domingo, fevereiro 08, 2026

Coronel não apoiou Jerônimo e não apoiou Lula em 2022”, avalia Valmir sobre rompimento do senador

 

“Coronel não apoiou Jerônimo e não apoiou Lula em 2022”, avalia Valmir sobre rompimento do senador
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O deputado federal Valmir Assunção (PT) fez uma avaliação sobre o processo de montagem da chapa majoritária para as eleições deste ano e realizou um balanço sobre o rompimento de Angelo Coronel (PSD) com a base governista. Em entrevista ao Bahia Notícias neste sábado (7), durante evento de 46 anos do PT, realizado no Trapiche Barnabé, em Salvador, o parlamentar petista foi questionado sobre a participação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na formação da chapa e exaltou a articulação do senador Jaques Wagner (PT) e do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

Na resposta, Valmir também falou sobre a saída de Coronel da base e, segundo o deputado, o senador do PSD já não havia apoiado Lula e Jerônimo nas eleições de 2022. Contudo, o deputado pregou que Coronel “reabra a posição” para continuar aliado do governador.

 

“Olha, o presidente tem muita capacidade e todos nós sabemos disso. Agora, quando se trata da chapa aqui estadual, tenho certeza que tanto o governador Jerônimo quanto o ministro Rui Costa, o senador Jaques Wagner, estão tratando desse assunto. Acredito que é importante a gente reafirmar cada vez mais o que aconteceu essa semana com relação ao coronel. Tenho que levar em consideração que o Coronel não apoiou Jerônimo, não apoiou Lula na eleição passada. Eu acho que é importante ele reabrir a posição dele e continuar no grupo. Lógico, se a gente cria na chapa o maior número de consensos, isso facilita mais ainda esse processo eleitoral, mas independente disso, o que vai estar na eleição não é se apoia A ou B, o que vai estar é a comparação do que nós fizemos durante esses 20 anos e o que o nosso adversário fez em Salvador durante 16 anos”, avaliou Valmir.

 

O deputado também fez uma análise sobre o pleito da chapa proporcional na Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) e contou que enxerga uma eleição mais difícil para os parlamentares da Câmara Federal neste ano. Segundo Valmir, o PT pode ter uma redução no número de candidatos, impactando na quantidade deputados eleitos.

 

“Tá mais difícil para ser eleger na federação para deputado federal, porque nós temos menos candidatos. Nós tivemos 32 na eleição passada, agora nós até agora temos 18, vai ser mais difícil, mas de qualquer forma, independente da dificuldade, o fundamental é nós trabalharmos para potenciar o nosso projeto político liderado pelo presidente Lula e o governador Jerônimo. Isso que é o fundamental, a dificuldade de um processo eleitoral é normal”, disse Valmir.