quarta-feira, maio 29, 2019

O nepotismo que está dando o que falar



ACAOPOPULAR.NET
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), em sessão realizada na manhã desta terça-feira (28), considerou procedente denúncia apresentada por parlamentares de Jeremoabo, que aponta a prática de nepotismo pelo prefeito da cidade Deri do Paloma (PP), pois este, em 2017 nomeou para c...


Atualmente em Jeremoabo um dos assuntos mais comentados e badalados é a respeito do Nepotismo.
O nepotismo de Jeremoabo já extrapolou a barreira local, é assunto nacional.
É bom que se diga que os vereadores da oposição ingressaram com três representações perante o TCM-BA, onde duas já foram julgadas procedentes, cabendo ao prefeito recorrer ou não.
A título de informação,queremos dizer a nossos leitores que a justiça de Jeremoabo pelo que sabemos não julgou nada concernente ao tão badalado e escandalizado nepotismo, já que quem tem capacidade e autoridade para julgar é o juiz.
O nepotismo está sendo combatido em todo Brasil, principalmente na Bahia onde a tolerância é zero.
4 de out de 2017 - O combate à prática do nepotismo subiu mais um degrau como prioridade máxima da atuação do Ministério Público estadual na estratégia de . 


Flávio Bolsonaro tenta bloquear sua investigação na Justiça pela terceira vez

Posted on 

Resultado de imagem para flavio bolsonaro charges
Defesa de Flávio alega que a quebra dos sigilos dele foi ilegal
Catia Seabra e Italo NogueiraO Globo
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) propôs a terceira medida judicial contra a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre supostas práticas de crimes em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A defesa do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou na semana passada um pedido de habeas corpus ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra a decisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que determinou as quebras de seus sigilos bancário e fiscal.
A peça da defesa, mantida sob sigilo, tem argumentos semelhantes aos apresentados pela defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e pivô da investigação, segundo a Folha apurou.
INDÍCIOS ROBUSTOS – Segundo o Ministério Público do Rio, há indícios robustos dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete de Flávio de 2007 a 2018, período em que Queiroz trabalhou com o então deputado estadual como uma espécie de chefe de gabinete.
Foi com base nesses indícios que a Promotoria solicitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 86 pessoas e nove empresas. Mas a defesa de Flávio aponta ilegalidades na decisão do magistrado de primeira instância, como falta de fundamentação. A justificativa do juiz para as quebras dos sigilos toma um parágrafo do documento, adotando as razões expostas pelo Ministério Público em 87 páginas.
​“O juízo decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal de quase uma centena de pessoas por ser ‘importante para a instrução do procedimento investigatório criminal’, sem nada mais a dizer, sem avaliar se as pessoas alcançadas tinham ou têm qualquer mínima relação com a investigação, o que denota ser a decisão ora guerreada não só carente de fundamentação idônea, mas sim, ao revés, carente de qualquer embasamento legal”, diz o pedido do advogado Paulo Klein, que defende Queiroz.
RELATOR – Os pedidos de habeas corpus de Flávio e Queiroz serão analisados pelo desembargador Antônio Amado. No mês passado, antes da decisão da quebra de sigilo, ele negou pedido de liminar do senador para interromper a investigação do Ministério Público. Esse caso ainda será analisado pela 3ª Câmara Criminal.
Flávio já havia tentado bloquear a apuração no STF (Supremo Tribunal Federal) com uma reclamação contra o Ministério Público, apontando quebra de sigilo bancário ilegal pela Promotoria. Uma liminar do ministro Luiz Fux interrompeu a apuração por 15 dias, mas o caso foi arquivado em seguida pelo ministro Marco Aurélio Mello.
RELATÓRIO DO COAF – A investigação do Ministério Público foi aberta após um relatório do governo federal (Coaf) ter apontado movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta bancária de Queiroz, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017.
Além do volume movimentado, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo, em data próxima do pagamento de servidores da Assembleia.
Queiroz já admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do então deputado.
HÁ FALHAS – Como mostrou reportagem da Folha, a quebra autorizada pela Justiça na investigação do Ministério Público do Rio sobre Flávio atingiu pessoas que nem sequer foram nomeadas pelo senador e não tiveram nenhuma transação financeira com Fabrício Queiroz.
A peça do Ministério Público também atribui equivocadamente ao gabinete de Flávio uma servidora da Assembleia que acumulou outro emprego e apresenta falhas ao relatar suspeitas contra Queiroz.
Além dos pedidos de habeas corpus de Flávio e Queiroz, o empresário Marcelo Cattaneo Adorno, um dos responsáveis pela MCA Participações, impetrou um mandado de segurança contra a decisão do juiz. A empresa foi um dos alvos de quebra de sigilo por ter comprado 12 salas do senador e gerado um lucro de R$ 300 mil num intervalo de 45 dias.

‘Vamos ver o que posso assinar’, afirma Maia sobre ‘pacto’ sugerido por Bolsonaro

Posted on 

Resultado de imagem para rodrigo maia
Rodrigo Maia pretende dar uma bela embromada em Bolsonaro
Eduardo Bresciani e Jussara SoaresO Globo
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , reafirmou nesta quarta-feira que vai discutir com os líderes dos partidos algumas contribuições da Casa ao texto do “pacto republicano” que vem sendo debatido com o presidente Jair Bolsonaro , o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli .
— Vamos ver o que posso assinar. Tenho que representar a maioria da Casa — disse Maia, depois de tentar minimizar a frase de Bolsonaro de que teria mais poder “na caneta” .
Na véspera, Bolsonaro disse ter mais poder que o presidente da Câmara e prometeu usar sua caneta Bic para revogar decretos, portarias e instruções normativas que atrapalhem, na visão do governo, quem quer produzir e investir.
SEM AVANÇO – Nesta terça-feira, Maia se reuniu com Bolsonaro, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. Depois do encontro, o chefe da Câmara relatou a parlamentares que não houve nenhum avanço efetivo na relação entre os poderes. Ele relatou que a conversa foi genérica e manifestou incômodo de Bolsonaro ter carregado ministros para a reunião.
Maia então almoçou com líderes do centrão e em nenhum momento relatou a eles a necessidade de discutir o “pacto” anunciado com pompa pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O presidente da Câmara disse que a conversa foi protocolar e que Bolsonaro limitou-se a fazer pedido de apoio a “pautas de interesse do país”, sem dar detalhes específicos de que tipo de apoio almeja.
DESCONFIANÇA – Após as manifestações de domingo, Maia reconheceu a aliados que a narrativa martelada pelo governo e por pessoas que foram às ruas de que “o centrão quer cargos” foi bem explorada. Os acontecimentos só reforçaram a visão do presidente da Câmara, assim como de outros parlamentares, de que não é possível confiar no governo.
A negociação para a criação de dois ministérios na tramitação da Medida Provisória 870, que tinha o aval de Jair Bolsonaro, é um exemplo do receio. O indicado para a pasta de Cidades seria o secretário de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, próximo a Maia. Mesmo depois de ter conversado e apoiado a recriação da pasta, Bolsonaro recuou, sem interceder diante das acusações de que a Câmara estaria em busca do “toma lá dá cá”.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O Planalto diz que a assinatura do tal pacto ocorrerá no próximo dia 10. É mais uma prova de que sonhar ainda não é proibido. (C.N.)

Advogado-geral da União defende que haja operações policiais nas universidades


Resultado de imagem para advogado geral da união 2019
Mendonça quer criar um retrocesso verdadeiramente ditatorial
Renato SouzaCorreio Braziliense
A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (28/5), que a Corte libere a realização de ações policiais dentro de universidades públicas e privadas. A finalidade, de acordo com a solicitação, é apurar crimes eleitorais que possivelmente estejam sendo praticados dentro destas instituições.
O pedido da AGU ocorreu em uma ação apresentada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no ano passado, antes do segundo turno das eleições. A procuradora moveu ação contra operações da polícia que ocorreram em nove estados para investigar suposta campanha política dentro das instituições.
PROIBIÇÃO – Na ocasião, a ministra Cármen Lúcia, relatora da ação, proibiu as ações policiais e enviou o caso ao Plenário. O colegiado do STF entendeu que as operações violaram o direito a liberdade de expressão e de livre manifestação de pensamento de estudantes e professores. Na ação, o governo alega que com os atos policiais vedados, o sistema eleitoral pode ficar prejudicado. 
De acordo com a AGU, se esse entendimento prevalecer, “por conseguinte, persistiria a violação a outros preceitos fundamentais da Carta da República, consistentes na regularidade, igualdade e legitimidade da disputa eleitoral.” 
PENSAMENTO ÚNICO – A entidade afirma ainda que a universidade é local de debate, mas que não pode “prevalecer” uma “corrente de pensamento específica”. “Nesse sentido, ressalte-se que a universidade deve sim ser reconhecida como um espaço de livre debate de ideias, mas sem a prevalência de corrente de pensamento específica, e que, eventualmente, essa parcialidade possa interferir no processo eleitoral de forma ilegal”, diz a AGU. 
A ministra Cármen Lúcia decidirá se atende ou não o pedido da AGU e pode levar o caso ao plenário.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Merece repulsa esse parecer do advogado-geral da União, Luiz de Almeida Mendonça, que demonstra ser analfabeto em matéria de História do Brasil. Na ditadura militar, a Polícia do Exército tentou invadir a Faculdade Nacional de Direito. Mas o reitor Pedro Calmon, que era de direita, impediu, com uma frase lendária – “Polícia só entra na Universidade se fizer vestibular…”. Sua irônica decisão não prevaleceu e o Exército mandou as tropas invadirem, mas o capitão Ivan Cavalcanti Proença se negou a cumprir a ordem, foi preso e perseguido, mas manteve a dignidade. Se conhecesse essas passagens da História, o advogado-geral da União certamente não redigiria esse parecer absurdo e vergonhoso, que será derrubado no Supremo. (C.N.)

Tribunal de Contas joga pesado contra prefeito de Jeremoabo aplicando multa pela prática de nepotismo e determina desligamento de parentes | Jornal Ação Popular O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), em sessão realizada na manhã desta terça-feira (28), considerou procedente denúncia apresentada por parlamentares de Jeremoabo, que aponta a prática de nepotismo pelo prefeito da cidade Deri do Paloma (PP), pois este, em 2017 nomeou para c...


ACAOPOPULAR.NET
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), em sessão realizada na manhã desta terça-feira (28), considerou procedente denúncia apresentada por parlamentares de Jeremoabo, que aponta a prática de nepotismo pelo prefeito da cidade Deri do Paloma (PP), pois este, em 2017 nomeou para c...


Nota da redação deste Blog -

Notícias STFImprimir
Segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Nomeação para cargo político não afasta aplicação da súmula sobre nepotismo
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o prosseguimento de ação civil pública, por ato de improbidade administrativa, proposta pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra o prefeito afastado da cidade de Campina do Monte Alegre (SP). Acusado da prática de nepotismo, Orlando Dozinete Aleixo nomeou o sobrinho para o cargo de secretário municipal de administração, planejamento e finanças, e o cunhado para o cargo de secretário municipal de segurança pública e trânsito.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) extinguiu a ação pública, sem resolução de mérito, alegando impossibilidade jurídica do pedido, sob o entendimento de que a Súmula Vinculante nº 13 do STF (que veda o nepotismo) não se aplica aos cargos de natureza política, como os cargos de secretários, questionados na ação. Na Reclamação (RCL) 17102 ajuizada no Supremo, o MP-SP alegou que a interpretação dada pelo TJ-SP à SV nº 13 está equivocada, já que os juízes não podem criar direito novo na interpretação de súmulas vinculantes. 
Ao julgar procedente a reclamação e determinar que a ação civil pública contra o prefeito afastado retome seu curso, o ministro Fux afirmou que o entendimento fixado pelo STF foi o de que a vedação ao nepotismo é consequência lógica do caput do artigo 37 da Constituição Federal, em obediência aos princípios da moralidade e da impessoalidade.
O ministro Fux lembrou que, nesses casos, a configuração ou não do nepotismo deve ser analisada caso a caso, a fim de verificar a eventual ocorrência de “nepotismo cruzado” ou outra modalidade de fraude à lei e descumprimento dos princípios administrativos. “Nessa seara, tem-se que a nomeação de agente para exercício de cargo na administração pública, em qualquer nível, fundada apenas e tão somente no grau de parentesco com a autoridade nomeante, sem levar em conta a capacidade técnica para o seu desempenho de forma eficiente, além de violar o interesse público, mostra-se contrária ao princípio republicano”, asseverou. (Nosso grifo)
Citando precedentes como a RCL 17627 (de relatoria do ministro Luís Roberto Barroso), a RCL 11605 (do ministro Celso de Mello), o ministro Fux enfatizou que, quanto aos cargos políticos, deve-se analisar, ainda, se o agente nomeado possui a qualificação técnica necessária ao seu desempenho e se não há nada que desabone sua conduta. Acrescentou que a Proposta de Súmula Vinculante nº 56 do STF, a ser analisada pelo Plenário, tem a seguinte redação sugerida: “nenhuma autoridade pode nomear para cargo em comissão, designar para função de confiança, nem contratar cônjuge, companheiro ou parente seu, até terceiro grau, inclusive, nem servidores podem ser nomeados, designados ou contratados para cargos ou funções que guardem relação funcional de subordinação direta entre si, ou que sejam incompatíveis com a qualificação profissional do pretendente”.
VP/FB
Leia mais:

EM JEREMOABO QUEM NADA SABE É QUEM MAIS PENSA QUE ENTENDE DE NEPOTISMO.


Nomeação de parentes para cargos políticos configura nepotismo? - Denise Cristina Mantovani Cera


há 8 anos
16,4K visualizações
De acordo com o enunciado de súmula vinculante de número 13 do Supremo Tribunal Federal:
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.
A nomeação de parentes para cargos políticos NAO configura nepotismo. O Supremo Tribunal Federal, ao firmar o preceito de repúdio ao nepotismo, excepcionalizou os cargos políticos como se visualiza nos termos da Reclamação 6650 MC-AgR / PR Julgamento em 16/10/2008:
AGRAVO REGIMENTAL EM MEDIDA CAUTELAR EM RECLAMAÇAO. NOMEAÇAO DE IRMAO DE GOVERNADOR DE ESTADO. CARGO DE SECRETÁRIO DE ESTADO. NEPOTISMO. SÚMULA VINCULANTE Nº 13. INAPLICABILIDADE AO CASO. CARGO DE NATUREZA POLÍTICA. AGENTE POLÍTICO. ENTENDIMENTO FIRMADO NO JULGAMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 579.951/RN. OCORRÊNCIA DA FUMAÇA DO BOM DIREITO. 1. Impossibilidade de submissão do reclamante, Secretário Estadual de Transporte, agente político, às hipóteses expressamente elencadas na Súmula Vinculante nº 13, por se tratar de cargo de natureza política . (...) (Grifamos)
Vale dizer que o assunto em comento foi objeto de questionamento no concurso da Advocacia Geral da União/ 2009 e a assertiva correta dizia:
Considere que Platão, governador de estado da Federação, tenha nomeado seu irmão, Aristóteles, que possui formação superior na área de engenharia, para o cargo de secretário de estado de obras. Pressupondo-se que Aristóteles atenda a todos os requisitos legais para a referida nomeação, conclui-se que esta não vai de encontro ao posicionamento adotado em recente julgado do STF.


Nota da redação deste Blog - Para tentar explicar o conteúdo da Súmula 13 do STF, transcrevo alguns comentários e a determinação do Ministro FUX.

Mesmo sendo função política, entendo que para nomear um parente deve haver justificativa da qualificação técnica para o exercício do cargo. Acho que o STF já se posicionou quanto ao tema!

O colega, Wagner Tinô, tem toda razão. O entendimento atual do STF é que existe nepotismo quando a nomeação se der exclusivamente pela afetividade. http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=309934 
Neste Link do STF dirime qualquer dúvida, menos para aquele que faz questão de não entender.

Sou secretária municipal de saúde e quero nomear a minha irmã como assessora especial na secretaria de saúde , ela é concursada, configuraria nepotismo??
Sim, configuraria, pois assessoria não é função política, inclusive, ha vedação expressa no enunciado da súmula vinculante nº 13.


Em destaque

DENÚNCIA: É mais fácil entrar no céu do que receber um resgate na VIVO PREVIDÊNCIA – A Via Crucis de um pai pelo direito do filho

  DENÚNCIA: É mais fácil entrar no céu do que receber um resgate na VIVO PREVIDÊNCIA – A Via Crucis de um pai pelo direito do filho Por José...

Mais visitadas