Vínculo do PCC com setor de combustíveis eleva risco para Brasil após decisão de Trump
Por Guilherme Pimenta, Folhapress
30/05/2026 às 07:27
Posto de combustível é interditado durante a Operação Carbono Oculto 86, no Piauí
Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consideram que as revelações de que o PCC atua no mercado formal brasileiro, principalmente no setor de combustíveis, elevam o risco de agentes financeiros nacionais diante da designação, pelos Estados Unidos, dessas facções como terroristas.
A Folha ouviu de pessoas que estudam os impactos da decisão de classificar como terroristas o PCC e o Comando Vermelho, anunciada nesta quinta-feira (28) por membros do governo Donald Trump, que um dos maiores temores é que empresas estrangeiras deixem de fazer negócios com companhias brasileiras do setor por excesso de cautela, o chamado overcompliance.
Companhias brasileiras já estavam intensificando o contato com o governo brasileiro desde que a ameaça da mudança na classificação começou, há alguns meses, para entender possíveis impactos caso o cenário se concretizasse. Os diálogos se intensificaram desde a noite de quinta.
A Operação Carbono Oculto, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em parceria com a Receita e já com duas fases, expôs vínculos entre o PCC e a cadeia de combustíveis por meio da atuação de postos de gasolina, fornecedores de combustíveis e distribuidoras. Empresas do sistema financeiro também são investigadas por suposta movimentação ilícita dos recursos.
O temor preliminar é de que o vínculo que foi revelado pelas próprias operações conduzidas pelas forças brasileiras poderia servir de alerta para a atuação dos estrangeiros no Brasil. Isso porque, caso seja identificado qualquer tipo de ligação —direta ou indireta— entre um investidor e uma empresa que esteja ligada a uma das entidades sancionadas, poderia haver a aplicação de sanção pelos Estados Unidos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta sexta-feira (29) que a decisão americana pode causar prejuízos à economia brasileira e ter impacto ao investimento estrangeiro direto. Nesta sexta-feira (29), a Secom (Secretaria de Comunicação) divulgou uma nota alegando, sem dar explicações, que o sistema financeiro brasileiro e o próprio Pix poderiam ser impactados pela decisão.
A Operação Carbono Oculto, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em parceria com a Receita e já com duas fases, expôs vínculos entre o PCC e a cadeia de combustíveis por meio da atuação de postos de gasolina, fornecedores de combustíveis e distribuidoras. Empresas do sistema financeiro também são investigadas por suposta movimentação ilícita dos recursos.
O temor preliminar é de que o vínculo que foi revelado pelas próprias operações conduzidas pelas forças brasileiras poderia servir de alerta para a atuação dos estrangeiros no Brasil. Isso porque, caso seja identificado qualquer tipo de ligação —direta ou indireta— entre um investidor e uma empresa que esteja ligada a uma das entidades sancionadas, poderia haver a aplicação de sanção pelos Estados Unidos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta sexta-feira (29) que a decisão americana pode causar prejuízos à economia brasileira e ter impacto ao investimento estrangeiro direto. Nesta sexta-feira (29), a Secom (Secretaria de Comunicação) divulgou uma nota alegando, sem dar explicações, que o sistema financeiro brasileiro e o próprio Pix poderiam ser impactados pela decisão.
A Operação Carbono Oculto, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em parceria com a Receita e já com duas fases, expôs vínculos entre o PCC e a cadeia de combustíveis por meio da atuação de postos de gasolina, fornecedores de combustíveis e distribuidoras. Empresas do sistema financeiro também são investigadas por suposta movimentação ilícita dos recursos.
O temor preliminar é de que o vínculo que foi revelado pelas próprias operações conduzidas pelas forças brasileiras poderia servir de alerta para a atuação dos estrangeiros no Brasil. Isso porque, caso seja identificado qualquer tipo de ligação —direta ou indireta— entre um investidor e uma empresa que esteja ligada a uma das entidades sancionadas, poderia haver a aplicação de sanção pelos Estados Unidos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta sexta-feira (29) que a decisão americana pode causar prejuízos à economia brasileira e ter impacto ao investimento estrangeiro direto. Nesta sexta-feira (29), a Secom (Secretaria de Comunicação) divulgou uma nota alegando, sem dar explicações, que o sistema financeiro brasileiro e o próprio Pix poderiam ser impactados pela decisão.