sábado, abril 18, 2026

Na briga entre Gilmar e Alessandro Vieira, que sai perdendo é a democracia


Alessandro Vieira diz que apenas cumpriu sua obrigação

Vicente Limongi Netto

Desgaste oceânico o arranca rabo entre o senador Alessandro Vieira e o ministro decano do Supremo Tribunal Federal(STF), Gilmar Mendes.   Perdem as duas instituições. Principalmente a democracia, aquela “plantinha tenra que precisa ser regada todos os dias”, exortava Otávio Mangabeira, idos de 1947,  então governador da Bahia.  
Gilmar estica a corda, pede para a Procuradoria Geral da República punir o senador. Queda de braço anunciando abismos sem fim.

O presidente da Suprema Corte, ministro Edson Fachin, tenta colocar panos quentes. Afirma que o episódio entre Gilmar e Alessandro é isolado. Não é. Tanto assim que a discreta ministra Cármen Lúcia observa e admite,  preocupada e com coragem,  que o desgaste do STF é grande. A corte atravessa quadra ruim e desfavorável nunca vista junto à opinião pública, frisa Cármen Lúcia. 

CARISMA – O Brasil triste com a partida do amado e carismático atleta Oscar Schmidt, o competente e admirado mundialmente, “Mão Santa”.

 

Como gostava de treinar, em busca da perfeição, Oscar brincava dizendo que não era “mão santa”, mas “mão treinada”.
Tentou entrar na política como senador, perdeu por pouco. Se tivesse se candidato a deputado federal, teria sido eleito facilmente. Grande e inesquecível Oscar….