terça-feira, junho 09, 2026

Caiado cobra explicações de Flávio sobre Vorcaro e volta a falar em políticos “contaminados”


Após recuo de Pacheco, PSB mantém plano de disputar o governo de Minas

Publicado em 9 de junho de 2026 por Tribuna da Internet

Pacheco anunciou que não disputará o governo estadual

Rafaela Gama
O Globo

O PSB sustenta que terá candidato ao governo de Minas Gerais, mesmo após o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) anunciar que não concorrerá ao comando do estado em outubro. Na fim do último mês, o parlamentar informou o encerramento de seu ciclo na política, após ser cotado ao longo dos últimos meses pelo PT como a principal aposta para um palanque em Minas para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar da negativa de Pacheco, o PSB sinalizou que terá uma candidatura própria ao governo mineiro, de acordo com Otacílio Costa Neto, presidente estadual da sigla e prefeito de Conceição do Mato Dentro (MG). Há quatro nomes sendo considerados para a vaga. Entre eles, estão o ex-procurador-geral de Justiça do estado Jarbas Soares e o empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente de Lula nos dois primeiros mandatos. Ambos já foram citados pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, como opções a serem consideradas.

PRÉVIAS – A sigla também coloca sobre a mesa os nomes do ex-presidente da AMM (Associação Mineira de Municípios) Julvan Lacerda e do ex-senador e ex-vice-governador de Minas Gerais Clésio Andrade. A partir de agora e até julho, o partido entrará em um processo de realização de prévias para a definição dos nomes que disputarão o governo estadual e o Senado.

O PT ainda considera uma composição com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que tem resistido à possibilidade. A sigla também abriu diálogo nesta semana com Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal da capital, que se reuniu com Edinho e o deputado federal Baleia Rossi (SP), presidente nacional do MDB.

INDEFINIÇÃO – Já a direita mineira também enfrenta um momento de indefinição de um palanque para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nesta semana, o parlamentar sinalizou que planeja a construção de uma aliança com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), depois de descartar a hipótese de uma composição junto ao atual governador Matheus Simões (PSD), escolhido como sucessor do ex-governador Romeu Zema (Novo).

Em paralelo, caso a aliança com Cleitinho não avance, o PL planeja o lançamento de uma candidatura própria e analisa os nomes de Flávio Roscoe, ex-presidente da Federação das Indústrias de Minas (Fiemg), e de Vittorio Mediolli (PL), ex-prefeito de Betim (MG).

DENÚNCIA: É mais fácil entrar no céu do que receber um resgate na VIVO PREVIDÊNCIA – A Via Crucis de um pai pelo direito do filho

 

DENÚNCIA: É mais fácil entrar no céu do que receber um resgate na VIVO PREVIDÊNCIA – A Via Crucis de um pai pelo direito do filho

Por José Montalvão

Os consumidores que buscam planejar o futuro de suas famílias através de planos de previdência privada esperam, no mínimo, segurança e respeito quando chega o momento de resgatar o que é seu por direito. No entanto, a realidade enfrentada junto à VIVO PREVIDÊNCIA tem se mostrado um verdadeiro teste de paciência, uma maratona de desrespeito que faz parecer "mais fácil entrar no céu do que conseguir receber um resgate" através do site da empresa.

Minha via crucis particular teve início no dia 30 de março de 2026, quando dei entrada no pedido de resgate de previdência em nome do meu filho menor, J.C.M. Desde então, o que deveria ser um procedimento administrativo padrão tornou-se um pesadelo burocrático interminável, desenhado, ao que parece, para vencer o cidadão pelo cansaço.

A Linha do Tempo do Descaso e a Desculpa da Assinatura Digital

No dia 26 de abril de 2026, diante das primeiras barreiras, entrei em contato solicitando orientações claras, pois a plataforma digital da empresa apresentava excesso de entraves. Seguindo estritamente o que rege a modernização digital do país, enviei o requerimento utilizando a assinatura digital oficial do portal SOU.GOV — uma ferramenta federal amplamente aceita por tribunais, cartórios e órgãos públicos de todas as esferas devido à sua segurança e autenticidade jurídica.

Para a minha surpresa, por várias vezes consecutivas, o sistema da Vivo Previdência rejeitou o documento sob a alegação idêntica de que "a assinatura está corrompida". Fica aqui a pergunta que não quer calar: será que a plataforma do Governo Federal (SOU.GOV), utilizada por milhões de brasileiros diariamente, está mesmo "corrompida", ou o sistema da seguradora é que cria barreiras artificiais para reter o dinheiro do cliente?

Toda a Documentação Enviada (E Reenviada): O Que Mais Eles Querem?

Não se trata de falta de zelo ou de documentos incompletos. A relação de arquivos solicitados foi enviada por mais de uma vez de forma nítida e integral:

  • Requerimento de Resgate formalizado;

  • RG do menor (J.C.M.);

  • RG do pai e responsável legal (J.D.M.M.);

  • Vídeo gravado de identificação, atendendo rigorosamente à solicitação e orientação de segurança da própria Vivo Previdência;

  • Comprovante de residência atualizado;

  • Dados bancários completos (Número da conta-corrente e nome da agência) para a realização do depósito.

Mesmo com todo esse dossiê entregue, a empresa recusa-se a liquidar o pagamento, amparando-se em um labirinto de validações tecnológicas que desafiam o bom senso e a legislação de defesa do consumidor.

Conclusão: O Excesso de Burocracia Não Pode Vencer o Direito

Em mais de trinta anos de atuação acompanhando processos administrativos e rotinas públicas, nunca presenciei tamanho excesso de burocracia e tamanho travamento para a liberação de um direito privado. O dinheiro investido pertence ao menor, foi poupado com esforço e a empresa tem a obrigação legal de facilitar o canal de devolução, e não transformá-lo em uma fortaleza intransponível.

Este Blog traz a denúncia a público para exigir que a Ouvidoria da Vivo Previdência tome providências imediatas e analise o caso de forma humana e técnica. Não aceitaremos o cansaço como resposta. O respeito ao cliente deve ser mantido tanto na hora de vender o plano quanto na hora de pagar o resgate.

Blog de Dede Montalvão: Defendendo o direito do consumidor, combatendo os abusos das grandes corporações e exigindo respeito para as famílias da nossa terra.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

EDITORIAL: O Exemplo de Cidadania de Vitor Bartilotti e o Compromisso com a Mobilidade na Alvorada

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EDITORIAL: O Exemplo de Cidadania de Vitor Bartilotti e o Compromisso com a Mobilidade na Alvorada


Por José Montalvão


No debate público e no cotidiano de uma comunidade, as grandes atitudes devem ser aplaudidas de pé, independentemente de onde partam ou de coloração partidária. Quando o assunto é o bem-estar coletivo, a união e o espírito colaborativo devem sempre se sobrepor às disputas políticas. É por essa razão que merece o mais profundo louvor e calorosos aplausos a iniciativa do cidadão Vitor Bartilotti, que, de forma totalmente voluntária, veio a público divulgar informações de utilidade pública de extrema relevância sobre a mobilidade urbana em Jeremoabo.

A orientação detalhada pelo cidadão foca diretamente no fluxo de trânsito e nos acessos durante todo o percurso da nossa tradicional Alvorada. Trata-se de uma contribuição valiosíssima, que beneficiará diretamente tanto os milhares de visitantes que estão chegando quanto os próprios moradores que precisam circular pela cidade nesses dias de festa.

Segurança, Firmeza Administrativa e Colaboração Voluntária

Essa mudança no ordenamento do trânsito e o esclarecimento das rotas confirmam, mais uma vez, a firmeza do prefeito Tista de Deda em manter a segurança e a tranquilidade de todos os participantes do evento como prioridades absolutas de sua gestão. Para que o planejamento de segurança desenhado pelas polícias, guarda municipal e agentes privados funcione com perfeição, a organização das vias públicas é o primeiro passo.

Quando um cidadão como Vitor Bartilotti assume o papel de respaldar e disseminar essas diretrizes de forma espontânea, ele acelera o processo de conscientização coletiva. Parabéns, Vitor! Você está prestando um grande serviço ao município de Jeremoabo. Sua atitude demonstra maturidade, amor à nossa terra e responsabilidade social.

A Festa é de Todos: O Papel de Cada Cidadão

É exatamente esse tipo de postura que Jeremoabo espera de cada um de seus filhos. O crescimento e o sucesso do nosso município dependem de que cada cidadão faça a sua parte, deixando as picuinhas políticas de lado quando o interesse público está em jogo.

O São João e a Alvorada não pertencem a um grupo A ou B; pertencem à história, à cultura e à alma do povo jeremoabense. Quando a cidade se une para acolher bem o turista e proteger o morador, todo mundo sai ganhando: o comércio fatura mais, as famílias se divertem em paz e o nome de Jeremoabo se consolida como referência de organização em todo o Estado.

Conclusão: Um Novo Tempo de Consciência Coletiva

Que o exemplo de civismo dado nesta semana sirva de inspiração para que outras lideranças e cidadãos também contribuam com o que tiverem de melhor. A contagem regressiva está no fim e Jeremoabo mostra que está pronta para realizar a maior, mais segura e mais organizada Alvorada de todos os tempos.

Faça como o Vitor: colabore, oriente, divirta-se com responsabilidade e ajude a fazer do nosso São João um momento de paz e pura alegria. A festa é de todos nós!

Blog de Dede Montalvão: Valorizando as boas ações, promovendo a cidadania e cobrando a ordem na maior Alvorada do Planeta!

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

Bolsonaro errou feio ao indicar Flávio, que não tem condição de vencer Lula


Tarcísio é a aposta do mercado financeiro para substituir Bolsonaro após  inelegibilidade – CartaCapital

Se tivesse sido indicado, Tarcísio estaria liderando as pesquisas

Carlos Newton

Durante os trabalhos da Assembleia Constituinte, acompanhei numa visita ao Congresso o então presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Barbosa Lima Sobrinho. Além de ser jornalista, ele conseguia ser advogado, procurador, escritor, professor universitário e historiador. Era uma figura realmente notável, sempre de bom humor, e adorava política, tinha sido governador e deputado federal por Pernambuco.

Ele se encontrou com Ulysses Guimarães, que então presidia a Câmara e a Assembleia Constituinte, e com Humberto Lucena, que presidia o Senado. Sua visita foi acompanhada por muitos jornalistas, entre os quais se destacava a premiada fotógrafa Ana Carolina, da revista IstoÉ, que usava uma estonteante minissaia.

UM GALANTEIO – O presidente da ABI não sabia que Ana Carolina era filha de um de seus maiores amigos, o jornalista Helio Fernandes. Quando ela se aproximou  para fotografá-lo, Barbosa Lima, que estava com 90 anos, não conteve o galanteio e arrancou gargalhadas. “Está tudo errado, minha filha. Me passe a máquina, porque eu é devia fotografá-la…”.  

Antes de sairmos, pediu que eu o levasse ao gabinete de Jarbas Passarinho, ao lado do plenário.  Eu não sabia que eram amigos, porque Barbosa Lima se opunha firmemente contra os militares e até foi candidato a vice-presidente na chapa de protesto encabeçada por Ulysses.

“Gosto muito do Passarinho. Entre os militares, é um dos mais preparados e mais dignos, foi o único ministro que assinou a contragosto o AI-5, lembra?”, explicou  

MAL DE FAMÍLIA – A conversa rolou solta sobre a importância da Constituinte e as negociações políticas, e a horas tantas Jarbas Passarinho fez uma revelação que nos surpreendeu. “Para os políticos, o maior problema é a família. Dos amigos, a gente ainda consegue se livrar, mas é impossível se livrar da família…”, disse o senador.

“Os membros da família acham que o político pode lhes dar tudo. Querem emprego de alto salário, vaga na universidade sem fazer vestibular, passagem grátis em avião da FAB, uma chatice, não há quem aguente!”.

Quando saímos, Barbosa Lima comentou: “Também sofri muito esse problema, especialmente quando fui governador de Pernambuco. É um lado podre da política.

ESCOLHA INFELIZ – Lembrei esse episódio ao refletir sobre os rumos da sucessão presidencial. Jair Bolsonaro é um dos maiores influenciadores políticos. Não pode ser candidato, mas tem força para influenciar diretamente o voto de milhões de brasileiros.

Ele poderia ter indicado o governador paulista Tarcísio de Freitas, que é e sua inteira confiança, para formar uma chapa fortíssima com seu filho Flávio, como vice. Se tivesse feito essa escolha, a eleição corria o risco de ser vencida por Tarcísio no primeiro turno.

No entanto, Bolsonaro preferiu um membro da família, embora seja claramente despreparado e com um passado nebuloso, temperado por rachadinhas, negócios imobiliários com dinheiro vivo e lavagem de dinheiro achocolatado. Com isso, facilitou muito a vida de seu arqui-inimigo Lula da Silva, que seria facilmente derrotado por Tarcísio.

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P.S.
A política tem dessas coisas. Qualquer vacilo pode ser fatal, e a família atrapalha muito mais do que ajuda. Agora, tudo piorou. Depois que entronizaram a corrupção e a impunidade, as próprias famílias se encarregam de corromper os jovens. E vida que segue, diria João Saldanha, que faz uma falta danada em época de Copa do Mundo. Com certeza, vai assistir ao lado de nosso amigo Nelson Rodrigues. Um de esquerda, outro de direita, mas ambos democratas. (C.N.) 

Imoralidades tributárias do Congresso criam um país que não pode dar certo

 

Publicado em 9 de junho de 2026 por Tribuna da Internet

Apesar de limitada, Comissão da Verdade é um passo histórico para consolidar a democracia no Brasil | FUP - Federação Única dos Petroleiros

Charge do Latuff (Arquivo Google)

Hélio Schwartsman
Folha

O Brasil não vai dar certo. Falta-nos o sentido de comunidade. Se um dia já circulou por aqui a ideia de que os custos para a manutenção do Estado precisam ser divididos de forma mais ou menos equânime entre todos, pessoas e instituições, essa é uma noção que foi abandonada.

Mais um eloquente exemplo disso foi dado pelos deputados na semana passada, quando aprovaram uma emenda constitucional que amplia para níveis absurdos a imunidade tributária das igrejas.

ISENÇÃO MÚLTIPLA – Pela PEC, que ainda precisa passar pelo Senado, o poder público fica impedido de cobrar impostos sobre tudo o que elas possuem, pelos serviços que contratam e até por itens que consomem. É isso mesmo, templos não pagariam um centavo de imposto seja sobre os jatinhos que compram para espalhar a palavra de Deus, seja sobre a comida com que saciam a fome de seus ministros, do pão ázimo ao caviar.

E fica pior. Os deputados não se limitaram a ampliar o rol das isenções. Também as estenderam para entidades assistenciais ligadas a igrejas, como creches, escolas, comunidades terapêuticas, hospitais. No limite, até um banco operado por instituição clerical ficaria livre de tributos.

O risco de perdição das contas públicas só não é imediato porque a PEC exige a elaboração de uma lei complementar para regulamentar a matéria.

GRAVES DISTORÇÕES – Não é só de imoralidade tributária que estamos falando. A extensão dos benefícios a entidades vinculadas a igrejas introduz graves distorções concorrenciais. Uma escola ligada a religiosos teria custos transubstancialmente menores do que os de um colégio particular.

Se todos os agentes econômicos agirem racionalmente, eles se converterão em entidades religiosas ou se associarão a uma. Como já demonstrei no passado com a criação de uma igreja, fazê-lo é muito fácil e barato.

A prosperar essa lógica, em pouco tempo o poder público não teria mais de quem cobrar tributos. O lado bom é que isso limitaria o poder de congressistas de torrar com emendas parlamentares. Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Artigo impecável. Mostra as distorções que o próprio Congresso cria. Realmente, não pode prosperar um país que não se preocupa com critérios que poupem os recursos públicos, para serem empregados no que é absolutamente necessário. É lamentável. (C.N.)

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