terça-feira, julho 14, 2026

Amedrontado por Trump, presidente da Fifa deveria apresentar a renúncia

Publicado em 13 de julho de 2026 por Tribuna da Internet

Fifa estuda aumento da Copa para 64 times e Infantino defende preços dos  ingressos

Infantino passou vergonha ao se curvar perante Trump

Vicente Limongi Netto

Com um telefonema, Donald Trump colocou de joelhos o medonho, patético e capacho presidente da Fifa, Gianni Infantino. Trump não gostou da expulsão de um jogador da seleção dos Estados Unidos. Não demorou o conselho de arbitragem da entidade anulou a suspensão do atleta.

Por culpa e falta de firmeza e autoridade de Infantino a copa de 2026 ficou desmoralizada. Perdeu o respeito do torcedor. Infantino jogou no lixo a isenção e o regulamento da maior competição de futebol do mundo.

DEBANDADA – Ameaçado de ser demitido do cargo, Infantino corre atrás de aliados, agora em coletiva debandada. Para exibir uma autoridade que não tem, o serviçal Infantino gosta de sentar ao lado de autoridades mundiais nos estádios.

Nunca teve moral nem autoridade para banir dirigentes esportivos. Age por vingança. Como esmerado pau mandado.

Trump desmascarou Infantino e jogou no lixo a credibilidade e respeitabilidade da copa do mundo de 2026. 

ARBITRAGENS – A copa do mundo tem mostrado que os árbitros deixam de marcar faltas e pênaltis claros para deixar o jogo rolar. Certamente orientados pela desmoralizada Fifa. Isso facilita os mais faltosos.  Empurrando, atropelando, roubando a bola com faltas.

A reação do jogador que perde a bola, para não dar o contra-ataque é correr para fazer uma falta intencional e parar a jogada. Sem que o árbitro dê um cartão amarelo. Com essa ideia de deixar o jogo rolar, além de incentivar as faltas, o futebol ficou parecendo um misto de futebol inglês com os pés, com o futebol americano, com as mãos.

O arbitro fica à vontade para prejudicar uma seleção, e abusar da liberdade de marcar o que bem entender.

DIZ O IGNÁCIO – Nova mensagem que recebi do respeitado amigo e acadêmico Ignácio de Loyola Brandão. Fico honrado com todas elas.

“Vicente, Aqui no sul de Minas, olhando o verde da Mantiqueira aos meus pés, é uma delÍcia te ler, irônico, mordaz, verdadeiro.  Lleio com o prazer com que lia Stanislaw Ponte Preta na Última Hora onde trabalhei – ele no Rio, eu em São Paulo.

P.S. – Vou comer pão de queijo quente, cujo aroma me vem do forno. Feito na hora. Quer?”