| Reprodução/Truth Social |
- É a reafirmação de que a política externa terá peso inédito nesta eleição.
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Por que importa: Por mais que os canais de diálogo se mantenham abertos, o que não era o caso no ano passado, e que os presidentes tenham uma relação cordial, o clima da relação azedou. |
- Mais do que isso, está claro que há uma disputa de grupos de interesse dentro da administração Trump.
- A ala mais radical, liderada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, conseguiu impor-se nas últimas semanas.
- A maior preocupação continua sendo com a pressão eleitoral insidiosa, ou escancarada, via big techs, a partir das plataformas.
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Para Flávio Bolsonaro, o encontro com Trump produziu forte repercussão política e midiática, mas ainda não se converteu em ganho líquido de opinião pública. |
- Levantamento divulgado ontem (2) pela Real Time Big Data, empresa de pesquisas ligada à Record e ao Republicanos, sugere que o episódio não produziu um saldo político claramente favorável para nenhum dos lados.
- Segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados classificam o encontro como neutro, enquanto avaliações positivas e negativas sobre o encontro aparecem empatadas em 29%.
- A pesquisa não perguntou diretamente sobre as tarifas nem sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas — o que foi medido foi a percepção dos eleitores sobre o encontro entre Flávio e Trump.
- O equilíbrio entre avaliações favoráveis e desfavoráveis sugere que, ao mesmo tempo em que o episódio encontra respaldo entre simpatizantes do campo bolsonarista, desperta resistência semelhante em outros segmentos do eleitorado
- Até aqui, portanto, a aproximação com Trump parece ter produzido mais visibilidade do que ganho eleitoral para o senador.
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