terça-feira, maio 27, 2025

Moraes manda investigar “trama” de Eduardo nos EUA e ouvir Bolsonaro


Eduardo Bolsonaro será representante do pai e não do Brasil, diz americano  que estuda América Latina há 5 décadas - BBC News Brasil

Levou um bom tempo até Moraes entender a situação

Rayssa Motta
Estadão

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizou a abertura de um inquérito para investigar o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela atuação nos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.

A PGR atribui ao deputado uma campanha de intimidação e perseguição contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal envolvidos em investigações e processos contra bolsonaristas.

Em publicações em seus perfis nas redes sociais, Eduardo afirmou que abertura de investigação é “medida injusta e desesperada” e que o procurador-geral Paulo Gonet age “politicamente”.

EM DEZ DIAS – Além da instauração do inquérito, Moraes já autorizou as primeiras medidas da investigação: o monitoramento e a preservação das publicações de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais e a coleta de depoimentos do deputado e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a decisão, eles devem ser ouvidos dentro de dez dias.

A Procuradoria-Geral da República pediu para ouvir o ex-presidente por considerar que ele é “diretamente beneficiado” pela campanha e já declarou “ser o responsável financeiro pela manutenção do sr. Eduardo Bolsonaro em território americano”.

Como Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos, o ministro autorizou que ele seja notificado por e-mail e responda às perguntas por escrito.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Conforme a imprensa publicou nesta segunda-feira, enfim caiu a ficha no Supremo e os ministros passaram a entender que a possibilidade de os EUA baixarem sanções contra Moraes é uma ameaça verdadeira, e eles também estão na reta, porque apoiam tudo o que faz o condutor do inquérito do fim do mundo, aquele que não acaba nunca. Censura e perseguição política estão proibidas em países democráticos, mas há quem sonhe (?) com isso no Brasil. (C.N.)

Monsenhor José Carvalho morre aos 98 anos

 Monsenhor enfrentava um quadro de infecção respiratória


(Foto: reprodução/rede social)

A Arquidiocese de Aracaju confirmou a morte do Monsenhor José Carvalho de Souza, aos 98 anos, nesta segunda-feira, 26. Figura respeitada da Igreja Católica em Sergipe, o sacerdote dedicou décadas de sua vida à evangelização e à formação religiosa no estado.

“Com pesar, comunicamos o falecimento de Monsenhor Carvalho de Souza, sacerdote fiel e dedicado à missão da Igreja. Sua vida foi marcada pelo serviço, amor ao próximo e compromisso com a fé. Unimo-nos em oração, confiando que Deus o acolha em Seu Reino eterno. Que sua memória siga viva em nossos corações”, disse a Arquidiocese, por meio das redes sociais.

Em março deste ano, a Arquidiocese já havia comunicado que o Monsenhor estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Primavera, na capital sergipana, devido a um quadro de infecção respiratória.

O Monsenhor José Carvalho deixa um legado de fé e compromisso com a missão da Igreja. Ao longo de sua trajetória, ocupou cargos importantes e também foi fundador e diretor do Colégio Arquidiocesano.

A Arquidiocese deve divulgar, nas próximas horas, informações sobre o velório e o sepultamento.

O governador de Sergipe, Fábio Mitidieri, lamentou a morte do Monsenhor. “É com profundo pesar, recebi a notícia do falecimento do monsenhor José Carvalho de Sousa, aos 98 anos. Ele foi exemplo de fé e resiliência e seus ensinamentos inspiraram gerações de sergipanos. Meus sentimentos à comunidade católica, aos familiares, amigos e ex-alunos”.

O senador Rogério Carvalho também falou sobre o assunto nas redes sociais. “Aos 98 anos, ele partiu, deixando um legado de fé, educação e amor ao próximo que marcou profundamente o povo de Lagarto, de Sergipe e de toda a nossa Arquidiocese. Foram mais de cinco décadas à frente do Colégio Arquidiocesano, formando gerações com valores sólidos e compromisso com a verdade. Mas, para mim, ele foi mais do que um educador ou um sacerdote exemplar — foi referência de vida, de espiritualidade e de firmeza ética. A dor da perda é imensa. A saudade será eterna. Que Deus o acolha com a mesma serenidade e amor com que ele conduziu tantos de nós em sua missão. Hoje, Sergipe perde um gigante. E a família Carvalho, um mestre, um conselheiro, um segundo pai. Descanse em paz, meu tio. Seu legado viverá, para todo o sempre, em todos nós”.

Trajetória

Natural de Lagarto, a 76 km de Aracaju, José Carvalho de Souza nasceu em 24 de novembro de 1926 e construiu uma trajetória marcada por relevante atuação religiosa, educacional e cultural em Sergipe. Foi conselheiro do Conselho Estadual de Educação, cônego catedrático do Cabido Metropolitano da Arquidiocese de Aracaju e diretor-presidente da Rádio Cultura de Sergipe. Também presidiu a Associação de Rádios, Televisão e Jornais do Estado de Sergipe (ASSERT).

Reconhecido nacionalmente, tornou-se membro titular da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História de São Paulo. Em 2002, recebeu o título de monsenhor, concedido pelo Papa João Paulo II, a pedido de Dom José Palmeira Lessa, então arcebispo de Aracaju.

Por Verlane Estácio

INFONET

segunda-feira, maio 26, 2025

Corrupção sistêmica: um esboço teórico a partir de “Tangentopoli”

 

Corrupção sistêmica: um esboço teórico a partir de “Tangentopoli”
Paper Thumbnail
Author Photo Matteo Finco
2021, Observação da violência sistêmica, corrupção e seus reflexos no mercado: análise comparativa Brasil-Itália
74 Views 
View PDF ▸ Download PDF ⬇

Setor privado faz manifesto e pede que Congresso derrube o decreto do IOF

 

Publicado em 26 de maio de 2025 por Tribuna da Internet

Caio Junqueira
da CNN

As maiores confederações do setor privado elaboraram um manifesto no qual criticam o decreto do IOF anunciado pelo governo federal na semana passada e pedem que o Congresso anule a medida.

A Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Indústria (CNI), da Agricultura (CNA), das Seguradoras (CNseg), das Instituições Financeiras (CNF), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas) articularam no final de semana e publicaram na manhã desta segunda-feira (26) uma “Manifestação das Confederações sobre as mudanças no IOF”.

PREOCUPAÇÃO – O documento diz que “o setor privado brasileiro recebe com preocupação as medidas anunciadas pelo Governo Federal de aumento de alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)”.

“A decisão gera imprevisibilidade e aumenta os custos para produzir no país. Com as medidas, os custos das empresas e dos negócios com operações de crédito, câmbio e seguros serão elevados em R$ 19,5 bilhões apenas no que resta do ano de 2025. Para 2026 o aumento de custo chega a R$ 39 bilhões”, afirma.

Depois, diz que “a medida encarece o crédito para empreendimentos produtivos, aumentando a carga tributária do IOF sobre empréstimos para empresas em mais de 110% ao ano e, ao mesmo tempo, expõe assimetrias”;

MÁS CONSEQUÊNCIAS – O manifesto acrescenta que “a tributação no câmbio impacta a importação de insumos e bens de capital necessários para o investimento privado e a modernização do parque produtivo nacional”.

Na sequência, afirma que “a tributação sobre VGBL amplia distorções no mercado financeiro, uma vez que outros produtos não foram tributados e desincentiva a formação de poupança nacional de longo prazo em favor de investimentos de curto prazo”.

Diz também que “Iniciativas arrecadatórias, com aumento de impostos, impactam negativamente a construção de um ambiente econômico saudável” e que “o IOF, aliás, é um imposto regulatório, e não arrecadatório. É preciso enfrentar os problemas crônicos do Orçamento para acabar com a contínua elevação de impostos”.

MAIS EFICIÊNCIA – “Construir um desenho institucional mais eficiente é a forma certa de garantir o equilíbrio fiscal, reduzir o enorme custo tributário que trava o crescimento do país e garantir previsibilidade para investidores”, complementa.

Ao final, pede que o Congresso derrube a portaria: “Esperamos que o Congresso Nacional se debruce sobre o tema e avalie com responsabilidade a anulação do teor do decreto do Governo Federal. O Brasil ostenta uma das maiores cargas tributárias do mundo. Precisamos de um ambiente melhor para crescer — e isso se faz com aumento de arrecadação baseado no crescimento da economia, não com mais impostos. É hora de respeitar o contribuinte.”

O Congresso deve analisar o assunto nesta semana, tendo em vista que desde a semana passada parlamentares apresentaram diversas propostas para derrubar o decreto do governo sobre o IOF.

Rigor excessivo de Moraes em depoimentos tem apoio do Supremo e repúdio de defesas


2.518 fotos e imagens de alta resolução de Alexandre De Moraes - Getty  Images

Rigor excessivo de Moraes acaba sendo afronta à Justiça

Cézar Feitoza e Ana Pompeu
Folha

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), colecionou polêmicas na primeira semana de depoimento de testemunhas no processo contra o principal núcleo da trama golpista de 2022.

O perfil combativo do ministro relator ficou em evidência com a insinuação de que o general Marco Antônio Freire Gomes (ex-chefe do Exército) mentia em juízo e chegou ao ápice quando Moraes ameaçou prender o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo por desacato.

APOIO INTERNO – Desde o início do processo, Moraes teve mais demonstrações de apoio dos colegas nos bastidores que críticas à forma como tem conduzido a ação penal. Um dos ministros disse à Folha que a imparcialidade do relator não pode ser confundida com inércia na busca pela verdade.

Advogados dos réus, porém, afirmam que o magistrado não tem contemplado a garantia constitucional do contraditório. Especialistas apontam que a condução do processo tem sido excepcional, com procedimentos diferentes dos usuais.

As polêmicas cresceram ao longo da primeira semana da tomada de depoimento das testemunhas da ação penal contra o grupo do qual faz parte o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que prosseguiu nesta segunda-feira.

VERSÃO AMENA – Logo no primeiro dia, o general Freire Gomes apresentou ao Supremo uma versão que foi considerada como mais amena do golpismo de Bolsonaro. Houve ainda a percepção entre ministros de que o ex-chefe do Exército tentou no depoimento isentar o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos.

Moraes interrompeu a audiência e insinuou que o general mentia. “A testemunha não pode omitir o que sabe. Vou dar uma chance para a testemunha falar a verdade”, disse.

O general respondeu que, “após 50 anos de Exército, jamais mentiria”. “Não posso inferir o que ele [Garnier] quis dizer ‘estar com o presidente’. Eu sei exatamente o que falei e afirmo: ele disse que estava com o presidente, e a intenção do que ele quis dizer com isso não me cabe [interpretar].”

AMEAÇA DE PRISÃO – Na sexta-feira (23), o ministro ameaçou prender Aldo Rebelo por desacato no início do depoimento. O ex-ministro da Defesa fazia uma análise sobre a língua portuguesa para defender que a acusação contra Garnier de que teria se colocado “à disposição” de Bolsonaro na trama golpista poderia ser apenas uma força de expressão, sem efeito concreto.

“Se o senhor não se comportar, vai ser preso por desacato”, disse Moraes, depois de interromper Aldo e de ouvir como resposta “não admito censura”.

Professor de direito processual penal da USP, Gustavo Badaró diz que o Código de Processo Penal brasileiro passou por mudanças em 2008 para retirar o protagonismo do juiz no depoimento das partes. Segundo a nova regra, o juiz passou a ser o último a fazer perguntas adicionais na audiência.

FUROR ACUSATÓRIO – “O que parece da oitiva, do que foi ao público, é uma certa obstinação do juiz em prévias informações acusatórias”, diz Badaró. “Parece que houve insistência no sentido de confirmar a primeira versão [do general Freire Gomes] que era mais acusatória do que a segunda versão, que parecia mais branda”.

Sobre o caso de Aldo, o professor destaca que juízes com frequência advertem testemunhas consideradas mais provocadoras de que o testemunho precisa ser objetivo. “A testemunha só pode manifestar impressões subjetivas quando ela é inseparável da narrativa fática”, acrescenta.

A questão, segundo Badaró, é que os embates “parecem decorrer do Supremo tomar um protagonismo exagerado na produção da prova”.

MANTER DISTÂNCIA – O professor de direito penal da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Davi Tangerino avalia que o juiz deveria manter distância das possíveis contradições expostas pelas testemunhas.

“Essa objeção da contradição deveria partir do PGR [Paulo Gonet]. O juízo deve se abster de papel proeminente na condução da prova”, diz Tangerino. Ele destaca, porém, que a prática é recorrente nos tribunais.

Antes da abertura do processo, um outro episódio já havia sido questionado pelas defesas. Em 2024, na fase de investigação, Moraes ameaçou de prisão o delator Mauro Cid em audiência. “Se percebeu que há uma série de omissões e contradições [nos depoimentos]”, disse, na ocasião.

PRERROGATIVAS – O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Beto Simonetti, afirmou à Folha que tem atuado no processo sobre a trama golpista sempre que acionado pelos advogados envolvidos na ação penal.

“A OAB tem atuado de modo firme em defesa das prerrogativas dos advogados que trabalham nesse caso sempre que registram formalmente a noticia de uma violação. Nossa prioridade sempre será defender as prerrogativas dos advogados”, disse.

Os advogados dos réus apontam ainda outros prejuízos ao processo. O principal seria a pressa. De acordo com as defesas de Bolsonaro e do ex-ministro Walter Braga Netto, a Polícia Federal só começou a disponibilizar a íntegra dos dados apreendidos durante a investigação no último dia 14.

BAIXAR OS AUTOS – Os arquivos compactados possuem cerca de 40 terabytes —volume que pode até dobrar após as pastas serem descompactadas. O processo para baixar o material tem demandado até cinco dias, a depender das condições tecnológicas de cada escritório.

Na prática, as defesas afirmam que o calendário de depoimento das testemunhas estabelecido por Moraes impediu que os advogados analisassem o material apreendido pela PF à procura de provas de inocência.

Foi com base nisso que a defesa de Bolsonaro, capitaneada pelo advogado Celso Vilardi, pediu o adiamento dos depoimentos na última sexta. A mesma avaliação foi feita pela defesa de Braga Netto, comandada pelo advogado José Luis Oliveira Lima.

ÍNTEGRA DAS CONVERSAS – “Se mensagens foram destacadas de conversas para imputar os supostos crimes ao requerente, é inadmissível que a instrução ocorra sem esta defesa poder se utilizar da íntegra dessas mesmas conversas”, diz a defesa de Braga Neto, em petição enviada ao Supremo.

Já o professor Gustavo Badaró diz que a prática usual em processos penais é entregar todo o material à defesa após o oferecimento da denúncia pela Procuradoria-Geral da República..

A excepcionalidade do caso, na visão dele, jamais poderia prejudicar o direito ao contraditório.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – E assim segue Moraes, protagonizando o papel duplo de “”O Médico e o Monstro”, segundo a visão de cada lado da polarização. (C.N.)


Lula se diz vítima de “canalhice” e promete mais viagens para “fazer política”

Publicado em 26 de maio de 2025 por Tribuna da Internet

Lula não aceita que dona Janja sofra nenhuma crítica

Gabriela Boechat e João Rosa
da CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (24) que não se pode permitir que a “canalhice” e as “fake news” tomem conta do Brasil. O petista deu a declaração durante evento de lançamento do Programa Solo Vivo, no Mato Grosso.

Ele falava sobre medidas governamentais que planeja implementar e citou um programa para baratear o gás de cozinha. Afirmou que a medida seria lançada ainda neste mês e que, em junho, iria “começar a andar o país” para combater as fake news.

VERDADE SOTERRADA – “O mês que vem eu vou fazer política nesse país. Mês que vem vou começar a andar esse país porque acho que chegou a hora de a gente assumir a responsabilidade e não permitir que a mentira, a canalhice e a fake news ganhe espaço, e que a verdade seja soterrada nesse país”, afirmou.

O presidente afirmou ainda que fazer com que a verdade se sobreponha à mentira no Brasil é sua “obrigação moral” e defendeu a regulamentação das redes sociais.

“É preciso que a gente discuta com o Congresso Nacional a responsabilidade de regular o uso das empresas. Não é possível que tudo tem controle menos as empresas de aplicativos”, afirmou.

CRISE DO IOF – Nesta semana, a medida econômica do IOF, tomada pelo governo Lula, se tornou alvo mais uma vez de críticas nas redes sociais, assim como o comportamento da primeira-dama na China.

No final da tarde de quinta-feira (22), o governo anunciou o aumento do IOF para empresas, operações de câmbio e planos de seguros usados como investimento. O mercado reagiu mal à medida, que demonstrou desconfiança em relação ao decreto.

Agentes do setor financeiro acusaram a medida de funcionar como um mecanismo indireto de controle cambial. Oposição e críticos nas redes sociais fizeram pressão no governo, que horas depois recuou e revogou parte do decreto.

EXEMPLO DO PIX – O caso tem semelhanças com a crise do Pix. Em janeiro deste ano, o governo publicou portaria que atualizava regras para o monitoramento de movimentações financeiras pela Receita Federal.

A medida gerou uma repercussão negativa, acompanhada por uma onda de notícias falsas que afirmavam que o governo taxaria o Pix, impulsionada pela oposição. Diante disso, o governo decidiu revogar a portaria.

Outro caso de repercussão negativa para o governo nas redes sociais foi o de ataques à primeira-dama Rosângela a Silva após uma “quebra de protocolo” em viagem à China.

PEDIU A PALAVRA – De acordo com relato vazado, Janja teria pedido a palavra durante jantar oficial do presidente Lula com o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim.

Pelo protocolo, não haveria previsão de falas durante o jantar. Mesmo assim, a primeira-dama resolveu falar e criticou os algoritmos do TikTok, uma rede social chinesa.

Conforme apurou a CNN, a situação foi vista como “constrangedora” pelos presentes. O caso teve repercussão nas redes com ataques diretos à primeira-dama.

 

Jeremoabo é contemplado com retroescavadeira fruto de emenda do deputado federal Ricardo Maia


O município de Jeremoabo celebrou, recentemente, mais uma importante conquista para o fortalecimento da infraestrutura local. A gestão do prefeito Tista de Deda foi agraciada com uma nova retroescavadeira, equipamento fundamental para a realização de obras públicas, manutenção de estradas vicinais, apoio à agricultura familiar e outros serviços essenciais à população.

O maquinário foi adquirido por meio de emenda parlamentar do deputado federal Ricardo Maia, que atendeu ao clamor dos jeremoabenses e retribuiu a expressiva votação recebida no município. A iniciativa demonstra sensibilidade e compromisso do parlamentar com os interesses da população do semiárido baiano, especialmente de Jeremoabo, que historicamente enfrenta desafios estruturais devido à sua vasta extensão territorial e às dificuldades no acesso a equipamentos pesados.

A retroescavadeira chega em boa hora, reforçando a capacidade da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos de Jeremoabo, que sob a liderança do prefeito Tista de Deda vem buscando modernizar e ampliar a atuação do poder público na zona urbana e, principalmente, na zona rural, onde as demandas são constantes.

O prefeito Tista de Deda, em pronunciamento nas redes sociais, agradeceu ao deputado Ricardo Maia pelo gesto de compromisso com o povo de Jeremoabo. “É gratificante ver que, ao menos um dos parlamentares que recebeu votos em nosso município, está correspondendo com ações concretas. Essa retroescavadeira será de grande utilidade para o nosso trabalho em prol do desenvolvimento de Jeremoabo.”

A ação representa um exemplo positivo da boa política, aquela que gera resultados reais para as comunidades. Fica o registro do reconhecimento ao deputado Ricardo Maia, que com essa iniciativa mostrou respeito pelos eleitores jeremoabenses e fortaleceu sua ligação com o município.

Em destaque

EDITORIAL: Ouvidoria Municipal – A Ponte Direta que Tista de Deda Criou para a Cidadania, Transparência e Democracia

  EDITORIAL: Ouvidoria Municipal – A Ponte Direta que Tista de Deda Criou para a Cidadania, Transparência e Democracia Por José Montalvão  P...

Mais visitadas