domingo, março 01, 2026

O Banquete da Humildade: Quando um Saco de Batatas Vale Mais que Ouro

 

 Essa é uma daquelas histórias que nos lembram por que o sertão é um lugar sagrado. O gesto do Seu Zé Baixinho não foi apenas uma doação; foi uma aula de humanidade. Para o homem do campo, a colheita é o resultado de um diálogo diário com a terra, com o céu e com a própria resistência.

Por José Montalvão


O Banquete da Humildade: Quando um Saco de Batatas Vale Mais que Ouro

No burburinho das grandes cidades e na correria da política, muitas vezes esquecemos o que é a "riqueza real". Mas o destino, ou talvez a providência, tratou de dar uma lição prática à nossa porta. O protagonista? Seu Zé Baixinho, do Boqueirão.

O gesto foi simples na forma, mas gigante no conteúdo: ele trouxe um saco de batatas. Para quem olha de longe, é apenas um alimento. Para quem conhece o sertão, é partilha de vida.

A Teologia do Suor

Quem planta sabe que cada semente colocada na terra é um ato de fé. O pequeno agricultor depende do sol que castiga, da chuva que nem sempre vem e do suor que nunca falta. Quando o Seu Zé decide tirar um saco da sua colheita para presentear, ele não está dando o que sobra; ele está dividindo o que é o seu sustento.

A Riqueza que não se Conta, se Sente

Muitas vezes, as mãos que mais têm calos são as que mais sabem se abrir. O gesto do Seu Zé Baixinho envergonha a avareza dos "grandes" e ilumina a nobreza dos humildes. No Boqueirão, a economia não é ditada pela bolsa de valores, mas pelo valor do coração.

Receber esse presente é, como bem disse o relato, receber um abraço. É a prova de que a amizade sincera não precisa de protocolos, apenas de presença e verdade.

O Sertão que Resiste e Partilha

Enquanto discutimos leis, orçamentos e tecnologia, o sertanejo nos ensina a base de tudo: a solidariedade. O saco de batatas do Seu Zé Baixinho é um símbolo de que a esperança ainda brota na terra seca e que a gratidão é a única resposta possível diante de tamanha grandeza.

Gratidão, Seu Zé Baixinho. Suas batatas alimentarão o corpo, mas o seu gesto, com certeza, alimentou a alma de quem acredita que um mundo melhor se faz assim: de mão em mão, com humildade e amor.

José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025 

Após as fortes chuvas que atingiram o município de Cícero Dantas, o prefeito Vinícius realizou um pronunciamento oficial à população.

 

                                           Foto Divulgação


Em sua fala, o gestor municipal afirmou que a Prefeitura não medirá esforços para oferecer todo o suporte necessário às famílias atingidas. Segundo ele, as equipes já estão mobilizadas para prestar assistência, realizar levantamentos dos danos e adotar as providências emergenciais.

O prefeito destacou ainda que a prioridade neste momento é garantir a segurança da população, restabelecer os serviços essenciais e iniciar, o mais breve possível, a reconstrução das áreas afetadas.

“Nosso compromisso é com as pessoas. Vamos dar todo o apoio necessário e reconstruir o que for preciso”, afirmou.

Além da manifestação pública, foi publicado no Diário Oficial o Decreto nº 246/2026, que autoriza a adoção de medidas administrativas emergenciais para enfrentamento dos danos causados pelas chuvas.

A Prefeitura segue acompanhando a situação e orienta que a população permaneça atenta aos canais oficiais para novas informações.

Nota da Redação deste Blog -  As fortes chuvas que castigaram o município de Cícero Dantas reacenderam um problema antigo e, ao que tudo indica, de difícil solução: as inundações na parte baixa da cidade. Ao ler a matéria de Júnior de Santinha, percebe-se que não se trata apenas de um transtorno passageiro provocado por um volume atípico de chuva, mas de uma questão estrutural que exige planejamento técnico, investimentos robustos e articulação política em várias esferas de governo.

Cícero Dantas está situada em área de serra, característica geográfica que, por si só, contribui para o agravamento do problema. Toda a água das chuvas que cai nas áreas mais altas deságua naturalmente nas partes baixas da cidade. Quando as precipitações são intensas e concentradas em curto espaço de tempo, o sistema de drenagem existente não consegue suportar o volume, resultando em alagamentos, prejuízos materiais e sofrimento para inúmeras famílias.

Diante desse cenário, o pronunciamento do prefeito Vinícius demonstra, ao menos no discurso, sensibilidade e compromisso com a população atingida. O gestor afirmou que a Prefeitura não medirá esforços para prestar assistência às famílias, mobilizando equipes para levantamento de danos e adoção de medidas emergenciais. A prioridade, segundo ele, é garantir a segurança da população, restabelecer serviços essenciais e iniciar o processo de reconstrução das áreas afetadas.

A publicação do Decreto nº 246/2026 no Diário Oficial reforça a disposição do Executivo municipal em agir de forma imediata, autorizando medidas administrativas emergenciais. Trata-se de um passo importante, pois permite maior agilidade na contratação de serviços, aquisição de materiais e organização do suporte às vítimas.

Entretanto, é preciso reconhecer: a solução definitiva para o problema das inundações não será simples nem rápida. Não se resolve uma questão dessa magnitude apenas com ações paliativas. Será necessário investir em estudos técnicos aprofundados — levantamentos topográficos, análises hidrológicas, projetos de macrodrenagem — capazes de indicar intervenções estruturais adequadas. Obras como ampliação de galerias pluviais, construção de canais de escoamento, bacias de contenção e requalificação urbana demandam planejamento e, sobretudo, recursos financeiros expressivos.

E é justamente nesse ponto que reside o maior desafio. Um município do porte de Cícero Dantas dificilmente terá capacidade orçamentária própria para custear sozinho obras estruturantes dessa natureza. Será indispensável buscar apoio do Governo do Estado e do Governo Federal, por meio de convênios, emendas parlamentares e programas específicos de prevenção a desastres naturais.

Mais do que uma resposta emergencial, a situação exige visão de longo prazo. Planejamento urbano responsável, fiscalização de ocupações em áreas de risco e políticas públicas voltadas à prevenção precisam integrar a agenda permanente da gestão municipal. A tragédia provocada pelas chuvas deve servir de alerta para que se pense a cidade de forma técnica, sustentável e segura.

Esse é o entendimento que se impõe: solidariedade e ação imediata são fundamentais, mas a verdadeira mudança dependerá de estudos sérios, projetos bem elaborados e da capacidade política do prefeito em articular recursos estaduais e federais. A população de Cícero Dantas merece mais do que promessas — merece soluções concretas que reduzam, de forma definitiva, o sofrimento causado pelas enchentes.


José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025 

Alagamentos expõem falhas históricas no crescimento urbano de Jeremoabo e de pequenas cidades brasileiras

 


Alagamentos expõem falhas históricas no crescimento urbano de Jeremoabo e de pequenas cidades brasileiras



Por José Montalvão


Os recentes episódios de alagamento em bairros como o Conjunto João Paulo II, em Jeremoabo, reacendem um debate que vai muito além das chuvas fortes. O problema não é exclusivo do município. Ele se repete em centenas de cidades pequenas e médias do Brasil que experimentaram crescimento acelerado, porém desordenado, marcado por loteamentos informais e ausência de planejamento técnico adequado.

Ao longo dos anos, terrenos foram comercializados sem escritura pública, sem infraestrutura básica de saneamento e, em muitos casos, localizados em áreas naturalmente vulneráveis a enchentes. A ocupação irregular, inicialmente discreta, ganhou densidade populacional com o passar do tempo. O que começou como pequenas construções dispersas transformou-se em bairros inteiros carentes de drenagem eficiente, pavimentação adequada e áreas de escoamento natural das águas.

Especialistas em planejamento urbano alertam que esse tipo de expansão é silencioso. No início, os impactos não são percebidos. Contudo, à medida que aumenta a impermeabilização do solo — com ruas asfaltadas, calçadas concretadas e residências ocupando quase toda a extensão dos lotes — a água da chuva perde seu caminho natural de infiltração. O resultado é previsível: enxurradas, alagamentos e prejuízos materiais para a população.

No caso específico do Conjunto João Paulo II e de outros loteamentos, as chuvas recentes apenas evidenciaram falhas estruturais acumuladas ao longo de décadas. A canalização excessiva, a redução de áreas verdes e a inexistência de bacias de contenção ampliaram o impacto das precipitações. A urbanização foi conduzida, em muitos casos, sem estudos topográficos, sem análise do regime hídrico local e sem projetos de drenagem compatíveis com o crescimento futuro.

É preciso reconhecer que não se trata de um problema criado da noite para o dia. Grande parte desses loteamentos foi planejada e executada em períodos anteriores, muitas vezes por pessoas leigas ou empreendedores sem a devida responsabilidade técnica. A ausência de fiscalização eficaz contribuiu para consolidar um modelo urbano frágil, que agora demonstra sua vulnerabilidade diante das mudanças climáticas e de eventos extremos cada vez mais frequentes.

Culpar exclusivamente a gestão atual seria uma simplificação injusta. O prefeito Tista de Deda tem sinalizado a intenção de implantar uma comissão técnica especializada para avaliar soluções estruturais. A iniciativa aponta para um entendimento correto: medidas paliativas, como desobstrução emergencial de bueiros ou intervenções improvisadas, não resolvem um problema que é essencialmente de engenharia urbana e planejamento territorial.

A superação desse desafio exige diagnóstico técnico detalhado, investimentos em macrodrenagem, criação de áreas de retenção de águas pluviais e revisão dos critérios para novos parcelamentos do solo. Mais do que corrigir erros do passado, é necessário impedir que eles se repitam.

Os alagamentos não são apenas fenômenos naturais; são, sobretudo, reflexos de decisões humanas. Quando o crescimento urbano ignora a ciência, o território cobra seu preço. E quem paga a conta, quase sempre, é a população mais vulnerável.

O momento exige responsabilidade, planejamento e compromisso com um desenvolvimento urbano sustentável. Sem isso, cada período chuvoso continuará sendo sinônimo de apreensão e prejuízo para as famílias jeremoabenses.

José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

MP-BA recomenda que prefeitura de Euclides da Cunha exija autorização da PF em contratos de vigilância

 

MP-BA recomenda que prefeitura de Euclides da Cunha exija autorização da PF em contratos de vigilância
Foto: Divulgação

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu, nesta sexta-feira (27), uma recomendação ao município de Euclides da Cunha para a adoção de medidas rigorosas para a contratação de serviços de segurança privada.

 

A orientação exige que a prefeitura passe a incluir, em todos os processos licitatórios e contratos administrativos, a comprovação de autorização prévia da Polícia Federal para empresas que atuam na área de vigilância patrimonial e segurança de eventos.

 

O documento, assinado pelo promotor de Justiça Victor Teixeira Santana, tem como base a Lei nº 14.967/2024, que instituiu o Estatuto da Segurança Privada. De acordo com a nova legislação, a prestação desse tipo de serviço — inclusive quando desarmado ou temporário, como em eventos festivos — depende de autorização expressa da Polícia Federal, tanto para a empresa quanto para os vigilantes contratados.

 

A recomendação também se apoia em parecer técnico do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Administração Pública (CAOPAM), que alerta para o risco de nulidade em contratos firmados com empresas não habilitadas nos termos da legislação federal. O MP-BA reforça que a ausência da documentação exigida compromete os princípios da legalidade e eficiência administrativa previstos na Constituição Federal.

 

Entre as determinações, o MP-BA orienta que a administração municipal inclua nos editais cláusulas específicas que exijam: o ato autorizativo da Polícia Federal; a comprovação de regularidade junto ao órgão fiscalizador; e a documentação que ateste que os vigilantes são devidamente habilitados, conforme o art. 26 da Lei nº 14.967/2024.

 

A Prefeitura de Euclides da Cunha também deverá se abster de realizar contratações diretas, por dispensa ou inexigibilidade, com empresas que não apresentem a autorização federal. Além disso, o MP-BA recomenda a capacitação dos servidores responsáveis pelos setores de licitação e contratos, para que estejam alinhados com as novas exigências legais.

 

A prefeitura tem o prazo de 15 dias úteis para informar se acatou a recomendação.

Tempestade atinge Paulo Afonso e cidades vizinhas; falta de energia é registrada em diversos bairros

 

Tempestade atinge Paulo Afonso e cidades vizinhas; falta de energia é registrada em diversos bairros
Foto: Instagram

A cidade de Paulo Afonso e municípios vizinhos foram atingidos por fortes tempestades com intensa atividade elétrica na madrugada deste sábado (28).

 

O temporal causou alagamentos, transtornos urbanos e a interrupção do fornecimento de energia em diversas localidades.

 

De acordo com o site Pa4, parceiro do Bahia Notícias, um dos principais problemas relatados pela população de Paulo Afonso foi a queda de energia. 

 

Informações preliminares indicam que o apagão pode ter sido causado por um incêndio em uma das subestações da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf).

 

A Neoenergia Coelba informou que equipes estão realizando manobras na rede elétrica para restabelecer o serviço o mais breve possível.

 

Já as autoridades locais orientaram que os moradores evitem áreas alagadas, não toquem em fiações expostas e redobrem os cuidados, já que o solo permanece encharcado.

 

Até o momento, não há registros oficiais de feridos graves ou desabamentos.

 

Além de Paulo Afonso, cidades como Delmiro Gouveia (AL) e Petrolândia (PE) também sofreram com a força da chuva, que resultou em vias inundadas e danos materiais ainda em fase de levantamento.

Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ

 

Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ

Por Italo Nogueira | Folhapress

Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ
Foto: Instagram

O senador Flávio Bolsonaro (PL) escolheu para compor seu palanque no Rio de Janeiro um prefeito que nomeou dois condenados por práticas de milícia como secretários municipais de Belford Roxo (RJ), cidade da Baixada Fluminense.
 

O anúncio de Márcio Canella (União Brasil) como um dos candidatos ao Senado da aliança de Flávio no Rio de Janeiro na terça-feira (24) confirma a ascensão do prefeito que mantém há anos vínculos políticos com acusados de envolvimento com organizações criminosas.
 

Canella nomeou no início de sua gestão, no ano passado, os ex-vereadores Eduardo Araújo (PL) como secretário de Indústria e Comércio, e Fábio Brasil, conhecido como Fabinho Varandão (MDB), na pasta de Esporte e Lazer.
 

Araújo já estava condenado por integrar uma milícia na Baixada Fluminense no momento da escolha. Fabinho foi sentenciado em junho passado numa acusação que já corria na Justiça desde 2018.
 

O prefeito afirmou, em nota, que os dois "não fazem parte dos quadros de funcionários desde o ano passado" —eles foram exonerados em setembro. Ele também argumentou que os aliados eram vereadores eleitos e foram secretários no governo anterior.
 

"À época da nomeação não havia sentença transitado em julgado, impedindo assim que qualquer julgamento pessoal fosse feito, pois qualquer cidadão tem o direito de defesa garantido pela Constituição", disse o prefeito, em nota.
 

O ex-secretário Eduardo Araújo afirmou que sua condenação "se deu sem qualquer indícios de materialidade". "Cabe esclarecer que o referido processo encontra-se em recurso de apelação no Tribunal de Justiça, aonde acreditamos que todo esse equívoco jurídico será revisto, acreditando na absolvição."
 

O advogado João Carlos Stogmuller, que representa Fabinho Varandão na ação penal, disse que "a defesa apresentou pedido de anulação das condenações por inúmeras nulidades processuais". Disse também que o ex-secretário entregou seu cargo na prefeitura, "tendo como prioridade a busca pela verdade nas acusações que lhe foram imputadas".
 

Procurado, Flávio não comentou os vínculos do aliado.
 

Os dois ex-secretários de Canella tiveram as candidaturas à reeleição em 2024 barradas pela Justiça Eleitoral em razão das acusações que sofriam. Para indeferir o registro da dupla, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) usou como argumento o veto de uso de milícia armada por partidos políticos.
 

Araújo, policial militar, foi condenado em primeira instância em 2023 a oito anos de prisão sob acusação de integrar uma milícia na cidade. Segundo a sentença, a organização criminosa integrada pelo vereador gerava "uma sensação constante de insegurança, medo e intranquilidade" na região. Ele teria o papel de evitar prisões de integrantes do grupo por sua influência.
 

Fabinho, por sua vez, foi condenado em junho sob acusação de extorsão e porte ilegal de armas. De acordo com o Ministério Público, ele explorava serviços de distribuição de internet em bairros de Belford Roxo e ameaçou potenciais concorrentes na região.
 

Apesar da condenação de Araújo e da acusação contra Fabinho, bem como o veto da Justiça Eleitoral, Canella os nomeou para o primeiro escalão do município.
 

Os dois foram exonerados, mas continuam participando de inaugurações e atos políticos do prefeito. Entre as agendas de pré-campanha de que participaram estão encontros para promover o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, que vai se candidatar a deputado federal e deve usar como base eleitoral a região de atuação de Canella.
 

Este não é o primeiro caso de proximidade política de Canella com condenados por organização criminosa. O prefeito participou de diferentes atos de campanha em 2018, quando concorreu a uma vaga na Alerj (Assembleia Legislativa), ao lado do ex-PM Juracy Prudêncio, o Jura, apontado como chefe de uma milícia na Baixada Fluminense.
 

À época, Jura cumpria pena em regime semiaberto pela condenação já transitada em julgado por homicídio e associação criminosa. Ele chegou a atrasar o retorno à cadeia num dia para participar, no palanque, de um comício ao lado de Canella.
 

Na ocasião, a campanha do prefeito foi feita em aliança com a deputada federal Daniela Carneiro (União), ex-ministra do Turismo do governo Lula.
 

A eleição da dupla foi marcada pelo apoio irregular de oficiais da Polícia Militar e pelo ambiente hostil e armado contra adversários políticos. Canella recebeu 49% dos votos na cidade na ocasião, mesmo percentual da ex-ministra — o maior domínio eleitoral entre cidades médias ou grandes do país.
 

Os dois romperam a aliança recentemente. Canella manteve Giane Prudêncio, mulher de Jura, como assessora na Alerj entre 2019 e 2023.

VÍDEO: Veja momento exato em que míssil iraniano atinge base da Marinha dos EUA

VÍDEO: Veja momento exato em que míssil iraniano atinge base da Marinha dos EUA

Por Redação

VÍDEO: Veja momento exato em que míssil iraniano atinge base da Marinha dos EUA
Foto: X

Um registro que circula na internet mostra o momento exato em que um míssil iraniano atinge uma base da Marinha dos EUA no Bahrein, em ataque que aconteceu neste sábado (28).

 

A ação é em retaliação ao ataque dos EUA com Israel ao Irã, que teve início nas primeiras horas do dia.

 

Bases militares dos Estados Unidos no Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Jordânia e Kuwait, estão sendo atacadas pela Guarda Revolucionária Iraniana.

 

Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, além de outras instalações que o Exército norte-americano pode utilizar com base em alianças firmadas com países da região.

 

De acordo com informações da agência Fars, uma pessoa morreu em Abu Dhabi após os Emirados Árabes Unidos interceptarem mísseis iranianos.

 

SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica". 

 

Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido. 

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.