Dilton Cardoso e Ana Cistina Oiveira A TARDE
Zeka/Agência A TARDE /Reprodução Digital
Adailton Magalhães (PR), de Ubatã, conhecido como Dai da Caixa, foi o primeiro prefeito a depor
A força-tarefa da Polícia Federal em Ilhéus (município a 462 km de Salvador) continuou na quarta-feira, 17, a ouvir os suspeitos de envolvimento nos crimes de fraudes a licitações e desvio de verbas federais, que envolve prefeitos, empresários e servidores públicos em 30 cidades do sul do Estado.
O primeiro dos nove prefeitos e ex-prefeitos implicados prestou depoimento. Foi Adailton Magalhães (PR), de Ubatã, conhecido como Dai da Caixa.
Inclusive, no início da Operação Vassoura-de-Bruxa, iniciada sexta-feira passada, 12, foi pedida a sua prisão preventiva, negada pela Justiça Federal da 1ª região. Ele também foi indiciado a exemplo dos primeiros suspeitos ouvidos, que compreendem um total de 48 pessoas até o final da semana.Adailton passou boa parte da manhã prestando declarações, mas não falou com a imprensa na saída da sede da Polícia Federal em Ilhéus. A PF também não divulgou o teor das conversas, alegando que o processo corre em segredo de Justiça.Nesta quarta, paralelo às audiências, a força-tarefa aprofundou a análise dos documentos e dos dados das CPUs, material recolhido de prefeituras e empresas na operação da semana passada. Há indícios de que os tentáculos da quadrilha vão além das fronteiras baianas, chegando a cidades de Minas Gerais.Informações ainda não-oficiais dão conta de que, com a obtenção das novas provas, os prejuízos estimados em R$ 28 milhões em 16 cidades no início da operação já estariam em torno de R$ 60 milhões.Operação – A Operação Vassoura-de-Bruxa, trabalho conjunto entre a PF, Ministério Público Federal (MPF) e Controladoria Geral da União (CGU) para a apuração de crimes de fraudes a licitações e desvio de verbas públicas federais na região sul da Bahia foi iniciada na sexta-feira.Por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), foram cumpridos 106 mandados de busca e apreensão na casa de prefeitos, secretários e prefeituras de 30 cidades da região, com o objetivo de arrecadar documentos, arquivos em mídia, dinheiro em espécie e outras provas da prática das fraudes.Segundo a polícia, a organização criminosa vem atuando na região há pelo menos sete anos. Entre as 30 cidades investigadas estão Ubatã, Ibirapitanga, Arataca, Itapitanga, Almadina, Uruçuca, Ilhéus, Una, Jussarí, Floresta Azul, Itabuna, Itapebi, Itajuípe, Itagimirim e Itapé.Os crimes sob apuração, cuja materialidade foi comprovada em 16 relatórios de fiscalização da CGU abrangendo o período de 2002 a 2008, consistem basicamente em fraudes as licitações promovidas por administrações públicas municipais do sul da Bahia e, consequentemente, desviar recursos públicos para particulares.
Fonte: A Tarde
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