terça-feira, julho 14, 2026

A DURA VERDADE NO RÁDIO: Júnior de Santinha Alerta que o Maior Cabo Eleitoral da Corrupção é o Voto Vendido

A DURA VERDADE NO RÁDIO: Júnior de Santinha Alerta que o Maior Cabo Eleitoral da Corrupção é o Voto Vendido


Por José Montalvão


A política, quando tratada como balcão de negócios, cobra uma fatura caríssima que é paga diretamente pela população na forma de hospitais sem remédios, estradas intrafegáveis e escolas sucateadas. No rádio de Jeremoabo, uma voz lúcida e corajosa tem se levantado para sacudir a consciência do cidadão e escancarar a engrenagem que sustenta esse atraso. O radialista Júnior de Santinha, com sua inteligência e leitura precisa da realidade social, vem utilizando o seu programa como um verdadeiro instrumento de educação cívica e orientação ao eleitor.

Em suas recentes transmissões, Júnior tocou na ferida mais profunda e incômoda do processo democrático: a cumplicidade de quem vende o próprio voto. Como bem sintetizou o comunicador:

"A corrupção não se sustenta apenas pela ação de políticos desonestos. Ela também depende da tolerância de quem, mesmo conhecendo práticas ilícitas, continua oferecendo apoio e voto. Em uma democracia, cada eleitor tem a responsabilidade de escolher seus representantes com consciência, ética e compromisso com o interesse público."

A Fria Matemática da Compra de Votos

O raciocínio de Júnior de Santinha expõe a hipocrisia de quem passa quatro anos reclamando do governo, mas aceita "ajuda" de cabo eleitoral em véspera de eleição. Precisamos analisar a fria matemática da corrupção sob a ótica da gestão e do bolso do próprio político corrupto.

O candidato que compra o poder gasta fortunas subornando eleitores e financiando esquemas de cabos eleitorais. Se ele dependesse exclusivamente de seu salário constitucional de deputado ou senador para repor o que gastou na campanha, a conta simplesmente não fecharia. A matemática do enriquecimento ilícito é óbvia: para recuperar o "investimento" feito na compra de votos e ainda lucrar, o político corrupto é obrigado a desviar recursos da saúde, superfaturar obras públicas e fraudar licitações

O eleitor que aceita cinquenta reais, um saco de cimento ou uma promessa de emprego individual é o patrocinador oficial desse desvio. Portanto, o cidadão que vende sua consciência não tem o direito moral de reclamar da corrupção no Brasil. Ele não é uma vítima do sistema; ele é a engrenagem que o mantém funcionando. O maior corrupto, nesse cenário, é o próprio eleitor que se vende sabendo que está entregando o destino de sua comunidade nas mãos de um trapaceiro.

A Mudança Começa na Urna, Não no Choro

Como sempre defendemos neste espaço, o eleitor sem memória e sem ética é o maior cabo eleitoral dos maus políticos. O aviso de Júnior de Santinha serve de alerta preventivo para que o jeremoabense não precise, mais uma vez, "chorar pelo leite derramado" quando as consequências do voto irresponsável baterem à porta na forma de abandono social.

Felizmente, a nossa realidade em 2026 começa a dar mostras de que o amadorismo e o pragmatismo da conveniência estão perdendo espaço. Sob a liderança equilibrada e de alta performance do prefeito Tista de Deda, Jeremoabo tem provado que o desenvolvimento de verdade se faz com planejamento técnico, contas limpas e aprovadas pelo TCM, e investimentos reais que chegam simultaneamente à sede e à zona rural. Essa nova era administrativa tira o poder de barganha dos mercadores de votos, pois o povo passa a enxergar que as obras e os serviços são direitos constitucionais pagos com seus próprios impostos, e não "bondades" de palanque.

Conclusão: Ouça o Rádio e Pense no Futuro

A lição de Júnior de Santinha precisa ecoar em cada residência de Jeremoabo, do centro urbano aos povoados mais distantes. Vender o voto é assinar uma procuração em branco para que o político assalte o futuro dos seus filhos.

Nas próximas eleições, quando o intermediário da corrupção bater à sua porta com promessas fáceis ou vantagens pessoais, lembre-se das palavras do rádio. A dignidade de Jeremoabo não tem preço. Vote com ética, vote com consciência e mude o destino da nossa terra antes que seja tarde demais!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

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