Redução da maioridade penal, reforma do judiciário, reforma política, mudanças de reforma tributária e fim de reeleição para presidente. Fim da reeleição? Ah, sim, claro claro. Todo mundo acreditou. Até o Tarcísio. Mas claro que se acabar a reeleição, Flavitcho vai querer mais tempo de mandato.
O Flavitcho também prometeu que não vai passar a mão no telefone ameaçando dono de veículo de comunicação para demitir jornalistas. Aquele momento em que a promessa vira ameaça.
A estratégia do medo
A campanha do Lula está trabalhada no medo. A ideia é botar medo pra ver se a galera tira a bunda da cadeira e vai votar. Aí quando o Flavitcho diz que vai mudar a Constituição ajuda a construção do medo. Se vai ter efeito, só depois do resultado.
Comida de rabo
Lula mandou a real durante uma reunião com deputados, senadores e governadores aliados hoje. Não era pra vazar, mas como todos sabem, na internet o print é eterno:
“Acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade, poderíamos ter feito mais. Disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que participei desde 1989.”
Mas as críticas correm para todos os lados. O núcleo da campanha do companheiro também tá na mira. Edinho Silva, que é o coordenador da campanha, não está bem na foto e Camilo Santana, o ex-ministro da Educação e que ajudou a reeleger o Elmano de Freitas como governador do Ceará, vai entrar em campo, nessa reta final, como coordenador político.
Outro que tá levando bordoada é Sidônio Palmeira, o marqueteiro-geral da República. A galera diz que essa estratégia de ficar falando de soberania e terras raras não engajou e é preciso mudar. E daí entra em cena o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles. E ele já chegou chegando botando Lula para fazer mais vídeos selfies nas redes.
Vassalo não!
Eduardo Paes, que tomou um chapéu do candidato bolsonarista Douglas Ruas, na corrida pelo governo do Rio no primeiro turno, estrilou depois que Lula saiu dizendo por aí que Paes não se empenha em apoiá-lo na campanha presidencial na cidade maravilhosa. Paes rebateu:
“Eu tenho muita gratidão ao presidente Lula, voto no presidente Lula, faço campanha para o presidente Lula. Agora, tem pessoas que votam em mim que não fazem campanha, que não votam no presidente Lula. Eu já disse: eu não sou do PT, eu não penso tudo igual ao Lula, eu não sou um vassalo do Lula.”
Correndo atrás do prejuízo
Além da escala 6x1, que se espera que Davizito Alcolumbre coloque em votação pra ontem, no Senado, Lula disse que vai lutar pela PEC da Segurança Pública e que daqui pra frente o lema é: “Para o povo trabalhador a proteção. Para o bandido a prisão”.
Centrão à direita, como já dissemos ontem
Hoje, Novo e Republicanos entraram definitivamente na campanha de Flavitcho dando apoio total. Juntaram-se ao PP e União Brasil.
Tentaram dar o golpe sim, talkey?
E o Valdemar Costa Neto, nosso Valdemar Voldemort, dono do PL, numa entrevista na rádio Gaúcha, admitiu que no fim do governo do nosso ex teve sim o rolê de tentar dar um golpe de Estado:
“Discutiram de dar o golpe, mas não deram o golpe. E daí?”
Depois questionado se Flavitcho poderia fazer a mesma coisa, o homem emendou:
“Sei lá. Pode haver planejamento. Não existe isso. Isso deu certo? Olha o Bolsonaro o que está pagando? Você acha que alguém quer fazer isso? Nunca. Jamais.”
Tixa do céu! Darling, só Deus na causa e olhe lá!
Menos, Janja
Kátia Abreu, que é a coordenadora da campanha de Lula lá no Tocantins, levantou a bandeira de “Menos Janja, e mais Alckmin” e foi aplaudida durante uma reunião fechada. Teoricamente essa fala não era pra vazar, né? Mas…
Kátia admitiu que falou isso mesmo e se explicou dizendo que nem conhece Janja direito e portanto não tem nada contra ela, mas que na visão dela que tem que ter mais espaço é o vice. Segundo a ex-senadora, o senhor Mialckmin é porreta em economia e politicamente é isso que faz a diferença.
Na entrevista que deu na GloboNews ela ainda falou que a conversa do governo com o Centrão poderia ter sido mais intensa e que sim, esse diálogo foi interrompido.
Janja subiu nas tamancas
A primeira-dama disse que enviou recadinho para Kátia Abreu dizendo que não vai reduzir a participação na campanha e que as suas aparições acontecem por decisão do “marido” dela, mais conhecido como o presidente da República. Então tá, né?
Obrigada, darlings!
O povo de Bauru viciou na Tixa. O pessoal de Indaiatuba quer votar em 2030. Da Suíça veio gente chique de Morges e Genebra. Vila Carrão, presente. Campos Mourão apareceu. E o povo de Goiânia veio explicar que Goiânia fica em Goiás (tudo porque dissemos que o Pix de Campo Alegre foi o primeiro de Goiás).
Só sei que Altamira também compareceu e agora a gente ficou viciado na meta porque tem dado 30 contribuições bem certinho.
E já ia esquecendo de Curitiba e Natal.
(Alô Rudinei, teu Yahoo é que está bloqueando nossas respostas)
Vamo que vamo, BRASEW! Bora nessa meta.
PIX: 49875575000147
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