Família Montalvao

Família Montalvao

quinta-feira, junho 15, 2017

Prefeita de Itiruçu exonera parentes e critica vereador que a denunciou por nepotismo
Foto: Reprodução / Blog Marcos Frahm
A prefeita de Itiruçu, Lorena Di Gregório (PRB) exonerou parentes que estavam trabalhando em cargos públicos municipais após o Ministério Públido do Estado da Bahia (MP-BA) emitir recomendação. O órgão considerou a contratação  dos familiares como afronta à súmula n° 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), que trata de nepotismo. De acordo com o Blog do Marcos Frahm, sete familiares da prefeita deixaram a gestão, sobrando duas tias da que exercem cargos de confiança - Rita Moura, titular da secretária de Administração e Loredana Di Gregório, secretária de Finanças -. Durante o lançamento da festa de São Pedro na Câmara Municipal, a prefeita teceu comentários em relação as demissões e a denúncia de nepotismo, que foi feita pelo vereador Roberto Silva. "O acusador do nepotismo, na gestão anterior, também sofreu o próprio nepotismo (...). Foi realizado um REDA e, diante de tantas pessoas, olha quem passou nesse REDA, quem? Então, por favor, vereador, me respeite e pare com tanta hipocrisia. Família é a nossa base, é o nosso alicerce. O senhor não me prejudica, talvez tenha prejudicado o município, que vai deixar de ter pessoas tão competentes", disse Di Gregório. Um áudio em que consta todo o discurso da gestora no evento circula em grupos do aplicativo WhatsApp na cidade. "Um ex-gestor (Roberto Silva) que vem dizendo que está juntando as provas de improbidade administrativa. Vá primeiro limpar a sua ficha e defender os seus processos, antes de procurar processos pra mim. O senhor tem problemas em relação a convênios, está aí em outro cargo político, em um setor onde o senhor diz que está olhando as contas. Olhe primeiro as suas", afrontou a prefeita.

Em nome da lei, o arbítrio

É mais que hora de a Suprema Corte restabelecer o respeito à Constituição, preservando as garantias do mandato parlamentar

DELAÇÃO

 

MP investiga propina para Geddel em obra

.André Dusek/Estadão